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Este é o podcast República de Ideias do Ateliê de Humanidades!
Ele se constitui como espaço de debate de ideias, autores e reflexões sobre questões clássicas e contemporâneas. Ele tem por missão propiciar, por meio de experiências digitais, a ampliação e a difusão de conhecimento e cultivo em filosofia e ciências humanas. Com isso, objetivamos ser um canal público tanto de livre-formação de alta qualidade, quanto também de pensamento sobre a atualidade, que presta um trabalho intelectual a serviço do público e orientado para a formação democrática.

República de Ideias Ateliê de Humanidades

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Este é o podcast República de Ideias do Ateliê de Humanidades!
Ele se constitui como espaço de debate de ideias, autores e reflexões sobre questões clássicas e contemporâneas. Ele tem por missão propiciar, por meio de experiências digitais, a ampliação e a difusão de conhecimento e cultivo em filosofia e ciências humanas. Com isso, objetivamos ser um canal público tanto de livre-formação de alta qualidade, quanto também de pensamento sobre a atualidade, que presta um trabalho intelectual a serviço do público e orientado para a formação democrática.

    #030 A alegria da máscara e a potência do brincar: uma conversa sobre riso, criança, gaia e política

    #030 A alegria da máscara e a potência do brincar: uma conversa sobre riso, criança, gaia e política

    Publicamos neste sábado de Carnaval, no República de Ideias, uma conversa entre Aldo Tavares e André Magnelli sobre o carnaval, refletindo sobre a potência do falso presente em sua metafísica, em sua história e seus devires. O fio de nossa conversa entrelaça temas como a leveza do infantil, a subversão pelo riso e pela linguagem, a natureza do poder e da representação, a metafísica do Momo, os limites da luta política de esquerda, as formas de guerra, dádiva e amizade etc.  Desejamos uma boa escuta e um excelente carnaval!
    Tópicos 
    - Começando por lembranças afetivas: pierrots, palhaços e bate bolas; 
    - Fantasia como ampliação dos signos e aproximação afetiva; 
    - Carnaval como excesso, suspensão e expansão: a experiência do infantil, do riso; 
    - A moralização e a demonização do Carnaval: graças a Deus temos Crivella, apesar dele mesmo; 
    - A relação do carnaval com o poder: sua potência política e crítica; 
    - O rei Momo: sua história e seus símbolos; 
    - Gaia-Terra, crianças e dádivas: o universo de Momo; 
    - Os devires do carnaval: duelos, plasticidades e inversões na linguagem; 
    - Mentira nobre e mentira falsa: os rostos dos governantes e as máscaras do carnaval; 
    - A leveza e o bailar: não acreditamos em um Deus que não saiba dançar; 
    - Um contraste entre o carnaval, a procissão e a parada militar: a necessidade de uma memória da tradição do carnaval; 
    - Crítica da tradição de esquerda: linguagem militarizada, rigidez e a dificuldade do riso e da leveza; 
    - Digressão sobre Maluf, Lula e cia.;
     - O que pode o carnaval? A subversão do brincar, a potência do falso e a alegria da máscara; 
    - A luta política pelo Entre: corpos, bailares, comidas, infiltrações, enganos, mentiras, jogos e traições;
    - Como entender o conceito de máquina de guerra de Deleuze: linguagem, desejo, e devir, e não combate, ocupação e força bruta; 
    - Carnaval, uma Gaia Ciência; 
    - O que não pode o carnaval? A pura destrutividade e a pornografia que pode matar eros;
    - Os extremos são fracos, os minoritários fortes;
    - Amizade e dádiva: uma declaração de amor-philia mútuo, um pacto de amigos por uma pólis feliz.

    • 52 min
    #029 A revanche de Deus!? (II) Religião em tempos de crise

    #029 A revanche de Deus!? (II) Religião em tempos de crise

    O República de Ideias traz hoje a conferência de Volney Berkenbrock, feita no dia 25 de julho de 2019 no “Ciclo de Humanidades: ideias e debates em filosofia e ciências sociais”, com o tema “A revanche de Deus: religião em tempos de crise”. Em sua conferência, Volney Berkenbrock se propôs a ler o significado de religião ao longo do tempo e seu (não) lugar na sociedade (pós)moderna. 
    Neste dia tivemos também a participação de Wellington Freitas, tratando dos evangélicos hoje. Mas como ele está participando de nossa série do República de Ideias e para não termos um episódio muito grande, aqui disponibilizamos apenas a fala do conferencista principal. 
    Se liga, o Ciclo de Humanidades começa em 2020 no dia 26 de março! 
    Tópicos 
    1. Religião: o que seria isso? 
    – Possibilidades etimológicas (religare, religere, rem ligare),
    – O uso do termo ao longo da história do ocidente cristão 
    2. A individualidade subjetiva e seu lugar ou a “emergência do sujeito” 
    – História longa e curta do sujeito;
    – algumas concepções de sujeito
    – passos no surgimento do sujeito religioso
    – onde chegamos na emergência do sujeito 
    3. A religião no tempo de transição do sujeito: 
    –  Crise do conceito de religião
    – Compreensão funcionalista da religião prevaleceu no Ocidente
    – Questões: Mas o que acontece com as individualidades (a questão da identidade individual:“identidade é a grande musa da pós-modernidade”) na sua relação com a religião?Como individualidade (identidade subjetiva) e religião irão se relacionar no novo contexto? – Algumas propostas interessantes de compreensão: Maffesoli, Hervieu-Leger, Luc Ferry 
    4. Novas apropriações da religião a partir da individualidade: 
    – Religião como experiência;
    – Espiritualidade pós-religião;
    – Religião como moldura 
    5. Considerações finais 
    – a convivência das três compreensões de religião
    – pelo que devemos entender a crise da religião hoje? Da superstição à revanche dos deuses 
    6. Perguntas e respostas 
    – evangélicos e o movimento dos 12. Como pensar isso? (Túlio)
    – religião como moldura como democratização da experiência religiosa? (Rubens)
    – religião hoje está a serviço do ego? (Andrea)
    – a crise da religião e a sociedade do cansaço: seria necessário um religar? (Zalboeno)
    – como compreender hoje em dia a ideia de salvação? (Mário)
    – religião e redes sociais (Antonio)

    • 1 hr 27 min
    #028 Incertezas da inteligência artificial (II) A guerra inteligente potencializada

    #028 Incertezas da inteligência artificial (II) A guerra inteligente potencializada

    O República de Ideias publica hoje o segundo episódio da temporada sobre as "Incertezas da Inteligência Artificial", que é derivada de uma série de ensaios publicados nos Cadernos do Ateliê. Com participação de Renato Magnelli, livre-pesquisador do Ateliê de Humanidades e engenheiro de automação, e André Magnelli, tratamos dos usos das IAs nas guerras híbridas de nosso tempo e refletimos assim sobre as  ameaças potenciais das IAs para a segurança digital, física e política. Após termos conversado sobre a "ciberguerra em curso" no primeiro episódio, encaramos agora os distintos modos pelos quais as IAs podem ser usadas para gerar danos físicos, seja em seu uso bélico ou civil.
    https://ateliedehumanidades.com/2020/02/08/podcast-incertezas-da-inteligencia-artificial-a-guerra-inteligente-potencializada/
    Tópicos
    - Recapitulando as capacidades das Inteligências Artificiais: em que isso muda as ameças físicas e o modo de fazer guerra?
    - Os usos militares das IAs: as armas letais autônomas (LAWs) e o movimento pelo seu banimento no Future of Life Institute
    - Sobre o documentário Slaughterbots
    - As questões éticas, jurídicas e políticas em torno das armas letais autônomas;
    - Os usos maliciosos das IAs para gerar ameaça física: convertendo hardwares e manipulando softwares...
    - A ascensão das "forças clandestinas": uma capacidade de violência desproporcional a seu número, recurso e território;
    - Da questão do terrorismo àquela do risco de sofisticação do monopólio da violência estatal;
    - As propostas de regulamentação para uma ecossistema robótico livre de violência maliciosa
    - Reflexões críticas sobre as propostas de concentração, centralização e controle
    - O que restou da doutrina de dissuasão recíproca?

    • 48 min
    #027 Novos livros para outros horizontes: uma conversa latinoamericana

    #027 Novos livros para outros horizontes: uma conversa latinoamericana

    Publicamos hoje a conversa entre Jaime Torres Guillén (Universidade de Guadalajara, México), Paulo Henrique Martins (UFPE) e André Magnelli (Ateliê de Humanidades), realizada no contexto do lançamento de livros do Ateliê de Humanidades Editorial realizado no Congresso da Associação Latinoamericana de Sociologia (ALAS), ocorrido em dezembro de 2019 no Perú.
    Tópicos: 
    - Breve introdução ao lançamento; 
    - Apresentação, por Paulo Henrique Martins do livro "Teoria crítica da colonialidade" (a ser lançado em breve no Brasil); 
    - Um debate em torno do projeto Cartografias da crítica e do editorial do Ateliê de Humanidades: reflexões de Jaime Torres Guillén;
     - Costuras entre os Cartografias da crítica e Uma democracia (in)acabada; 
    - Um papo sobre horizontes outros horizontes (latinoamericanos e globais) do pensamento crítico.
    Gostou das propostas dos livros? Você pode comprá-los agora mesmo:
    https://www.amazon.com.br/gp/offer-listing/6580291052/ref=tmm_other_meta_binding_new_olp_sr?ie=UTF8&condition=new&qid=1579850176&sr=8-1
    https://www.amazon.com.br/gp/offer-listing/658029101X/ref=tmm_other_meta_binding_new_olp_sr?ie=UTF8&condition=new&qid=&sr=

    • 32 min
    #026 Incertezas da Inteligência Artificial (I) Cenários hipotéticos de uma ciberguerra em ação

    #026 Incertezas da Inteligência Artificial (I) Cenários hipotéticos de uma ciberguerra em ação

    Ameaças generalizadas à segurança, armas de guerras (reais e virtuais), desaparecimento súbito de postos de trabalho, fake news automatizadas disseminando instabilidade política, sofisticação do sistema de controle dos Estados, algoritmos mapeando e classificando todos nossos passos, formando uma bolha ideológica e de consumo – não faltam sinais de que os autômatos dos novos tempos prometem nos deixar em constante sinal de suspense. Parece-nos, diante da avalanche de informações e inovações, que os valores mais caros da vida humana estão ameaçados permanentemente pelos autômatos que os próprios humanos estão a criar e proliferar.

    O República de Ideias publica hoje o primeiro episódio de uma série sobre "As incertezas da Inteligência Artificial", vinculada a ensaios que publicamos nos Cadernos do Ateliê no Plano de Convergência "Tecnociências & Sociedade: Interflúvios e Porvires da Máquina, da Vida e do (Pós-)Humano". Nesta série analisamos questões sobre IA em torno do relatório The Malicious Use of Artificial Intelligence: Forecasting, Prevention, and Mitigation, por meio do qual vinte e seis especialistas em Inteligência Artificial oriundos de centros universitários (Yale, Stanford, Cambridge e Oxford) e de organizações não-governamentais (como Electronic Frontier Foundation e OpenAI), assumiram uma posição sobre os potenciais usos maliciosos das IAs com ameaças à segurança digital, física e política. Neste episódio apresentamos e refletimos sobre uma das dimensões das incertezas sobre IAs, a da cibersegurança.

    Tópicos

    Apresentação do contexto da série sobre Incertezas da Inteligência Artificial: um ensaio sobre uso de IAs na política e em fake news vem aí!

    O que é Inteligência Artificial: brevíssima definição

    A automatização por IA, suas vulnerabilidades e suas consequências para a segurança digital, física e política;

    As capacidades potencialmente sobre-humanas das IAs;

    Uma questão de conjunto: as guerras (híbridas) de nosso tempo;

    Ciberguerras: ciberataques e ciberdefesas;

    Consequências das IAs para a segurança digital: invasões, engenharia social e adaptabilidade;

    Exemplos de ciberguerra em ação;

    Uma reflexão sobre propostas de medida e controle.

    Aproveite e leia o ensaio em nosso site!

    https://ateliedehumanidades.com/2018/03/10/incertezas-da-inteligencia-artificial-1-4-cenarios-hipoteticos-de-um-ciberguerra-em-acao/

    • 35 min
    #025 Agonias do público em tempos de Narciso

    #025 Agonias do público em tempos de Narciso

    O República de Ideias traz hoje uma conversa entre Marco Aurélio de Carvalho Silva e André Magnelli sobre as "agonias de público em tempos de Narciso", tema originalmente desenvolvido por eles em um artigo publicado no Jornal do Brasil (https://ateliedehumanidades.com/2019/03/15/ciclo-humanidades-ideias-e-debates-em-filosofia-e-ciencias-sociais/). Dialogando com vários autores, como Richard Sennett, Freud, Lacan, Byung Chul Han, Hannah Arendt, Marcel Gauchet e Edgar Morin, refletimos sobre as consequências subjetivas, sociais e políticas de uma sociedade.
    Tópicos
    - O mote: "Narciso acha feio o que não é espelho; e odeia o que, sendo público, não tem face";
    - A dificuldade de pensar o público: o que é viver em uma sociedade da intimidade?
    - A era da autenticidade: quando o que importa é deportar os outros e expressar a si mesmo;
    - Uma forma de ascese bem estranha;
    - Do dever ao poder: viver em uma sociedade do desempenho e do cansaço;
    - O que é um narcisista? E por que ele sofre e é frágil?;
    - Por que o público se torna uma questão de amor e ódio?
    - O palco da sociedade antiga versus o palco das redes sociais;
    - A fadiga de si mesmo e a sociedade pós-depressiva: rememorando o Ciclo de Humanidades com Arthur Bueno (Rumo a uma sociedade pós-depressiva?: https://ateliedehumanidades.com/2019/08/19/ciclo-de-humanidades-rumo-a-uma-sociedade-pos-depressiva-perspectivas-franco-alemaes-sobre-o-sofrimento-psiquico-evento-gratuito/);
    - Onde buscar a imortalidade? O público, o corpo e o mundo;
    - Qual a importância do espaço público para o florescimento dos indivíduos e da democracia?;
    - A necessidade de dar à luz um sentido do público e do coletivo;
    - A lição de Hannah Arendt: renascer é sempre possível;
    - Rumo a uma metamorfose?
    Escute os episódios quando, onde e como quiser! Eles estão disponíveis em quase todos os armazenadores de podcast (Spotify, Anchor, Castbox, Apple podcasts, Google podcasts, Breaker, Overcast, Pocketcasts, Radiopublic).

    • 57 min

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