120 episódios

Pensamentos e opiniões contra a corrente. No Guten Morgen, o podcast do portal Senso Incomum, comentamos assuntos correntes na sociedade,

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    • Notícias
    • 4,9 • 3,2 mil avaliações

Pensamentos e opiniões contra a corrente. No Guten Morgen, o podcast do portal Senso Incomum, comentamos assuntos correntes na sociedade,

    126: O perigo dos defensores da democracia

    126: O perigo dos defensores da democracia

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    Guten Morgen, Brasilien! Hoje todos querem defender a democracia e o Estadodemocráticodedireito das horas fanáticas de perigosíssimos golpistas de extrema direita... mas será que isso é mesmo algo tão inocente e delicioso para a demogracinha assim? Flavio Morgenstern analisa o problema no seu podcast preferido!

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    • 1h 37 min
    125: Contra a centralização

    125: Contra a centralização

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    Guten Morgen, Brasilien! Se há um tema que deve ser tratado hoje em dia é a centralização - de poder, de decisões, de controle. Toda a tal "democracia" do século XXI adora repetir tanto esse termo, mas na mesma toada, concentra todo o poder, os votos, as regras - tudo nas mãos dos mais poderosos dos poderosos. É o que Flavio Morgenstern tenta explicar nesse episódio do seu podcast preferido.

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    • 1h 36 min
    123: A farsa da ordem liberal

    123: A farsa da ordem liberal

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    Guten Morgen, Brasilien! Depois de comentar os males do uso do termo "fake news", Flavio Morgenstern mira nesse episódio do seu podcast preferido outro termo muito usado e defendido pela direita: o liberalismo. Afinal, a direita pode se considerar liberal?

    Aparentemente, alguns liberais se consideram de direita (ou alguns direitistas se consideram liberais) porque a direita brasileira, crescendo a partir da leitura de economistas (além, é claro, do professor Olavo de Carvalho), passou a defender o Estado mínimo absoluto. Boa parte disso foi uma resposta à narrativa de esquerda, de que só com intervenção na economia cuida-se dos pobres. Foi a grande época do slogan "Menos Marx e mais Mises", por exemplo.

    Mas será que o liberalismo pode produzir uma sociedade minimamente defensável? O tecido social preconizado por liberais, mesmo os clássicos, como Adam Smith, Locke ou John Stuart Mill, pode ser conjugado com uma sociedade tradicional, baseada na família, na moral, em toda a intelectualidade ocidental?

    E vamos lembrar de Ayn Rand e seu "Vale do Galt", no livro "A revolta de Atlas". É um romance com uma espécie de utopia liberal. Será que ela é tão desejável assim? O que queremos é realmente reduzir toda a complexidade da natureza humana unicamente ao seu caráter financeiro e econômico? Até a moral deve disputar espaço economicamente, num livre mercado de idéias possíveis?

    A hipertrofia da relação econômica em detrimento de outras relações vai gerar dois efeitos geralmente ignorados por liberais: a imposição do pensamento da elite econômica/financeira sobre toda a sociedade (dentro e fora da política) e a concentração do processo decisório em uma nova elite oligárquica, com os mesmos defeitos da elite política anterior, ou novos.

    E ainda temos mais um problema: uma relação econômica, ou comercial, busca satisfazer a busca por prazer e conforto. Uma sociedade totalmente voltada para o prazer não pode, em poucos anos, descambar para uma sociedade voltada para a perversão?

    Tudo isso, afinal, não é exatamente o que tem ocorrido com Ocidente, marcando sua decadência mesmo antes da chegada dos bárbaros comunistas? Flavio Morgenstern dá um breve panorama dos problemas da ordem liberal neste Guten Morgen com boa dose de polêmica.

    De brinde: quem inventou o termo "fake news": Donald Trump ou aqueles que querem calá-lo? Flavio Morgenstern também conta essa história, mostrando a reportagem da revista Wired que fez com que o termo pegasse de vez e se tornasse motivo para controle da internet mundo afora.

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    • 1h 26 min
    122: Influencers são gente?

    122: Influencers são gente?

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    Guten Morgen, Brasilien! No seu podcast preferido, Flavio Morgenstern responde a uma das perguntas que mais encafifam a humanidade nos dias que correm: afinal, influencers são gente? Bom, a resposta é óbvia. Mas vamos aproveitar a desculpa para falar sobre Antigo Testamento e a teoria do desejo mimético de René Girard aplicada às redes sociais.

    Por que só desejamos o que os outros desejam? Como se dá essa dinâmica de desejo mimético e triangular, na qual uma pessoa ou coisa parece desejável para outras pessoas, então nós também, marias-vão-com-as-outras que somos, passamos a desejar o que outros estão desejando, apenas porque os outros estão desejando?

    É exatamente o que explica o sucesso de "influencers" nas redes sociais: eles não são seguidos por serem os mais inteligentes, os mais legais, os mais engraçados, os mais interessantes, os mais Flavio Morgenstern's: eles são seguidos apenas por serem os mais seguidos. Se alguém tem 1 milhão de seguidores, quem você pensa que é para não seguir também?

    E lá se vão nossas conversas de boteco até nossas grandes pindoramas existenciais: não discutimos mais idéias, e sim o que influencers dizem sobre tais idéias. Por que nos deixamos contaminar por tais pessoas, que quase nunca têm as melhores idéias? Por que nossos assuntos de conversas agora são sempre intermediados?

    Essas são perguntas que Flavio Morgenstern tenta responder em mais um episódio do Guten Morgen, o seu podcast preferido. Não se esqueça de que precisamos do seu PIX para manter o nosso canal no ar! Além do QR Code, você pode nos manter cafeinados pela chave PIX flaviomorgen@sensoincomum.org. Guten Morgen, Brasilien!

    • 1h 40 min
    121: Por que nossos inimigos parecem o Scar do Rei Leão?

    121: Por que nossos inimigos parecem o Scar do Rei Leão?

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    Guten Morgen, Brasilien! Neste episódio do seu podcast preferido, Flavio Morgenstern responderá a dúvida metafísica que mais incomoda o planeta: por que TODOS os inimigos da liberdade no mundo se parecem tanto com o Scar, vilão do filme "O Rei Leão"? Não é apenas a malevolência, a vaidade, o umbigocentrismo, a ambição desmedida pelo poder: é a afetação. A efeminização. A dissimulação. A linguagem dúbia. A artificialidade. Até o jeito de falar é cheio de trejeitos.

    Além de analisar "O Rei Leão" até as filigranas, Flavio Morgenstern vai fazer um adendo ao conceito de anarco-tirania, apresentado em nosso último episódio. Trata-se da "crueldade efeminada", como descrita por Anthony Esolen.

    A tirania, e também a anarco-tirania, possuíam um componente masculino, de força e imposição de respeito. Hoje, a tirania é afetadinha, de joguinhos de palavras, sem coragem.

    São 3 suas principais características: o ódio ao natural, a ambigüidade (nas palavras e ações) e o culto da vitimização.

    Acompanhe Flavio Morgenstern em seu podcast preferido para essa análise, de Scar enfiando suas unhas de manicure em Mufasa até... você sabe quem. E não se esqueça de que dependemos de seu PIX para continuar no ar!

    • 1h 53 min
    120: Anarco-tirania

    120: Anarco-tirania

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    Guten Morgen, Brasilien! Hoje, Flavio Morgenstern introduz um conceito que parece ajudar bastante a explicar o Brasil atual. Trata-se do conceito de “anarco-tirania”, cunhado pelo mordaz crítico cultural americano Sam Francis.

    Falar em anarco-tirania parece contraditório. A anarquia parece estar ligada à falta de lei e ordem. A imagem é das hordas saqueando lojas e gangues dominando territórios.

    Já a tirania parece o reino em que um déspota domina com sua vontade maquiavélica acima da lei, transformando seu próprio arbítrio em ordem absoluta.

    Mas e quando o Estado é completamente incapaz, ou mesmo não tem desejo, de controlar a desordem do crime de sangue, porém é violentamente eficaz em punir, perseguir, controlar, censurar e destruir a vida… dos inocentes.

    Não parece uma descrição perfeita do Brasil atual? É muito mais fácil ao ser preso ser criminoso de sangue do que ser uma pessoa lutando contra a corrupção e gritando contra… a tirania.

    Flavio Morgenstern explica o termo, e por que devemos adotá-lo para o Brasil. Não se esqueça de nos enviar um PIX para nos manter cafeinados!

    • 1h 9 min

Opiniões de clientes

4,9 de 5
3,2 mil avaliações

3,2 mil avaliações

@feelckins ,

Podcast fantástico!

Gosto muito de ouvir o Flávio e convidados, continuem gravando!

Marcio Vasconcelos ,

Muito bom

Conservadores brasileiros ouçam esse podcast!! Somos a maioria silenciosa que não é representada na grande mídia. Já sou patrono e assinante do Brasil paralelo
Volte!!!!

Jucabox ,

Só na saudade

A gente fica só na saudade de escutar um podcast do Senso 😊

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