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O Primeiro Café apresenta as notícias com bom humor e um papo que ajuda a digerir os assuntos da atualidade. Tem edição nova de segunda a sexta às 8h. O jornalista Lucas Rohan apresenta as primeiras notícias da manhã e recebe colunistas todos os dias: Adriano Viaro, Maria Clara Carneiro, Lielson Zeni, Paula Bianchi, Adriane Rampazzo, Edu Peres, Rachel Cor, Rafaela Santos, Walquíria Poiano e Juliana Coelho Netto.

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O Primeiro Café apresenta as notícias com bom humor e um papo que ajuda a digerir os assuntos da atualidade. Tem edição nova de segunda a sexta às 8h. O jornalista Lucas Rohan apresenta as primeiras notícias da manhã e recebe colunistas todos os dias: Adriano Viaro, Maria Clara Carneiro, Lielson Zeni, Paula Bianchi, Adriane Rampazzo, Edu Peres, Rachel Cor, Rafaela Santos, Walquíria Poiano e Juliana Coelho Netto.

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    #381 Acontece nos EUA, acontece no Brasil? FBI faz batida na casa de Trump | O Brasil normalizou o discurso da extrema-direita?

    #381 Acontece nos EUA, acontece no Brasil? FBI faz batida na casa de Trump | O Brasil normalizou o discurso da extrema-direita?

    TERÇA, 09/08/2022: Em 10 de janeiro de 2019, com 10 dias de governo do pai, o deputado Eduardo Bolsonaro postou a seguinte frase ao retuitar uma mensagem do então presidente dos Estados Unidos Donald Trump: "ACONTECE NOS EUA, ACONTECE NO BRASIL A tática da esquerda para derrubar governos usando a mentira já é algo notório e largamente usado. Nada acontece por acaso."

    Ontem, uma das casas de Donald Trump na Flórida foi alvo de uma operação de buscas do FBI, a Polícia Federal dos Estados Unidos. A informação foi passada pelo próprio Trump. O motivo da operação não foi divulgado pelas autoridades, mas é fácil supor. Foi para essa casa que, supostamente, Trump levou caixas de documentos após deixar a presidência.

    A operação do FBI também acontece em meio às investigações da comissão de congressistas que investiga o ataque ao Capitólio por apoiadores do ex-presidente. Trump, por outro lado, tem certeza que o objetivo da operação é impedir que ele concorra novamente à presidência. E acusa o sistema de justiça e policial dos Estados Unidos de estar a serviço da extrema esquerda, por mais irônico que isso possa parecer.

    Aqui no Brasil, no momento, a nossa Polícia Federal está contaminada pelo bolsonarismo e, apesar de alguns arroubos de independência, a verdade é que protege o presidente e sua família. Mas tudo isso pode acabar a partir de janeiro de 2023, se Bolsonaro realmente perder a eleição. O presidente, com medo das investigações contra ele e sua família, decretou sigilo em tudo o que pode. Lula, favorito nas pesquisas, já prometeu levantar todos esses sigilos. Quando isso acontecer, é bem provável que Bolsonaro tenha um destino parecido com seu ídolo Donald Trump. E ele sabe disso. Tanto que está apostando todas as fichas na reeleição ou no golpe e tem revelado o medo de ser preso.

    ENTREVISTA DO DIA: Odilon Caldeira Neto, historiador e coordenador do Observatório da Extrema-Direita no Brasil.

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    #380 Debates estaduais dão largada nas campanhas e são marcados por ausências | Café com Farinha D'Água: o cenário no Maranhão

    #380 Debates estaduais dão largada nas campanhas e são marcados por ausências | Café com Farinha D'Água: o cenário no Maranhão

    SEGUNDA, 08/08/2022: Ontem à noite a Band realizou os primeiros 10 debates das disputas estaduais. Entre os quase 60 postulantes que participaram, apenas 10 eram mulheres. Em São Paulo, no Rio e no Rio Grande do Sul, os principais candidatos compareceram: todos homens brancos. Mas em Minas, na Bahia, no Paraná e no Amazonas os candidatos que lideram as pesquisas não foram. Ainda teve debates no Distrito Federal, na Paraíba e no Rio Grande do Norte. Teve candidato ignorando a existência de Bolsonaro, como Cláudio Castro no Rio, que nem o Lula criticou, outros dizendo que vão repetir nos estados o que Bolsonaro fez no país, como Onyx no Rio Grande do Sul, que ainda briga com Heinze pelo "legado" do atual presidente. Teve lacradas de candidatos da esquerda como Haddad em São Paulo e Freixo no Rio. Teve candidatos fujões, inclusive de última hora como Romeu Zema, em Minas. Aliás, outra ausência, além dos fujões e das poucas candidaturas femininas, também foi sentida: a ausência da audiência. A Band ficou em quarto lugar, em alguns estados perdeu até para a RedeTV. Isso sem contar a live de aniversário do Caetano Veloso, que aconteceu no mesmo horário dos debates ontem à noite.

    CAFÉ COM FARINHA D'ÁGUA, com Danielle Louise e Andressa Algave

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    #379 RIP Jô Soares, a despedida de um artista completo | Café com Série | Balbúrdia Café | Primeira Playlist | Café com Poesia

    #379 RIP Jô Soares, a despedida de um artista completo | Café com Série | Balbúrdia Café | Primeira Playlist | Café com Poesia

    SEXTA, 05/08/2022: Acordamos hoje com a notícia da morte do apresentador Jô Soares. Ele tinha 84 anos e morreu nesta madrugada em São Paulo. É, provavelmente, a primeira e única vez que o Jô nos deixa tristes ao invés de nos fazer rir.

    Como resumir aqui, em poucos minutos, a importante passagem de José Eugênio Soares por essa vida. Ele que era ator, humorista, entrevistador, diretor, roteirista, dramaturgo e pintor. Era um artista completo e quando eu falo completo me refiro também ao entendimento do mundo. Por isso, eu escolhi relembrar um pouco da lucidez de Jô Soares sobre a situação política e social do Brasil nos últimos anos e, para isso, selecionei três momentos do seu programa de entrevistas.

    Jô Soares entrevistou o ex-presidente Lula diversas vezes. Mesmo com o boicote que a mídia comercial impunha a Lula, Jô levou o ex-presidente em seus programas no SBT e na Globo muitas vezes. Há 20 anos, na primeira eleição do Lula, eles conversaram sobre uma das principais propostas do então recém eleito presidente: o programa Fome Zero. Do seu jeito, com bom humor, Jô contou que não entendia como um país como o Brasil, rico e grande produtor de alimentos, tinha gente passando fome e precisava de um programa do governo para garantir comida na mesa das pessoas. "Não é uma coisa triste isso?", perguntou Jô ao Lula. E é mais triste se pensarmos que hoje, 20 anos depois, essa tem que ser a principal proposta daquele mesmo presidente, pois o golpe e o Bolsonaro trouxeram a fome de volta.
    Jô Soares também recebeu em seu programa um então deputado que chamava atenção pelos absurdos que falava. Jô, então, fez a entrevista do único jeito possível: debochou de Bolsonaro na cara dura e contestou todas as suas ideias, incluindo a favorável ao armamento da população. Mas foi numa pergunta sobre um dos tantos absurdos que Bolsonaro já falava naquela época que Jô conseguiu arrancar do então deputado de baixo clero a estratégia que ele usa até hoje para chamar atenção.
    Jô Soares também sempre soube que foi golpe. Aliás, golpes! Crítico ferrenho da ditadura, não media palavras para apontar os crimes dos militares brasileiros. No golpe contra a presidente Dilma, mesmo antes do impeachment, Jô alertava no quadro Meninas do Jô, do qual participavam jornalistas mulheres que faziam coro ao discurso machista da elite que culminou com a destituição da Dilma. Jô Soares fez, então, antes do golpe, uma previsão catastrófica e que, infelizmente, se comprovou anos depois.
    Jô Soares marcou uma geração inteira no Brasil. Quem você conhece que é reconhecido por apenas uma sílaba? Jô! Por isso, hoje começamos prestando nosso reconhecimento e nossa gratidão pela sua passagem nessa vida.

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    #378 Emergência da fome: menino liga para o 190 para pedir comida | Vozes Progressistas: Lua Santis conta bastidores do Spaces

    #378 Emergência da fome: menino liga para o 190 para pedir comida | Vozes Progressistas: Lua Santis conta bastidores do Spaces

    QUINTA, 04/08/2022: Foi de destruir o coração ouvir a gravação divulgada pela Polícia Militar de Minas Gerais de um menino de 11 anos que, ao ver a mãe chorando desesperada por não ter o que comer, ligou para o 190 para pedir ajuda. A fome é sim uma questão de emergência seis anos após o golpe e a eleição de Bolsonaro.
    A atitude desesperada do menino comoveu os policiais. Eles mesmos compraram cestas básicas e levaram para a família, que, enfim, pode fazer uma refeição. Eles também divulgaram o caso, o que gerou uma onda de solidariedade. Um PM, em entrevista à Globo, disse que em 24 anos de serviço nunca tinha visto uma situação assim. Ou esse PM vivia em Marte ou estava fazendo discurso para tentar suavizar a imagem da Polícia Militar, que é, em grande parte, bolsonarista e, portanto, tem parcela de culpa por essa triste situação.

    Durante o governo Bolsonaro, o Brasil voltou ao Mapa da Fome, segundo a Organização das Nações Unidas. O percentual de brasileiros que não têm certeza de quando vão fazer a próxima refeição está acima da média mundial. São 61 milhões de brasileiros que enfrentaram dificuldades para se alimentar entre 2019 e 2021; 15 milhões deles passaram fome.

    Tomara que boa parte desses 15 milhões liguem para o 190 para tentar comover os policiais brasileiros e, quem sabe assim, eles entendam o tamanho da bobagem que fizeram ao apoiar um presidente golpista, criminoso e incompetente. A triste situação da família do menino mineiro me comove e me revolta. Já a ação de marketing da PM ao tentar melhorar sua imagem com o caso me causa outros sentimentos.

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    #377 Aumenta tensão entre China e EUA por visita eleitoreira de Pelosi a Taiwan | Pensa Comigo: Curiosidade move as redes

    #377 Aumenta tensão entre China e EUA por visita eleitoreira de Pelosi a Taiwan | Pensa Comigo: Curiosidade move as redes

    QUARTA, 03/08/2022: O mundo, mais uma vez, está vivendo uma tensão geopolítica de grandes proporções. Estados Unidos e China, as maiores superpotências nucleares, dão sinais que não são nada bons. E a política é feita de sinais. A geopolítica é feita de grandes sinais. A escalada de tensão recente começou com a decisão da presidenta da Câmara dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, de incluir a ilha independentista de Taiwan em seu roteiro de uma viagem pela Ásia. Ela desembarcou ontem na ilha que a China considera parte de seu território desde a revolução comunista. A ilha recebeu os capitalistas que fugiram da China após o Partido Comunista chegar ao poder em 1959. Um político da importância dela não ia a ilha desde o final dos anos 90.

    Pelosi não deu uma explicação direta sobre o porquê da viagem. Divulgou uma nota fazendo discurso vazio. Não explicou a viagem, talvez, porque não possa. O movimento dela tem a ver com a eleição legislativa de meio de mandato que ocorre em menos de 100 dias e nas quais o partido dela, o Democrata, pode perder a maioria na Câmara. Sim, ela está arriscando provocar uma guerra entre superpotências por interesses eleitorais. Mas, além disso, o movimento da segunda pessoa mais importante da política norte-americana também tem a ver com os acordos comerciais e militares entre os norte-americanos e Taiwan. A ilha compra armas dos Estados Unidos e, se pensarmos, o aumento da tensão provocará inevitavelmente o aumento da necessidade de mais armamentos.

    A China reagiu, por enquanto, apenas com sanções comerciais e retórica bélica. Também iniciou exercícios militares em volta da ilha. E caças de guerra chineses sobrevoaram o espaço aéreo de Taiwan. Antes da confirmação da visita, a China tinha ameaçado até abater aviões norte-americanos, o que não aconteceu. Nos Estados Unidos, a reação interna também não foi boa. Políticos republicanos concordaram com Pelosi, democratas manifestaram descontentamento.

    Enquanto a presidenta da Câmara dos EUA brinca com fogo e com a China, uma superpotência nada simpática aos Estados Unidos apesar da dependência comercial um do outro, o mundo prende a respiração na tensão de um novo conflito com contexto similar à invasão da Ucrânia pela Rússia. Não é por acaso que o secretário-geral da ONU alertou que o mundo está a uma trapalhada da extinção nuclear. Mas, parece que para os norte-americanos ávidos por vender armas e vencer eleições, não há alerta capaz de segurar a arrogância bélica e financeira de quem acha que é o dono do mundo.

    PENSA COMIGO, com Rachel Cor
    O influencer Felipe Pacheco participa de uma conversa com Rachel Cor.

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    #376 Quais são as candidaturas laranja na disputa pela presidência? | Cartas do Rio Tietê: Negacionismo climático à brasileira

    #376 Quais são as candidaturas laranja na disputa pela presidência? | Cartas do Rio Tietê: Negacionismo climático à brasileira

    TERÇA, 02/08/2022: Entre os 13 candidatos e candidatas à presidência do Brasil este ano, só dois têm reais chances de vencer segundo todas as pesquisas: Lula e Bolsonaro. Entre os outros 11, há candidaturas laranja e candidaturas ideológicas. Ciro Gomes, do PDT, Leonardo Péricles, da UP, Sofia Manzano, do PCB, Vera Lúcia, do PSTU, por exemplo, são candidaturas ideológicas. Leonardo, Sofia e Vera são de partidos de extrema-esquerda que não aceitaram se unir em torno de Lula e, por isso, lançam candidaturas próprias para reforçar suas posições. Já Ciro sonha com a possibilidade de chegar ao segundo turno, mas para isso um dos dois favoritos teria que sair da disputa de alguma forma.

    Por outro lado, há os candidatos laranja. São candidaturas pensadas para facilitar a negociata com o presidente que for eleito, seja ele quem for. Nessas candidaturas, nem os próprios partidos acreditam. Esse é o caso de Simone Tebet, do MDB, do coach Pablo Marçal do PROS e do nome ainda indefinido do União Brasil. Entre os candidatos laranja, há aqueles que só estão na disputa para servirem de escada para os candidatos que realmente têm chances. É o caso de André Janones, do Avante, que já admite retirar seu nome e apoiar Lula, de Luiz Felipe D'Ávila, do Novo, de José Maria Ey-Ey-Eymael, do Democracia Cristã, e da candidatura de Roberto Jefferson lançada ontem pelo PTB. Além de ele estar inelegível, o que revela um teste do bolsonarismo para a Justiça Eleitoral, os próprios membros do partido disseram, sem nenhum pudor, que o objetivo de Bob Jeff é servir de apoio a Bolsonaro.

    Enquanto para o líder da extrema-direita, Bolsonaro, a eleição é um plebiscito sobre ser preso ou não e para Lula a disputa é para salvar a democracia e a economia brasileira, para esses outros as motivações são bem menos coletivas e mais pessoais. Em outros países, como na Argentina e nos Estados Unidos, o sistema eleitoral prevê eleições primárias, cada uma do seu jeito, para evitar que essa gente venha brincar de ser candidato só para aparecer. Quase sempre funciona. Mas, no Brasil, toda eleição tem que ter o candidato do entretenimento, que em 2018 foi o extremista religioso Cabo Daciolo, e este ano corre o risco de ser nenhum desses candidatos laranja, que ninguém se importa, mas sim o Mestre dos Magoados Ciro Gomes.

    Sobre todos os nomes que eu citei, não grave nenhum dos que você não conhecia, principalmente na direita, pois até sexta-feira tudo pode mudar.

    CARTAS DO RIO TIETÊ, com Paula Bianchi
    Nossa colunista de emergência climática, a jornalista Paula Bianchi fala sobre o negacionismo climático à brasileira.

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