23 min

A bem-sucedida experiência de BH no combate à gripe espanhola Tempo Hábil

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Experiência traumática para a humanidade no século XX, a gripe espanhola é sempre lembrada pelo caos que provocou por onde passou. Não é para menos, afinal foram dezenas de milhões de mortos pelos quatro cantos do mundo. Aqui no Brasil, as histórias sobre corpos espalhados pelas ruas do Rio de Janeiro impressionam. Sozinha, a então capital do país registrou 15 mil das 35 mil mortes que houve no país, e teve dois terços de sua população – à época, de 910.000 pessoas – contaminada. 

Ainda que tenha causado medo e impactado radicalmente a rotina das pessoas por onde passou, a Espanhola fez estragos menos catastróficos em alguns dos lugares onde chegou. Foi o caso de Belo Horizonte. A jovem capital mineira tinha 45 mil habitantes, dos quais um terço se contaminou. As mortes aqui não chegaram a 300. Se no Rio 1,65% dos moradores faleceu, aqui, essa taxa foi de 0,5%. Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, a professora de história da UFMG Heloisa Starling conta em detalhes como BH lidou com a gripe espanhola e as razões do sucesso da cidade no controle da pandemia. Ouça!

Experiência traumática para a humanidade no século XX, a gripe espanhola é sempre lembrada pelo caos que provocou por onde passou. Não é para menos, afinal foram dezenas de milhões de mortos pelos quatro cantos do mundo. Aqui no Brasil, as histórias sobre corpos espalhados pelas ruas do Rio de Janeiro impressionam. Sozinha, a então capital do país registrou 15 mil das 35 mil mortes que houve no país, e teve dois terços de sua população – à época, de 910.000 pessoas – contaminada. 

Ainda que tenha causado medo e impactado radicalmente a rotina das pessoas por onde passou, a Espanhola fez estragos menos catastróficos em alguns dos lugares onde chegou. Foi o caso de Belo Horizonte. A jovem capital mineira tinha 45 mil habitantes, dos quais um terço se contaminou. As mortes aqui não chegaram a 300. Se no Rio 1,65% dos moradores faleceu, aqui, essa taxa foi de 0,5%. Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, a professora de história da UFMG Heloisa Starling conta em detalhes como BH lidou com a gripe espanhola e as razões do sucesso da cidade no controle da pandemia. Ouça!

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