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Povos indígenas: de onde viemos, para onde vamos Mamilos

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Quando os portugueses, os espanhóis e depois os holandeses invadiram o Brasil, habitavam aqui entre 2 e 6 milhões de pessoas. Povos milenares como os Guarani, que acredita-se ter cerca de 4 mil anos. Enquanto os índios queriam entender do que era feito o corpo europeu, tão branco e coberto, o europeu enxergava no corpo indígena uma força de trabalho para explorar a terra e gerar riquezas.

Guajajara, Tikúna, Yanomámi, Xavante, Sateré-Mawé, Kayapó, Wapixama, Xacriabá, Mundurukú, Baré, Múra, Guarani, Pataxó, Kokama, Krenak, Tupinambá e Atikum são algumas das 305 etnias que ainda sobrevivem no Brasil. De acordo com o último Censo do IBGE, que é de 2010, existem no Brasil 896 mil indígenas que falam 274 línguas diferentes. 64% vivem nas áreas rurais e estão espalhados em 505 territórios diferentes, com alta concentração na Amazônia.

Essas terras representam 12,5% do território brasileiro (106 milhões de hectares). Apenas 6 terras tinham mais de 10 mil indígenas. A terra com maior população indígena é Yanomami, no Amazonas e em Roraima, com mais de 25 mil indígenas. A grande maioria das aldeias têm entre mil e 10 mil indígenas.

Sabemos que ainda estamos longe do caminho de tolerância plena, mas também sabemos que o conhecimento é a principal ferramenta para promoção da sociedade que permite que sejamos quem realmente somos de fato, que nosso estilo de vida seja respeitado. Por isso, nosso objetivo aqui é entender os principais conflitos que estão acontecendo agora e o que nos leva a continuar nessa guerra.

Para ampliar ainda mais o debate e compreender mais esse assunto trouxemos para a mesa Sônia Guajajara, coordenadora executiva da APIB (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil); e Adriana Ramos, especialista em políticas socioambientais e associada do Instituto Socioambiental (ISA).

Vem com a gente e dá o play neste Mamilos!

Quando os portugueses, os espanhóis e depois os holandeses invadiram o Brasil, habitavam aqui entre 2 e 6 milhões de pessoas. Povos milenares como os Guarani, que acredita-se ter cerca de 4 mil anos. Enquanto os índios queriam entender do que era feito o corpo europeu, tão branco e coberto, o europeu enxergava no corpo indígena uma força de trabalho para explorar a terra e gerar riquezas.

Guajajara, Tikúna, Yanomámi, Xavante, Sateré-Mawé, Kayapó, Wapixama, Xacriabá, Mundurukú, Baré, Múra, Guarani, Pataxó, Kokama, Krenak, Tupinambá e Atikum são algumas das 305 etnias que ainda sobrevivem no Brasil. De acordo com o último Censo do IBGE, que é de 2010, existem no Brasil 896 mil indígenas que falam 274 línguas diferentes. 64% vivem nas áreas rurais e estão espalhados em 505 territórios diferentes, com alta concentração na Amazônia.

Essas terras representam 12,5% do território brasileiro (106 milhões de hectares). Apenas 6 terras tinham mais de 10 mil indígenas. A terra com maior população indígena é Yanomami, no Amazonas e em Roraima, com mais de 25 mil indígenas. A grande maioria das aldeias têm entre mil e 10 mil indígenas.

Sabemos que ainda estamos longe do caminho de tolerância plena, mas também sabemos que o conhecimento é a principal ferramenta para promoção da sociedade que permite que sejamos quem realmente somos de fato, que nosso estilo de vida seja respeitado. Por isso, nosso objetivo aqui é entender os principais conflitos que estão acontecendo agora e o que nos leva a continuar nessa guerra.

Para ampliar ainda mais o debate e compreender mais esse assunto trouxemos para a mesa Sônia Guajajara, coordenadora executiva da APIB (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil); e Adriana Ramos, especialista em políticas socioambientais e associada do Instituto Socioambiental (ISA).

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