21 episodes

“Gente Conversa” traz os podcasts de debate de Gente, a plataforma de insights da Globosat. São programas com aproximadamente uma hora de duração trazendo diferentes perspectivas sobre um tema, um estudo. É um bate-papo que conecta. [GloboAudio]

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“Gente Conversa” traz os podcasts de debate de Gente, a plataforma de insights da Globosat. São programas com aproximadamente uma hora de duração trazendo diferentes perspectivas sobre um tema, um estudo. É um bate-papo que conecta. [GloboAudio]

    Gente Conversa #21 | A Era do Pós-propósito

    Gente Conversa #21 | A Era do Pós-propósito

    Globalmente 94% dos consumidores declaram que é importante para uma empresa ter um propósito forte e bem desenhado. Contudo, essa discussão já é antiga, pois o mundo já está na era do pós-propósito. E o que é isso? Agora a questão não está mais no discurso, mas na ação efetiva. O tema é tão relevante que o novo episódio de Gente Conversa, comandado por Ju Wallauer, recebe à mesa Gabriela Soares, Diretora de Estratégia da Talent Marcel, Herbert Zeizer, Head de Bens de Consumo da Globo, e Viviane Pepe, Diretora de Comunicação Avon.

    Em um contexto de muitas urgências e poucas soluções, o que fazer em tempos de pandemia para ajudar a mudar o cenário? Quando se escolhe gastar seu dinheiro em uma marca, espera-se receber mais do que apenas um bom produto. Por isso, cada vez mais se amplia o conceito de consumidores e cidadãos. Isso ocorre quando há um pouco mais de responsabilidade com a sociedade e com o planeta.

    Para Herbert Zeizer essa evolução da sociedade não foi linear: “Vamos fazendo a composição e nesse zigue zague consigo identificar uma evolução da sociedade nessa direção de consumir produtos de forma mais consciente. O consumidor está mais exigente, com mais disponibilidade para escolher”, explica.

    E foi a pandemia que acelerou algumas dessas preocupações. Com a população em casa, muitos valores foram ressignificados. “A ideia do propósito é antiga, vem de uns 10 anos atrás quando as corporações voltaram para seus negócios tentando entender o que poderiam gerar de valor para a sociedade. O que ocorre de novo é o amadurecimento desse conceito. Não é mais sobre falar o que faz, mas sim sobre fazer, o que de fato eu faço para mostrar esse compromisso. E antes da pandemia isso era uma tendência apenas. E a pandemia virou urgência. As pessoas não esperam mais das marcas, elas exigem. E se não fazem, elas boicotam”, analisa Gabriela Soares.

    Para a diretora de comunicação da Avon, Viviane Pepe, a pandemia evidenciou muitas questões que já existiam em relação ao comportamento e ao consumo. “A própria conexão que as pessoas têm com as marcas, a expectativa. É importante que as marcas sejam protagonistas nessas mudanças que o mundo está precisando. As marcas e o mundo inteiro estão sendo cobrados por se conectar com as necessidades do mundo”, aposta Viviane.

    Vem ouvir com a gente!

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    • 1 hr 5 min
    Gente Conversa #20 | O futuro do cinema

    Gente Conversa #20 | O futuro do cinema

    A pandemia fez os planos virarem um presente mais do que urgente - nove entre dez brasileiros que têm internet em casa usam os serviços de streaming. Seria esse o caminho para a poderosa indústria cinematográfica?

    Sem grandes inovações técnicas, mas com uma grande transformação de conceito, o streaming promete ser a nova era do cinema. Para discutir o tema, o podcast Gente Conversa, comandado por Ju Wallauer, reuniu um time de peso: Teresa Cristina, cantora, compositora e uma das comentaristas do Oscar neste ano; Daniela Evelyn, Coordenadora de Consumer Insights no Telecine; e Bruno Roedel, Coordenador de Conteúdo Linear no Telecine.

    Desde o início da pandemia, em março de 2020, que a mágica experiência de ir ao cinema foi transportada para dentro de casa. Foi o momento da rica e poderosa indústria do cinema se dobrar às exigências de quem pode optar por assistir ao lançamento no conforto do lar. Para Bruno Roedel, ao contrário do cinema tradicional, que em geral abre mais espaços para transmitir conteúdos comerciais, o streaming oferece um cardápio completo para todos os gostos. “Dá voz a mais gente, de lugares variados e com mais diversidade de gênero. É possível num mesmo lugar obter uma lista de filmes mais intelectualizados e que fazem pensar e também os que divertem e fazem abstrair”, aponta Roedel.

    Assim como ocorreu na música, as plataformas digitais no audiovisual ajudam a democratizar e pluralizar as vozes, conteúdo e o alcance. “Ir ao cinema ou assistir de casa são experiências complementares, uma não invalida a outra. Quando saímos de uma sala da caixa preta da sala de cinema, o choque com as luzes de fora e o contato com a realidade à minha volta são importantes pois me dizem que aquela fantasia acabou. E isso acho muito importante em filmes de ação e de violência, por exemplo”, analisa a cantora Teresa Cristina, que recordou também dos momentos marcantes das suas lives musicais, no início da pandemia.

    Esse poder que o cinema tem de construir pontes, transforma o mundo e as pessoas. Ainda mais em tempos desafiadores que estamos vivendo. “O filme tira as pessoas da realidade, da rotina. E tem um grande potencial de criar empatia, faz com que as pessoas tenham outras vivências a partir das histórias narradas”, conta Daniela Evelyn.

    Vem com a gente =)
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    • 49 min
    Gente Conversa #19 | Acessibilidade em conteúdo adulto

    Gente Conversa #19 | Acessibilidade em conteúdo adulto

    Estudos sugerem que o setor pornográfico movimenta em torno de US$696 bilhões anuais e que 30% de todos os dados que transitam pela rede carregam conteúdo pornográfico. Em toda essa produção há geração de conteúdos que retratam todos os corpos, gêneros, cores de pele, sexualidades e dinâmicas de relacionamento. Contudo, quando o assunto continua sendo pouco acessível para os portadores de deficiência visual e auditiva. Como esse público consome esse tipo de conteúdo se o que é feito hoje tem o áudio e a imagem como estrelas?

    Para debater esse tema que o novo episódio do podcast Gente Conversa, comandado por Ju Wallauer, abre os microfones para três mulheres falarem sobre sexo. As convidadas são Joana Peregrino, proprietária da Conecta Acessibilidade, empresa que transforma conteúdos de todos os formatos e gêneros acessíveis a pessoas com deficiência visual e auditiva, Claudia Rodrigues, professora, deficiente visual e consumidora de filmes adultos, e a diretora geral do canal adulto Sexy Hot, Cinthia Fajardo.

    “Quando pensamos em acessibilidade, temos uma visão generalizada. Contudo, é preciso levar em consideração a subjetividade de cada um, até mesmo no universo da deficiência. Em geral imagina-se que o deficiente é um ser etéreo, iluminado e que não sente desejos e atrações sexuais. Sem falar no grande número de casos de deficientes que sofrem, ou já sofreram abusos sexuais. E isso não tem relação com fetiche, mas sim de acharem que são pessoas mais vulneráveis e que não sabem se defender. A sociedade precisa estar disponível para ver e rever essa situação”, aponta Claudia Rodrigues.

    Segundo Joana, infantilizar a pessoa com deficiência torna tudo muito mais difícil. “Precisamos dar independência, e a audiodescrição ou a legenda descritiva vai trazer isso. No caso do trabalho de transformar filmes acessíveis é sempre um processo desafiador e com muitas regras. A audiodescrição, por exemplo, é uma modalidade de tradução, é uma versão. Escolhemos, com muita sensibilidade, o que é mais importante em cada cena”, explica Joana.

    O Sexy Hot já disponibiliza no sexyhot.com.br filmes do selo Sexy Hot Produções com esses recursos - tanto de legenda descritiva quanto de audiodescrição. A ideia é que, com o tempo, todos os conteúdos exclusivos do canal sejam acessíveis. “Entrar no canal de conteúdo adulto para mim não foi uma experiência encarada como tabu. Minha expectativa foi trazer o olhar feminino para essa indústria que durante anos teve um olhar essencialmente masculino e machista. E hoje 80% do nosso time na Playboy do Brasil é composto por mulheres, inclusive na equipe que faz a aquisição do conteúdo”, recorda Cinthia.

    Vem descobrir mais com a gente!
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    • 1 hr
    Gente Conversa #18 | Novas formas de torcer

    Gente Conversa #18 | Novas formas de torcer

    O esporte existe enquanto expressão da humanidade há mais de 3 mil anos. É parte da nossa identidade. E quando o mundo muda, o esporte muda junto. Se reinventando e criando novas conexões.

    O que a gente vai testemunhar nos próximos 10 anos é um desses períodos em que tudo vira do avesso. O esporte deve mudar mais na próxima década do que mudou no último século. Na real, a tecnologia vai transformar completamente nosso conceito de esporte.

    Quem já passou dos 30 pode ir se acostumando a ficar na dúvida: mas isso é esporte? Corrida de drone é esporte? Videogame é esporte? Pra ser esporte precisa ter esforço físico? Reflexo e controle mental são atributos físicos?

    Nesse novo contexto, o torcedor não quer mais ser só um espectador. Ele quer participar. As novas gerações exigem experiências personalizadas, curtem interagir com várias telas simultâneas, querem influência, exclusividade e ativismo.

    Com análises de dados cada vez mais afiadas sendo utilizadas por todos os players desse mercado, nosso jeito de torcer vai passar pela dor e a delícia de ser desvendado por um algoritmo.

    E mais: a Revolução Tecnológica vai se somar à pandemia no caldeirão que está transformando o esporte. E esse ano ainda tem Olímpiada com modalidades inéditas, como skate, surf e escalada.

    E pra tentar sintetizar tudo isso em um episódio de podcast de uma hora, pra essa rodada do Gente Conversa, Ju Wallauer convoca um baita time: Andrea Tuttman, Diretora de Marketing dos canais de Esporte da Globo; Bruno Maia, especialista em inovação e tecnologia para o mercado o esporte, fundador da agência de conteúdo 14; e Flávio Canto Judoca medalhista olímpico, fundou o Instituto Reação, que promove o desenvolvimento humano e a integração social por meio do esporte e da educação, fomentando o judô desde a iniciação esportiva até o alto rendimento.

    Vem pro jogo! Ou melhor, vem pro papo =)

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    • 1 hr 8 min
    Gente Conversa #17 | Download SXSW

    Gente Conversa #17 | Download SXSW

    Em um mundo de transformações cada vez mais aceleradas e de problemas cada vez mais complexos… Como saber, como viver ou como seguir confiantes no futuro? Hoje, queremos mesmo é saber sobre: inteligência artificial e emprego, privacidade e equidade e - claro - sobre o mundo pós-pandemia.

    E, para nos ajudar nessa busca por respostas, desde 1987 acontece em Austin, no Texas, o evento South by Southwest, popularmente conhecido aqui no Brasil como SXSW. É um evento anual, que reúne alguns dos nomes mais importantes dos negócios, da arte, da ciência e da tecnologia para debater e refletir sobre o futuro de suas áreas.

    No ano passado, o evento foi cancelado por conta da pandemia. Mas esse ano ele voltou, firme e forte, em uma versão totalmente remota e online. E no novo episódio de Gente Conversa, reunimos três especialistas para dividir com a gente o que de mais interessante eles viram por lá. Muito repertório e insights sobre tendências e futuro.

    Com a mediação de Ju Wallauer, na conversa: Carla Uller, Gerente executiva de Educação, Comunicação e Inovação Social do Oi Futuro, Fernando Luna, jornalista e colunista da Revista Gama, e Vitor Vasconcellos. Diretor de Inteligência de Mercado na Globo.

    Vem pro papo!

    • 1 hr 1 min
    Gente Conversa #16 | O impacto da pandemia no marketing de influência

    Gente Conversa #16 | O impacto da pandemia no marketing de influência

    Em um tempo em que as pessoas estão buscando mais autenticidade e menos massificação, o marketing de influência se mantém cada vez mais forte, mesmo em tempos de pandemia.

    É para debater esse tema que o novo episódio do podcast Gente Conversa, sob o comando da Ju Wallauer, recebe três grandes nomes: Vanessa Oliveira, diretora geral da ViuHub, Ricardo Silvestre - fundador e CEO da agência Black Influence e Bia Granja, uma das maiores especialistas em influência digital do país, co-fundadora e CCO da YOUPIX.

    “No começo de tudo o digital era um universo à parte, algo mais dos jovens, e um lugar que você vai e volta. Para a gente, já era uma forma de se comunicar e ver o mundo. Em 2012 foi o momento que percebi que esse universo era muito mais, era business mesmo. Os criadores de conteúdo hoje são as startups, são o universo da economia criativa, da influência”, relembra Bia, que fez parte do início do universo digital.

    Segundo pesquisa da Rakuten de 2019, 80% dos consumidores já fizeram alguma compra recomendada por um influenciador. A força dessa tática é tal que, em meio à uma pandemia que bateu forte na economia, derrubou PIBs e mercados (isso sem falar no incalculável e lastimável custo humano, é claro) o marketing de influência se manteve firme e foi uma das principais alternativas das marcas para se conectar à seu público com um conteúdo relevante, humano e direcionado.

    Descubra mais sobre o cenário do mercado neste papo. Vem com a gente.

    • 59 min

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