1h 34 min

Privatização: sim ou não? Mamilos

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Desde o início da campanha presidencial, Jair Bolsonaro defendeu que não era exatamente “bom em economia” e que confiava muito naquele que seria o seu ministro, Paulo Guedes. Desde a sua posse em janeiro de 2019, o ministro anunciou uma série de novas medidas. Entre os destaques, ficam a aprovação da reforma da previdência, uma abertura econômica, o aumento da oferta de crédito e um programa de privatizações.

A bola da vez é essa última. Há cerca de duas semanas Guedes prometeu uma lista de 17 nomes, que deixou o mercado eufórico. O índice Ibovespa subiu 2% na expectativa do anúncio. Segundo o jornal Valor, até a Petrobras poderia ser privatizada, o que fez os papéis da petroleira subirem 8%. 
Mas a euforia durou pouco, no pronunciamento o governo anunciou apenas 9 empresas, além de 8 que já constavam no PPI (Programa de Parcerias de Investimentos).

Agora que já sabemos que as estrelas, Banco do Brasil, Petrobrás e Eletrobrás responsáveis pelos maiores dividendos, não estão no pacote, qual é o apetite do mercado por esse pacote de estatais?

Com tanta polêmica, nossa intenção hoje é qualificar esse debate para entender: Privatização: sim ou não. Trouxemos pra isso dois especialistas de peso: a economista e advogada Elena Landau, ex-diretora do BNDES na era FHC e o professor do Instituto de Economia da Unicamp Marco Antonio Rocha, pesquisador do Núcleo de Economia Industrial e da Tecnologia e membro do Centro de Conjuntura e Política Econômica, ambos também da Unicamp.

Desde o início da campanha presidencial, Jair Bolsonaro defendeu que não era exatamente “bom em economia” e que confiava muito naquele que seria o seu ministro, Paulo Guedes. Desde a sua posse em janeiro de 2019, o ministro anunciou uma série de novas medidas. Entre os destaques, ficam a aprovação da reforma da previdência, uma abertura econômica, o aumento da oferta de crédito e um programa de privatizações.

A bola da vez é essa última. Há cerca de duas semanas Guedes prometeu uma lista de 17 nomes, que deixou o mercado eufórico. O índice Ibovespa subiu 2% na expectativa do anúncio. Segundo o jornal Valor, até a Petrobras poderia ser privatizada, o que fez os papéis da petroleira subirem 8%. 
Mas a euforia durou pouco, no pronunciamento o governo anunciou apenas 9 empresas, além de 8 que já constavam no PPI (Programa de Parcerias de Investimentos).

Agora que já sabemos que as estrelas, Banco do Brasil, Petrobrás e Eletrobrás responsáveis pelos maiores dividendos, não estão no pacote, qual é o apetite do mercado por esse pacote de estatais?

Com tanta polêmica, nossa intenção hoje é qualificar esse debate para entender: Privatização: sim ou não. Trouxemos pra isso dois especialistas de peso: a economista e advogada Elena Landau, ex-diretora do BNDES na era FHC e o professor do Instituto de Economia da Unicamp Marco Antonio Rocha, pesquisador do Núcleo de Economia Industrial e da Tecnologia e membro do Centro de Conjuntura e Política Econômica, ambos também da Unicamp.

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