38 min

Como começar a ver o cinema de Agnès Varda Como Começar

    • Artes

A cineasta belga Agnès Varda é a mãe fundadora da Nouvelle Vague, um dos mais importantes movimentos cinematográficos, surgido na França na década de 1950. Seu cinema expandiu as fronteiras entre ficção e documentário, e também deu corpo a novos formatos audiovisuais como o cinema-ensaio.

Sua obra é conhecida pelo experimentalismo. A diretora foi a primeira mulher a receber um Oscar Honorário pelo conjunto de sua obra, em 2017. Além de cineasta, Agnès Varda também foi fotografa, artista visual e militante feminista.

Para abordar os diferentes aspectos que marcam a trajetória da artista, este episódio do “Como começar”, o podcast de cultura do Nexo, conversou com:
- Fernanda Pessoa, diretora de documentários como “Histórias que Nosso Cinema (Não) Contava” e “Zona Árida”.
- Lúcia Monteiro, professora do curso de Cinema e Vídeo da Universidade Federal Fluminense.
- Tatá Amaral, diretora de filmes como “Um Céu de Estrelas” e “Antônia”.

///
Filmes citados

- La Pointe-Courte (1955)
- Cléo das 5 às 7 (1962)
- Salut les cubains (1963)
- As duas faces da felicidade (1965)
- Tio Yanco (1967)
- Panteras Negras (1968)
- Daguerreótipos(1976)
- Uma canta, a outra não (1977)
- Ulysse (1982)
- Kung-fu master! (1988)
- Jacquot de Nantes (1991)
- O universo de Jacques Demy (1995)
- Os Catadores e Eu (2000)
- Le Lion de Denfert (2003)
- As praias de Agnès (2008)
- Visages, Villages (2017)
- Varda por Agnès (2019)

A cineasta belga Agnès Varda é a mãe fundadora da Nouvelle Vague, um dos mais importantes movimentos cinematográficos, surgido na França na década de 1950. Seu cinema expandiu as fronteiras entre ficção e documentário, e também deu corpo a novos formatos audiovisuais como o cinema-ensaio.

Sua obra é conhecida pelo experimentalismo. A diretora foi a primeira mulher a receber um Oscar Honorário pelo conjunto de sua obra, em 2017. Além de cineasta, Agnès Varda também foi fotografa, artista visual e militante feminista.

Para abordar os diferentes aspectos que marcam a trajetória da artista, este episódio do “Como começar”, o podcast de cultura do Nexo, conversou com:
- Fernanda Pessoa, diretora de documentários como “Histórias que Nosso Cinema (Não) Contava” e “Zona Árida”.
- Lúcia Monteiro, professora do curso de Cinema e Vídeo da Universidade Federal Fluminense.
- Tatá Amaral, diretora de filmes como “Um Céu de Estrelas” e “Antônia”.

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Filmes citados

- La Pointe-Courte (1955)
- Cléo das 5 às 7 (1962)
- Salut les cubains (1963)
- As duas faces da felicidade (1965)
- Tio Yanco (1967)
- Panteras Negras (1968)
- Daguerreótipos(1976)
- Uma canta, a outra não (1977)
- Ulysse (1982)
- Kung-fu master! (1988)
- Jacquot de Nantes (1991)
- O universo de Jacques Demy (1995)
- Os Catadores e Eu (2000)
- Le Lion de Denfert (2003)
- As praias de Agnès (2008)
- Visages, Villages (2017)
- Varda por Agnès (2019)

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