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Os principais fatos do Brasil e do mundo apresentados e analisados pelo maior jornal do país.

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Os principais fatos do Brasil e do mundo apresentados e analisados pelo maior jornal do país.

    Tecnologia #220: #Start Eldorado: internet e a nova era dos provedores

    Tecnologia #220: #Start Eldorado: internet e a nova era dos provedores

    Conectar-se deixou de ser opção e virou necessidade, o que ficou ainda mais evidente na pandemia, consolidando uma nova realidade para os provedores de internet (Internet Service Providers, ou ISPs). A Vero Internet é um dos maiores provedores regionais do Brasil, com forte atuação em mais de 180 cidades de MG, PR, RS e SC. Vem realizando investimentos para ampliar sua rede de mais de 28.000 km de fibras, com alguns desafios de infraestrutura, enquanto investe em inteligência artificial na relação com os clientes e análise preditiva da malha, usa redes neutras para atuar em algumas cidades e planeja um futuro no qual o 5G e a fibra atuarão lado a lado em diversos novos modelos de conectividade para a sociedade. O Start Eldorado recebe Fabiano Ferreira, CEO da Vero Internet, que conversa com o apresentador Daniel Gonzales. O programa vai ao ar às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP, toda quarta-feira.

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    • 20 min
    A alternativa Temer e a 3ª via em frangalhos

    A alternativa Temer e a 3ª via em frangalhos

    Depois de anunciar que a terceira via tinha chegado a um acordo sobre uma candidatura única, com a senadora Simone Tebet (MDB-MS) sendo a cabeça de chapa nas eleições presidenciais, o discurso dos presidentes de MDB, PSDB e Cidadania, agora, é de esperar até a semana que vem para apresentar esse nome.

    Para que este acordo seja firmado é preciso aprovação da maioria nas executivas nacionais das legendas, e é aí que mora o perigo. João Doria (PSDB), que sonha com este lugar, já começou a trabalhar nos bastidores para “melar” o anúncio da congressista como a escolhida do grupo.

    Agora, surge o nome do ex-presidente Michel Temer (MDB-SP), tido por apoiadores como alguém capaz de enfrentar a polarização entre Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL). Do ponto de vista econômico, Temer passou a faixa presidencial ao atual presidente com uma inflação de 3,75% e juros em 6,5%. Hoje, a inflação está em 12,13% e os juros em 12,75%.

    No entanto, ele ficou conhecido como o presidente mais impopular da história recente do País. No seu último mês de mandato, o emedebista foi considerado ruim ou péssimo por 62% dos entrevistados, regular para 29% e bom ou ótimo para apenas 7%, segundo o Datafolha.

    No episódio do podcast desta sexta-feira, 20, vamos avaliar a viabilidade de Michel Temer para essas eleições e as “cabeçadas” da terceira via com o cientista político da FGV e colunista do Estadão, Carlos Pereira.

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    Apresentação: Emanuel Bomfim

    Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e  Ana Paula Niederauer 

    Montagem: Moacir Biasi

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    • 26 min
    O custo da interferência de Bolsonaro na Petrobras

    O custo da interferência de Bolsonaro na Petrobras

    Jair Bolsonaro resolveu comprar de vez uma briga com a Petrobrás, e passou a promover várias mudanças na empresa. Depois de demitir o presidente da companhia, almirante Silva e Luna, o presidente mudou o comando do ministério de Minas e Energia, e colocou Adolfo Sachsida, que já apresentou um plano de privatização da estatal.

    Soma-se a isso as declarações públicas de Bolsonaro que demonstram o total descontentamento com a política de preço dos combustíveis feita pela Petrobrás. Para corroborar a sua justificativa de mudanças em cargos estratégicos da companhia, Bolsonaro criticou os lucros da empresa e disse que a companhia quer ser "campeã do mundo" em ganhos.

    O problema é que mesmo com o lucro, a defasagem entre os preços da gasolina no mercado interno em relação ao mercado internacional chega a 20%. No caso do diesel, o aumento de 8,9% no dia 9 de maio passado atenuou a defasagem e reduziu o risco de desabastecimento do produto no mercado brasileiro, que depende de cerca de 25% das importações. 

    A ideia do atual presidente vai ao encontro de seu principal adversário nas eleições presidenciais. O ex-presidente Lula também tem dito que a Petrobrás precisa mudar a sua forma de colocar o preço dos combustíveis para não prejudicar a população. No episódio do podcast de hoje, 19, vamos falar sobre esse embate entre Bolsonaro e a Petrobras com Sílvia Araújo, editora do Broadcast/Estadão, em Brasília.

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    Apresentação: Emanuel Bomfim

    Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e  Ana Paula Niederauer 

    Montagem: Moacir Biasi

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    • 29 min
    Os ‘nem-nem’ no eleitorado brasileiro

    Os ‘nem-nem’ no eleitorado brasileiro

    De acordo com a pesquisa do Instituto DataSenado, realizada com quase 6 mil pessoas no final do ano passado 21% dos eleitores se declaram de direita e 11% de esquerda no Brasil. No entanto, o maior grupo de entrevistados 55% segue sem se identificar com nenhum dos lados da polarização, tampouco com o centro.

    Aliás, esse é o grupo que mais cresceu, 5% a mais em relação à última pesquisa. A tendência de queda dos eleitores que se diziam de direita se estabilizou. Em 2019, 29% se consideravam de direita; agora, são 21%. Já os que declaram ter posicionamento de esquerda permanecem em redução. Eram 18% em 2019, 15% em 2021 e, agora, somam 11%. O menor grupo, segundo o levantamento, é daqueles que se consideram de centro, com 9%.

    Entre os entrevistados, a ampla maioria dos brasileiro, 82% diz que a religião é muito importante na própria vida, mas dá mais peso à família na formação das escolhas políticas do que à religião. 

    Mas, apesar da maioria do eleitorado se dizer de direita, a percepção majoritária da população se choca com ideias defendidas pelo presidente e adotadas pelo governo, em assuntos sociais. Para 69%, facilitar o acesso a armas de fogo não vai aumentar a segurança das pessoas e 72% discordam que o meio ambiente seja bem protegido no Brasil.

    Um dos quesitos que registraram mais mudança foi o que envolve aborto. O porcentual de pessoas que não concordam que as mulheres devem ter o direito de interromper a gravidez, caso queiram, passou de 52% para 58%.

    No episódio do podcast de hoje, 18, vamos debater sobre este perfil do eleitorado brasileiro apontado pela pesquisa do Senado, com Glauco Peres, cientista político, professor associado do Departamento de Ciência Política da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.

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    Apresentação: Gustavo Lopes 

    Produção/Edição: Jefferson Perleberg e  Ana Paula Niederauer 

    Montagem: Moacir Biasi

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    • 22 min
    Finlândia e Suécia na Otan: guerra pode escalonar?

    Finlândia e Suécia na Otan: guerra pode escalonar?

    O mesmo motivo que, segundo a Rússia, desencadeou o conflito em território ucraniano, pode se estender a outros países. Segundo Vladimir Putin, a tentativa da Ucrânia em integrar a Otan colocaria sua nação em risco, e este teria sido o estopim para a invasão de seu exército. Agora, a Finlândia, que faz fronteira com a Rússia, decidiu solicitar a adesão à Organização do Tratado do Atlântico Norte.

    O anúncio foi feito pelo presidente e a primeira-ministra do país e oficializa o que ambos vinham afirmando desde a semana passada, apesar das ameaças russas de retaliação. Essa decisão encerra uma neutralidade militar histórica da Finlândia, que compartilha uma fronteira de 1.300 quilômetros com a Rússia.

    Por causa dessa movimentação, Putin disse ao presidente finlandês Sauli Niinisto que acabar com a neutralidade seria um erro que poderia prejudicar as relações entre os dois países. O governo russo descreveu esse movimento como ‘ameaça à segurança’ e disse que pode retaliar.

    A Suécia é outro país que também confirmou que vai pedir a adesão à Organização do Tratado do Atlântico Norte, encerrando mais de 200 anos de neutralidade e não alinhamento militar. Porém, o debate dentro do Partido Social-Democrata, que está no poder, é um pouco mais dividido sobre a questão. 

    Desde o ano passado, Moscou tem aumentado a presença militar e exercícios de suas tropas no mar Báltico, para onde boa parte do território sueco e a costa oeste da Finlândia e da Rússia têm saída.

    No episódio desta terça-feira, 17, vamos falar da entrada de Finlândia e Suécia, e o que isso pode ocasionar em relação à Rússia e aos rumos da guerra na Ucrânia, com Roberto Uebel, Professor de Relações Internacionais da ESPM e Senior Fellow do ISAPE (Instituto Sul-Americano de Política e Estratégia).

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    Apresentação: Emanuel Bomfim 

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    Montagem: Moacir Biasi

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    • 24 min
    Quais temas terão mais peso na hora do voto?

    Quais temas terão mais peso na hora do voto?

    Na pesquisa mais recente divulgada pela Genial/Quest publicada na semana passada, o ex-presidente Lula (PT) e o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), continuam na dianteira, com 46% e 31%, respectivamente. Já outros candidatos somados, totalizaram 13%, brancos e nulos 7%  e indecisos 3%. Os dados mostram novamente a dificuldade de inserção de outros nomes fora da polarização bolso-lulista.

    Durante um evento no Paraná, o presidente Bolsonaro, que segue 15 pontos percentuais atrás do petista, diz que não “teme resultado de eleições limpas”. Ele também afirmou que a forma como foi recebido na Expoingá e em outros eventos pelo País representa a verdadeira pesquisa popular.

    A estabilidade da porcentagem do ex-presidente Lula também surpreende, já que o petista teve um mês de declarações polêmicas, como a fala em que defendeu a legalização do aborto. O assunto entrou inclusive na pesquisa realizada pela Genial/Quaest, onde 50% dos eleitores disseram que uma posição favorável ao aborto de um candidato afeta negativamente a chance de voto nele; 40% disse que não altera.

    Os dados da pesquisa também devem preocupar Bolsonaro, já que Lula é favorecido quando o assunto é economia. Para 50% dos entrevistados, a economia é o principal problema enfrentado pelo país neste momento, 13% citam a saúde e a pandemia, 11% questões sociais e 9% corrupção.

    Para os eleitores parece que o atual presidente não está conseguindo controlar essa situação. Não é por acaso que 58% dos brasileiros acham que Bolsonaro não merece um segundo mandato como presidente, enquanto 53% acham que Lula merece voltar a ocupar o Executivo federal.

    No episódio desta segunda-feira, 16, vamos analisar o cenário eleitoral e avaliar o desempenho dos pré-candidatos até o momento com o cientista político e pesquisador do Laboratório de Política e Governo da Unesp, Bruno Silva. 

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    Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e  Ana Paula Niederauer 

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    • 30 min

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