518 épisodes

Um programa que explica como funciona a Ciência. A Ciência faz parte do nosso dia-a-dia. Vivemos imersos num mar de idéias, objetos e instrumentos que definem muito do que somos e fazemos, mas muitas vezes não compreendemos todo seu significado. Numa atmosfera descontraída - como numa roda de mate - cientistas conversam sobre assuntos do momento e tentam preencher as lacunas deixadas pelo sistema educacional e pela desinformação dominante na mídia. Por que saber é um direito de todos.

Fronteiras da Ciência Fronteiras da Ciência/IF-UFRGS

    • Sciences
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Um programa que explica como funciona a Ciência. A Ciência faz parte do nosso dia-a-dia. Vivemos imersos num mar de idéias, objetos e instrumentos que definem muito do que somos e fazemos, mas muitas vezes não compreendemos todo seu significado. Numa atmosfera descontraída - como numa roda de mate - cientistas conversam sobre assuntos do momento e tentam preencher as lacunas deixadas pelo sistema educacional e pela desinformação dominante na mídia. Por que saber é um direito de todos.

    T15E04 - Extinções em massa

    T15E04 - Extinções em massa

    Evolução e Extinção são como as duas faces de uma mesma moeda” - dessa forma simples, porém precisa, o paleontólogo César Schultz, nosso colega professor do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia do Instituto de Geociências, explica o papel das extinções na história da vida na Terra. Contra este pano de fundo de contínuas extinções, porém, alguns eventos se destacam por suas dimensões, as chamadas Extinções em Massa, quando uma enorme quantidade de espécies desaparece subitamente do registro geológico. Dentre as múltiplas causas possíveis, as extraterrestres - como o impacto de asteróides - são sempre as favoritas, as mais comentadas. Mas adivinhem quem, de fato, é quase sempre o principal culpado? Para saber, escute a entrevista da qual participam Jeferson Arenzon, do Departamento de Física (IF), e Jorge Quillfeldt, do Departamento de Biofísica (IB), todos da UFRGS.

    Produção e edição: Jorge Quillfeldt
    Créditos da Imagem: Victor Leshyk/Scientific American (2022), https://www.scientificamerican.com/article/toxic-slime-contributed-to-earth-rsquo-s-worst-mass-extinction-mdash-and-it-rsquo-s-making-a-comeback/

    T15E03 - Schultz, o homem que virou suchus

    T15E03 - Schultz, o homem que virou suchus

    A escolha de um nome não é um processo simples, tem influência das nossas origens, da nossa comunidade, das expectativas de como esse nome vai ser recebido e usado, se queremos homenagear alguém ou alguma coisa, etc. Esse é justamente o tema deste episódio, com o convidado Cesar Schultz, professor recém aposentado do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia da UFRGS. Cesar Schultz é um dos pioneiros da paleontologia no RS e não só batiza fósseis mas, em reconhecimento ao seu trabalho, tem répteis e dinossauros nomeados em sua homenagem: o Buriolestes schultzi, o Bonacynodon schultzi e, mais recentemente, o Schultzsuchus loricatus. Por enquanto. Por que os nomes científicos são compostos? O que significa cada um desses dois nomes? Quem foi o gaúcho Schultzsuchus? Participam também da conversa Jeferson Arenzon do Departamento de Física e Jorge Quillfeldt do Departamento de Biofísica, ambos da UFRGS. Esteve episódio estava pronto quando se abateu o maior desastre climático já registrado no RS. Esperamos que as coisas melhorem e que todos estejam bem. Aproveitem e ouçam nossos episódios sobre o tema. Avisos não faltaram.

    Produção e edição: Jeferson Arenzon
    Créditos da Imagem: Buriolestes schultzi (Flavio Lopes, https://pt.wikipedia.org/wiki/Buriolestes#/media/Ficheiro:Buriolestes_teeth.jpg )

    T15E02 - Câncer de mama

    T15E02 - Câncer de mama

    O câncer de mama é o tipo de câncer mais comum em mulheres em todo o mundo. Existem mais de 2 milhões de novos casos por ano, o que representa cerca de um quarto dos tipos de câncer diagnosticados em mulheres. Nos Estados Unidos, estima-se que 1 a cada 8 mulheres poderá desenvolver câncer de mama ao longo de suas vidas. E essas taxas de incidência têm aumentado, principalmente em mulheres com menos de 50 anos. Apesar dessa alta taxa de incidência, apenas 1 a cada 40 mulheres morrem dessa doença. Os dados então sugerem que temos bons prognósticos para esse tipo de câncer. Para conversar sobre esse tema, Jorge Quillfeldt (Biofísica-UFRGS) e Carolina Brito (IF-UFRGS) conversam com Tomás Reinert, que é médico oncologista com doutorado em ciências médicas pela UFRGS. Depois de ser líder de oncologia mamária da Oncoclínicas em Porto Alegre, ele é atualmente o líder de oncologia mamária no Hospital Nora Teixeira na Santa Casa de Porto Alegre.

    Produção e edição: Carolina Brito
    Créditos da Imagem: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Cancro_da_Mama.jpg

    T15E01 - Ansiedade Climática

    T15E01 - Ansiedade Climática

    De acordo com a Wikipedia, a ansiedade é uma emoção, um sentimento vago e desagradável de medo, inquietação, preocupação, caracterizada por tensão ou desconforto derivado da antecipação de perigo, de algo desconhecido ou estranho. Ao contrário do medo, que é uma resposta a uma ameaça real ou percebida, a ansiedade é mais uma expectativa de uma ameaça futura, e quando experimentada regularmente, pode virar um transtorno. Não é que nos faltem motivações para desenvolver ansiedade: política, economia, ecologia, direitos humanos, guerras. Neste episódio tratamos de um deles, o clima. Esse é um caso atípico porque embora as perspectivas futuras sejam bem sombrias, seus efeitos já são percebidos concretamente, não é algo abstrato que nossos netos e netas irão enfrentar num cenário apocalíptico de cinema noir. As convidadas ansiosas do episódio são a Amália Garcez, que é estudante de física e ativista climática, e a Karina Bruno Lima, que é geógrafa, doutoranda em climatologia e também estudante de física. Conversam com ela os não menos ansiosos Jeferson Arenzon e Carolina Brito do Departamento de Física, todos da UFRGS.

    Produção e edição: Jeferson Arenzon
    Créditos da Imagem: Matt Groening (The Simpsons)

    T14E10 - Lei de Força-Zero da Evolução e a origem da complexidade Biológica

    T14E10 - Lei de Força-Zero da Evolução e a origem da complexidade Biológica

    O paradigma da Síntese Moderna da Teoria da Evolução envolve quatro mecanismos – mutação, seleção, fluxo gênico e deriva genética – e uma regra inconteste: a de que este processo não tem direção definida, é essencialmente aleatório, como já discutimos em episódios anteriores (T09E18 e 21). Essa ênfase visa superar uma certa noção de “progresso” que contaminou a biologia evolutiva desde o século XIX, a chamada “ortogênese”. Mas uma questão ficou sem resposta: como surge, então, a complexidade? Ou: quão espontaneamente cresce a diversidade biológica? Há alguma regra que preveja seu aparecimento na evolução da vida? É disso que trata a Lei de Força-Zero da Evolução (ZFEL) proposta por Daniel McShea e Robert Brandon em 2010, no livro "A 1a Lei da Biologia". Para discutir esse assunto atualíssimo convidamos novamente o colega Aldo Mellender de Araújo (Depto Genética, IB), que conversou com Jorge Quillfeldt (Depto Biofísica, IB) e Jeferson Arenzon (Depto de Física, IF) – todos da UFRGS.

    Produção e edição: Jorge Quillfeldt
    Créditos da Imagem: Lunatics Labs, 2021, https://loonylabs.org/2021/07/29/the-complexity-of-biology/ ; The University of Chicago Press (2010); Cambridge University Press (2020)

    T14E09 - Ondas de Calor

    T14E09 - Ondas de Calor

    Em meio a tantas guerras e outras calamidades que afligem o nosso planeta, as mudanças climáticas se destacam tanto pela escala espacial, global, quanto pela escala temporal, de longo prazo, em que ocorrem. Tempestades, enchentes, secas e incêndios são alguns eventos já usuais e os perigos envolvidos são mais conhecidos. Há, porém, um outro evento, invisível e silencioso, mas nem por isso menos catastrófico e mortal, que é a onda de calor. O mundo tem vivido as maiores temperaturas já registradas, com recorde atrás de recorde sendo quebrado e as perspectivas, mesmo nos cenários menos pessimistas, não são nada boas. Temperaturas tão altas que podem matar em questão de horas. Pra falar então sobre mais essa ameaça, a convidada é a Karina Bruno Lima, geógrafa e doutoranda em climatologia na UFRGS. Conversando com ela, Jeferson Arenzon, do Departamento de Física e Jorge Quillfeldt, do Depto de Biofísica, ambos também da UFRGS.

    Produção e edição: Jeferson Arenzon
    Créditos da Imagem: Berkeley Earth - https://berkeleyearth.org/september-2023-temperature-update/

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