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Ômicron: as novas estratégias de resposta no mundo e no Brasil Ao Ponto (podcast do jornal O Globo)

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Não é a primeira vez que o mundo acompanha uma explosão de novos casos de Covid. Em 2020 e 2021, sem a vacinação consolidada e com variantes de maior letalidade, os países se protegeram fechando todas as portas. Dessa vez, a resposta tem sido diferente. As portas até se fecham, mas só para os antivacina. Via de regra, a ideia é se prevenir, com testagem em massa e portas abertas, como acontece em diferentes países da Europa. Na França, o presidente Emmanuel Macron comprou briga com os antivacina, ao dizer que iria "encher o saco" desse segmento da população. Nos Estados Unidos, o governo busca dar incentivos para a vacinação, mas enfrenta dificuldades com essa parcela que responde por cerca de 38% dos americanos. Aqui no Brasil, como ocorre desde o início da pandemia, são os estados e os municípios que adotam, cada uma a seu modo, sua própria estratégia. E o governo federal desestimula a vacinação e não tem uma política de testagem e rastreio do vírus, que se torna ainda mais importante com o surto concomitantes de gripe.
Na semana passada, prefeitos de mais de duas mil cidades encaminharam uma carta ao Ministério da Saúde para pedir ajuda federal no enfrentamento da multiplicação dos casos de Covid e gripe, que já afeta, em especial, as enfermarias de hospitais e postos de saúde. E o país ainda lida com a resistência federal em dar início à vacinação de crianças a partir de cinco anos. No Ao Ponto desta segunda-feira. a repórter Ana Rosa Alves conta como outros países, em diferentes continentes, respondem ao avanço da Ômicron. Já a epidemiologista e ex-coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Carla Domingues, analisa a resposta do Ministério da Saúde e avalia o que deveria ser feito no atual cenário da pandemia.

Não é a primeira vez que o mundo acompanha uma explosão de novos casos de Covid. Em 2020 e 2021, sem a vacinação consolidada e com variantes de maior letalidade, os países se protegeram fechando todas as portas. Dessa vez, a resposta tem sido diferente. As portas até se fecham, mas só para os antivacina. Via de regra, a ideia é se prevenir, com testagem em massa e portas abertas, como acontece em diferentes países da Europa. Na França, o presidente Emmanuel Macron comprou briga com os antivacina, ao dizer que iria "encher o saco" desse segmento da população. Nos Estados Unidos, o governo busca dar incentivos para a vacinação, mas enfrenta dificuldades com essa parcela que responde por cerca de 38% dos americanos. Aqui no Brasil, como ocorre desde o início da pandemia, são os estados e os municípios que adotam, cada uma a seu modo, sua própria estratégia. E o governo federal desestimula a vacinação e não tem uma política de testagem e rastreio do vírus, que se torna ainda mais importante com o surto concomitantes de gripe.
Na semana passada, prefeitos de mais de duas mil cidades encaminharam uma carta ao Ministério da Saúde para pedir ajuda federal no enfrentamento da multiplicação dos casos de Covid e gripe, que já afeta, em especial, as enfermarias de hospitais e postos de saúde. E o país ainda lida com a resistência federal em dar início à vacinação de crianças a partir de cinco anos. No Ao Ponto desta segunda-feira. a repórter Ana Rosa Alves conta como outros países, em diferentes continentes, respondem ao avanço da Ômicron. Já a epidemiologista e ex-coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Carla Domingues, analisa a resposta do Ministério da Saúde e avalia o que deveria ser feito no atual cenário da pandemia.

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