33 min

Como começar a ouvir rock shoegaze Como Começar

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"Música barulhenta feita com guitarras”. A maioria das pessoas provavelmente associaria essa descrição a um estilo como o heavy metal, conhecido por canções pesadas, sombrias e agressivas. Mas a definição também vale para um outro gênero do rock que seguiu por um caminho diferente, mais atmosférico e etéreo: o shoegaze.

Com origens no fim dos anos 1980, no Reino Unido, o termo “shoegaze” significa algo como “olhar para os sapatos”, em inglês. O nome vem do hábito que os guitarristas daquela cena tinham de observar os próprios pés durante os shows, para controlar uma série de pedais usados para distorcer o som dos instrumentos.

A obra quintessencial do gênero, o álbum “Loveless”, dos irlandeses My Bloody Valentine, completa 30 anos em 2021. O Nexo conversou com representantes de três bandas brasileiras desse estilo, para comentar suas principais características, suas inspirações, e como o som evoluiu com o tempo. São eles: Felipe Aguiar, da dupla carioca gorduratrans; Stefano Fell, do conjunto gaúcho Loomer; e Stephani Heuczuk, da banda terraplana, de Curitiba.

///
Músicas do programa
My Bloody Valentine — To Here Knows When
My Bloody Valentine — Only Shallow
Cocteau Twins — Lorelei
Dinosaur Jr. — Little Fury Things
The Jesus and Mary Chain — Upside Down
Spacemen 3 — The Sound of Confusion
My Bloody Valentine — You Made Me Realise
Lush — Superblast!
Slowdive — Alison
My Bloody Valentine — Soon
Ride — Seagull
Pulp — Common People
Pin-Ups — Sonic Butterflies
Loomer — Mind Control
DIIV — Like Before You Were Born
Deafheaven — Dreamhouse
M83 — Run Into Flowers
Slowdive — Star Roving
Gorduratrans — você não sabe quantas horas eu passei olhando pra você
Terraplana — Ambedo

"Música barulhenta feita com guitarras”. A maioria das pessoas provavelmente associaria essa descrição a um estilo como o heavy metal, conhecido por canções pesadas, sombrias e agressivas. Mas a definição também vale para um outro gênero do rock que seguiu por um caminho diferente, mais atmosférico e etéreo: o shoegaze.

Com origens no fim dos anos 1980, no Reino Unido, o termo “shoegaze” significa algo como “olhar para os sapatos”, em inglês. O nome vem do hábito que os guitarristas daquela cena tinham de observar os próprios pés durante os shows, para controlar uma série de pedais usados para distorcer o som dos instrumentos.

A obra quintessencial do gênero, o álbum “Loveless”, dos irlandeses My Bloody Valentine, completa 30 anos em 2021. O Nexo conversou com representantes de três bandas brasileiras desse estilo, para comentar suas principais características, suas inspirações, e como o som evoluiu com o tempo. São eles: Felipe Aguiar, da dupla carioca gorduratrans; Stefano Fell, do conjunto gaúcho Loomer; e Stephani Heuczuk, da banda terraplana, de Curitiba.

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Músicas do programa
My Bloody Valentine — To Here Knows When
My Bloody Valentine — Only Shallow
Cocteau Twins — Lorelei
Dinosaur Jr. — Little Fury Things
The Jesus and Mary Chain — Upside Down
Spacemen 3 — The Sound of Confusion
My Bloody Valentine — You Made Me Realise
Lush — Superblast!
Slowdive — Alison
My Bloody Valentine — Soon
Ride — Seagull
Pulp — Common People
Pin-Ups — Sonic Butterflies
Loomer — Mind Control
DIIV — Like Before You Were Born
Deafheaven — Dreamhouse
M83 — Run Into Flowers
Slowdive — Star Roving
Gorduratrans — você não sabe quantas horas eu passei olhando pra você
Terraplana — Ambedo

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