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O Toma Aí Um Poema surgiu da Iniciativa da escritora Jéssica Iancoski e tem como objetivo principal declamar o máximo possível de poemas: sejam eles nacionais, estrangeiros, novos autores, autores consagrados, eróticos, infantis, músicas, cordel, sátira, ou de qualquer ordem.

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Podcast Poesias Declamadas: Toma Aí um Poema | Poesia Falada & Recitada Jéssica Iancoski

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O Toma Aí Um Poema surgiu da Iniciativa da escritora Jéssica Iancoski e tem como objetivo principal declamar o máximo possível de poemas: sejam eles nacionais, estrangeiros, novos autores, autores consagrados, eróticos, infantis, músicas, cordel, sátira, ou de qualquer ordem.

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    Re: #1 Olavo Bilac - Poema Língua Portuguesa | Poesia Brasileira

    Re: #1 Olavo Bilac - Poema Língua Portuguesa | Poesia Brasileira

    Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac foi um jornalista, contista, cronista e poeta brasileiro, considerado o principal representante do parnasianismo no país. Conhecido por sua atenção à literatura infantil e, principalmente, pela participação cívica, Bilac era um ativo republicano e nacionalista. Foi o responsável pela criação da letra do Hino à Bandeira. Nasceu em 1865, no Rio de Janeiro. Faleceu aos 53 anos, em 1918.



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    Poema: Língua Portuguesa 

    Autor: Olavo Bilac

    Voz: Jéssica Iancoski | @euiancoski



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    "Última flor do Lácio, inculta e bela,
    És, a um tempo, esplendor e sepultura:
    Ouro nativo, que na ganga impura
    A bruta mina entre os cascalhos vela...

    Amo-te assim, desconhecida e obscura,
    Tuba de alto clangor, lira singela,
    Que tens o trom e o silvo da procela,
    E o arrolo da saudade e da ternura!

    Amo o teu viço agreste e o teu aroma
    De virgens selvas e de oceano largo!
    Amo-te, ó rude e doloroso idioma,

    Em que da voz materna ouvi: "meu filho!",
    E em que Camões chorou, no exílio amargo,
    O gênio sem ventura e o amor sem brilho!"


    (Tarde, 1919)



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    • 52 sec
    Re: #1 Olavo Bilac - Poema Ao Coração Que Sofre | Poesia Brasileira

    Re: #1 Olavo Bilac - Poema Ao Coração Que Sofre | Poesia Brasileira

    Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac foi um jornalista, contista, cronista e poeta brasileiro, considerado o principal representante do parnasianismo no país. Conhecido por sua atenção à literatura infantil e, principalmente, pela participação cívica, Bilac era um ativo republicano e nacionalista. Foi o responsável pela criação da letra do Hino à Bandeira. Nasceu em 1865, no Rio de Janeiro. Faleceu aos 53 anos, em 1918.



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    Poema: Ao Coração Que Sofre 

    Autor: Olavo Bilac

    Voz: Jéssica Iancoski | @euiancoski



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    "Ao coração que sofre, separado
    Do teu, no exílio em que a chorar me vejo,
    Não basta o afeto simples e sagrado
    Com que das desventuras me protejo.

    Não me basta saber que sou amado,
    Nem só desejo o teu amor: desejo
    Ter nos braços teu corpo delicado,
    Ter na boca a doçura de teu beijo.

    E as justas ambições que me consomem
    Não me envergonham: pois maior baixeza
    Não há que a terra pelo céu trocar;

    E mais eleva o coração de um homem
    Ser de homem sempre e, na maior pureza,
    Ficar na terra e humanamente amar."



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    • 47 sec
    #VIII Bruno Bucis - Poema para rolar plenamente | Sarau Literário

    #VIII Bruno Bucis - Poema para rolar plenamente | Sarau Literário

    Bruno Bucis publicou em 2017 o romance Noites de Sol-O Diário de uma quase adulta. Em 2018, sua novela inédita Brigue como um morto ficou com a prata no Prêmio de Incentivo à Publicação Literária do Ministério da Cultura. Em 2020 recebeu outros dois prêmios: do Itaú Cultural no edital Arte como um respiro e da Universidade de Salamanca, que o selecionou para uma antologia de jovens escritores. Lançou ainda o podcast livrAL, que apresenta textos de ficção contemporânea da América Latina.



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    Poema: para rolar plenamente

    Autor: Bruno Bucis | linktree

    Voz: Jéssica Iancoski | @euiancoski



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    "para rolar plenamente

    é fundamental saber cair

    aqui não há freio

    e do chão não se passa

    parar exige

    tempo

    experiência

    terra

    antes de chegar no ar

    o pé pede terra

    a rótula rala na terra

    rola na terra

    a roda

    precisamos nos manter de pé

    antes de aprender a pular

    há o mongo

    há o regular

    há os infinitos jeitos

    há no infinito o seu

    é o seu jeito de empurrar

    que vai te levar a cair

    e que te levará embora

    só corre quem empurra

    só empurra quem sobe

    só sobe que sabe

    que o fundamental

    para cair é saber

    viver"



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    • 58 sec
    #235 Luca Talvez - Poema Uma Caneta Sem Tinta | Nova Poesia

    #235 Luca Talvez - Poema Uma Caneta Sem Tinta | Nova Poesia

    Luca Tavares Alves nasceu no ano de 2002. Brasileiro do estado de São Paulo teve seu primeiro contato com poemas na escola. É poeta desde os 12 anos de idade, criou seu pseudônimo "Luca Talvez" no ano de 2020 enquanto publicava suas poesias no Instagram e no Youtube.  Até o dia 10 de setembro de 2020 já consta com mais de 71 poemas autorais postados e ainda segue escrevendo.



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    Poema: Uma Caneta Sem Tinta

    Autor: Luca Talvez | @luca.escreve | YouTube 

    Voz: Jéssica Iancoski | @euiancoski



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    "Sou uma caneta sem tinta
    prestes a escrever pelo mundo
    poesias pintadas de transparente
    para provar que na verdade
    apenas fiz uma metáfora
    ao que somos.

    E aos poucos que entenderem
    verem que sou
    hipoteticamente
    um grande artista."



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    • 29 sec
    Ixiiiii, Deu Ruim ='(

    Ixiiiii, Deu Ruim ='(

    Recadinho sobre o Instragram @TomaAiUmPoema + saída da Daniele Santos do podcast. 



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    • 2 min
    #234 Matilde Campilho - Poema Rugove | Poesia Portuguesa

    #234 Matilde Campilho - Poema Rugove | Poesia Portuguesa

    Matilde Campilho é uma escritora portuguesa da atualidade. Entre 2010 e 2013 viveu no Rio de Janeiro, e teve poemas publicados nos jornais O Globo, A Folha de São Paulo, Suplemento Pernambuco, assim como em diversas publicações de formato digital. Seu estilo literário está bastante associado à poesia cosmopolita. Nasceu em Lisboa em 1982. Atualmente está com 38 anos.



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    Poema:  Rugove

    Autora: Matilde Campilho

    Voz: Jéssica Iancoski | @euiancoski



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    "Levantei-me para o contrário disso — a tempestade
    Foi como daquela vez em que morava na América
    E regressei a casa para o contrário disso — a quebra
    Prometeram-nos dias de sol depois após terror dos 30 dias
    Disseram que fevereiro seria o contrário disto — o breu
    Vesti-me a rigor para o desenho na casca dos jacarandás
    Porque estava anunciado nos cartazes o contrário disto
    Achei que nalgum momento a luz viria tomar conta de tudo
    Que de forma ou outra lavaríamos os cabelos no mar
    Mas hoje o que se vê da janela é o oposto do clarão
    É mais uma volta na avenida com ombros cobertos de pavor
    E eu só sei que acordamos sempre para o contrário disto
    Somos os filhos do verão — somos o inverso da escuridão"



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    • 1 min

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