297 episódios

Há 30 anos, Paulo Lima faz entrevistas com as personalidades mais interessantes do país

Trip FM Trip FM

    • Artes

Há 30 anos, Paulo Lima faz entrevistas com as personalidades mais interessantes do país

    Daniel Furlan: "Não sou o engraçadão da galera"

    Daniel Furlan: "Não sou o engraçadão da galera"

    O humorista fala sobre suas origens, as múltiplas atuações como ator, roteirista e músico e sobre o sucesso do Choque de Cultura

    Antes de se tornar um dos principais nomes do humor no Brasil atualmente, Daniel Furlan foi vendedor de janelas em Londres, DJ de colação de grau e ensaiou uma carreira acadêmica. Foi também cartunista e vocalista da banda de rock Ócio, que lançou dois álbuns e fez shows entre 2006 e 2018, entre Brasil e Inglaterra. Natural de Vitória, no Espírito Santo, Furlan é um dos criadores do programa Choque de Cultura, veiculado originalmente no YouTube e que foi parar nas tardes de domingo da Globo.
    A estrada de Furlan nos humorísticos já é longa: ele foi contratado pela MTV em 2013 para fazer o Último Programa do Mundo, foi roteirista do Lady Night – o talk show da Tatá Werneck no Multishow – e escreve o desenho animado Irmão do Jorel, na Cartoon Network. Também criou o canal de humor Amada Foca, atuou nos longas Copa de Elite, La Vingança e TOC - Transtornada, Obsessiva e Compulsiva, além das séries de ficção Samantha, da Netflix e Pico da Neblina, da HBO. 
    LEIA TAMBÉM:  Daniel Furlan fala sobre a (des)importância do riso nos tempos atuais
    Na conversa com o Trip Fm, o ator e humorista fala sobre suas origens, as múltiplas atuações como ator, roteirista e músico, o sucesso do Choque de Cultura e a obrigação chata de ser engraçado o tempo todo. 
     
    ESCUTE A ENTREVISTA COMPLETA NO PLAY ABAIXO:
    [AUDIO=https://p.audio.uol.com.br/trip/2019/12/testaresse.mp3; IMAGE=https://revistatrip.uol.com.br/upload/2019/12/5dfd2c1839717/973x649x960x540x15x33/mg-3293.JPG]
     
    SET LIST
    Ócio - Guilty Sleep
    The Clash - London Calling
    Lou Reed - Vicious 
    Sérgio Sampaio - Eu Quero Botar Meu Bloco na Rua
    Ouça também o podcast sobre Ciência da Trip no Spotify!

    Gaby Amarantos: "Meu corpo é político"

    Gaby Amarantos: "Meu corpo é político"

    A cantora paraense fala sobre seu sucesso revolucionário, música, corpo e periferia

    Faz tempo que a cantora Gaby Amarantos extrapolou os limites do Pará, seu estado natal, e espalha os ritmos amazônicos pelo Brasil inteiro e pelo mundo. Já se apresentou para 40 mil pessoas na Bélgica, cantou no Festival de Cannes, na França, e neste ano encabeçou o palco Pará Pop no Rock’n’Rio. Sua trajetória musical começou aos 15 anos, no coral de uma igreja católica no bairro do Jurunas, na periferia de Belém – um padre extremamente conservador a expulsou do grupo. Logo ela começou a cantar na noite e depois de sua primeira apresentação fora do Pará, no festival recifense Rebite, foi parar no Programa do Faustão, em 2010. De lá pra cá, sua ascensão tem sido meteórica. 
    OUÇA TAMBÉM: Atriz que deu vida à Elis Regina nos cinemas, Andreia Horta reflete sobre o momento da cultura no Brasil
    Lançado em outubro, o clipe do single “Xanalá”, a ode ao prazer feminino que a Gaby Amarantos canta em parceria com Duda Beat, já tem  mais de 1 milhão de views no YouTube. E em 2020, ela vai estar no elenco da série Mana, da Globo. Na conversa com o Trip FM, Gaby falou sobre a importância de as mulheres conhecerem e aceitarem o próprio corpo, feminismo e seu sucesso revolucionário como uma mulher negra que saiu da periferia do Pará e hoje ajuda toda a família.
     
    ESCUTE A ENTREVISTA COMPLETA NO PLAY ABAIXO:
     
    SETLIST
    Gaby Amarantos e Duda Beat - Xanalá
    Chuck Berry - Johnny B. Goode 
    Marisa Monte -  Beija Eu 
    Peter Tosh - Where you gonna run

    "Meu objetivo como ator é desaparecer"

    "Meu objetivo como ator é desaparecer"

    Lee Taylor lembra do início da carreia, reflete sobre os desafios da profissão e explica a curiosa origem de seu nome

    Lee Taylor é um dos nomes mais interessantes do teatro e do audiovisual produzidos no Brasil atualmente. Ele começou a estudar teatro no colégio, ainda em Goiânia, sua cidade natal, e veio para São Paulo para cursar a faculdade de artes cênicas na USP. Sua estreia profissional em 2006, como protagonista de A Pedra do Reino, texto clássico do Ariano Suassuna, lhe rendeu uma indicação ao Prêmio Shell de melhor ator. Por nove anos fez parte do CPT, o Centro de Pesquisas Teatrais coordenado pelo mestre Antunes Filho – lá atuou em montagens celebradas como Senhora dos Afogados, A Falecida e Policarpo Quaresma.
    OUÇA TAMBÉM: Pedro Morelli e Naruna Costa - diretor e protagonista - falam sobre Irmandade, série da Netflix sobre crime organizado
    O sucesso de Lee Taylor migrou do teatro para a TV e o cinema: ele atuou em longas como Entre Nós e Paraíso Perdido, nas séries Psi, O Mecanismo e Onde Nascem os Fortes e nas novelas Velho Chico e A Dona do Pedaço. Parceiro de longa data da Trip – apresenta o Prêmio Trip Transformadores há 11 anos –, Lee também está no elenco da série Irmandade, da Netflix.
    Você pode pode ouvir a conversa no Spotify ou no play abaixo:
    [IMAGE=https://revistatrip.uol.com.br/upload/2019/12/5deac1647a22f/1627x582x960x540x398x20/letaylo.jpg; CREDITS=; LEGEND=]
     
    SET LIST
    Jimmy Hendrix - FireScoundrels - Arrogance Blues Ava Rocha - Você Não Vai PassarBob Marley - Smile Jamaica
    Ouça as músicas deste episódio e as que já rolaram no Trip FM em 2019
     
     
     

    Mariana Becker ouviu que F1 não é lugar de mulher

    Mariana Becker ouviu que F1 não é lugar de mulher

    No Trip FM, Mariana conta como é cobrir Fórmula 1, enfrentar o machismo no esporte e, claro, comentar sobre os grandes da modalidade

    Umas das primeiras mulheres a se especializar em jornalismo esportivo no Brasil, a gaúcha Mariana Becker foi contratada como repórter da TV Globo em 1994. No começo dos anos 2000, cobriu o Circuito Mundial de Surf e se tornou uma figura central do movimento que abriu espaços – ainda tímidos, é verdade – para que outras mulheres atuassem como jornalistas esportivas.
    OUÇA TAMBÉM: Casagrande fala sobre drogas, dependência química, futebol e Democracia Corinthiana
    Há dez anos dedicada à Fórmula 1, trocou o Rio de Janeiro por Mônaco e lá trabalha com uma equipe experiente e enxuta. No papo do Trip FM, gravado dias antes do Grande Prêmio do Brasil, Mariana fala sobre como é cobrir Fórmula 1, viver em Mônaco, enfrentar o machismo no mundo do esporte e, claro, comentar sobre os grandes nomes brasileiros do esporte: Nelson Piquet, Ayrton Senna, Rubinho Barrichello e Felipe Massa.
    Você pode pode ouvir a conversa no Spotify ou no play abaixo:
    [AUDIO=https://p.audio.uol.com.br/trip/2019/11/marianabeckerpodcast.mp3; IMAGE=https://revistatrip.uol.com.br/upload/2019/11/5de1978809023/1041x694x960x540x57x84/mg-3097.JPG]
     
    SET LIST
    Velvet Underground – Rock’n’Roll
    Chuck Berry – Jamaica Moon
    Lenine – Meu amanhã
    Nina Simone – Baltimore 
    Ouça as músicas deste episódio e as que já rolaram no Trip FM em 2019

    "Facções existem porque a repressão é excessiva"

    "Facções existem porque a repressão é excessiva"

    Pedro Morelli e Naruna Costa - diretor e protagonista - falam sobre Irmandade, nova série da Netflix sobre crime organizado

    Essa dupla está brilhando na nova série sobre crime organizado na Netflix, a Irmandade. Diretor do seriado, Pedro Morelli é paulistano de Pinheiros e foi criado "meio em casa, meio em sets de filmagem”. Formado em Audiovisual pela USP, dirigiu em 2013 seu primeiro longa, o Entre Nós, em parceria com o pai, o cineasta Paulo Morelli, sócio fundador da O2. No cinema, também dirigiu a elogiado e poliglota comédia Zoom (com os atores Gael Garcia Bernal, Mariana Ximenes e Jason Priestly) e - na televisão – dirigiu, entre outros trabalhos, a série Rua Augusta, do TNT. OUÇA TAMBÉM: O advogado Iberê de Castro Dias e o rapper Dexter refletem sobre jovens da periferia, oportunidades, crime, cadeia e PCC Já Naruna Costa é a grande protagonista da série. Paulistana da periferia de Taboão da Serra, ela descobriu as artes cênicas apenas aos 14 anos. Formada em Artes Cênicas pela EAD, a Escola de Arte Dramáticas da USP, ela participou dos filmes Hoje eu Quero Voltar Sozinho, Amor em Sampa, das novelas Tempos Modernos, Insensato Coração e - com muito destaque - da série Força Tarefa, da Rede Globo. Mais do que isso, é co-fundadora do Espaço Clariô de teatro, referência da militância negra de cultura periférica de SP. Na conversa com o Trip FM, Pedro e Naruna falam sobre lugar de fala, representatividade e crime organizado. ESCUTE A ENTREVISTA COMPLETA NO PLAY ABAIXO:
    [AUDIO=https://p.audio.uol.com.br/trip/2019/11/pedronarunapodcast.mp3; IMAGE=https://revistatrip.uol.com.br/upload/2019/11/5dd8154fce9f7/1663x569x960x540x353x13/rsz-irmandade.jpg]
    SET LISTMarianas —  A FeiraShuggie Otis —  Strawberry Letter 23Seu Jorge e Almaz —  Saudosa BahiaBeastie Boys —  I Don't Know Ouça as músicas deste episódio e as que já rolaram no Trip FM em 2019

    "A arte deve ser livre"

    "A arte deve ser livre"

    Atriz que viveu Elis Regina, Andreia Horta, fala sobre viver a cantora no cinema, alimentação como cura e o momento da cultura no Brasil

    Andreia Horta tem arrebatado a televisão e o cinema nacional nos últimos anos. Juiz-forense, ela saiu da sua cidade natal aos 17 anos pra estudar teatro. Em São Paulo, se formou na Escola Livre de Santo André, fez parte do teatro da Vertigem e vendeu poemas, torta de carne e bolo de laranja pra se sustentar enquanto batalhava seu espaço. Em 2006, fez seu primeiro trabalho na televisão, de cara ao lado de duas instituições das artes cênicas do Brasil, Marília Pêra e José Wilker, na minissérie JK da Rede Globo.
    OUÇA TAMBÉM: Maeve Jinkings conta como é fazer cenas de sexo e violência na televisão e no cinema
    Em 2014, viveu seu primeiro grande papel, na novela Império. E, em 2016, foi o grande destaque do ano, graças às atuações como Joaquina, na novela Liberdade, Liberdade, e como Elis Regina, no filme que lhe rendeu um Kikito em Gramado, a cinebiografia Elis. Na conversa com o Trip FM a atriz, que está em cartaz em São Paulo com a peça Jardim de Inverno (até 17 de novembro), fala sobre artes cênicas como ofício, alimentação como cura, sucesso como felicidade e ainda reflete sobre o momento da cultura na Brasil.ESCUTE A ENTREVISTA COMPLETA NO PLAY ABAIXO:
    [AUDIO=https://p.audio.uol.com.br/trip/2019/11/hortapodcast.mp3; IMAGE=https://revistatrip.uol.com.br/upload/2019/11/5dcdc5e55360c/2214x758x960x540x656x68/rsz-andreia-horta-1.jpg]
    SET LISTTaj Mahal —  Black Man, Brown Man The Beatles —  In my LifeThe Growlers —  Humdrum BluesJards Macalé e Frejat  —  Mal Secreto Ouça as músicas deste episódio e as que já rolaram no Trip FM em 2019

Opiniões de clientes

ps.schulze ,

Parceiro de anos!

Parafraseando o próprio Paulo Lima, “ele merecia um puff no céu ao lado do cara” só por ter criado a Trip. O tripfm é meu podcast parceiro de anos.

DaniRocca ,

Cortando o entrevistado

Super chato na entrevista com o Eduardo Schenberg o jornalista cortando as respostas. uma pena pq o assunto é mega interessante.

m_abreussa ,

Otimo

Adoro a conducao das entrevistas e os entrevistados, mas o audio do entrevistador é mais alto e mais nitido q o dos entrevistados, q é bem abafado. Poderiam igualar a qualidade dos audios. Ai ficaria nota 1000!

Top podcasts em Artes

Ouvintes também assinaram