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Aqui ninguém perde tempo, é direto ao ponto. O podcast do GLOBO, publicado de segunda a sexta-feira às 6h, aborda os principais temas do Brasil e do mundo, para que você compreenda tanto os desafios da economia e os trâmites da política, quanto as inovações tecnológicas e a efervescência cultural. É muito?
Os jornalistas Carolina Morand e Roberto Maltchik, apresentadores do AO PONTO, encaram o desafio. A cada episódio eles recebem convidados para uma conversa sobre os acontecimentos mais relevantes do dia.

Ao Ponto (podcast do jornal O Globo‪)‬ O Globo

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Aqui ninguém perde tempo, é direto ao ponto. O podcast do GLOBO, publicado de segunda a sexta-feira às 6h, aborda os principais temas do Brasil e do mundo, para que você compreenda tanto os desafios da economia e os trâmites da política, quanto as inovações tecnológicas e a efervescência cultural. É muito?
Os jornalistas Carolina Morand e Roberto Maltchik, apresentadores do AO PONTO, encaram o desafio. A cada episódio eles recebem convidados para uma conversa sobre os acontecimentos mais relevantes do dia.

    Pediatra Daniel Becker tira dúvidas sobre a Ômicron em crianças

    Pediatra Daniel Becker tira dúvidas sobre a Ômicron em crianças

    A explosão de casos de Covid afeta a todos, mas o avanço da Ômicron ampliou significativamente a contaminação de crianças. No caso dos pequenos, que aguardam pela liberação da vacina, a expressiva maioria pode desenvolver sintomas leves, que se confundem com os de gripe. O mesmo tem ocorrido com frequência entre os adultos. Isso gera bastante confusão. Por isso que o teste é recomendável, sempre que estiver disponível. Mas, não importa o nome do vírus, na hora de observar os sintomas e cuidar das crianças, muda muita coisa? Quais são os sinais que exigem maior preocupação? E o que esperar das leves reações que podem ocorrer com o início da vacinação de crianças entre cinco e 11 anos, prevista para a semana que vem? Para esclarecer as dúvidas sobre a Ômicron em crianças, seus sintomas e o casos que requerem maior atenção, o Ao Ponto convidou o pediatra e médica sanitarista Daniel Becker, que ainda é membro do Comitê de Enfrentamento da Covid da prefeitura do Rio. Essa semana, ele também escreveu uma carta aberta com as principais orientações para os pequenos nesse momento da pandemia.

    • 25 min
    Por que a conta de luz fica alta mesmo após a crise hídrica?

    Por que a conta de luz fica alta mesmo após a crise hídrica?

    No segundo semestre do ano passado, a situação era crítica. A crise hídrica foi considerada a mais grave em mais de 90 anos. O governo teve que buscar uma solução cara para evitar o risco de apagão e precisou ligar as usinas termelétricas para suprir a demanda que as hidrelétricas deixaram de atender. Por causa disso, o preço da energia foi um dos principais fatores alegados pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, para justificar a inflação de 2021. A inflação superou os 10%, contra uma meta de 3,75%. E a alta da energia elétrica residencial acumulada no ano foi de 21,2%. Porém, a época de chuvas chegou com força e mudou o quadro nos reservatórios das principais usinas hidrelétricas do país. O problema é que a conta de luz não segue o mesmo movimento.
    O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou ao GLOBO que o preço não cai antes de abril. Albuquerque afirmou que o governo não planeja antecipar o fim da vigência da chamada bandeira tarifária de escassez hídrica, que cobra um adicional de R$ 14,20 a casa 100 quilowatts-hora dos consumidores. No Ao Ponto desta quinta-feira, o repórter Manoel Ventura explica por qual razão, apesar da chuva, a conta seguirá alta pelos próximos meses. Ele também conta como estão os níveis dos reservatórios das principais hidrelétricas do país, após as enchentes na região Sudeste. Manoel ainda traz os detalhes de um relatório técnico do Tribunal de Contas da União (TCU), que aponta falhas na forma como o governo federal gerenciou a crise hídrica do ano passado.

    • 20 min
    Ômicron: tire as dúvidas sobre testes e tempo de isolamento

    Ômicron: tire as dúvidas sobre testes e tempo de isolamento

    Um dos efeitos mais notáveis da explosão de casos da variante Ômicron no Brasil e no mundo é o afastamento de trabalhadores infectados nos mais diferentes setores, inclusive os essenciais. O número de profissionais de saúde da rede pública de São Paulo afastados triplicou em menos de um mês. Centenas de voos também já foram cancelados pelo mesmo motivo. E, diante das características da Ômicron, com alto contágio, mas sintomas menos graves, os protocolos de retorno às atividades também estão sendo atualizados. No Brasil, o Ministério da Saúde também fez uma atualização, com regras para o fim do isolamento em cinco dias, no caso de assintomáticos com teste negativo, sete ou dez dias, conforme situações específicas. Mas não há consenso entre os especialistas sobre esse tema. Muitos avaliam que o prazo de cinco dias é curto demais. E o governo ainda deixou algumas lacunas em aberto, como as regras de quarentena para quem entrou em contato com pessoas infectadas.

    Essa estratégia que pode antecipar o fim do isolamento também depende da disponibilidade de testes rápidos e precisos, o que tem sido um problema em diferentes cidades do Brasil. Na falta de testes, os preços também estão indo às alturas na rede privada, o que pressiona ainda mais a rede pública. No Ao Ponto desta quarta-feira. o médico infectologista Julio Croda, pesquisador da Fiocruz, tira todas as dúvidas o isolamento e a testagem, diante do avanço da Ômicron. Ele avalia os protocolos mais adequados para cada situação e explica por que as máscaras e os testes são decisivos para a retomada das atividades.

    • 26 min
    Depois de Alckmin, o aceno de Lula à esquerda

    Depois de Alckmin, o aceno de Lula à esquerda

    O ano de 2021 terminou em clima de euforia no grupo próximo ao ex-presidente Lula. As pesquisas estavam, e se mantêm, amplamente favoráveis ao petista, que surpreendeu a todos ao avançar numa costura para que o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin seja escolhido como o candidato a vice. O êxito dessa primeira etapa de conversas foi coroado com um evento público, no final do dezembro, no qual ambos estiveram juntos. Porém, passados somente alguns dias desse gesto simbólico, o PT acelerou o passo, justamente na sensível agenda econômica. O mercado entrou em alerta, da mesma forma que Alckmin, preocupado após os petistas falarem em revogar a reforma trabalhista. O PT também sinaliza com mudanças na política de preços da Petrobras e com o fim do teto de gastos, temas caros para os políticos de centro. No cenário de hoje, o partido sinaliza que movimentos semelhantes à carta ao povo brasileiro, assinada por Lula há 20 anos diante da tensão do mercado na disputa de 2002, estão fora dos planos.
    Após deixar amarrada a parceria com Alckmin, o PT passou a trabalhar com mais vigor na agenda que interessa aos políticos de esquerda, em partidos como o PSB e do PCdoB. Enquanto isso, o ex-governador, que já esteve mais próximo aos socialistas, tem conversa com o Solidariedade e o PSD. O primeiro, liderado pelo deputado Paulinho da Força, ofereceu a legenda para Alckmin formar a aliança com Lula e disse que não tratou com o ex-presidente sobre a revogação da reforma trabalhista. No Ao Ponto desta terça-feira, a repórter Mariana Carneiro, da coluna da Malu Gaspar, e o colunista Bernardo Mello Franco analisam de que forma a pauta econômica pode influenciar o apoio de políticos de centro à candidatura de Lula. E avaliam se a agenda petista, que reforça estrategicamente os laços com os parceiros históricos, tem força para prejudicar a aproximação com Alckmin e outros potenciais aliados.

    • 26 min
    Ômicron: as novas estratégias de resposta no mundo e no Brasil

    Ômicron: as novas estratégias de resposta no mundo e no Brasil

    Não é a primeira vez que o mundo acompanha uma explosão de novos casos de Covid. Em 2020 e 2021, sem a vacinação consolidada e com variantes de maior letalidade, os países se protegeram fechando todas as portas. Dessa vez, a resposta tem sido diferente. As portas até se fecham, mas só para os antivacina. Via de regra, a ideia é se prevenir, com testagem em massa e portas abertas, como acontece em diferentes países da Europa. Na França, o presidente Emmanuel Macron comprou briga com os antivacina, ao dizer que iria "encher o saco" desse segmento da população. Nos Estados Unidos, o governo busca dar incentivos para a vacinação, mas enfrenta dificuldades com essa parcela que responde por cerca de 38% dos americanos. Aqui no Brasil, como ocorre desde o início da pandemia, são os estados e os municípios que adotam, cada uma a seu modo, sua própria estratégia. E o governo federal desestimula a vacinação e não tem uma política de testagem e rastreio do vírus, que se torna ainda mais importante com o surto concomitantes de gripe.
    Na semana passada, prefeitos de mais de duas mil cidades encaminharam uma carta ao Ministério da Saúde para pedir ajuda federal no enfrentamento da multiplicação dos casos de Covid e gripe, que já afeta, em especial, as enfermarias de hospitais e postos de saúde. E o país ainda lida com a resistência federal em dar início à vacinação de crianças a partir de cinco anos. No Ao Ponto desta segunda-feira. a repórter Ana Rosa Alves conta como outros países, em diferentes continentes, respondem ao avanço da Ômicron. Já a epidemiologista e ex-coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Carla Domingues, analisa a resposta do Ministério da Saúde e avalia o que deveria ser feito no atual cenário da pandemia.

    • 22 min
    O Twitter e a campanha contra as fakenews na rede

    O Twitter e a campanha contra as fakenews na rede

    Na quarta-feira, o Twitter virou o assunto mais comentado no Brasil dentro do próprio Twitter. O motivou foi uma ação promovida por usuários que criticam a atuação da plataforma no país para coibir a disseminação de fake news sobre a Covid e sobre as vacinas. O movimento contesta a manutenção de perfis recorrentes nesse tipo de postagem. O Ministério Público Federal também entrou em cena para pedir explicações à rede social sobre a política relacionada à desinformação. E deu dez dias para respostas. Na quinta-feira, o Twitter se manifestou publicamente, afirmando que leva em "conta critérios específicos para a tomada de medidas que vão desde sinalizar um tweet como enganoso até a suspensão permanente de uma conta". Especialistas, no entanto, apontam também para a diferença entre o tratamento dado a esse tipo de postagem no Brasil ao que ocorre, por exemplo, nos Estados Unidos onde a rede social já baniu permanentemente contas como a do ex-presidente Donald Trump ou a da congressista americana Marjorie Taylor Greene por repetidas violações ao código de conduta da plataforma.
    O movimento também critica a concessão do selo de "verificado" a usuários que propagam desinformação. Foi justamente um selo de verificação dado à blogueira bolsonarista Bárbara Destefani que reforçou o movimento. Destefani é alvo de investigação sobre a disseminação de desinformação nas redes e foi citada pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes, como uma das propagadoras de fake news contra instituições. Bárbara afirma ser vítima de perseguição ideológica. No Ao Ponto desta sexta-feira, o repórter Marlen Couto do GLOBO, explica quais são os argumentos de quem critica a atuação do Twitter e de que forma a plataforma reage às alegações. Já o pesquisador David Nemer, professor do Departamento de Estudos de Mídia da Universidade da Virgínia, analisa até que ponto a pressão  dos usuários pode reforçar o combate às fake news, no terceiro ano da pandemia e às vésperas da eleição presidencial no Brasil.

    • 24 min

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