106 episódios

Os principais fatos do Brasil e do mundo apresentados e analisados pelo maior jornal do país.

Estadão Notícias Estadão

    • Notícias
    • 4,3 • 427 avaliações

Os principais fatos do Brasil e do mundo apresentados e analisados pelo maior jornal do país.

    Ômicron e seus impactos na saúde pública e na economia

    Ômicron e seus impactos na saúde pública e na economia

    Enquanto o mundo se perguntava quando conseguiríamos controlar a pandemia do novo coronavírus, surge uma nova variante descoberta na África do Sul: a Ômicron. Nesta segunda-feira, a Organização Mundial da Saúde alertou os países que o risco global da variante é “muito alto”.

    A entidade destaca que as principais preocupações residem na capacidade de transmissão da nova cepa, se as vacinas existentes têm potencial para conter a Ômicron, e se ela pode levar a casos mais graves. 

    A variante foi identificada pela primeira vez em 24 de novembro, na África do Sul, e ainda está sendo estudada pelas autoridades. O que já se sabe é que a Ômicron apresenta 50 mutações. Cerca de 30 estão localizadas na chamada proteína spike, aquela que permite a entrada do vírus nas células humanas e é um dos principais alvos das vacinas contra a covid-19.

    Os primeiros relatos dos médicos da África do Sul indicam que o vírus se espalha rapidamente, mas sem grande número de casos graves. Com novos casos confirmados por Austrália, Dinamarca e Holanda, a nova cepa já foi identificada em quatro continentes: Ásia, Europa, Oceania e África.

    Para tentar conter a nova variante, Estados Unidos, Brasil, Canadá, países da União Europeia, Austrália, Japão, Coréia do Sul, Indonésia, Arábia Saudita e Tailândia impuseram restrições de viagens vindas da África do Sul, onde a Ômicron possivelmente teve origem.

    No episódio do Estadão Notícias desta terça-feira, 30, conversamos com o médico infectologista Julio Croda, pesquisador da Fiocruz, para entender um pouco mais sobre essa nova variante.

    E para analisar os impactos econômicos e o futuro incerto com o possível retrocesso nas restrições convidamos a economista Juliana Inhasz, coordenadora do curso de graduação de Economia do Insper.

    O Estadão Notícias está disponível noSpotify,Deezer,Apple Podcasts,Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.

    Apresentação: Emanuel Bomfim.

    Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer.

    Montagem: Moacir Biasi.

    See omnystudio.com/listener for privacy information.

    • 32 min
    Em busca de um presidente: o debate antecipado sobre 22

    Em busca de um presidente: o debate antecipado sobre 22

    É comum que os anos pré-eleitorais sejam mais mornos e circunscritos às movimentações de bastidores. O que definitivamente não se observa neste 2021. Vários candidatos já estão colocados e, muitos deles, em verdadeiro ritmo de campanha - especialmente nas redes sociais. Isso mexe não só com as estratégias de partidos e de suas lideranças, como no interesse da população brasileira sobre o tema.

    Pesquisa recente do Instituto Paraná Pesquisas mostra que 46% dos dois mil eleitores entrevistados em 164 municípios dos 26 estados da nação, e no Distrito Federal, entre 15 e 19 de novembro, têm algum “interesse” ou “muito interesse” no pleito do próximo ano.

    Um levantamento da Ipsos e do Global Institute for Women’s Leadership mostrou que 42% dos brasileiros querem que os políticos priorizem os interesses do País ao invés de suas próprias carreiras. No entanto, 4% citaram como prioritária a necessidade de que líderes saibam dialogar e atuar conjuntamente com quem pensa diferente.

    Ou seja, a guerra ideológica é um fator que leva as pessoas a se interessar mais pela política. De um lado, os apoiadores fiéis a um candidato, do outro, aqueles que querem colocar uma terceira alternativa à polarização que se criou no Brasil. No entanto, outros motivos devem atrair o eleitor às urnas no ano que vem. Hoje, os temas que mais engajam as pessoas nas redes sociais são o auxílio emergencial, a reforma tributária, o desemprego e a inflação. 

    Afinal, o que tem despertado o interesse do brasileiro na política e na eleição nos últimos anos? O que tem atraído a atenção, em especial, para o pleito de 2022? Como está a corrida eleitoral? 

    No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira, 29, convidamos para um debate sobre o tema, o cientista político da Unesp de Araraquara, Bruno Silva, e o editor da Coluna do Estadão, Alberto Bombig

    O Estadão Notícias está disponível noSpotify,Deezer,Apple Podcasts,Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.

    Apresentação: Emanuel Bomfim.

    Produção/Edição: Gustavo Lopes e Ana Paula Niederauer.

    Montagem: Moacir Biasi.

    See omnystudio.com/listener for privacy information.

    • 31 min
    Tecnologia #195: #Start Eldorado: operadoras terão desafios para por 5G no ar

    Tecnologia #195: #Start Eldorado: operadoras terão desafios para por 5G no ar

    Passada a concorrência dos lotes de frequências e regiões nas quais as operadoras colocarão o 5G no Brasil, as vencedoras do leilão se movimentam para cumprir os prazos que prevê as redes no ar em frequências exclusivas em todas as 26 capitais mais o DF até julho do ano que vem. Outras cidades virão na sequência; o país todo deve estar coberto até 2029. Há contrapartidas a cumprir e altíssimos investimentos a se fazer em toda a infraestrutura, fora os gastos com a outorga das frequências. Dez operadoras dividirão as diversas faixas e locais de implementação do 5G no Brasil. Vamos saber mais sobre o cenário e as perspectivas recebendo Marcos Ferrari, presidente-executivo do Conexis Brasil Digital, entidade que reúne e representa as operadoras brasileiras. O Start Eldorado vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, com a apresentação de Daniel Gonzales, toda quarta-feira.

    See omnystudio.com/listener for privacy information.

    • 24 min
    Já é possível ter carnaval em 2022?

    Já é possível ter carnaval em 2022?

    Faltam 3 meses para o carnaval no Brasil e uma pergunta ainda paira no ar: a festa vai acontecer? O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, garantiu que os blocos poderão sair às ruas e que os desfiles das Escolas de Samba irão ocorrer. Mas a decisão está longe de ser consenso.

    No Estado de São Paulo, ao menos 70 cidades do interior, que são tradicionais em promover o carnaval, já cancelaram a festa em 2022 motivadas pela pandemia de covid-19. As prefeituras alegam o risco de um aumento nas infecções pelo vírus, por causa do fluxo de pessoas e aglomerações.

    Na capital, a decisão sobre a realização do carnaval só deve ser tomada em dezembro. A prefeitura já recebeu mais de 860 solicitações de desfiles de blocos de rua em, pelo menos, oito dias de festividades. Em cidades do nordeste brasileiro, a sensação ainda é de insegurança sobre o tema. Os municípios de Salvador, Recife e Olinda ainda tratam como incerta a saída de trios elétricos e de blocos pelas ruas devido à pandemia de Covid-19.

    A preocupação de muitos municípios brasileiros se justifica se olharmos para o que está acontecendo no mundo. Nos Estados Unidos, mais de 90 mil novos casos estão sendo registrados diariamente. Na Europa, o crescimento das internações por covid-19, tem levado países a ampliar o cerco contra não imunizados.

    No episódio do Estadão Notícias desta sexta-feira, 26, convidamos o médico sanitarista e professor da Faculdade de Saúde Pública da USP, Gonzalo Vecina. Quem também participa do programa é o repórter do Estadão, José Maria Tomazella, que atualiza as decisões dos municipios em relação ao carnaval.

    O Estadão Notícias está disponível noSpotify,Deezer,Apple Podcasts,Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.

    Apresentação: Emanuel Bomfim.

    Produção/Edição: Gustavo Lopes e Ana Paula Niederauer.

    Montagem: Moacir Biasi.

    See omnystudio.com/listener for privacy information.

    • 29 min
    A investida da Câmara contra o STF na PEC da Bengala

    A investida da Câmara contra o STF na PEC da Bengala

    Nesta semana, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados deu o primeiro passo para mudanças na chamada “PEC da Bengala”. O novo texto diminui de 75 para 70 anos a idade máxima que um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) pode permanecer no cargo.

    A medida foi vista pela oposição como uma tentativa de aumentar o número de indicações a qual o presidente Jair Bolsonaro tem direito. Os ministros Ricardo Lewandowski e Rosa Weber já estão com 73 anos, e com isso teriam que deixar a Corte.

    Mais do que isso, a mudança na PEC é vista pela oposição como uma vingança dos bolsonaristas pelo fato do STF ter proibido o pagamento das emendas de relator a deputados e senadores. O chamado “orçamento secreto”, que foi revelado pelo Estadão, era usado pelo governo para ter apoio em votações importantes no Congresso Nacional.

    Em paralelo, a novela envolvendo o ex-ministro da Justiça, André Mendonça, parece que terá um fim. Indicado em julho por Bolsonaro para uma vaga no Supremo, o jurista e pastor evangélico aguardava a marcação de sua sabatina pelo presidente da CCJ do Senado, Davi Alcolumbre, que após pressão, decidiu pautar o tema na semana que vem.

    No episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira, 25, convidamos o professor de Direito da FGV, Oscar Vilhena, para falar sobre essa mudança na “PEC da Bengala”. Quem também participa do programa é o repórter do Broadcast, Daniel Weterman, que nos conta mais sobre a sabatina de André Mendonça.

    O Estadão Notícias está disponível noSpotify,Deezer,Apple Podcasts,Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.

    Apresentação: Emanuel Bomfim.

    Produção/Edição: Gustavo Lopes e Ana Paula Niederauer.

    Montagem: Moacir Biasi.

    See omnystudio.com/listener for privacy information.

    • 29 min
    A simpatia de Lula pelas ditaduras de esquerda

    A simpatia de Lula pelas ditaduras de esquerda

    O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva causou polêmica, em entrevista ao jornal espanhol El País, ao comparar o regime ditatorial de Daniel Ortega, na Nicarágua, aos anos de governo de Angela Merkel, na Alemanha. Para o petista, não há diferença entre as duas nações, se comparar os anos de gestão à frente de seus países.

    Daniel Ortega conquistou o seu quarto mandato consecutivo, após uma eleição de fachada, em que concorreu com candidatos que eram a favor do seu governo. Dias antes do pleito, o governo promoveu a prisão de opositores sob a acusação de diversos crimes, entre eles, lavagem de dinheiro.

    Na mesma entrevista, Lula relativizou a decisão do governo cubano que, neste mês, proibiu a realização de atos da oposição, e colocou militares nas ruas para garantir que permanecessem vazias. Os protestos eram contrários à ditadura do país, e foram motivados pelos cortes de luz, perseguição a dissidentes e a falta de alimentos e remédios.

    A ironia está no fato de que o PT criticou duramente, e com razão, a entrega de uma das honrarias mais altas do Brasil, por parte de Bolsonaro, ao emir de Dubai, Mohamed Bin Rashi al-Maktoum, acusado de diversos crimes, mas, ao mesmo tempo, permanece apoiando regimes totalitários pelo mundo.

    No episódio do Estadão Notícias desta quarta-feira, 24, convidamos o historiador Alberto Aggio, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), e autor de “Um Lugar no Mundo: Estudos de História Política Latino-Americana” para analisar o tema.

    O Estadão Notícias está disponível noSpotify,Deezer,Apple Podcasts,Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.

    Apresentação: Emanuel Bomfim.

    Produção/Edição: Gustavo Lopes e Ana Paula Niederauer.

    Montagem: Moacir Biasi.

    See omnystudio.com/listener for privacy information.

    • 31 min

Opiniões de clientes

4,3 de 5
427 avaliações

427 avaliações

LPA-BR-PT ,

Muita clareza na exposição das ideias!

Porém carece da análise do outro lado da moeda …

sergio morganti ,

Bom, porém tendencioso

Deve ouvir-se à esse podcast filtrando comentários extremamente tendenciosos de comentaristas.

BrunoPG1 ,

Superficial

Em tempos recentes está sem tornando um noticiário tendencioso e expondo visões parciais, sem um necessário contraponto nos temas. Sempre são temáticas com abordagens direcionadas para serem negativas ao governo, mesmo quando existem contrapontos (que nunca são consultados). Está perdendo a credibilidade que tinha com as matérias imparciais. Para quem quer notícia inteligente ou debates tornou-se mais do mesmo

Top podcasts em Notícias

Você Também Pode Gostar de