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Este é o podcast República de Ideias do Ateliê de Humanidades!
Ele se constitui como espaço de debate de ideias, autores e reflexões sobre questões clássicas e contemporâneas. Ele tem por missão propiciar, por meio de experiências digitais, a ampliação e a difusão de conhecimento e cultivo em filosofia e ciências humanas. Com isso, objetivamos ser um canal público tanto de livre-formação de alta qualidade, quanto também de pensamento sobre a atualidade, que presta um trabalho intelectual a serviço do público e orientado para a formação democrática.

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Este é o podcast República de Ideias do Ateliê de Humanidades!
Ele se constitui como espaço de debate de ideias, autores e reflexões sobre questões clássicas e contemporâneas. Ele tem por missão propiciar, por meio de experiências digitais, a ampliação e a difusão de conhecimento e cultivo em filosofia e ciências humanas. Com isso, objetivamos ser um canal público tanto de livre-formação de alta qualidade, quanto também de pensamento sobre a atualidade, que presta um trabalho intelectual a serviço do público e orientado para a formação democrática.

    #004 [Áudio-leitura] A resistência ao fascismo tabajara, por Luiz Werneck Vianna

    #004 [Áudio-leitura] A resistência ao fascismo tabajara, por Luiz Werneck Vianna

    Áudio-leitura de artigo publicado no Fios do Tempo: https://ateliedehumanidades.com/2020/06/01/fios-do-tempo-a-resistencia-ao-fascismo-tabajara-luiz-werneck-vianna/. Diante da escalada autoritária, Luiz Werneck Vianna expõe com clareza a natureza do problema político que ameaça hoje a democracia brasileira e conclama a nossa resistência. Ele argumenta que o desígnio autoritário tem por alvo a Constituição de 88, com sua inspiração nos modernos Estados de direito democráticos e nas redes de direitos e de proteção social, pois pretende removê-los em favor de interesses e projetos de extração neoliberal. Neste ordenamento, as funções do poder Judiciário foram ampliadas para salvaguardar a Carta, mas necessitam da escora da sociedade civil e de seus movimentos, que apesar de suas divisões internas e das limitações decorrentes da pandemia, precisam se reunir e se fazer ouvir.

    Desejamos uma excelente leitura, ou escuta!

    Felipe Maia & André Magnelli
    Fios do Tempo, 01 de junho de 2020

    • 8 min
    #038 O direito à saúde em face ao coronavírus: um diálogo latino-americano

    #038 O direito à saúde em face ao coronavírus: um diálogo latino-americano

    O República de Ideias, na continuidade da série de debates sobre o coronavírus, publica um episódio que discute o artigo do economista colombiano Hernando Sáenz Acosta. Nele, o autor reflete sobre o direito à saúde e a proposta convivialista em face aos desafios oriundos da pandemia em curso, trazendo para tanto uma análise da experiência de privatização ocorrida na Colômbia desde os anos 1990.

    Com isso, Hernando gera uma importante reflexão cruzada: aos colombianos (e outros que sofreram um processo de privatização de seus sistemas de saúde) , é dada a oportunidade de refletir sobre a natureza do processo de privatização; e aos brasileiros, é dada a possibilidade de refletir sobre o sistema público de saúde e dos direitos sociais, antevendo quais seriam as consequências de uma privatização avançada.

    Para garantir esse reflexão cruzada, também convidamos a pesquisadora e mestra em saúde coletiva pela UFF, Amanda Rodrigues. Ela nos apresenta um pouco da história e princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro. Destaca os desafios e as ameaças presentes, permitindo identificar as diferenças e similitudes com o caso colombiano.  Por fim, temos a participação de Emmanuel Rapizo, que apresenta um panorama da estrutura da área de saúde no México.

    A conversa é sobre o ensaio que publicamos no Fios do tempo. Convidamos a todos que o leiam também: https://ateliedehumanidades.com/2020/03/30/fios-do-tempo-o-direito-a-saude-em-face-ao-coronavirus-reflexoes-a-partir-da-experiencia-colombiana-por-hernando-saenz-acosta/.

    Apresentadores: André Magnelli e Emmanuel Rapizo

    Convidados: 

    Hernando Sáenz Costa (Universidade Santo Tomás - Bogotá, Colômbia) 

    Amanda Rodrigues (Fiocruz)

    Edição: Henrique Rapizo

    Vinheta de abertura: Bruno Albert

    Tópicos:

    1. Saúde como direito ou saúde como mercadoria;
    2. A montagem do sistema colombiano de saúde: como funciona, quais problemas? (Hernando Sáenz)
    3. O Sistema único de Saúde no Brasil: como funciona e é percebido (Amanda Rodrigues)
    4. O sistema mexicano: o desafio atual de construção de um sistema público (Emmanuel Rapizo)
    5. Quais são os processos de privação em curso? Como se dá a relação entre público e privado  no Brasil?
    6. Modelo hospitalar e modelo de atenção primária
    7. Efeitos positivos da descentralização do SUS no Brasil
    8. Os desafios contemporâneos em meio à pandemia
    9. Perspectivas desejadas para o pós-pandemia na Colômbia, no México e no Brasil.

    ***

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    Desejamos uma boa escuta!

    • 1 hr 32 min
    #003 [Áudio-leitura] Adoecer em um mundo convivial: debates para o tempo que vem

    #003 [Áudio-leitura] Adoecer em um mundo convivial: debates para o tempo que vem

    Agora publicamos em áudio-leitura na República das Ideias uma terceira leitura em áudio dos artigos e ensaios que publicamos em Fios do Tempo, do Ateliê de Humanidades (https://ateliedehumanidades.com/category/fios-do-tempo-analises-do-presente/). Também está disponível em nossa página e no canal do YouTube. Trazemos o texto "Adoecer em um mundo convivial: debates sobre o tempo que vem", de Jaime Torres Guillén, com a leitura de André Magnelli. Parar ler o texto, é só acessar nosso site (https://ateliedehumanidades.com/2020/05/15/fios-do-tempo-adoecer-em-um-mundo-convivial-debates-para-o-tempo-que-vem-por-jaime-torres-guillen/) *** Seções Da doença reificada ao convivial como ferramenta / Questionar o mito-motor da medicina industrial / Da desorientação prática à desorientação teórica / Palavras finais *** Quem é Jaime Torres-Guillen? Jaime Torres Guillén é doutor em antropologia social e professor na Universidade de Guadalajara, México, diretor da revista Pieces in Dialogue Philosophy and Human Sciences e membro do SNI Nível I.

    • 31 min
    #002 [Áudio-leitura] Enfermarse en un mundo convivencial. Debates para el tiempo que viene

    #002 [Áudio-leitura] Enfermarse en un mundo convivencial. Debates para el tiempo que viene

    Ahora publicamos en audio-lectura en el República de Ideias una segunda lectura de audio de los artículos y ensayos que publicamos en Fios do Tempo, del Ateliê de Humanidades (https://ateliedehumanidades.com/category/fios-do-tempo-analises-do-presente/). También está disponible en nuestra página y en el canal de YouTube. Traemos el texto "Enfermarse en un mundo convivencial. Debates para el tiempo por venir ", de Jaime Torres Guillén, con lectura de Emmanuel Rapizo. Para leer el texto, simplemente acceda a nuestro sitio web (https://ateliedehumanidades.com/2020/04/27/fios-do-tempo-enfermarse-en-un-mundo-convivencial-debates-para-el-tiempo-que-viene-por-jaime-torres-guillen/) *** Secciones Introducción Cuestionar el mito-motor de la medicina industrial De la desorientación práctica a la desorientación teórica Palabras finales *** Quien es Jaime Torres-Guillen? Jaime Torres Guillén es doctor en antropología social.  Es profesor de tiempo completo de la Universidad de Guadalajara, Director de la revista Piezas en Diálogo Filosofía y Ciencias Humanas y miembro del SNI Nivel I.

    • 36 min
    #001 [Áudio Leitura] O fim de uma era: para uma sociedade maior que o mercado

    #001 [Áudio Leitura] O fim de uma era: para uma sociedade maior que o mercado

    Pela primeira vez aqui no República de Ideias, disponibilizamos um áudio-leitura dos artigos e ensaios que publicamos no Fios do Tempo, a tribuna do Ateliê de Humanidades (https://ateliedehumanidades.com/category/fios-do-tempo-analises-do-presente/). Ele também está disponível na nossa página e no canal do youtube.
    Como primeiro áudio-leitura, trazemos o texto "O fim de uma era: para uma sociedade maior que o mercado", com autoria de Thiago Panica e André Magnelli. Para ler o texto, é só acessar nosso site (https://ateliedehumanidades.com/2020/05/04/fios-do-tempo-o-fim-de-uma-era-para-uma-sociedade-maior-que-o-mercado-por-andre-magnelli-thiago-panica/)
    Se quiser dialogar com o texto ou mandar alguma colaboração para o debate, só nos contactar por aqui, no República de Ideias, ou pelas redes sociais do Ateliê.

    ***
    Iniciamos nesta semana do dia 04 a 7 de maior, reflexões e proposições a respeito da dimensão econômico-social da crise que atravessamos. Começamos com as publicações do ensaio “O fim de uma era: para uma sociedade maior que o mercado“, de André Magnelli & Thiago Panica, e em seguida da tradução do artigo “A urgência absoluta é evitar o pior”, de Thomas Piketty.
    Acompanhe-nos! Segue abaixo a programação da semana:
    04 de maio
    Fios do tempo: “O fim de uma era: para uma sociedade maior que o mercado“, por André Magnelli & Thiago Panica
    Fios do tempo: “A urgência absoluta é evitar o pior”, por Thomas Piketty
    05 de maio
    Fios do tempo: “A pandemia põe o decrescimento na ordem do dia: raízes teóricas de um debate“, por Elimar P. do Nascimento (UNB)
    06 de maio
    Divulgação e debate de “Para superar o divórcio entre economia e sociedade: diagnóstico crítico e notas propositivas em um contexto de pandemia”, por Genauto Carvalho de França Filho, André Magnelli, Philippe Eynaud.
    07 de maio
    Ciclo de Humanidades Virtual: “Metamorfoses da colonialidade: pensar o capitalismo na era das incertezas”, com participação de Paulo Henrique Martins (UFPE) e Ricardo Pagliuso Regatieri (UFBA).

    • 52 min
    #037 Entre pandemias, catástrofes e patologias sociais. Diálogo com Jaime Torres Guillen

    #037 Entre pandemias, catástrofes e patologias sociais. Diálogo com Jaime Torres Guillen

    O República de ideias traz hoje uma conversa com o sociólogo mexicano Jaime Torres Guillén, professor da Universidade de Guadalajara, México, e pesquisador parceiro do Ateliê de Humanidades, sobre "pandemias, catástrofes e patologias sociais". André Magnelli e Emmanuel Rapizo conversam sobre as possibilidades de uma investigação sociológica das catástrofes e pandemias que seja capaz de revelar as gramáticas normativas da vida social, entre suas experiências de alienação e suas reivindicações de autonomia.  

    Tópicos 

     - Por que fazer uma interpretação externalista da pandemia? 

    - Como pensar, diante da crise da pandemia, a relação entre a autonomia da sociedade e os imperativos sistêmicos? 

    - A partir das crises e dos conflitos, revelam-se as gramáticas normativas das pessoas

    - O que é a patologia social? Além do medo e da anomia, trata-se de uma reivindicação de autonomia 

    - As classes populares serão as mais afetadas. Como responderão? 

    - A sociologia, uma ciência vocacionada a diagnósticos críticos e normativos do presente?  

    A conversa é sobre o ensaio que publicamos no Fios do tempo. Convidamos a todos que o leiam também:  Sobre pandemias, catástrofes e outras patologias sociais.

    Sobre Jaime Torres Guillen  É doutor em antropologia social e professor na Universidade de Guadalajara, diretor da revista Pieces in Dialogue Philosophy and Human Sciences e membro do SNI Nível I.

    • 51 min

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