100 episódios

No fim das tardes de quinta-feira, sempre às 16h, você vai escutar um programa com as principais histórias e notícias do mundo das artes. O Expresso Ilustrada, podcast de cultura da Folha, vai falar de filmes, discos, livros, séries de TV, peças de teatro e de moda. O programa está disponível em todas as plataformas

Expresso Ilustrada Folha de S.Paulo

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    • 4,6 • 87 avaliações

No fim das tardes de quinta-feira, sempre às 16h, você vai escutar um programa com as principais histórias e notícias do mundo das artes. O Expresso Ilustrada, podcast de cultura da Folha, vai falar de filmes, discos, livros, séries de TV, peças de teatro e de moda. O programa está disponível em todas as plataformas

    A história real de 'Eduardo e Mônica'

    A história real de 'Eduardo e Mônica'

    Numa entrevista na década de 1990, Renato Russo disse que sua canção "Eduardo e Mônica", um dos maiores sucessos do rock brasileiro, era inspirada num casal de amigos dele.

    Na época, talvez pela ausência da internet, a informação não ficou tão popular, até mesmo entre os fãs do músico. Agora, porém, com a estreia do filme "Eduardo e Mônica", vem sendo resgatada e comentada.

    Formado por Leonice de Araújo Coimbra e Fernando Coimbra, o casal que inspirou "Eduardo e Mônica" está junto há 42 anos, mas é bem diferente dos protagonistas da letra. 

    O Expresso Ilustrada desta semana explica o que há por trás do casal de carne e osso e do filme "Eduardo e Mônica". Para isso, participam do episódio Leonardo Sanchez, repórter da Ilustrada que entrevistou o casal, René Sampaio, diretor do filme sobre a música, e Bianca de Felippes, produtora do longa.

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    • 20 min
    Como o 'BBB' impulsiona os famosos

    Como o 'BBB' impulsiona os famosos

    Quando o Kleber Bambam venceu a primeira edição de "Big Brother Brasil" abraçado com a famosa boneca Eugênia todos os participantes eram anônimos.

    Nesse começo, o programa rendia, quando muito, convites para festas com cachês mínimos e o espaço menos nobre das colunas de fofoca. Mas com as redes sociais a história mudou, principalmente para as celebridades. Embora às vezes saiam canceladas, elas têm suas carreiras alavancadas pelo programa.

    A maioria dos famosos que participaram do "BBB" desde o ano retrasado, quando Boninho passou a convidá-los, ganharam milhões de seguidores nas redes sociais, o que rende ações publicitárias tão lucrativas quanto um trabalho na televisão. Mesmo entre os poucos que viram os números caírem, caso de Karol Conká, eliminada com 99,17% de rejeição, o prejuízo tem sido contornável a longo prazo.

    A edição de 2021 teve outros casos similares. Rodolffo, que foi acusado por parte do público de homofobia e racismo, lançou uma música na casa que entrou para as mais tocadas do ano no Brasil.

    Já o Fiuk, que ficou marcado por forçar a barra ao pedir desculpa por ser homem, ganhou um monte de seguidores. Até a Viih Tube, sister que foi acusada de ser manipuladora no jogo, tentou monetizar a experiência na casa com um livro sobre o cancelamento.

    Nessa semana, em que começou uma nova edição do BBB, o Expresso Ilustrada discute a escolha de elenco, o que leva famosos a entrarem na casa, apesar de todo o risco de cancelamentos, e como os brothers se preparam até com coach de influenciadores para não fazer feio no programa.

    Para isso, o podcast conversa com Projota, Karol Conká e Viih Tube, que estiverem no programa em 2021. Participam ainda Pedro Martins, repórter da Ilustrada que conversou com três ex-BBBs, e o Chico Barney, colunista do UOL. ​

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    • 27 min
    O que vai ser da cultura em 2022?

    O que vai ser da cultura em 2022?

    Após meses de uma retomada de atividades presenciais, da chegada da ômicron e da H3N2, de doses de reforço da vacina e de quase dois anos de pandemia, o ano de 2022 começa com grandes incertezas para a cultura.

    Enquanto grandes festivais de música, como o Lollapalooza e o Rock in Rio, estão marcados para este ano, uma série de casas de show adiaram recentemente suas programações. Teatros também começaram a mudar as estreias de peças com a alta de casos de Covid no país.

    Será que a chegada de novas variantes vai frear a volta triunfante da cultura neste ano? O Expresso Ilustrada desta semana discute quais são as expectativas para o setor em 2022, que planejava um ano agitado de eventos e comemorações, como o centenário da Semana de Arte Moderna. 

    O centenário da Semana de 22 promete agradar os fãs de literatura e artes plásticas, com uma série de livros e mostras que debatem o modernismo brasileiro.

    Já no cinema, com a ascensão do streaming durante a pandemia, 2022 deve trazer uma série de lançamentos focando produções nacionais, e o setor anseia por uma normalização do calendário de estreias.

    Mas crescem as tensões na política com a corrida eleitoral, e gestores do governo Bolsonaro se envolvem em polêmicas sobre o Iphan e a Secretaria de Cultura ainda na primeira semana do ano.

    Para comentar o que esperar de 2022, o programa ouve os repórteres da Ilustrada Lucas Brêda, Leonardo Sanchez, Henrique Artuni, Walter Porto e Eduardo Moura.

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    • 26 min
    A tradição esquecida de músicas natalinas brasileiras

    A tradição esquecida de músicas natalinas brasileiras

    Chegou aquela época do ano em que a voz da Simone cantando “Então é Natal”, uma das canções natalinas mais conhecidas do Brasil, não sai cabeça. E essa, na verdade, é uma versão de uma música estrangeira —a original é  “Happy Xmas (War Is Over)”, do John Lennon.

    A versão da música que a Simone fez saiu em 1995, uma época em que o cenário de canções natalinas brasileiras estava mudando. As composições do Brasil perderam espaço para as versões de músicas estrangeiras, o que acabou escondendo uma tradição muito rica da música nacional. 

    Desde os anos 1930, o Brasil teve dezenas e dezenas de músicas que cantam o Natal dos trópicos, com nomes como Luiz Gonzaga, Chico Buarque e os MCs Bin Laden, Brinquedo e Pikachu. 

    O Expresso Ilustrada dessa semana retoma a tradição da canção natalina brasileira e discute como ela foi mudando ao longo do tempo.

    Para isso, o episódio entrevista Luiz Antônio Simas, historiador, escritor e compositor que tem um interesse especial pelo assunto e pesquisou uma série de canções que retratam o Natal nos trópicos.

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    • 26 min
    De onde vem o desejo sexual?

    De onde vem o desejo sexual?

    Você já parou pra pensar de onde vem o desejo sexual? O que faz alguém se sentir atraído ou não por alguém? Se as nossas preferências forem discriminatórias, por exemplo, elas também devem ser respeitadas?

    Essas são questões que a filósofa feminista Amia Srinivsan, professora de Oxford, se pergunta no conjunto de ensaios "O Direito Ao Sexo", recém-lançado no Brasil pela editora Todavia. A resposta a que ela chega é que o nosso desejo sexual é complexo e profundamente marcado pela cultura.

    Isso acontece porque, segundo ela, o sexo não está imune às relações de poder, às diferenças sociais e a várias outras esferas da nossa vida. Para tratar dessa questão, ela cunhou o termo “fuckability”, que em português seria algo como “fodabilidade” —a possibilidade que alguém tem de transar.

    E essas relações de poder são construídas justamente por opressões como o racismo, o capacitismo e a transfobia, entre outros recortes sociais. Essa percepção levanta a questão sobre como os preconceitos se entrelaçam ao nosso desejo sexual.

    Neste debate delicado, Srinivsan diz, no título de um de seus ensaios, que não existe um “direito ao sexo”. Por isso, a autora não faz sua reflexão com base em opções individuais, mas sim de olho no coletivo, e bota o público para imaginar: como seria o nosso desejo se ele fosse livre dessas amarras sociais?

    O Expresso Ilustrada desta semana debate o que é o direito ao sexo e quais são os elementos culturais que constroem nosso desejo sexual, segundo a Amia Srinivsan. O programa também analisa como esse tema atravessa a política, a cultura e o que a autora propõe para repensar o desejo sexual.

    Para isso, o Expresso conversa com Fernanda Perrin, que é jornalista da Folha e escreveu uma reportagem sobre “O Direito Ao Sexo”, que chega agora no Brasil, e João Pereira Coutinho, escritor, doutor em ciência política pela Universidade Católica Portuguesa, e colunista deste jornal, que também escreveu sobre o assunto.

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    • 34 min
    Sample, plágio e as disputas por autoria na música

    Sample, plágio e as disputas por autoria na música

    Quem escuta "Ela Me Falou Que Quer Rave", música do MC Levin que está entre as músicas mais tocadas do país, pode reconhecer ali outro hit, de dez anos atrás. O refrão do funk vem de “Pumped Up Kicks”, lançada a dez anos atrás pela banda Foster The People.

    E essa não é a única música com sample de um sucesso antigo nas paradas de hoje. A dupla de forró Ávine Vinny e Matheus Fernandes são as vozes por trás do hit "Coração Cachorro", que usa o famoso uivo do britânico James Blunt em "Same Mistake".

    Mas muitas vezes esse cruzamento de músicas acaba em briga. Recentemente, o Toninho Geraes, compositor de “Mulheres”, que é sucesso na voz de Martinho da Vila, acusou na Justiça a britânica Adele de ter plagiado a música brasileira em uma de suas canções, a "Million Years Ago", lançada em 2015.

    Esses casos levam a discussão sobre o conceito de autoria na música, como provar um plágio na Justiça e quando o uso de sample pode ser, de fato, enquadrado como plágio. 

    O Expresso Ilustrada dessa semana debate a ideia de autoria na música e como ele tem se modificado ao longo dos anos, com batalhas judiciais emblemáticas --como a disputa entre Pharrell Williams e Robin Thicke com a família de Marvin Gaye ou mesmo o de Jorge Ben Jor com Rod Stewart.

    Para isso, o episódio conversa com Luiz Guilherme Valente, advogado especializado em propriedade intelectual e membro da Comissão de Artes da Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo.

    "Nem tudo o que parece uma obra que já existe é plágio. Quando a gente fala de direitos autorais a gente fala de originalidade e não de novidade absoluta", diz ele no programa.

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    • 28 min

Opiniões de clientes

4,6 de 5
87 avaliações

87 avaliações

Platini14 ,

Excelente Podcasts

Parabéns! Excelentes reportagens e histórias.

Dnzfrnc ,

Mais do mesmo

Referente ao deboche do lil nas xixi...queria ver ele debochar num próximo clipe do islamismo. Quero ver se tem coragem.

Aluiza86 ,

Gente “jovem” falando de forma comprometida sobre arte e cultura.

Adoro a abordagem. É possível falar de arte de forma séria e sem afetação. Embora tenham uma pitada de “sampa centro do mundo” ( não me refiro ao sotaque! Rsrs! Esse tá de boa) isso não afeta em nada essa pegada jovial e ao mesmo tempo séria ( sei lá por que motivo esses dois atributos teriam de estar separados!) sobre o mundo da cultura! Gosto muito e já “assisti” todos os episódios. O do palhaço me emocionou, o do Zé do caixão amplia e o da Sjunior é hilário !
Uma sugestão : galera da uma rodada pelo Brasil! da pra ter pauta muita coisa boa por aí ! Que tal a Flica , o Inhotim ou sei lá o diabo a quatro! Algo do sul , do norte ? Pensem aí.

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