250 episódios

Aqui ninguém perde tempo, é direto ao ponto. O podcast do GLOBO, publicado de segunda a sexta-feira às 6h, aborda os principais temas do Brasil e do mundo, para que você compreenda tanto os desafios da economia e os trâmites da política, quanto as inovações tecnológicas e a efervescência cultural. É muito?
Os jornalistas Carolina Morand e Roberto Maltchik, apresentadores do AO PONTO, encaram o desafio. A cada episódio eles recebem convidados para uma conversa sobre os acontecimentos mais relevantes do dia.

Ao Ponto (podcast do jornal O Globo‪)‬ O Globo

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    • 3,9 • 282 avaliações

Aqui ninguém perde tempo, é direto ao ponto. O podcast do GLOBO, publicado de segunda a sexta-feira às 6h, aborda os principais temas do Brasil e do mundo, para que você compreenda tanto os desafios da economia e os trâmites da política, quanto as inovações tecnológicas e a efervescência cultural. É muito?
Os jornalistas Carolina Morand e Roberto Maltchik, apresentadores do AO PONTO, encaram o desafio. A cada episódio eles recebem convidados para uma conversa sobre os acontecimentos mais relevantes do dia.

    A Otan de prontidão e cada vez mais perto da Rússia

    A Otan de prontidão e cada vez mais perto da Rússia

    Desde terça-feira, os líderes dos 30 países que formam a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) estão reunidos em Madri para alcançar objetivos históricos. Um dos mais relevantes foi obtido logo nas primeiras horas de encontro. A aceitação pela Turquia do ingresso de Suécia e Finlândia na aliança militar Implica em uma derrota para Vladimir Putin e aproxima ainda mais a aliança militar da fronteira com a Rússia. Mas o encontro também é chave para mudar a forma como a Otan encara a Rússia, que até a invasão da Ucrânia, em fevereiro, era classificada como uma nação que não apresentava ameaça e que tinha "importância estratégica". A partir de agora, os russos passarão a ser tratados como uma "ameaça direta e iminente". E, nesse contexto, o número de tropas dos países da aliança em prontidão para entrar em combate vai se multiplicar, passando de 40 mil para 300 mil soldados. Tudo isso em um cenário no qual a Rússia amplia o controle de posições ao Leste de Kiev, na região separatista de Donbass, e intensifica bombardeios, inclusive contra alvos civis. No Ao Ponto desta quarta-feira, o especialista em segurança internacional e professor da ESPM Gunther Rudzit explica até que ponto que essa mobilização de tropas em prontidão indica que a Otan se prepara para um combate e as implicações do aval da Turquia para a adesão de Suécia e Finlândia. Rudzit também analisa em que medida já é possível prever os planos de Putin na Ucrânia.

    • 26 min
    Laurentino Gomes: a escravidão no Brasil, entre a Independência e a Lei Áurea

    Laurentino Gomes: a escravidão no Brasil, entre a Independência e a Lei Áurea

    O último país da América a abolir a escravidão. O mesmo país que recebeu o mais impressionante número de escravos africanos em todo o planeta. Nos últimos dez anos, o escritor Laurentino Gomes, que também é autor da trilogia 1808, 1822 e 1889, mergulhou na história dos quase 5 milhões de negros que foram escravizados no Brasil. Laurentino encerra agora sua trilogia "Escravidão" (Globo Livros), com o lançamento do terceiro volume. Em 2019, o premiado escritor retratou o período entre o primeiro leilão de cativos em Portugal até a morte de Zumbi dos Palmares. Depois, contou a história da corrida do ouro até a chegada da Corte de Dom João ao Brasil. Esse último livro descreve uma das facetas mais importantes do Brasil do século XIX, período entre a Independência e a assinatura da Lei Áurea, em 1888. "A escravidão é o assunto mais importante da História do Brasil. Tudo o que nós fomos no passado, o que nós somos hoje e o que seremos no futuro tem a ver com as nossas raízes africanas e a maneira com que nos relacionamos com elas hoje", afirma o autor. No Ao ponto de desta terça-feira, Laurentino Gomes conversa sobre os abolicionistas, a resistência da elite econômica à libertação dos escravos e também analisa de que forma as marcas daquele período fazem parte até hoje do cotidiano dos brasileiros.

    • 31 min
    A semana decisiva do "pacote eleição" de Bolsonaro

    A semana decisiva do "pacote eleição" de Bolsonaro

    Até semana passada, o governo apostava suas fichas na redução de impostos sobre combustíveis para reverter a liderança do ex-presidente Lula nas pesquisas. O Planalto, a equipe econômica e seus aliados no Congresso chegaram a cogitar zerar o ICMS sobre o diesel e compensar os estados pelos prejuízos na arrecadação. Mas tudo mudou na quinta-feira, coincidência ou não, logo após a Justiça determinar a prisão do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro. A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que tratava da desoneração de impostos sobre os combustíveis, agora, passa a prever a ampliação do Auxílio Brasil, do vale-gás e a criação de um voucher caminhoneiro. Segundo o plano, o benefício social passará de R$ 400 para R$ 600 reais, até dezembro. O voucher para os caminhoneiros será de R$ 1 mil. Isso sem contar custeio do impacto da gratuidade para idosos de forma a evitar reajustes no transporte público. A conta pode chegar a R$ 38 bilhões, e fura o teto de gastos. Também pode burlar a lei eleitoral. E, pra evitar o descumprimento das regras das eleições, os governistas, como o relator da proposta, o senador Fernando Bezerra Coelho, querem decretar estado de emergência de forma a justificar esse gasto em período de eleições. Mas esse argumento é sólido para permitir o pagamento de novos benefícios, mesmo em período eleitoral? No Ao Ponto desta segunda-feira, o repórter Manoel Ventura, que acompanha de perto a elaboração das propostas, explica os detalhes dessa aposta do governo para reverter a tendência das pesquisas e o desgaste provocado pelo escândalo que aproxima o presidente Jair Bolsonaro das irregularidades no Ministério da Educação (MEC). A repórter Mariana Muniz, que ouviu ministros do TSE e especialistas, analisa possíveis desdobramentos jurídicos do 'pacote eleitoral' de Bolsonaro.

    • 21 min
    O desafio para cumprir a lei do aborto legal no Brasil

    O desafio para cumprir a lei do aborto legal no Brasil

    Nesta semana, o Brasil foi apresentado ao caso da menina de 11 anos de Santa Catarina que ficou grávida, e que teve o direito à interrupção da gravidez recomendado pelo Ministério Público Federal. O caso também levantou questionamentos sobre a conduta da juíza Joana Ribeiro Zimmer, como da promotora Mirela Dutra Alberton, que tentaram impedir a realização do aborto, que só aconteceu, na quarta-feira, após a ampla repercussão do caso. Entre janeiro de 2021 e fevereiro deste ano, houve 1.823 procedimentos autorizados por lei no Brasil. Em situações como essa, o aborto não só é excepcionalmente autorizado, como também deve ser oferecido pelo Sistema Único de Saúde. Mas esse episódio de Santa Catarina levanta ainda outras questões sobre a atuação da Justiça e dos órgãos de saúde, especialmente quando se trata de uma criança. Afinal, o que esse caso revela sobre a falta de compreensão sobre a lei que permite os casos excepcionais de aborto legal? No Ao Ponto desta sexta-feira, promotora de Justiça Silvia Chakian, ex-coordenadora do Grupo de Atuação Especial de enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do Ministério Público de São Paulo, explica o que a legislação diz expressamente sobre a interrupção legal da gravidez e analisa quais são os prejuízos às vítimas pela confusão das políticas públicas relacionadas ao tema.

    • 23 min
    O que torna importante a Lei das Estatais?

    O que torna importante a Lei das Estatais?

    Há quase oito anos, o Brasil era apresentado a uma lista de nomes de diretores e altos executivos da Petrobras. Mas eles só se tornaram conhecidos porque delataram o bilionário esquema de corrupção na companhia, do qual também participavam. O primeiro a denunciar crimes atribuídos a políticos foi o ex-diretor de Abastecimento Paulo Roberto Costa, indicado para a função pelo PP, o partido do atual presidente da Câmara, Arthur Lira (AL). Nas investigações da operação Lava-Jato, o ex-diretor da Petrobras assegurou que indicações políticas e interesses escusos eram a tônica há muitos anos, de "Sarney a Dilma". Diante das revelações bombásticas, as empresas privadas e públicas se viram obrigadas a fortalecer seus controles internos. No caso das estatais, ou companhias de economia mista, como a petroleira, o governo foi levado a adotar medidas que dificultassem a captura das diretorias por interesses ilícitos. Até que um novo estatuto foi criado em 2016, já no governo Temer, com regras que criam requisitos e normas de exclusão de indicações, seja por ligação partidária ou falta de capacitação técnica. Mas, agora, em 2022, diante da pressão do governo para que a Petrobras mude sua política de preços, amparada nas variações internacionais do barril de petróleo, líderes governistas e o próprio Arthur Lira passaram a defender mudanças na Lei das Estatais, justamente para que os diretores voltem a seguir à risca os interesses da classe política e de quem ocupa o Palácio do Planalto. "O que se aprovou lá atrás, muito ainda no rebote do que o país passou, transformaram as estatais em seres autônomos e com vida própria, dissociadas do governo do momento", afirmou Lira. Mas alterar a Lei das Estatais seria o caminho certo para frear os reajustes da Petrobras? No Ao Ponto desta quinta-feira, o ex-ministro da Controladoria-Geral da União Valdir Simão, que participou das discussões que deram origem à Lei das Estatais, explica por que esse não é a via adequado. Ele também analisa os riscos embutidos nesse tipo de mudança e conta o que foi pensado, em 2016, nos debates que ampararam o estatuto que protege a governança das empresas públicas.

    • 26 min
    Por que os aliados dizem que Bolsonaro vive o seu “inferno astral”?

    Por que os aliados dizem que Bolsonaro vive o seu “inferno astral”?

    Nos últimos dias, são frequentes os relatos que apontam o presidente Jair Bolsonaro mais irritado que o de costume. As expressões "mal momento" e "inferno astral" têm se repetido. E as explicações certamente passam pelas pesquisas eleitorais e pelo o que elas apontam sobre expressivas fatias da população, como a alta rejeição de Bolsonaro no público feminino e no eleitorado com renda de até dois salários mínimos. E a irritação só aumenta à medida que a eleição se aproxima, sem que o governo tenha uma bala de prata para enfrentar a inflação, que é global, e nem interferir na política de preços da Petrobras, que agora tem sido tratada como inimiga. Na terça-feira, o governo e o Congresso passaram a trabalhar sobre uma proposta de auxílio de 400 reais para caminhoneiros e de aumento do vale-gás. Mas, segundo ministros próximos ao presidente, o "mal momento" não deve passar caso as pesquisas também não comecem a favorecê-lo. Muitos aliados, crentes no aumento da temperatura, já tentam convencer Bolsonaro a tirar o general Braga Netto da candidatura a vice para trazer ao palanque a ex-ministra da Agricultura Tereza Cristina. No Ao Ponto desta quarta-feira, a colunista Bela Megale relata o que tem escutado de ministros e aliados políticos do presidente sobre o clima no Palácio do Planalto e de que forma Bolsonaro acompanha o resultado das pesquisas. Ela também conta como o atual cenário contamina as conversas entre o Tribunal Superior Eleitoral e o Ministério da Defesa na preparação das eleições.

    • 23 min

Opiniões de clientes

3,9 de 5
282 avaliações

282 avaliações

Raul Aguilera ,

Informativo

Muito informativo e de utilidade pública.

leitor satisfeito ,

Ponderado e objetivo

Renata Lo Prete, faz um debate ponderado e objetivo com isso o ouvinte tem um panorama do assunto com suas diversas nuances.

Erivan Silva ,

jornalismo de primeira

excelentes noticia parabéns

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