58 min

T05_EP04_Punk! - Revolta e estética High Low

    • Society & Culture

Se percorrermos a história, veremos que momentos de crises e conflitos não são exclusivos da nossa geração, portanto, nem tudo está perdido. Um alento para atravessarmos essas fases de ressentimento e insegurança é olharmos para como a arte e a moda deram voz à ruína e à construção de novos mundos. A revolta, quando canalizada para a potência criativa, revira o “normal”. Com o movimento punk na década de 70, não foi diferente. Diante do absurdo de um presente falido de recursos e ideias, se fez uma gritaria que dava mais sentido ao presente do que as narrativas de superação da televisão. Olhando para o mundo de uma forma honesta e exibindo todos os seus defeitos, o punk foi um ato de tanta coragem que até hoje invade sorrateiramente nosso guarda-roupa: jeans rasgado, muitos furos na orelha, sombra escura, jaqueta de couro, cabeça raspada… Aproveita a quarentena para ouvir um rock pesado no último volume e se joga no moshing com a gente.

“Proclamo que não creio em nada e que tudo é absurdo, mas não posso duvidar de minha própria proclamação e tenho de, no mínimo, acreditar em meu protesto”. Albert Camus

Se percorrermos a história, veremos que momentos de crises e conflitos não são exclusivos da nossa geração, portanto, nem tudo está perdido. Um alento para atravessarmos essas fases de ressentimento e insegurança é olharmos para como a arte e a moda deram voz à ruína e à construção de novos mundos. A revolta, quando canalizada para a potência criativa, revira o “normal”. Com o movimento punk na década de 70, não foi diferente. Diante do absurdo de um presente falido de recursos e ideias, se fez uma gritaria que dava mais sentido ao presente do que as narrativas de superação da televisão. Olhando para o mundo de uma forma honesta e exibindo todos os seus defeitos, o punk foi um ato de tanta coragem que até hoje invade sorrateiramente nosso guarda-roupa: jeans rasgado, muitos furos na orelha, sombra escura, jaqueta de couro, cabeça raspada… Aproveita a quarentena para ouvir um rock pesado no último volume e se joga no moshing com a gente.

“Proclamo que não creio em nada e que tudo é absurdo, mas não posso duvidar de minha própria proclamação e tenho de, no mínimo, acreditar em meu protesto”. Albert Camus

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