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Episódio 25 - Ambição: o impulso que nos move e nos dirige no nosso propósito INTROSPECÇÃO com Leonardo Mansinhos

    • Spirituality

O que nos move? O que nos impulsiona a sermos nós mesmos? Compreender que cada um de nós traz consigo para este plano terreno um propósito de vida para trabalhar e para, em última instância, cumprir, algo que, de certa forma, está presente na nossa ideia. Podemos trabalhar muito no seu entendimento e até ter uma ideia mais ou menos definida dele, mas colocá-lo em movimento e cumpri-lo implica mais do que uma simples tomada de consciência, algo que, na verdade, não é estanque, mas sim um profundo e constante processo. Cumprir o nosso propósito implica vontade, determinação, entrega e dedicação, e tal não é possível sem ambição. No entanto, este é um conceito que, no mundo em que vivemos e que fomos construídos, está muito associado a poder e a coisas da matéria. Quando fazemos um caminho de desenvolvimento pessoal e espiritual, esta ideia de ambição nos foi incutida faz com que nos desliguemos dela, causando-nos até alguma repulsa, pois não queremos ficar presos à matéria. Contudo, a ambição é um mecanismo divino de impulso do nosso ser, uma enorme e poderosa força motriz, que depende de como a alimentamos e nutrimos, como um motor que pode funcionar melhor ou estragar-se consoante o combustível e o óleo que lhe colocamos. Quando movida por carências, por coisas da matéria, ela pode ser bloqueadora e destrutiva. Contudo, quando movida por consciência, alinhada com a nossa essência e com o nosso coração, ela leva-nos a ultrapassar os limites que estavam no nosso horizonte e a chegar mais longe no que, em alguns momentos, parecia impossível de se atingir. É assim que compreendemos que não se tratou nunca de coisas da matéria, mas sim de deixar o nosso legado, de nos elevarmos à potência do nosso espírito. Este é o tema que trago neste episódio do meu Podcast.

O que nos move? O que nos impulsiona a sermos nós mesmos? Compreender que cada um de nós traz consigo para este plano terreno um propósito de vida para trabalhar e para, em última instância, cumprir, algo que, de certa forma, está presente na nossa ideia. Podemos trabalhar muito no seu entendimento e até ter uma ideia mais ou menos definida dele, mas colocá-lo em movimento e cumpri-lo implica mais do que uma simples tomada de consciência, algo que, na verdade, não é estanque, mas sim um profundo e constante processo. Cumprir o nosso propósito implica vontade, determinação, entrega e dedicação, e tal não é possível sem ambição. No entanto, este é um conceito que, no mundo em que vivemos e que fomos construídos, está muito associado a poder e a coisas da matéria. Quando fazemos um caminho de desenvolvimento pessoal e espiritual, esta ideia de ambição nos foi incutida faz com que nos desliguemos dela, causando-nos até alguma repulsa, pois não queremos ficar presos à matéria. Contudo, a ambição é um mecanismo divino de impulso do nosso ser, uma enorme e poderosa força motriz, que depende de como a alimentamos e nutrimos, como um motor que pode funcionar melhor ou estragar-se consoante o combustível e o óleo que lhe colocamos. Quando movida por carências, por coisas da matéria, ela pode ser bloqueadora e destrutiva. Contudo, quando movida por consciência, alinhada com a nossa essência e com o nosso coração, ela leva-nos a ultrapassar os limites que estavam no nosso horizonte e a chegar mais longe no que, em alguns momentos, parecia impossível de se atingir. É assim que compreendemos que não se tratou nunca de coisas da matéria, mas sim de deixar o nosso legado, de nos elevarmos à potência do nosso espírito. Este é o tema que trago neste episódio do meu Podcast.

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