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O Momento Tecnologia apresenta novas tecnologias desenvolvidas na Universidade de São Paulo e que são aplicadas na solução de problemas identificados nos vários segmentos da sociedade.

Momento Tecnologia - USP Jornal da USP

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O Momento Tecnologia apresenta novas tecnologias desenvolvidas na Universidade de São Paulo e que são aplicadas na solução de problemas identificados nos vários segmentos da sociedade.

    Momento Tecnologia #35: Novo Centro de Ondas Milimétricas da Poli permite o desenvolvimento de tecnologias 5G

    Momento Tecnologia #35: Novo Centro de Ondas Milimétricas da Poli permite o desenvolvimento de tecnologias 5G

    Todos que utilizam internet pelo smartphone ou outro dispositivo portátil estão acostumados com nomenclaturas como 3G e 4G. O que poucos sabem é que esses “gês” remetem às frequências de ondas utilizadas na transmissão de dados. O 3G, por exemplo, trabalha entre 850 megahertz (MHz) e 2.100 megahertz, enquanto o 4G funciona na faixa de 2,5 gigahertz (GHz). Mas o avanço científico não para e os equipamentos mais modernos atuam em frequências muito acima dessas. 
    Pensando nisso, foi inaugurado, na Escola Politécnica (Poli) da USP, o Centro de Ondas Milimétricas (mmW). O espaço permite que empresas e grupos de pesquisa desenvolvam equipamentos, circuitos e dispositivos de telecomunicação projetados para operar em frequências de até 110 GHz. Essas faixas permitem, por exemplo, o desenvolvimento de tecnologias 5G.
    Como explica Ariana Lacorte Serrano, professora da Poli e coordenadora do projeto, o objetivo do Centro mmW não é desenvolver por conta própria esse tipo de equipamento, mas auxiliar os interessados a realizar esse processo, disponibilizando meios para isso: “Queremos dar acesso às empresas que realmente precisam chegar num produto final (que não é o nosso caso), para que elas consigam fazer as medidas que elas precisam, os testes que elas precisam ou eventuais desenvolvimentos. Estou falando eventuais, porque no Brasil não se costuma ter um desenvolvimento enorme em tecnologia”.
    Dentre os equipamentos que o novo centro permite desenvolver, se destacam aqueles que operam em frequências 5G. O professor Cristiano Magalhães Panazio, também da Escola Politécnica da USP, comenta quais são os diferenciais desse tipo de dispositivo, capazes de fazer brilhar os olhos das maiores potências do mundo: “A questão é basicamente taxa. Então, se você estiver com uma qualidade boa de sinal, você vai conseguir transmitir com taxas muito mais altas do que são conseguidas hoje em dia com sistemas 4G, por exemplo”, explica o especialista.
    Em termos práticos, essas melhorias devem resultar em maior velocidade de download e upload, assim como coberturas mais amplas e conexões mais estáveis. No entanto, para além do 5G, as ondas milimétricas possuem outras aplicações. Por exemplo, elas permitem avanços nas áreas da telemedicina e na confecção de radares.
    Ouça a íntegra no player acima

    Momento TecnologiaEdição de roteiro: Denis PachecoEdição de som:  Guilherme FioriEdição geral: Cinderela CaldeiraE-mail: ouvinte@usp.brHorário: Quinzenalmente, terças-feiras, às 8h05
    O Momento Tecnologia vai ao ar na Rádio USP, quinzenalmente, segundas-feiras, às 8h05 – São Paulo 93,7 MHz e Ribeirão Preto 107,9 MHz e também nos principais agregadores de podcast  Veja todos os episódios do Momento Tecnologia

     
     

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    Momento Tecnologia #34: Sequenciamento genético investiga como a covid-19 age no organismo

    Momento Tecnologia #34: Sequenciamento genético investiga como a covid-19 age no organismo

    Pesquisadores da USP trabalham no sequenciamento genético de pacientes infectados pela covid-19. A ideia é entender os mecanismos de funcionamento da doença e as condições genéticas que levam às suas diferentes manifestações, ou seja, pessoas jovens podem ter quadros graves e idosos podem ter a covid-19 em sua forma leve. A coordenadora do projeto acredita que os resultados podem modificar a condução das políticas públicas de saúde, já que o isolamento social poderia ser restrito aos grupos com risco genético detectado, assim como a prioridade, numa eventual vacinação, enquanto as pessoas que apresentarem menos probabilidade de manifestação grave da covid-19, ou seja, as que possuem genes protetores, poderiam retomar suas atividades.
    A coordenadora do estudo, Mayana Zatz, do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva do Instituto de Biociências e diretora do Centro de Pesquisas do Genoma Humano e Células-Tronco da USP, explica que uma das principais vantagens do sequenciamento genético de pessoas infectadas pela covid-19 é descobrir quais são os genes de risco, para possibilitar o aumento da proteção dessa população e priorizar a vacinação e os medicamentos: “Essas pessoas devem ser muito mais protegidas e deveriam ser priorizadas quando começarem as campanhas de vacinação. Por outro lado, aqueles que a gente descobre que têm genes protetores, eles poderiam ficar mais sossegados e voltar ao trabalho e às atividades normais muito antes”. 
    Mayana informa que a ideia do projeto partiu da grande variabilidade clínica das pessoas infectadas ou em contato com o novo coronavírus. Há pessoas que desenvolvem formas muito graves da doença, pessoas que têm manifestação leve e uma grande proporção de assintomáticos, sem sinal clínico algum, apesar de terem tido contato próximo com pessoas infectadas. “A gente quer entender o porquê dessa variabilidade. A gente acredita que a resposta está na genética, então teria genes de risco naquelas pessoas que desenvolvem as formas mais graves e genes protetores nas pessoas que ficam assintomáticas.”
    O sequenciamento genético se apresenta atualmente como um aliado para desvendar o funcionamento do novo coronavírus no organismo e tem tido papel fundamental no mapeamento de doenças, principalmente as raras, como explica Maria Rita Passos Bueno, também do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva do Instituto de Biociências e do Centro de Estudos do Genoma Humano e Células-Tronco da USP: “A gente hoje conhece o mecanismo genético de mais de 80% dessas doenças raras, que têm pelo menos 7 mil doenças catalogadas. Sem esse sequenciamento, isso não seria possível”. 
    O sequenciamento genético de infectados pela covid-19 é realizado em pacientes voluntários. O foco são os assintomáticos e os superidosos, pessoas que passaram dos 90 anos de idade e tiveram quadro leve da doença. Para participar do estudo, basta enviar e-mail para estudocovid@gmail.com.
    Para saber mais sobre o sequenciamento genético de pacientes infectados pela covid-19, ouça o podcast na íntegra pelo player acima.

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    • 9 min
    Momento Tecnologia #33: De ideias básicas a sofisticadas, máscaras que protegem e fazem a diferença

    Momento Tecnologia #33: De ideias básicas a sofisticadas, máscaras que protegem e fazem a diferença

    Se há um item que é logo associado à pandemia que estamos vivendo atualmente, esse item é a máscara de proteção. De modelos mais básicos aos mais sofisticados, os protetores faciais até viraram moda, com materiais e desenhos inovadores, além de seu uso sanitário. Pesquisando pela internet ou até mesmo pelo YouTube, pessoas podem encontrar milhares de resultados sobre a confecção de máscaras de proteção, geralmente envolvendo o conceito DIY (Do It Yourself, ou seja, faça você mesmo).
    A USP e seus professores/especialistas não podiam ficar de fora, e alguns projetos derivados de ideias inusitadas e ações coletivas conseguiram ir para a frente. Um desses casos é a máscara de proteção criada pelo professor Ruy Pauletti, da Escola Politécnica (Poli) da USP, que aproveitou do conceito envolvendo a prática do esporte esnórquel para pensar em uma ideia diferente. “Logo no início, quando começou a ficar claro que a epidemia chegaria no Brasil, eu já ruminava a ideia. Nas mídias sociais apareceu alguém que vestiu uma máscara, um snorkel full-face, eu achei a ideia interessante. E eu então ruminava a ideia, ‘por que não pegar um snorkel e adaptar um filtro nele?'”, explica Pauletti, ao Momento Tecnologia.
    O projeto se desenvolveu tão bem que a empresa Lorenzetti resolveu apoiar a ideia do professor, e apesar de ainda precisar de testes e comprovações de eficácia, seu potencial pode fazer diferença na proteção de médicos intensivistas.
    Uma ideia também original surgiu na Faculdade de Medicina da USP, em que as doutoras Lilian Arai e Suzane Kioko Ono (além de suas equipes) fizeram um vídeo no Instagram, divulgando uma ideia simples, mas eficiente. “Bem no início da crise, o pânico e a falta generalizada de TIs nos fez buscar alternativas para proteção dos nossos colaboradores. A gente recebia vídeos de como fazer essas máscaras, uma delas foi a de uma moça, que foi muito legal, que era o das tiaras, que ela prendia com grampos”, comenta Suzane. A simplicidade em torno dessa máscara feita na FM-USP fez com que professores da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) criassem a campanha Máscara do Bem, que confeccionou máscaras para profissionais de saúde na cidade. “A ideia da campanha Máscara do Bem surgiu da vontade de envolver os alunos, na verdade, de uma insatisfação, de simplesmente assistir à carência de equipamentos de proteção individual dos profissionais”, esclarece a professora Gisele Fabri, coordenadora da Liga de Odontologia da UFJF.
    E você já imaginou fazer uma máscara de proteção baseada em um filtro de papel, um saquinho plástico de geladeira e um pedaço de barbante? Talvez a ideia possa parecer bem inusitada, mas o professor Henrique Eisi Toma, do Instituto de Química da USP, conseguiu fazer exatamente isso e explica o uso do filtro de papel. “Para o químico, existe o filtro de papel que é muito diferente do papel toalha, do papel higiênico ou do guardanapo. Todos são feitos de papel, mas o papel de filtro foi feito para filtrar. Quando você faz um cafezinho, um filtro de café que é bom, é estéril, filtra bem e você não fica chocado com isso. Filtra um suco, qualquer coisa, é estéril, é higiênico”, comenta. No vídeo abaixo, você confere como a máscara é feita:

    https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2020/08/Máscara-de-proteção-caseira-Professor-Henrique.mp4
    Saiba mais ouvindo o episódio na íntegra, com reportagem de Anderson Lima e Gabrielle Abreu.

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    Momento Tecnologia #32: Telemedicina realiza triagem de pacientes com suspeita de covid-19 a distância

    Momento Tecnologia #32: Telemedicina realiza triagem de pacientes com suspeita de covid-19 a distância

    Para auxiliar pessoas com sintomas brandos de covid-19, que temem procurar estabelecimentos de saúde em meio à pandemia, foi desenvolvida na Escola Politécnica (Poli) da USP, em conjunto com a startup Health.inn, um projeto de telemedicina para triagem de pacientes com suspeita da doença. Marcos Ribeiro Pereira Barretto, professor da Poli e coordenador do projeto, explica a ideia:
    “A gente está trabalhando com teleconsulta, que é justamente ter uma consulta via telemóvel, e telemonitoramento. Então, a gente, junto aos amigos da poli, aprovou a compra de alguns kits de equipamentos, oxímetro, medidor de pressão arterial, medidor de temperatura para fazer o acompanhamento de pessoas com alguma suspeita de infecção pela covid-19.”
    A telemedicina não é exatamente uma novidade. Há alguns anos ela já é indicada pela Organização Mundial da Saúde para casos em que a distância é um fator crítico para a oferta de serviços ligados à saúde. Mas a gravidade da pandemia levou o governo brasileiro a publicar a Portaria nº 467, que incentiva uma maior utilização de certas modalidades de telemedicina no País.
    A possibilidade de aplicação desse tipo de projeto — como aponta Paulo Mazzoncini de Azevedo Marques, professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto — se amplia em uma situação como a atual de pandemia. “Porque a gente está em isolamento social, a ida de uma pessoa ao centro de referência de saúde pode implicar numa possível chance maior de contaminação. Então você tem de fazer a assistência da saúde por um teleatendimento, seja com um pré-clínico, seja definir se aquele paciente precisa ou não buscar o atendimento mais específico de um médico”, diz o especialista ao Momento Tecnologia.
    Antes da publicação dessa portaria, a legislação relativa à telemedicina encontrava dificuldades em avançar no Brasil. Somente a necessidade de evitar que as pessoas visitem locais que propiciem contaminação foi capaz facilitar tal tramitação. Agora, com a lei a seu favor, projetos como o da Poli podem amparar pessoas com sintomas leves e indicar a necessidade ou não de comparecimento a um estabelecimento de saúde.

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    • 9 min
    Momento Tecnologia #31: Saiba como a USP tem desenvolvido testes para a covid-19

    Momento Tecnologia #31: Saiba como a USP tem desenvolvido testes para a covid-19

    Desde o início da pandemia, pesquisadores da USP se mobilizaram para estudar e desenvolver testes para diagnóstico da covid-19, em um projeto de integração entre departamentos e laboratórios da Universidade. Neste episódio do podcast Momento Tecnologia, conversamos com dois professores envolvidos nesse processo para entender melhor como os testes funcionam.
    O Ministério da Saúde indica que o RT-PCR em tempo real seja o teste mais confiável. Para diminuir as chances de diagnóstico de falso negativo recomenda-se que ele seja aplicado em pacientes sintomáticos na fase aguda da doença, e que a coleta seja realizada entre o terceiro e o sétimo dia de sintomas, quando a carga viral é maior.
    Na USP, pesquisadores da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) e também do Projeto Genoma do Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células-Tronco do Instituto de Biociências (IB) passaram a contribuir desenvolvendo testes e recursos para o controle da covid-19. Apesar do foco no desenvolvimento do tipo RT-PCR, os cientistas têm buscado desenvolver alternativas mais baratas e rápidas para a testagem.
    No Projeto Genoma, o foco tem sido desenvolver testes moleculares em formato RTLan, que difere do teste RT-PCR, por não depender de equipamentos sofisticados. A professora Maria Rita Passos, do IB, ressalta que o custo do teste é bem menor, e “ainda é possível pular uma etapa que se refere à extração de RNA do vírus a partir da amostra coletada com o swab do tecido da faringe. Pular essa etapa é ganhar tempo e recursos. Também estamos tentando fazer o teste em amostras de saliva, o que vai facilitar a coleta de material de pacientes infectados, pois viabiliza a autocoleta e reduz muito o risco de contaminação”.
    A importância desses estudos, segundo o pesquisador Paulo Eduardo Brandão, da FMVZ, é entender esse meio biológico como forma de mostrar “os caminhos para a vacinação ou os antivirais, por exemplo, ou de como o vírus causa a doença”. Além disso, os esforços no desenvolvimento dos testes rápidos se dão porque “além da velocidade de execução, eles têm uma logística de distribuição muito mais simples que o RT-PCR”. Isso pode agilizar a identificação do vírus e o tratamento necessário para o paciente.
    Saiba mais ouvindo o episódio na íntegra.

    • 8 min
    Momento Tecnologia #30: Pesquisadores utilizam laser para tratar neuropatia diabética

    Momento Tecnologia #30: Pesquisadores utilizam laser para tratar neuropatia diabética

    Pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da USP desenvolveram um tratamento experimental para um distúrbio nervoso, até o momento, sem cura: a neuropatia diabética. Essa complicação crônica tem como causa a diabetes e afeta os nervos periféricos do corpo, como explica Milena Cristina Dias Calsaverini, cirurgiã vascular do Hospital Universitário da USP: “A neuropatia diabética é uma lesão que acontece nos nervos periféricos no paciente diabético, que se inicia pela progressão da microangiopatia diabética. O paciente tem uma lesão da microcirculação e progressivamente isso vai levando à destruição dos nervos periféricos, produzindo uma característica perda progressiva da sensibilidade protetora das extremidades, então ele perde essa sensibilidade, esse mecanismo de dor”.
    Com uso de laser de baixa intensidade, o tratamento busca melhorar a cicatrização e atenuar a dor dos pacientes que convivem com ela, ao se mostrar eficaz no tratamento de inflamações. Esse laser já é utilizado, por exemplo, na área odontológica, para tratar feridas bucais. A iniciativa é coordenada pela professora Camila Squarzoni Dale, do Instituto de Ciências Biomédicas da USP. O projeto conta com a parceria do Hospital Universitário da USP desde 2018 e o tratamento experimental é feito no Ambulatório de Feridas há mais ou menos um ano. 
    A pesquisadora Victoria Regina da Silva Oliveira, do Departamento de Anatomia do ICB, é a responsável pelas aplicações nos pacientes e relembra como essa parceria surgiu: “Ficamos sabendo desses pacientes no Hospital Universitário, e que havia uma procura bastante grande no ambulatório de feridas de pacientes que tinham feridas diabéticas e que só tinham o tratamento convencional, que era o uso de curativos, os desbridamentos que eles fazem e que, no entanto, era um tratamento bastante doloroso, e o resultado, algumas vezes, demorava. Então a gente pensou como seria o efeito do laser para tratar essas feridas decorrentes do diabete, diminuindo todo o custo que esse paciente tem, que o próprio hospital tem, diminuindo também as idas desse paciente para o hospital e melhorando diretamente a qualidade de vida desses pacientes, melhorando então a cicatrização e também a dor que esses pacientes vêm a sentir”.
    Ouça o podcast na íntegra com reportagem de Gabrielle Abreu.

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