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Um grande assunto do momento discutido com profundidade. Renata Lo Prete vai conversar com jornalistas e analistas da TV Globo, do G1, da GloboNews e dos demais veículos do Grupo Globo para contextualizar, explicar e trazer um ângulo diferente dos assuntos mais relevantes do Brasil e do mundo, além de contar histórias e entrevistar especialistas e personagens diretamente envolvidos na notícia.

O Assunto G1

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    • 5,0 • 11 classificações

Um grande assunto do momento discutido com profundidade. Renata Lo Prete vai conversar com jornalistas e analistas da TV Globo, do G1, da GloboNews e dos demais veículos do Grupo Globo para contextualizar, explicar e trazer um ângulo diferente dos assuntos mais relevantes do Brasil e do mundo, além de contar histórias e entrevistar especialistas e personagens diretamente envolvidos na notícia.

    Vida e obra de Elza Soares, por Ruy Castro

    Vida e obra de Elza Soares, por Ruy Castro

    Neste episódio especial, antecipado para homenagear uma de nossas maiores cantoras, O Assunto recebe o jornalista e escritor, profundo estudioso da música brasileira. Ele conduz o ouvinte por marcos da trajetória de Elza, que morreu na quinta-feira aos 91 anos: da estreia no programa de rádio de Ary Barroso, em 1953, à colaboração com jovens compositores em anos recentes, passando pela histórica gravação de “Língua”, de Caetano Veloso, que a resgatou de um período de ostracismo na década de 80. "Ela cantava muito com o corpo. Impressionante como tinha mobilidade, uma potência não só vocal, mas do corpo todo”, diz. Biógrafo de Garrincha, com quem Elza viveu longo e conturbado casamento, Ruy a entrevistou dezenas de vezes para a feitura do livro, colhendo em primeira mão relatos das adversidades enfrentadas desde a infância de menina negra na favela até a luta, em vão, contra o alcoolismo do jogador. "Ela encarava tudo”, afirma. “É uma coisa espantosa que tenha ‘recomeçado’ a carreira aos quase 80". Elza realmente “cantou até o fim”, conforme letra da canção destacada no obituário do jornal americano “The New York Times”. Dessa extensa produção, Ruy não titubeia quando chamado a escolher sua fase favorita: é a dos sambas, em especial até o início dos anos 70. Nesse capítulo, diz, não teve pra mais ninguém.

    • 31 min
    Os arrastados, 3 anos de Brumadinho

    Os arrastados, 3 anos de Brumadinho

    No calendário, 25 de janeiro de 2019. Na vida de bombeiros, legistas e, principalmente, familiares dos 270 mortos, o maior desastre humanitário da história do país segue em curso - e não apenas porque seis das vítimas ainda não foram encontradas na lama e nos rejeitos liberados com o rompimento da Barragem 1 da mina Córrego do Feijão, da Vale. Neste episódio, O Assunto recebe Daniela Arbex, que reconstituiu cada detalhe do dia fatídico e deu voz a dezenas de personagens da tragédia em seu novo livro, “Arrastados”. O título remete a algo que a jornalista aprendeu acompanhando o trabalho incansável de médicos e técnicos do IML de Belo Horizonte: sem pele, “todos ficaram iguais na morte”. Na conversa com Renata Lo Prete, Daniela resgata as evidências de que a mineradora sabia, desde pelo menos um ano antes, dos riscos de rompimento da B1 - e da escala da destruição que isso provocaria. Sobre a luta inacabada dos sobreviventes por Justiça e reparação, ela diz: “Quando você é arrancado de seu lugar de origem, você passa a ser de lugar nenhum”.

    • 30 min
    China: limites da política de Covid zero

    China: limites da política de Covid zero

    Um cordão sanitário nas fronteiras e dezenas de milhões de pessoas em lockdowns focalizados. Às vésperas de seu principal feriado e de um evento global em Pequim, o país que primeiro identificou o novo coronavírus segue com as medidas mais draconianas para contê-lo. Aliada a uma taxa de vacinação superior a 85%, essa estratégia conseguiu segurar as mortes pela doença num patamar comparativamente baixo (em torno de 5 mil registradas desde o início da pandemia, contra mais de 850 mil nos EUA, por exemplo). Mas agora é questionada tanto do ponto de vista da eficácia (a variante ômicron já está presente em pelo menos 7 das 31 províncias) quanto de efeitos colaterais (recuperação insuficiente da atividade). Professor da Fundação Dom Cabral e da Universidade de Nova York em Xangai, o economista Rodrigo Zeidan conta como funciona na prática: “Se um caso for detectado num condomínio, as autoridades fecham o lugar com quem estiver dentro” e promovem testagem em massa. Empresas e governos estrangeiros podem torcer o nariz, mas essa abordagem tem “alto apoio popular”, afirma. Participa também do episódio o jornalista Carlos Gil, que por mais de três anos foi correspondente da TV Globo na Ásia. É ele quem explica as rígidas regras da “bolha” onde ficarão atletas e demais envolvidos nas Olimpíadas de Inverno, a partir de 4 de fevereiro na capital chinesa. Como público, nas arenas, apenas convidados e em número restrito. Gil compara esse ambiente ao dos Jogos de Tóquio, em 2021. “Na China, quem pisar fora do circuito fechado vai sofrer sanções”, até mesmo deportação.

    • 25 min
    A panela de pressão do funcionalismo

    A panela de pressão do funcionalismo

    Os atos desta terça-feira em Brasília são o capítulo mais recente de um movimento que começou ainda em 2021, quando Jair Bolsonaro operou para que fosse incluído, no Orçamento deste ano, R$ 1,7 bilhão destinado a reajustar os salários dos policiais federais, cujo apoio o presidente espera obter nas urnas em outubro. O tratamento diferenciado deflagrou reivindicações de servidores da Receita Federal e do BC, principalmente, mas reverbera em dezenas de outras categorias, com gestos de advertência e ameaças de paralisação. Neste episódio, O Assunto procura entender distorções e suas consequências conversando com os economistas Bruno Carazza e Daniel Duque. "É um grupo articulado e poderoso da administração pública", diz Carazza, doutor em direito e colunista do Valor Econômico, sobre os setores que lideram a atual temporada de reivindicações. Ele, que finaliza um livro a respeito do tema, resgata as origens da disparidade de remuneração e defende uma reforma que “racionalize carreiras e institua um sistema sério de avaliação". Pesquisador do Ibre-FGV, Duque detalha estudo comparativo da evolução salarial de diferentes categorias na última década, mostrando quem ganhou e quem perdeu da inflação. E chama a atenção para uma peculiaridade nacional: “O Brasil gasta com o Judiciário 3 vezes mais do que países desenvolvidos. Temos essa jabuticaba para resolver”.

    • 24 min
    Djokovic: quando a lei vale para todos

    Djokovic: quando a lei vale para todos

    Ele era o favorito para vencer o Aberto da Austrália, iniciado no domingo passado. O título seria seu 21º de Grand Slam, feito inédito na história do tênis. Mas, em vez de desfilar talento nas quadras de Melbourne, o número 1 do mundo foi deportado depois de uma queda-de-braço com as autoridades locais: o sérvio de 34 anos desembarcou sem ter tomado vacina contra a Covid, e ainda mentiu no formulário de imigração para burlar a perspectiva de quarentena. “Hoje, ele também não poderia disputar Roland Garros (França) e o US Open (Nova York)”, complementa Guga Chacra. Na conversa com Renata Lo Prete, o comentarista da Globo nos EUA detalha a carreira de um dos maiores tenistas de todos os tempos e relembra outros episódios de negacionismo em que ele se envolveu na pandemia -a lista inclui a promoção de um torneio sem nenhum protocolo restritivo e a realização de entrevista (sem máscara) após teste positivo para a doença. “A Austrália entendeu que ele é uma ameaça à segurança pública”, avalia Deisy Ventura, professora titular de ética da Faculdade de Saúde Pública da USP, sobre a decisão do governo, referendada por uma corte federal. A pesquisadora ainda analisa a diferença entre três diferentes políticas de estímulo à vacinação, a partir de exemplos do Brasil, do Canadá e da Áustria – que está prestes a impor a imunização a todos os adultos maiores de 18 anos.

    • 23 min
    A falta de fiscalização no turismo de natureza

    A falta de fiscalização no turismo de natureza

    A tragédia de Capitólio, em Minas Gerais, colocou em evidência a falta de regulamentação para a visitação de atrações naturais no Brasil – e, consequentemente, o risco que oferecem aos turistas. Depois da paralisação quase total no setor durante a pandemia, o turismo voltou a aquecer no país, principalmente a partir de setembro, informa Luiz Del Vigna, diretor-executivo da Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura. Em entrevista a Natuza Nery, ele fala sobre o crescimento da procura por contato com o ambiente natural - “para descomprimir as tensões da pandemia” - e alerta para o problema colateral: a segurança. Seu diagnóstico relaciona a falta de cuidado dos próprios viajantes, a situação de informalidade de muitos profissionais do setor e, principalmente, a falta de fiscalização sobre a legislação vigente. “Precisamos minimizar os riscos para a aventura ocorrer somente no campo do imaginário”. A geóloga Joana Paula Sanchez, professora da Universidade Federal de Goiás, chama atenção para a falta de estrutura das pequenas cidades, cuja população pode até dobrar de tamanho durante feriados ou férias escolares. “Não tem hotéis ou mesmo saneamento básico suficiente”. Ela também alerta os turistas sobre os maiores perigos e recomenda o que fazer para garantir uma viagem segura.

    • 20 min

Críticas de clientes

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cesar bonixe ,

Jornalismo com substância

Renata faz um jornalismo de grande qualidade buscando sempre o respaldo de peritos nos assuntos tratados.

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