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Conheça a primeira missão arqueológica brasileira no Egito Tempo Hábil

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Fruto de uma parceria entre o governo egípcio, o Brasil e a Argentina, o Programa Arqueológico Brasileiro no Egito - Bape, na sigla em inglês (Brazilian Archaeological Program in Egypt) tem sede na Universidade Federal de Minas Gerais. Coordenado pelo professor do Departamento de Antropologia e Arqueologia da universidade José Roberto Pellini, o grupo realizou sua quinta missão no país entre dezembro de 2019, e janeiro de 2020. Lá, deram continuidade ao processo de escavação da Tumba Tebana 123 (TT-123). Lá, foi enterrado o escriba Amenenhet, que viveu durante a 18ª Dinastia do Novo Império, quando reinava o Faraó Tutmosis III.
 Além de arqueólogos e arqueólogos biológicos, a equipe do Bape é composta por antropólogos, egiptólogos e artistas locais, além de um grupo especializado em conservação e restauração. Novas expedições do programa devem ser realizadas nos próximos anos, até que a escavação da tumba seja concluída. A previsão é que em cerca de dez anos ela esteja aberta à visitação turística. Uma exposição com fotografias do espaço deve ser realizada na UFMG no ano que vem e, no seguinte, está previsto que a tumba possa ser visitada remotamente, por meio de projeção. Ouça e entenda a importância de um projeto como esse. 

Fruto de uma parceria entre o governo egípcio, o Brasil e a Argentina, o Programa Arqueológico Brasileiro no Egito - Bape, na sigla em inglês (Brazilian Archaeological Program in Egypt) tem sede na Universidade Federal de Minas Gerais. Coordenado pelo professor do Departamento de Antropologia e Arqueologia da universidade José Roberto Pellini, o grupo realizou sua quinta missão no país entre dezembro de 2019, e janeiro de 2020. Lá, deram continuidade ao processo de escavação da Tumba Tebana 123 (TT-123). Lá, foi enterrado o escriba Amenenhet, que viveu durante a 18ª Dinastia do Novo Império, quando reinava o Faraó Tutmosis III.
 Além de arqueólogos e arqueólogos biológicos, a equipe do Bape é composta por antropólogos, egiptólogos e artistas locais, além de um grupo especializado em conservação e restauração. Novas expedições do programa devem ser realizadas nos próximos anos, até que a escavação da tumba seja concluída. A previsão é que em cerca de dez anos ela esteja aberta à visitação turística. Uma exposição com fotografias do espaço deve ser realizada na UFMG no ano que vem e, no seguinte, está previsto que a tumba possa ser visitada remotamente, por meio de projeção. Ouça e entenda a importância de um projeto como esse. 

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