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Jornalista (preferencialmente digital), educador (preferencialmente digital), trabalhando para tornar o mundo um lugar melhor

O Macaco Elétrico @PauloSilvestre

    • Negócios

Jornalista (preferencialmente digital), educador (preferencialmente digital), trabalhando para tornar o mundo um lugar melhor

    Colapso das criptomoedas mostra que elas não servem para quem tem coração fraco

    Colapso das criptomoedas mostra que elas não servem para quem tem coração fraco

    Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana 😊
    Não há grandes ganhos sem grandes riscos. Essa máxima se aplica perfeitamente às criptomoedas, que têm no Bitcoin sua maior estrela. Mas o colapso desse mercado na semana passada demonstra que o investimento em moedas digitais não funciona para qualquer um.

    A cotação do Bitcoin despencou para o valor mais baixo desde 2020. A TerraUSD, outra criptomoeda que se promove como “estável”, entrou em colapso. Quando a poeira baixou, cerca de US$ 300 bilhões (mais que R$ 1,5 trilhão) tinham evaporado em poucos dias.

    Portanto, se a essa altura você ainda se pergunta se deve ou não investir em criptomoedas, a resposta provavelmente é não!

    Com tudo isso, não estou dizendo que criptomoedas sejam um mau negócio ou que ninguém deva investir nelas ou mesmo usá-las como meio de pagamento. Mas, para a imensa maioria da população, são necessárias informação e ajuda capacitada e ética para isso.

    Quer entender melhor como funcionam as criptomoedas e por que houve a crise da semana passada? Ouça esse meu episódio. E depois deixe suas percepções sobre as criptomoedas nos comentários.

    • 8 min
    Uma inteligência artificial sem ética pode arruinar a sociedade

    Uma inteligência artificial sem ética pode arruinar a sociedade

    Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana 😊
    Graças a crescente simbiose com sistemas digitais, nossas decisões cotidianas são influenciadas por eles. O que pouca gente sabe é que, da mesma forma, nós influenciamos as máquinas. Na verdade, graças à inteligência artificial cada vez mais disseminada nesses sistemas, elas efetivamente aprendem conosco.

    Mas será que estamos sendo bons professores?

    A pergunta pode parecer sem sentido, mas embasa um dos temas mais quentes hoje para quem trabalha com inteligência artificial: a ética desses sistemas. Plataformas de IA desenvolvidas de maneira displicente podem ser mais suscetíveis a aprender e a perpetuar coisas ruins.

    A ironia –e possivelmente o grande risco disso– é que, se elas aprenderem isso de gente preconceituosa, passarão adiante o erro para outras pessoas, por sua vez influenciadas por esses sistemas. Em outras palavras, uma inteligência artificial cheia de vieses pode piorar –e muito– a sociedade.

    Isso obviamente não quer dizer que a inteligência artificial seja ruim ou perigosa. Mas a preocupação com seus vieses é tão grande, que foi um dos assuntos que mais ouvi na semana passada, durante minha visita a Montréal (Canadá) para participar do World Summit AI Americas, um dos maiores eventos do setor no mundo.

    Para entender como um sistema digital pode desenvolver preconceitos, como isso pode impactar decisivamente nossas vidas e o que devemos fazer para evitar que isso aconteça, convido você a ouvir esse episódio. E depois deixe suas percepções nos comentários.

    • 9 min
    O inferno são os outros

    O inferno são os outros

    Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana 😊
    A liberdade nunca esteve tão em alta, pelo menos na boca do povo. Mas paradoxalmente ela nunca foi tão maltratada e usurpada. Quanto mais se apoderam dela, mais as pessoas esquecem seu real significado.

    Na semana passada, um dos assuntos mais comentados foi a compra do Twitter por Elon Musk, que pagou US$ 44 bilhões pela plataforma do passarinho azul. A sua principal motivação teria sido, como disse, “restabelecer a liberdade de expressão na rede”. Para o homem mais rico do mundo, isso significa que nada publicado nas redes deve sofrer qualquer tipo de moderação.

    Isso seria verdade se vivêssemos em uma sociedade utópica, em que todos aproveitassem desse benefício de maneira responsável e civilizada. Mas estamos muito longe disso, e, aos nossos olhos, a culpa parece ser sempre dos outros.

    Gostaríamos de não ser incomodados e vivermos de acordo com o que acreditamos. Mas o jornalismo, por exemplo, insiste em nos mostrar que o mundo não dá a mínima para nossas vontades, e que temos que aprender (ou reaprender) a conviver em harmonia dentro da sociedade.

    Enquanto não soubermos o que Musk efetivamente fará com o Twitter, precisamos fazer a nossa parte para nos salvar de nós mesmos. Não podemos continuar achando que tudo é culpa dos outros e –pior ainda¬– que nós estamos sempre certos e que os outros estão sempre errados.

    Entenda melhor tudo isso ouvindo esse episódio. E depois deixe as suas percepções sobre o assunto nos comentários.

    • 8 min
    Jornal da Live – edição 115 – 26 de abril de 2022

    Jornal da Live – edição 115 – 26 de abril de 2022

    O Twitter tem um novo dono: Elon Musk!

    O homem mais rico do mundo, fundador das incensadas Tesla (fabricante de carros elétricos) e SpaceX (empresa aeroespacial), concluiu nessa segunda as negociações para adquirir a totalidade da rede social por US$ 44 bilhões. O negócio, um dos maiores da história da indústria de tecnologia, deve ser fechado ao longo desse ano, fazendo com que a rede do passarinho azul se torne uma empresa de capital fechado.

    Desde o começo do mês, Elon Musk já era o maior acionista da empresa, quando comprou 9,2% de suas ações. De lá para cá, vinha dizendo que compraria o restante da empresa ou desistiria dela. O conselho de administração vinha resistindo, mas o bilionário fez uma oferta irrecusável aos acionistas, pagando US$ 54,20 por ação, um valor quase um terço maior que a cotação de quando anunciou a proposta.

    Musk promete fazer mudanças que podem ser interessantes, como banir o uso de robôs na plataforma e liberar o código de seus algoritmos no formato de open source. Mas o que está deixando o mercado e os usuários sobressaltados é sua conhecida postura sobre o que chama de “liberdade de expressão”.

    Há uma expectativa de que ele elimine qualquer espécie de moderação ao que se publica na rede. Com isso, há um grande temor de que o Twitter se torne um enorme celeiro de desinformação, algo que todas as grandes empresas do setor vêm combatendo nos últimos anos, até por pressão da Justiça de vários países, inclusive dos EUA, casa de quase todas elas.

    Como será o Twitter sob o domínio de Elon Musk? Você vê esse movimento como algo mais positivo ou mais negativo? Quais os possíveis riscos e benefícios de sua aquisição total pelo empresário?

    Venha saber mais sobre esse e outros assuntos aqui, na 115ª edição do JORNAL DA LIVE, a melhor experiência jornalística da rede: participe com os seus comentários!

    Esses são os assuntos dessa edição:
    - Mercado e usuários discutem como o Twitter funcionará sob o comando de Elon Musk
    - Com a economia descontrolada, brasileiros perdem conquistas vigentes desde o Plano Real
    - Apesar de bons resultados, pré-candidatos em São Paulo criticam câmeras nas fardas de PMs
    - Influenciadores americanos insistem para que as pessoas abandonem o Google
    - “Notícia bizarra”: brasileiros participam do Campeonato Mundial de Aviãozinho de Papel

    • 1h 20 min
    Os desencontros do streaming pavimentam o caminho para uma nova pirataria

    Os desencontros do streaming pavimentam o caminho para uma nova pirataria

    Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana 😊
    Alguns crimes vêm e vão, ressurgindo em novos formatos, aproveitando oportunidades. É o caso da pirataria de vídeos, que andava em baixa nos últimos anos, mas que vem ganhando força de novo com a guerra comercial das diferentes plataformas de streaming e mudanças impopulares em algumas das principais delas.

    Na semana passada, a Netflix, líder dessa indústria, anunciou a primeira redução em sua base de assinantes em quase 11 anos. Justo ela, que teve um papel importante na diminuição da pirataria, fazendo o público trocar os camelôs de DVDs ilegais por um serviço cômodo e de qualidade, a um preço módico.

    Com o aumento da concorrência de estúdios que tornam suas produções exclusivas em suas próprias plataformas, o público continua assinando algumas delas, mas não tem dinheiro para todas. Recorre então a métodos ilegais para assistir ao que está por trás dos muros das que não consegue pagar. Em outras palavras: o excesso de produções exclusivas nas diferentes plataformas empurra as pessoas para a pirataria, para conseguirem ver tudo que desejam.

    Todos os estúdios têm direito de participar da “festa do streaming” que a Netflix mostrou ser interessantíssima. Mas até onde essa guerra vale a pena, se ela começa a tirar assinantes de todos e a engordar a pirataria?

    Para entender essa dinâmica intensa de um mercado que impacta todos nós, assista ao meu vídeo abaixo. E depois compartilhe suas percepções nos comentários. Aliás, quais são as plataformas de streaming que você assina? Pretende assinar uma nova ou cancelar alguma que já tem?

    • 9 min
    O Brasil sentou-se em uma bomba chamada WhatsApp

    O Brasil sentou-se em uma bomba chamada WhatsApp

    Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana 😊
    Lá pelos idos do ano 2000, quando eu era gerente de produtos da AOL (America Online) e tinha sob minha responsabilidade as versões brasileiras do Instant Messenger e do ICQ, percebi que a empresa que oferecesse o melhor aplicativo de mensagens conquistaria o coração dos internautas. Duas décadas depois, essa empresa é a Meta, com seu Facebook Messenger e principalmente seu WhatsApp.

    Isso é tão verdade que hoje um presidente compra briga com outro poder da República por causa desses programas. Na mais recente bravata, nesse sábado, Jair Bolsonaro disse que não aceitará o acordo da Meta com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que fará com que novos recursos sejam incorporados ao WhatsApp apenas após a eleição desse ano.

    Mas, afinal, o que há de tão especial nesse programa a ponto de provocar essa balbúrdia toda? Acredite: existem muitos motivos! Descubra assistindo ao meu vídeo abaixo e, de quebra, saiba quais são os novos recursos que a Meta trará para seu principal aplicativo de mensagens.

    E me conta uma coisa: você conseguiria ficar sem o WhatsApp?

    • 9 min

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