25 episódios

Muitas das questões e desafios humanos — como amor, paixão, felicidade, envelhecimento e inveja — são universais, e as mitologias sempre espelharam esses grandes temas sob a forma de metáforas por meio das quais podemos ver o que se passa em nós. "Assim Caminha a Humanidade" é um podcast que recorre à mitologia das mais diversas tradições e estabelece conexões entre estas e a cultura pop, mostrando como os mitos ainda vivem e seguem moldando as narrativas humanas, sejam elas ficcionais ou não. Apresentado por Pati Rabelo e Heráclito Pinheiro, o podcast pretende contribuir, de forma estimulante e divertida, pra ampliar a conversa sobre mitologia, mostrando como os mitos nos ajudam a entender e a agir sobre as nossas vidas.

Assim Caminha a Humanidade O POVO

    • Filosofia

Muitas das questões e desafios humanos — como amor, paixão, felicidade, envelhecimento e inveja — são universais, e as mitologias sempre espelharam esses grandes temas sob a forma de metáforas por meio das quais podemos ver o que se passa em nós. "Assim Caminha a Humanidade" é um podcast que recorre à mitologia das mais diversas tradições e estabelece conexões entre estas e a cultura pop, mostrando como os mitos ainda vivem e seguem moldando as narrativas humanas, sejam elas ficcionais ou não. Apresentado por Pati Rabelo e Heráclito Pinheiro, o podcast pretende contribuir, de forma estimulante e divertida, pra ampliar a conversa sobre mitologia, mostrando como os mitos nos ajudam a entender e a agir sobre as nossas vidas.

    #25 - Humor: “O estranho prazer derivado da certeza de que não há certezas”

    #25 - Humor: “O estranho prazer derivado da certeza de que não há certezas”

    Para Charles Baudelaire, o riso é uma queixa frustrada contra o fato de sermos meramente mortais. Éric Vartzbed diz que o humor é o entusiasmo pela relatividade das coisas humanas. E o pesquisador de Stanford John Morreall observa que “quando perguntam às pessoas o que é importante em suas vidas, elas costumam mencionar o humor. Casais que descrevem as características que valorizam em seus parceiros geralmente colocam o ‘senso de humor’ no topo da lista”. Mas o que é o humor? O que nos faz rir? E por que a relação do humor com o politicamente correto é normalmente um tanto tensa? Neste episódio, Pati Rabelo e Heráclito Pinheiro conversam sobre essas e outras questões relacionadas ao humor, uma operação psíquica que parece estar ligada a vários outros fenômenos mentais importantes, como a criatividade, o insight e a solução de problemas.

    [Instagram: @assim_caminha - Blog: [http://blogs.opovo.com.br/assimcaminhaahumanidade/]

    O podcast "Assim Caminha a Humanidade" é apresentado por Pati Rabelo e Heráclito Pinheiro.

    Quinzenalmente, às segundas-feiras, um novo episódio.
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    Apresentação: Pati Rabelo e Heráclito Pinheiro

    Roteiro: Pati Rabelo

    Consultoria: Heráclito Pinheiro

    Áudio e Edição: Mariana Vieira

    Arte da Vitrine: Pati Rabelo

    Curadoria de Instagram e Blog: Pati Rabelo

    Comercial: Heráclito Pinheiro

    Coordenação de Produção: Chico Marinho

    Estratégia Digital: João Victor Dummar

    • 2 h 19 min
    #24 - Ciúme: “Don’t mess with my babe”

    #24 - Ciúme: “Don’t mess with my babe”

    O analista junguiano Heráclito Pinheiro diz que “somos, a todo momento, movidos por nossos afetos, aguilhoados por eles. Somos mais suas vítimas do que seus senhores, mas mesmo assim eles permanecem sendo um mistério para a maioria dos mortais. Não foi em vão que os gregos personificaram diversos de nossos comportamentos instintivos como deuses: Eros, o amor; Afrodite, a sexualidade; Ares, a agressão; e assim por diante, pois, não raro, ao sermos atingidos por essas emoções, nos sentimos nas mãos de deuses caprichosos que em muito nos superam em poder e estatura”.

    Já para a psicanalista Diana Corso, o ciúme não tem nada a ver com atos nem fatos. Ele faz parte do amor, sendo fruto das nossas inseguranças mais triviais. “Num ataque de ciúme, ficamos obcecados, privados do controle, porque quem dirige a cena é o desespero. A vida perde completamente o sentido, só nos interessa saber se aquilo aconteceu, com quem, quantas vezes, onde. Quanto mais nos aproximamos da mórbida descrição da cena trágica, mais nos movemos em sua direção. O amor que nos é dedicado faz parte das nossas posses e cuidamos dele como da própria pele!”, escreve Diana.

    Neste episódio, Pati Rabelo e Heráclito Pinheiro conversam sobre esse afeto que, no dizer da psicanalista lacaniana Fernanda Costa Rios, “guarda em si o medo da perda e atualiza angústias arcaicas que fizeram parte da constituição do psiquismo de todo indivíduo”.

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    Quinzenalmente, às segundas-feiras, um novo episódio.

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    • 2 h 35 min
    #23 - Sincronicidade: “Só sei que foi assim”

    #23 - Sincronicidade: “Só sei que foi assim”

    No Ocidente, temos uma preferência pela função pensamento para explicar as coisas. Cultivamos uma racionalidade ligada à noção de causalidade, estatística e à mentalidade científica. Mas as pesquisas no campo da Psicologia Profunda levaram Jung a procurar outras explicações para o esclarecimento de certos fenômenos, uma vez que o princípio da causalidade começou a lhe parecer insuficiente. Ele descobriu então que existem manifestações psicológicas paralelas que não se relacionam de modo causal, mas têm uma forma de correlação totalmente diferente. Como a psique e a matéria estão encerradas em um só e mesmo mundo e, além disso, se acham permanentemente em contato entre si, há não só a possibilidade, mas até mesmo uma certa probabilidade, de que a matéria e a psique sejam dois aspectos diferentes de uma só e mesma coisa. Para Jung, os fenômenos da sincronicidade apontam nesta direção, porque nos mostram que o não psíquico pode se comportar como o psíquico, e vice-versa, sem a presença de um nexo causal entre eles.

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    • 2 h 33 min
    #22 - Qual o seu tipo?

    #22 - Qual o seu tipo?

    Na introdução da obra Tipos Psicológicos, Jung escreve que “Platão e Aristóteles não são apenas dois sistemas, mas também os tipos de duas naturezas humanas diferentes, que, desde tempos imemoriais e sob as mais diversas aparências, se confrontam de forma mais ou menos hostil. Sempre se trata de Platão e Aristóteles, ainda que sejam outros os nomes”, fecha aspas. De um lado, teríamos, então, as naturezas apaixonadas e místicas, também conhecidas como platônicas ou introvertidas; do outro, haveria as naturezas práticas e sistemáticas, chamadas de aristotélicas ou extrovertidas. Jung entendia que, ao se observar o desenrolar de uma vida humana, vemos que o destino dos extrovertidos é mais determinado pelos objetos de seu interesse, enquanto o dos introvertidos é mais definido pelo seu interior, pelo subjetivo. Hoje nós vamos conversar sobre atitudes, funções e tipos psicológicos na visão de Jung. E, ao final desse episódio, você vai entender melhor por que é impossível a um artista, um filósofo ou qualquer outra pessoa agradar a todo mundo.

    PS: Daqui a quinze dias, ou seja, dia 06jan, não terá programa, porque vamos estar de férias. Mas a gente volta no dia 20jan, pra continuar seguindo algumas pistas de como caminha a humanidade :)

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    FICHA TÉCNICA:

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    Roteiro:
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    • 2 h 58 min
    #21 - Amor: “Do Eros cósmico aos contatinhos”

    #21 - Amor: “Do Eros cósmico aos contatinhos”

    “Ser psicanalista é saber que todas as histórias terminam falando de amor”, disse a psicanalista búlgara Julia Kristeva. A música As time goes by, tema do filme Casablanca, traz em um de seus versos: “Ainda é a mesma velha história, uma luta por amor e glória”. O filósofo francês Alain de Botton escreve que toda vida adulta é definida por duas grandes histórias de amor: a primeira seria a história da nossa busca por amor sexual; e a segunda, a história da nossa busca pelo amor do mundo. Falando sobre amor e desejo, o sociólogo polonês Zygmunt Bauman diz que “se o desejo quer consumir, o amor quer possuir”. Para Bauman, não se pode aprender a amar, assim como não se pode aprender a morrer. E também não se pode aprender a arte ilusória — inexistente, embora ardentemente desejada — de evitar as garras do amor e ficar fora do seu caminho. Nesse episódio, vamos conversar a respeito de algumas perspectivas sobre o amor — este que é o mais delicioso e irresistível clichê sobre a terra.

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    • 3 h 4 min
    #20 - “Haters gonna hate” — Especial Violência na Internet

    #20 - “Haters gonna hate” — Especial Violência na Internet

    Com a expansão das tecnologias digitais, violências como o bullying e o assédio moral ganharam um novo palco de alcance praticamente infinito: a internet. E o que antes ficava restrito ao ambiente escolar ou a outros espaços geograficamente limitados agora pode fazer vítimas a qualquer hora e lugar — ao alcance de apenas alguns cliques. O Brasil está em 2o lugar no ranking global de ofensas na internet. Três em cada 10 pais brasileiros relataram ao instituto IPSOS que seus filhos foram vítimas de bullying virtual, também conhecido como cyberbullying. Dia sim e outro também casos de difamação e de destruição de reputações viram notícia. A internet se tornou uma espécie de tribunal virtual que profere execuções sumárias — e a contagem de corpos, sejam eles físicos ou simbólicos, segue. Transtornos como a depressão e a ansiedade e, no limite, casos de suicídio, têm aumentado em decorrência de bullying virtual. Por isso, mais do que importante, é urgente debater a violência na rede.

    Esse episódio especial faz parte do projeto “Violência na Internet”, do O Povo Online, e tem o apoio institucional da Prefeitura Municipal de Fortaleza, a quem a gente agradece a iniciativa de estimular o debate público sobre o cyberbullying. Logo logo, o projeto “Violência na Internet” terá também um especial no portal O Povo Online, além de um evento no Espaço O POVO de Cultura & Arte, que acontecerá agora no mês de dezembro. Você que tá em Fortaleza, fica ligado, que em breve a data do evento será divulgada, e a entrada será gratuita.

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    • 2 h 46 min

Opiniões de clientes

Amante de Jung ,

Os caras sabem muito, e sabem explicar muito bem pra quem não sabe.

Parabéns pelo trabalho incrível! Sem mimimi, direto, com humor e muito conteúdo .

L.m.moreira ,

Incrível!!!

Meu Zeus, que podcast maravilhoso, repleto de conteúdo e muito bem produzido!
Parabéns pela realização. Continuem por favor!

Caio00112233 ,

Viés

Falta diversidade de ideias, equívocos conceituais, excesso de opiniões pessoais, visões superficiais, repasse de narrativas sem critérios, misticismo exacerbado etc.
Poderia ser um ótimo podcast, mas a Pati faz reflexões tão complexas quanto uma estudante do colegial e o Heráclito é tão presunçoso quanto um advogado do interior.

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