57 min

#33 Future Enterprise Show com João Nascimento Future Enterprise Show

    • Tecnologia

A transformação digital é uma certeza em todo o mundo e as grandes empresas nacionais não são alheias a esta realidade. Na mais recente edição do Future Enterprise Show (FES), uma iniciativa onde se pretende discutir os principais temas relacionados com o futuro das organizações numa economia cada vez mais digital, temos agora a EDP pela voz do seu Global Digital & IT Officer, João Nascimento. A conversa é conduzida por Gabriel Coimbra, group vice-presidente and country manager da IDC e Fernando Bação professor da Nova IMS.

João Nascimento tem um percurso profissional que começou na Vodafone, onde esteve durante vários anos, e há pouco menos de um ano mudou-se para a EDP onde tem vindo a trabalhar nesta área da transformação digital. Entre as características mais marcantes e que contribuíram para o seu sucesso profissional, João Nascimento fala da sua crença forte na colaboração: “Costumo dizer que se queres ir rápido vai sozinho, mas se queres ir longe, então vai junto e em equipa.”

João Nascimento diz acreditar fortemente no trabalho em equipa, tendo em conta sempre um grupo que deve ser “forte, motivado e em que se perceba exatamente qual é o caminho a fazer”.

Transição energética

Numa altura em que a transformação e a transição energética estão na agenda do mundo, João Nascimento considera que “o setor da energia está num momento crucial e de viragem forte”. Na realidade, a transição energética na EDP é olhada como um “must do” inadiável, existindo agentes ativos neste campo, “com um propósito muito forte”. A marca procura, desta forma, contribuir para um impacto positivo no mundo, sempre suportada no conceito dos três “D”: descarbonização, descentralização e digitalização.

João Nascimento lembra que as redes de futuro “vão ter consumidores que também são produtores” e é precisa que os fornecedores, como a EDP, saibam lidar com esta mudança de atuação no mercado”.

Na realidade, a EDP considera que a transformação digital começa nas pessoas pelo que se torna determinante contar com ferramentas e ações de capacitação digital, além de plataformas colaborativas “e comunidades virtuais que são pontos de encontro para partilha de informação e para despoletar a curiosidade para futuros projetos”.

Mas em matéria de transformação digital, este responsável considera ainda que “os dados devem estar no centro das decisões com a criação de modelos preditivos fortes”. E João Nascimento deixou exemplos daquilo que a EDP está já a fazer neste campo, ao dia de hoje. E porque não pensar numa “Playstation Store que possa vir a ter descontos para quem esteja a usar energia verde dentro da sua casa?” A pergunta fica no ar.

Antes de terminar, o conselho inevitável a quem inicia agora o seu percurso profissional, e que foi também o mesmo conselho que João Nascimento deixou aos seus filhos: “Escolher em consciência e livremente, mas com base em informação e dados concretos; importa parar para pensar e estruturar decisões”; e também dois livros de leitura obrigatória: “Ensaio sobre a Cegueira” de José Saramago e “Extreme Ownership”, de Willink e Babin. Porquê? João Nascimento explica nesta próxima edição do FES.

A transformação digital é uma certeza em todo o mundo e as grandes empresas nacionais não são alheias a esta realidade. Na mais recente edição do Future Enterprise Show (FES), uma iniciativa onde se pretende discutir os principais temas relacionados com o futuro das organizações numa economia cada vez mais digital, temos agora a EDP pela voz do seu Global Digital & IT Officer, João Nascimento. A conversa é conduzida por Gabriel Coimbra, group vice-presidente and country manager da IDC e Fernando Bação professor da Nova IMS.

João Nascimento tem um percurso profissional que começou na Vodafone, onde esteve durante vários anos, e há pouco menos de um ano mudou-se para a EDP onde tem vindo a trabalhar nesta área da transformação digital. Entre as características mais marcantes e que contribuíram para o seu sucesso profissional, João Nascimento fala da sua crença forte na colaboração: “Costumo dizer que se queres ir rápido vai sozinho, mas se queres ir longe, então vai junto e em equipa.”

João Nascimento diz acreditar fortemente no trabalho em equipa, tendo em conta sempre um grupo que deve ser “forte, motivado e em que se perceba exatamente qual é o caminho a fazer”.

Transição energética

Numa altura em que a transformação e a transição energética estão na agenda do mundo, João Nascimento considera que “o setor da energia está num momento crucial e de viragem forte”. Na realidade, a transição energética na EDP é olhada como um “must do” inadiável, existindo agentes ativos neste campo, “com um propósito muito forte”. A marca procura, desta forma, contribuir para um impacto positivo no mundo, sempre suportada no conceito dos três “D”: descarbonização, descentralização e digitalização.

João Nascimento lembra que as redes de futuro “vão ter consumidores que também são produtores” e é precisa que os fornecedores, como a EDP, saibam lidar com esta mudança de atuação no mercado”.

Na realidade, a EDP considera que a transformação digital começa nas pessoas pelo que se torna determinante contar com ferramentas e ações de capacitação digital, além de plataformas colaborativas “e comunidades virtuais que são pontos de encontro para partilha de informação e para despoletar a curiosidade para futuros projetos”.

Mas em matéria de transformação digital, este responsável considera ainda que “os dados devem estar no centro das decisões com a criação de modelos preditivos fortes”. E João Nascimento deixou exemplos daquilo que a EDP está já a fazer neste campo, ao dia de hoje. E porque não pensar numa “Playstation Store que possa vir a ter descontos para quem esteja a usar energia verde dentro da sua casa?” A pergunta fica no ar.

Antes de terminar, o conselho inevitável a quem inicia agora o seu percurso profissional, e que foi também o mesmo conselho que João Nascimento deixou aos seus filhos: “Escolher em consciência e livremente, mas com base em informação e dados concretos; importa parar para pensar e estruturar decisões”; e também dois livros de leitura obrigatória: “Ensaio sobre a Cegueira” de José Saramago e “Extreme Ownership”, de Willink e Babin. Porquê? João Nascimento explica nesta próxima edição do FES.

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