11 episódios

A PORTA33 é um projecto de produção de arte contemporânea. Convida os artistas a realizarem exposições inéditas e, sempre que possível, a partir das vivências por eles experimentadas na Madeira. É também um projecto de divulgação. Organiza colóquios sobre o trabalho dos artistas, promove visitas guiadas às exposições em colaboração com a comunidade escolar e mantém um centro de documentação de cultura contemporânea.

Visite o Website:https://www.porta33.com/index_porta33_porto_santo.html

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PORTA33 — ESCOLA DO PORTO SANTO PORTA33 — ESCOLA DO PORTO SANTO

    • Artes visuais

A PORTA33 é um projecto de produção de arte contemporânea. Convida os artistas a realizarem exposições inéditas e, sempre que possível, a partir das vivências por eles experimentadas na Madeira. É também um projecto de divulgação. Organiza colóquios sobre o trabalho dos artistas, promove visitas guiadas às exposições em colaboração com a comunidade escolar e mantém um centro de documentação de cultura contemporânea.

Visite o Website:https://www.porta33.com/index_porta33_porto_santo.html

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    MARGARIDA MENDES | Encontros com o território e a sua comunidade através da Arte II

    MARGARIDA MENDES | Encontros com o território e a sua comunidade através da Arte II

    Margarida MendesConferênciaAntiga Escola da Vila — 06.03.2020REDESENHAR A ANTIGA ESCOLA DA VILA DO PORTO SANTOencontros com o território e a sua comunidade através da Arte II Estes encontros, à semelhança dos anteriores realizados em Novembro, têm como objectivo a integração e a contribuição dos valores identitários da ilha do Porto Santo na missão daquela escola que, enquanto lugar-laboratório de formação e criação, pretendem contribuir para a articulação Realização Humana-Desenvolvimento Sustentável, pelo implemento de múltiplas práticas artísticas e pedagógicas enraizadas no território e na sua comunidade.Margarida Mendes é curadora, educadora e ativista. Em 2009 fundou o espaço de projetos The Barber Shop, em Lisboa, coordenando um programa de seminários e residências dedicado à investigação artística e filosófica. A sua pesquisa - com enfoque no cruzamento da cibernética, filosofia, ecologia e filme experimental - explora as transformações dinâmicas do ambiente e o seu impacto nas estruturas sociais e no campo da produção cultural. Em 2016 integrou a equipa curatorial da 11.ª Gwangju Biennale, na Coreia do Sul, e codirigiu a temporada piloto de Escuelita, uma escola informal no Centro de Arte Dos de Mayo (CA2M), Madrid. Em 2018 foi cocuradora da exposição ‘Digestion School’, integrante na 4.ª Bienal de Design de Istambul, ‘A School of Schools’.

    • 47 min
    HUGO CASTRO ANDRADE e FÁTIMA SPÍNOLA | Encontros com o território e a sua comunidade através da Arte II

    HUGO CASTRO ANDRADE e FÁTIMA SPÍNOLA | Encontros com o território e a sua comunidade através da Arte II

    Hugo Castro Andrade e Fátima SpínolaOlhar.teAntiga Escola da Vila — 06.03.2020REDESENHAR A ANTIGA ESCOLA DA VILA DO PORTO SANTOencontros com o território e a sua comunidade através da Arte II Estes encontros, à semelhança dos anteriores realizados em Novembro, têm como objectivo a integração e a contribuição dos valores identitários da ilha do Porto Santo na missão daquela escola que, enquanto lugar-laboratório de formação e criação, pretendem contribuir para a articulação Realização Humana-Desenvolvimento Sustentável, pelo implemento de múltiplas práticas artísticas e pedagógicas enraizadas no território e na sua comunidade.Hugo Castro Andrade - Mentor, dinamizador e dirigente da Associação Olho.te, no Funchal. Mestre em Teatro – Especialização em Teatro e Comunidade pela Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa. Ator profissional de Teatro pela Escola Profissional Ballet Teatro no Porto. Formador de Expressão Dramática ao Curso de Animador Sociocultural na Escola Profissional Atlântico. Fundador e orientador do Grupo Teatro Sénior Mina d’Arte da Amadora (Teatro de Identidades). Ator freelancer em mais de uma centena de espetáculos teatrais, televisivos e cinematográficos. Participante em workshops de improvisação, dança, canto e voz em território nacional e estrangeiro. Formador e diretor de atores e não atores. Encenador, produtor e diretor de espetáculos. Mediador de conflitos familiares e escolares – Instituto Português Mediação Familiar do Funchal. Técnico Superior – Educação Ambiental - Frente Mar Funchal. Diretor Artístico projeto “L’ego do meu bairro” – PARTIS – Fundação Calouste Gulbenkian. Orientador de workshops de teatro e expressão dramática para crianças, adolescentes e adultos – Associação Olho. Te.Orienta estágios de alunos de ensino básico, secundário, profissional e universitário da Região Autónoma da Madeira. Autor de diversos artigos da especialidade em Teatro e Comunidade / Animação Sociocultural Gerontologia e Geriatria. Conferencista em encontros sobre Cultura Acessível na Madeira.Fátima Spínola, natural de Santana (1984) é licenciada e pós-graduada em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Tem vindo a desenvolver o seu projeto artístico na área do Desenho, da Pintura e da Instalação. Entre 2000 e 2020 expôs em Portugal, Espanha, Itália e Brasil, estando representada na coleção Imago Mundi de Luciano Benetton (Itália), na coleção Périplos - Arte Portugués de Hoy do Centro de Arte Contemporânea de Málaga, (Espanha) e em coleções privadas na Suíça, na França, na Escócia, em Portugal e no Brasil.Em 2019 foi produtora executiva do Projeto Ilhéstico, com curadoria de Miguel von Hafe Pérez, este projeto inédito da Galeria Porta 33, reuniu cerca de 45 artistas nascidos na Madeira, em 20 espaços públicos e privados da cidade do Funchal.Entre 2011 e 2018 realizou diversas Intervenções de Arte Urbana tendo sido curadora em 2018 do Projeto de Arte Pública da Câmara Municipal do Funchal: Adote Uma Loja, implementado na Rua dos Tanoeiros e na Travessa dos Açougues e das exposições Livro Arbítrio (2018) e Persona (2017), organizadas pelo Teatro Municipal Baltazar Dias. Lecionou o Workshop de Pintura - À procura da Identidade Coletiva e realizou, com a comunidade local, um mural em azuleijo no Âmbito do Projeto L’ego do Meu Bairro promovido pela Associação OLHO.te, Funchal, 2016-2017. Participou como artista na Intervenção de Arte Urbana nos Bancos do Jardim do Lido, Funchal, 2016; Na intervenção Algo Doce no Contentor da Praça Colombo, Funchal, 2015; No Projeto Urbanimpact, Funchal, 2014; Na Intervenção de Arte Urbana, Câmara de Lobos, 2014; No Projeto Arte de Portas Abertas, Funchal, 2011; E no evento IN @ Rua da Alfând

    • 48 min
    HUGO DE SEABRA | Encontros com o território e a sua comunidade através da Arte II

    HUGO DE SEABRA | Encontros com o território e a sua comunidade através da Arte II

    REDESENHAR A ANTIGA ESCOLA DA VILA DO PORTO SANTOencontros com o território e a sua comunidade através da Arte IIHugo de SeabraPartis | Fundação Calouste GulbenkianAntiga Escola da Vila — 06.03.2020 Estes encontros, à semelhança dos anteriores realizados em Novembro, têm como objectivo a integração e a contribuição dos valores identitários da ilha do Porto Santo na missão daquela escola que, enquanto lugar-laboratório de formação e criação, pretendem contribuir para a articulação Realização Humana-Desenvolvimento Sustentável, pelo implemento de múltiplas práticas artísticas e pedagógicas enraizadas no território e na sua comunidade.Hugo de Seabra é Gestor de Projetos no Programa de Desenvolvimento Sustentável da Fundação Calouste Gulbenkian. É responsável pelas intervenções nos domínios das migrações e práticas artísticas para a inclusão social. Juntou-se à Fundação em 2005 para apoiar o desenvolvimento de projetos nos domínios da integração de imigrantes. Desde então tem gerido vários projetos nestes domínios e tem feito inúmeras intervenções em representação da Fundação Calouste Gulbenkian em eventos de redes internacionais de fundações centradas na temática das migrações.Antes disso, foi consultor do Ministério da Justiça na área do planeamento do novo mapa judicial. Publicou vários artigos e três livros nos domínios das “migrações e criminalidade”. Tem um Mestrado em Economia e Sociologia Históricas (Universidade Nova de Lisboa, 2002), tendo, na ocasião, desenvolvido o seu trabalho de terreno num Centro Educativo de Reinserção Social para jovens delinquentes. Tem ainda uma Pós-Graduação em “Etnicidades e Nacionalismos” (Universiteit Van Amsterdam, 2000) e uma Licenciatura em Sociologia (Universidade Nova de Lisboa, 1997).

    • 47 min
    MADALENA VICTORINO | Encontros com o território e a sua comunidade através da Arte II

    MADALENA VICTORINO | Encontros com o território e a sua comunidade através da Arte II

    REDESENHAR A ANTIGA ESCOLA DA VILA DO PORTO SANTO | encontros com o território e a sua comunidade através da Arte IIMadalena VictorinoWorkshop de movimentoAntiga Escola da Vila — 05.03.2020 Estes encontros, à semelhança dos anteriores realizados em Novembro, têm como objectivo a integração e a contribuição dos valores identitários da ilha do Porto Santo na missão daquela escola que, enquanto lugar-laboratório de formação e criação, pretendem contribuir para a articulação Realização Humana-Desenvolvimento Sustentável, pelo implemento de múltiplas práticas artísticas e pedagógicas enraizadas no território e na sua comunidade.Madalena Victorino. Estudou dança contemporânea, composição coreográfica e pedagogia das artes no The Place / London School of Contemporary Dance, no Laban Centre/Goldsmith’s College, University of London e na Exeter University nos anos 70 e 80 no Reino Unido.O seu trabalho tem se evidenciado pela criação de projectos que se vocacionam para a aproximação entre discurso e prática artística e a sociedade em geral.Cria com vários colegas da sua geração nos anos 90 , o Forum Dança. Desenvolve entre 1996 e 2008 no Centro Cultural de Belém, o primeiro espaço em Portugal, de fruição artística internacional para um público jovem.Entre 2008 e 2018, foi co-programadora com Giacomo Scalisi e Miguel Abreu no Festival TODOS, Caminhada de Culturas, um festival sobre interculturalidade e urbanidade, uma iniciativa da CML e Academia de Produtores Culturais.Criou a Cooperativa Cultural COSA NOSTRA com Giacomo Scalisi em 2016. Lecciona em múltiplas instituições de Ensino Superior.Cria em 2016 com Giacomo Scalisi o projecto cultural e rural LAVRAR O MAR, as Artes no Alto da Serra e na Costa Vicentina que continua a aprofundar. Constrói peças coreográficas que têm atravessado o país e vários outros países, como a Australia e a Itália e que envolvem temas fortes da existência, pessoas de idades e com experiências de vida diferentes, em co-criação com intérpretes profissionais.Tem ganho inúmeros prémios, sendo a sua contribuição artística reconhecida pela sua carga humanística.

    • 1h 47 min
    PAULO PIRES DO VALE | Encontros com o território e a sua comunidade através da Arte II

    PAULO PIRES DO VALE | Encontros com o território e a sua comunidade através da Arte II

    Paulo Pires do ValeConferênciaAntiga Escola da Vila — 05.03.2020REDESENHAR A ANTIGA ESCOLA DA VILA DO PORTO SANTOencontros com o território e a sua comunidade através da Arte II Estes encontros, à semelhança dos anteriores realizados em Novembro, têm como objectivo a integração e a contribuição dos valores identitários da ilha do Porto Santo na missão daquela escola que, enquanto lugar-laboratório de formação e criação, pretendem contribuir para a articulação Realização Humana-Desenvolvimento Sustentável, pelo implemento de múltiplas práticas artísticas e pedagógicas enraizadas no território e na sua comunidade.Paulo Pires do Vale é comissário do Plano Nacional das Artes. Docente, ensaísta e curador, é licenciado e mestre em Filosofia pela FCSH, Universidade Nova de Lisboa. Lecionou na Universidade Católica Portuguesa, no Departamento de Arquitetura da UAL e naEscola Superior de Educadores de Infância Maria Ulrich, onde coordenou a Pós -Graduação em Práticas Artísticas e Processos Pedagógicos.Escreveu «Tudo é outra coisa. O desejo na Fenomenologia do Espírito de Hegel» (Colibri, 2006) e inúmeras ensaios para livros, revistas e catálogos de exposições coletivas e individuais, em Portugal e no estrangeiro, focando- se na relação entre arte, educação e sociedade.Como curador, destacam -se as exposições «Ana Vieira, Muros de Abrigo» (Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, e Centro de Arte Moderna — Fundação Calouste Gulbenkian, 2010 -2011); «Tarefas infinitas. Quando a arte e o livro se ilimitam» (Museu Calouste Gulbenkian, 2012); «Visitação. O Arquivo como memória e promessa» (Igreja de São Roque e Galeria de exposições temporárias — Museu de São Roque, 2014); «Júlio Pomar, Tratado dos olhos»(Atelier -Museu Júlio Pomar, 2014). Foi curador de «Ana Hatherly e o Barroco» (Museu Calouste Gulbenkian, 2017) e Museo de las Artes Universidad de Guadalajara (México, 2018); «Do tirar polo natural. Inquérito ao retrato português» (com Filipa Oliveira e Anísio Franco, Museu Nacional de Arte Antiga, 2018); ou ainda «Tarefas Infinitas. Quando a arte e o livro se ilimitam» (SESC e Biblioteca Brasiliana Mindlin — Universidade de São Paulo, Brasil, 2018).Fez parte do júri de prémios como o Prémio Artes Plásticas AICA — Ministério da Cultura, Concurso de Apoios Arquitetura, Artes digitais, Artes plásticas, Design e Fotografia da DGArtes ou dos Concursos de Bolsas da Fundação Eugénio de Almeida. Foi Membro do Grupo de Consultores da Direção -Geral das Artes para a seleção de Lista de Curadores convidados a apresentarem propostas para Representação Oficial de Portugal na 58.ª Bienal de Veneza, em 2019. Presidente da AICA — Portugal desde 2015.

    • 24 min
    SARA BARRIGA BRIGHENTI | Encontros com o território e a sua comunidade através da Arte II

    SARA BARRIGA BRIGHENTI | Encontros com o território e a sua comunidade através da Arte II

    REDESENHAR A ANTIGA ESCOLA DA VILA DO PORTO SANTOencontros com o território e a sua comunidade através da Arte IISara BrighentiConferênciaAntiga Escola da Vila — 05.03.2020 Estes encontros, à semelhança dos anteriores realizados em Novembro, têm como objectivo a integração e a contribuição dos valores identitários da ilha do Porto Santo na missão daquela escola que, enquanto lugar-laboratório de formação e criação, pretendem contribuir para a articulação Realização Humana-Desenvolvimento Sustentável, pelo implemento de múltiplas práticas artísticas e pedagógicas enraizadas no território e na sua comunidade.Sara Barriga Brighenti (n. Lisboa, 1974). Licenciou-se em Artes Plásticas/Escultura (1997, FBAUL UL). Mestre em Artes Visuais (1999, École Sint Lukas, Bruxelas). Pós-graduada em Museologia e Património (2001, FCSH UNL). Profissionalizada em Didática das Artes (2007, FPUL). Programa Avançado de Liderança (2018, INDEG-ISCTE). Fez investigação em Museus de Arte Contemporânea no âmbito da Programação de Serviços Educativos e Experiência Museal, tendo realizados estágios em vários museus em Portugal e no Museu Peggy Guggenheim, em Veneza (1999-2002).Atualmente é subcomissária do Plano Nacional das Artes e membro do grupo de projeto para os «Museus no Futuro» - Ministério da Cultura. Até Fevereiro 2019 coordenou o Museu do Dinheiro do Banco de Portugal, tendo sido responsável pela instalação deste museu e do núcleo de interpretação da Muralha de D. Dinis (2011-2016), gestão de equipas, exposições, edições, projetos com a comunidade, programação cultural e educativa. Entre 2010/11 coordenou o serviço educativo da Casa das Histórias Paula Rego, foi consultora de programação do Teatro Viriato (2003/06), concebeu e coordenou projetos de programação e gestão de públicos para o Instituto dos Museus e Conservação (2007/12). Foi assessora do Ministério da Educação para o desenvolvimento dos programas de ensino artístico especializado (2006), consultora para a DGARTES - avaliação dos estágios INOV ART (2009/11). Concebeu e realizou atividades e projetos educativos para o CCB, Museu Gulbenkian, Museu do Chiado (1998/08). Concebeu projeto educativo para a o Alto Comissariado para as Migrações (2012). Participou no projeto Piloto de Educação Artística - Fundação Calouste Gulbenkian e Clube Unesco para a Educação Artística (2008/2010). Entre 2001 e 2005 foi coordenadora de curso e docente no ensino artístico (Escola Artística António Arroio). Docente no ensino básico e secundário (1997 a 2009) e no ensino superior, Instituto Piaget (2002/04) e Instituto Superior de Ciências da Educação (2008/09). É autora de livros, artigos e manuais escolares de Educação Visual e de suportes didáticos de interpretação e mediação artística. É formadora certificada nas áreas da museologia, programação educativa e cultural e educação museal, tendo desenvolvido projetos de formação-ação e consultoria para várias entidades como a Rede Portuguesa de Museus, Fundação C. Gulbenkian, Autarquias, ArtemRede, Museus e várias entidades privadas. Desde 2000 participa regularmente como oradora em conferências, seminários e encontros. Em 2008 fundou a Associação i.Muse - Educação e Mediação na Cultura.

    • 21 min

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