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Solid Joys é um devocional diário por John Piper. Estes breves e profundos devocionais buscam alimentar sua alegria em Jesus todos os dias do ano.

Devocional Alegria Inabalável Ministério Fiel

    • Religião e espiritualidade
    • 4,9 • 143 avaliações

Solid Joys é um devocional diário por John Piper. Estes breves e profundos devocionais buscam alimentar sua alegria em Jesus todos os dias do ano.

    5 de Setembro - O objetivo do amor de Cristo

    5 de Setembro - O objetivo do amor de Cristo

    O objetivo do amor de Cristo
    Pai, a minha vontade é que onde eu estou, estejam também comigo os que me deste, para que vejam a minha glória. (João 17.24)
    Os crentes em Jesus são preciosos para Deus (somos a sua noiva!). E ele nos ama tanto que não permitirá que nossa preciosidade se torne nosso deus.
    Deus realmente faz muito por nós (adoção!), mas ele faz isso de uma forma que nos liberta de nós mesmos para desfrutarmos da sua grandeza.
    Examine-se. Se Jesus viesse passar o dia com você, sentasse ao seu lado no sofá e dissesse: “Eu realmente te amo”, em que você se focalizaria no restante do dia que vocês passariam juntos?
    Percebo que muitas canções e sermões nos dão a resposta errada. Eles deixam a impressão de que o ponto alto da nossa alegria deveria estar no sentimento recorrente de sermos amados. “Ele me ama! Ele me ama!”. Verdadeiramente, isso é alegria. Mas não o ponto alto e não a ênfase.
    O que nós estamos dizendo com as palavras “eu sou amado”? O que queremos dizer? O que é “ser amado”?
    A maior alegria e a que mais exalta a Cristo não seria encontrada em observar Cristo durante todo o dia e exclamar: “Você é maravilhoso! Você é maravilhoso!”?
    • Ele responde à pergunta mais difícil, e sua sabedoria é maravilhosa.
    • Ele toca uma ferida imunda e purulenta, e sua compaixão é maravilhosa.
    • Ele ressuscita uma senhora morta no consultório médico, e seu poder é maravilhoso.
    • Ele prevê os eventos da tarde, e sua presciência é maravilhosa.
    • Ele dorme durante um terremoto, e seu destemor é maravilhoso.
    • Ele diz: “Antes que Abraão existisse, EU SOU” (João 8.58), e suas palavras são maravilhosas.
    Caminhamos com ele completamente maravilhados com o que vemos.
    O seu amor por nós não é o desejo de fazer para nós tudo o que ele precisa fazer (incluindo morrer por nós) para que possamos nos maravilhar com ele e não sermos consumidos por ele? A redenção, a propiciação, o perdão, a justificação e a reconciliação — tudo isso precisa acontecer. Eles são os atos do amor.
    Mas o objetivo do amor, que faz com que esses atos sejam amorosos, é que nós estejamos com Jesus, vejamos a sua glória surpreendente e nos maravilhemos. Nesses momentos, esquecemos de nós mesmos e vemos e sentimos a Jesus.
    Portanto, estou exortando pastores e professores: Conduza as pessoas através dos atos do amor de Cristo para o objetivo do seu amor. Se a redenção, a propiciação, o perdão, a justificação e a reconciliação não nos levam ao gozo do próprio Jesus, não são amor.
    Avance nesse sentido. Foi por isso que Jesus orou.

    • 3 min
    4 de Setembro - Fundamente a sua vida nisso

    4 de Setembro - Fundamente a sua vida nisso

    Fundamente a sua vida nisso
    O deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus. (2 Coríntios 4.4)
    Examine-se. Qual é a sua mentalidade? Você começa com Deus e com os direitos e propósitos dele? Ou você começa consigo mesmo e com seus direitos e desejos?
    E quando você olha para a morte de Cristo, o que ocorre? Sua alegria realmente vem de transformar essa maravilhosa obra divina em um impulso para a autoestima? Ou você é arrancado de si mesmo e enchido de admiração, reverência e adoração, pelo fato de que aqui, na morte de Jesus, há a declaração mais profunda e mais clara da estima infinita que Deus tem por sua glória e por seu Filho?
    Aqui está um grandioso fundamento objetivo para a plena certeza da esperança: o perdão dos pecados é baseado, finalmente, não em minha finita dignidade e obra, mas na infinita dignidade da justiça de Deus — a inabalável fidelidade de Deus para sustentar e vindicar a glória do seu nome.
    Eu suplico a você de todo o meu coração, faça disso o seu fundamento. Fundamente a sua vida nisso. Firme a sua esperança nisso. Assim, você será liberto da fútil mentalidade do mundo e nunca cairá.
    Quando a exaltação de Deus em Cristo é a sua alegria, esta jamais falhará.

    • 2 min
    3 de Setembro - O “eu farei” de Deus

    3 de Setembro - O “eu farei” de Deus

    O “eu farei” de Deus

    Jerusalém será habitada como as aldeias sem muros, por causa da multidão de homens e animais que haverá nela. Pois eu lhe serei, diz o SENHOR, um muro de fogo em redor e eu mesmo serei, no meio dela, a sua glória. (Zacarias 2.4-5)
    Há manhãs em que eu acordo me sentindo frágil e vulnerável. Muitas vezes isso é vago. Não há ameaça alguma. Nenhuma fraqueza. Apenas uma sensação estranha de que algo dará errado e de que eu serei o responsável.
    Isso geralmente ocorre após muitas críticas, após várias expectativas que têm prazos e que parecem enormes e muito numerosas.
    Enquanto eu olho para trás para cerca de 50 anos de tais manhãs periódicas, fico maravilhado em como o Senhor Jesus tem preservado a minha vida e o meu ministério. A tentação de fugir do estresse nunca venceu — ainda não, em todo caso. Isso é maravilhoso. Eu louvo a Deus por isso.
    Em vez de me deixar afundar na paralisia do medo ou correr para uma miragem de grama mais verde, Deus despertou um clamor por socorro e depois respondeu com uma promessa concreta.
    Aqui está um exemplo. Isso é recente. Acordei sentindo-me emocionalmente frágil, fraco e vulnerável. Eu orei: “Senhor, ajuda-me. Nem sei como orar”.
    Uma hora depois eu estava lendo Zacarias, buscando a ajuda que eu havia suplicado, e ela veio.
    “Jerusalém será habitada como as aldeias sem muros, por causa da multidão de homens e animais que haverá nela. Pois eu lhe serei, diz o SENHOR, um muro de fogo em redor e eu mesmo serei, no meio dela, a sua glória” (Zacarias 2.4-5).
    Haverá tal prosperidade e crescimento para o povo de Deus que Jerusalém não poderá mais ser murada. “A multidão de homens e animais” será tanta que Jerusalém será como muitas aldeias espalhadas, sem muros.
    A prosperidade é boa, mas, e quanto à proteção?
    Sobre isso, Deus diz em Zacarias 2.5: “eu lhe serei, diz o SENHOR, um muro de fogo em redor”. Sim, é isso. Essa é a promessa. O “eu farei” de Deus. Isso é o que eu preciso.
    E se isso é verdadeiro para as vulneráveis aldeias de Jerusalém, é verdadeiro para mim, um filho de Deus. Deus será um “muro de fogo ao meu redor”. Sim, ele o será. Ele tem sido. E ele será.
    E isso fica ainda melhor. Dentro desse muro ardente de proteção, ele diz: “eu mesmo serei, no meio dela, a sua glória”. Deus nunca está satisfeito em nos dar a proteção do seu fogo; ele nos dará o deleite da sua presença.

    • 3 min
    2 de Setembro - Desolado e deleitado

    2 de Setembro - Desolado e deleitado

    Desolado e deleitado
    O SENHOR, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra. (Deuteronômio 7.6)
    Como as doutrinas da graça soariam se em cada galho dessa árvore estivesse correndo a seiva do prazer Agostiniano (ou seja, do que eu chamo de “Hedonismo Cristão”??
    • Depravação total não é apenas maldade, mas cegueira em relação à beleza de Deus e morte quanto à mais profunda alegria.
    • Eleição incondicional significa que a plenitude da nossa alegria em Jesus foi planejada para nós antes que nós existíssemos, como o transbordamento da alegria de Deus na comunhão da Trindade.
    • Expiação limitada é a garantia de que a indestrutível alegria em Deus está infalivelmente assegurada para nós pelo sangue da nova aliança.
    • Graça irresistível é o compromisso e o poder do amor de Deus para assegurar que não nos apeguemos a prazeres suicidas, e para nos libertar pelo poder soberano das delícias superiores.
    • Perseverança dos santos é a obra onipotente de Deus, não de nos deixar cair na escravidão final dos prazeres inferiores, mas de nos guardar, em meio a toda aflição e sofrimento, para uma herança de plenitude de alegria em sua presença e de delícias à sua destra perpetuamente.
    A eleição incondicional anuncia os juízos mais severos e mais doces à minha alma. O fato de que ela é incondicional destrói toda autoexaltação; e o fato de que é eleição faz de mim a sua preciosa possessão.
    Essa é uma das belezas das doutrinas bíblicas da graça: suas piores desolações nos preparam para os seus maiores deleites.
    Que presunçosos nós poderíamos nos tornar diante das palavras: “O SENHOR, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra” (Deuteronômio 7.6), se essa eleição dependesse, de alguma forma, da nossa vontade. Mas para nos guardar do orgulho, o Senhor nos ensina que somos eleitos incondicionalmente (Deuteronômio 7.7-9). “Ele fez de um miserável o seu tesouro”, como nós cantamos tão alegremente.
    Somente as desoladoras liberdade e incondicionalidade da graça eletiva nos permitem considerar e provar tais dádivas como nossas, sem a exaltação do eu.

    • 3 min
    1º de Setembro - Deus tudo faz como lhe agrada

    1º de Setembro - Deus tudo faz como lhe agrada

    Deus tudo faz como lhe agrada
    No céu está o nosso Deus e tudo faz como lhe agrada. (Salmo 115.3)
    Este versículo ensina que sempre que Deus age, ele o faz de modo a agradar a si mesmo.
    Deus nunca é constrangido a fazer algo que ele detesta. Ele nunca é forçado de modo que o seu único recurso seja fazer algo que ele odeia.
    Ele faz o que lhe agrada. E, portanto, em certo sentido, ele tem prazer em tudo o que faz.
    Isso deve nos levar à prostração diante de Deus e ao louvor da sua liberdade soberana, pois, em certo sentido, ele sempre age em liberdade, de acordo com seu “beneplácito”, seguindo os ditames dos seus próprios deleites.
    Deus nunca se torna vítima das circunstâncias. Ele nunca é forçado a uma situação onde deve fazer algo em que ele não consiga se alegrar. Ele não é frustrado. Ele não está preso, encurralado ou coagido.
    Mesmo no momento da história em que Deus fez o que, em certo sentido, era a coisa mais difícil para ele realizar, quando “não poupou o seu próprio Filho” (Romanos 8.32), Deus foi livre e fez o que lhe agradou. Paulo diz que o sacrifício de Jesus na morte foi “como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave” (Efésios 5.2). O maior pecado, a mais eminente morte e o ato mais difícil de Deus foram agradáveis ​​ao Pai.
    E no seu caminho para o Calvário, o próprio Jesus tinha legiões à sua disposição. “Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou” (João 10.18) — de sua própria boa vontade, pela alegria que lhe estava proposta (Hebreus 12.2). No único momento da história do universo onde Jesus parecia preso, ele estava totalmente no controle, fazendo exatamente o que lhe agradava: morrer para justificar ímpios como você e eu.
    Então, permaneçamos admirados e maravilhados. E tremamos, pois não apenas os nossos louvores sobre a soberania de Deus, como também a nossa salvação por meio da morte de Cristo por nós, dependem disso: “No céu está o nosso Deus e tudo faz como lhe agrada”.

    • 2 min
    31 de Agosto - O leão e o cordeiro

    31 de Agosto - O leão e o cordeiro

    O leão e o cordeiro
    Eis aqui o meu servo, que escolhi, o meu amado, em quem a minha alma se compraz. Farei repousar sobre ele o meu Espírito, e ele anunciará juízo aos gentios. Não contenderá, nem gritará, nem alguém ouvirá nas praças a sua voz. Não esmagará a cana quebrada, nem apagará a torcida que fumega, até que faça vencedor o juízo. E, no seu nome, esperarão os gentios. (Mateus 12.18-21, citando Isaías 42).
    A própria alma do Pai exulta com alegria pela mansidão semelhante à de um servo e compaixão do seu Filho.
    Quando uma cana está encurvada e prestes a quebrar, o Servo irá sustentá-la ternamente até que seja curada. Quando um pavio está queimando e quase não resta mais calor, o Servo não o apaga, mas o protege com a sua mão e sopra suavemente até que queime novamente.
    Assim, o Pai clama: “Eis aqui o meu servo, em quem a minha alma se compraz”. A excelência e a beleza do Filho não vêm apenas da sua majestade, nem apenas da sua mansidão, mas do modo como elas se misturam em perfeita proporção.
    Quando o anjo clama em Apocalipse 5.2: “Quem é digno de abrir o livro e de lhe desatar os selos?”, a resposta é: “Não chores; eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu para abrir o livro e os seus sete selos” (Apocalipse 5.5).
    Deus ama a força do Leão de Judá. É por isso que ele é digno aos olhos de Deus para abrir os pergaminhos da história e desatar os últimos dias.
    Porém, a figura não está completa. Como o Leão venceu? O versículo seguinte descreve a sua aparência: “Então, vi, no meio do trono e dos quatro seres viventes e entre os anciãos, de pé, um Cordeiro como tendo sido morto” (Apocalipse 5.6). Jesus é digno do deleite do Pai não apenas como o Leão de Judá, mas também como o Cordeiro que foi morto.

    • 2 min

Opiniões de clientes

4,9 de 5
143 avaliações

143 avaliações

pereira59 ,

Edificante

Excelente podcast para começar o dia.

Ferrão Júnior ,

Avaliar

Excelente

Altobelle2 ,

Muito bom

Bom demais !!

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