45 episódios

Este é o Como Começar, podcast de cultura do Nexo, um jornal digital para quem busca explicações precisas e interpretações equilibradas sobre os principais fatos do Brasil e do mundo. O programa se debruça, a cada episódio, sobre a obra de um autor ou movimento da literatura, da música ou do cinema

Como Começar Nexo Jornal

    • Artes
    • 4.5 • 155 avaliações

Este é o Como Começar, podcast de cultura do Nexo, um jornal digital para quem busca explicações precisas e interpretações equilibradas sobre os principais fatos do Brasil e do mundo. O programa se debruça, a cada episódio, sobre a obra de um autor ou movimento da literatura, da música ou do cinema

    Como começar a ouvir Joni Mitchell

    Como começar a ouvir Joni Mitchell

    Em 22 de junho de 1971, Joni Mitchell lançou o álbum mais aclamado de sua carreira. “Blue” foi escrito entre dois términos de namoro dolorosos e uma viagem de desapego à Europa, e isso ficou registrado na música. “Eu sentia como se não guardasse nenhum segredo do resto do mundo”, disse a cantora-compositora à revista Rolling Stone, que considera o disco como o terceiro melhor de todos os tempos. Ao lado de figuras como Bob Dylan e Joan Baez, Mitchell foi influente no revival do folk norte-americano que marcou os anos 1960. Sua trajetória começa na música acústica e depois passa pelo rock e o jazz, com obras clássicas em cada estilo.

    Ela é conhecida pelo uso de afinações alternativas no violão e por suas letras de teor narrativo, por vezes confessional. A franqueza de suas composições inspirou gerações de outros artistas, de Prince e Madonna a Taylor Swift e Lana del Rey. Para apresentar os destaques e o discutir o legado de sua discografia, o Nexo conversou com dois grandes fãs de Joni Mitchell: Sarah Oliveira, radialista e apresentadora do programa “Minha canção”, na estação Eldorado, em São Paulo, e Chico Bernardes, cantor-compositor paulistano.
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    Músicas do programa:
    Joni Mitchell — Woodstock (ao vivo no Festival da Ilha de Wight)
    Joni Mitchell — My Old Man (ao vivo no Festival da Ilha de Wight)
    Joni Mitchell — California
    Joni Mitchell — The House of the Rising Sun
    Joni Mitchell — Cactus Tree
    Joni Mitchell — Both Sides Now
    Joni Mitchell — For Free
    Joni Mitchell — Big Yellow Taxi
    Joni Mitchell — A Case of You
    Joni Mitchell — River
    Joni Mitchell — Carey
    Joni Mitchell — You Turn Me On, I’m a Radio
    Joni Mitchell — Raised on Robbery
    Joni Mitchell — Twisted
    Joni Mitchell — The Jungle Line
    Joni Mitchell — Shadows and Light
    Joni Mitchell — Coyote
    Joni Mitchell — Hejira
    Joni Mitchell — Paprika Plains
    Joni Mitchell — Shine
    Joni Mitchell — Both Sides Now (2000)

    • 46 min
    Como começar a ouvir música gaúcha

    Como começar a ouvir música gaúcha

    A música tradicional gaúcha tem uma estética própria. Expressões, instrumentação e temas muito específicos marcam a produção tradicional do Rio Grande do Sul. Neste episódio, o 'Como começar' apresenta os principais ritmos dos pampas – chacarera, milonga, chamamé, vanera e xote – e conta um pouco da história dessa produção cultural regional.

    Apesar da questão da identidade, da afirmação de pertencimento a um lugar, transparecer nessas músicas, elas não se reduzem a isso. Para trazer à tona um pouco dessa produção, tão ambígua e por vezes ortodoxa, e explicar qual o lugar dela na cultura brasileira, o Nexo conversou com: Clarissa Ferreira, musicista e etnomusicóloga; Luís Augusto Fischer, escritor e professor da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul); e Renato Borghetti, acordeonista

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    Músicas do programa
    Leopoldo Rassier - Veterano
    Teixeirinha - Querência Amada
    Graforréia Xilarmônica - Amigo Punk
    Daniel Sá - Passo Fundo
    Renato Borghetti - Milonga para as Missões
    Noel Guarany - Milonga da Chuva
    Grupo Querência - Merceditas
    Yamandu Costa - Chacarera (La Pesada)
    Paixão Côrtes - Chote Carreirinho
    Leopoldo Rassier - Não Podemo Se Entregá Pros Home
    Grupo Caverá - Os Homens de Preto
    Vitor Ramil - Indo ao Pampa
    Almôndegas - Amargo
    Bebeto Alves - Água
    Clarissa Ferreira - Manifesto Líquido
    Gildo de Freitas - Me Chamam de Grosso
    Pirisca Grecco - Em Todos os Sentidos
    Esteban e Pirisca Grecco - Chacarera 2
    Vitor Ramil - Ramilonga
    Renato Muller - Cinco Conto
    Playlist Regionew

    • 29 min
    Como começar a ver o cinema de Agnès Varda

    Como começar a ver o cinema de Agnès Varda

    A cineasta belga Agnès Varda é a mãe fundadora da Nouvelle Vague, um dos mais importantes movimentos cinematográficos, surgido na França na década de 1950. Seu cinema expandiu as fronteiras entre ficção e documentário, e também deu corpo a novos formatos audiovisuais como o cinema-ensaio.

    Sua obra é conhecida pelo experimentalismo. A diretora foi a primeira mulher a receber um Oscar Honorário pelo conjunto de sua obra, em 2017. Além de cineasta, Agnès Varda também foi fotografa, artista visual e militante feminista.

    Para abordar os diferentes aspectos que marcam a trajetória da artista, este episódio do “Como começar”, o podcast de cultura do Nexo, conversou com:
    - Fernanda Pessoa, diretora de documentários como “Histórias que Nosso Cinema (Não) Contava” e “Zona Árida”.
    - Lúcia Monteiro, professora do curso de Cinema e Vídeo da Universidade Federal Fluminense.
    - Tatá Amaral, diretora de filmes como “Um Céu de Estrelas” e “Antônia”.

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    Filmes citados

    - La Pointe-Courte (1955)
    - Cléo das 5 às 7 (1962)
    - Salut les cubains (1963)
    - As duas faces da felicidade (1965)
    - Tio Yanco (1967)
    - Panteras Negras (1968)
    - Daguerreótipos(1976)
    - Uma canta, a outra não (1977)
    - Ulysse (1982)
    - Kung-fu master! (1988)
    - Jacquot de Nantes (1991)
    - O universo de Jacques Demy (1995)
    - Os Catadores e Eu (2000)
    - Le Lion de Denfert (2003)
    - As praias de Agnès (2008)
    - Visages, Villages (2017)
    - Varda por Agnès (2019)

    • 38 min
    Como começar a ouvir rock shoegaze

    Como começar a ouvir rock shoegaze

    "Música barulhenta feita com guitarras”. A maioria das pessoas provavelmente associaria essa descrição a um estilo como o heavy metal, conhecido por canções pesadas, sombrias e agressivas. Mas a definição também vale para um outro gênero do rock que seguiu por um caminho diferente, mais atmosférico e etéreo: o shoegaze.

    Com origens no fim dos anos 1980, no Reino Unido, o termo “shoegaze” significa algo como “olhar para os sapatos”, em inglês. O nome vem do hábito que os guitarristas daquela cena tinham de observar os próprios pés durante os shows, para controlar uma série de pedais usados para distorcer o som dos instrumentos.

    A obra quintessencial do gênero, o álbum “Loveless”, dos irlandeses My Bloody Valentine, completa 30 anos em 2021. O Nexo conversou com representantes de três bandas brasileiras desse estilo, para comentar suas principais características, suas inspirações, e como o som evoluiu com o tempo. São eles: Felipe Aguiar, da dupla carioca gorduratrans; Stefano Fell, do conjunto gaúcho Loomer; e Stephani Heuczuk, da banda terraplana, de Curitiba.

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    Músicas do programa
    My Bloody Valentine — To Here Knows When
    My Bloody Valentine — Only Shallow
    Cocteau Twins — Lorelei
    Dinosaur Jr. — Little Fury Things
    The Jesus and Mary Chain — Upside Down
    Spacemen 3 — The Sound of Confusion
    My Bloody Valentine — You Made Me Realise
    Lush — Superblast!
    Slowdive — Alison
    My Bloody Valentine — Soon
    Ride — Seagull
    Pulp — Common People
    Pin-Ups — Sonic Butterflies
    Loomer — Mind Control
    DIIV — Like Before You Were Born
    Deafheaven — Dreamhouse
    M83 — Run Into Flowers
    Slowdive — Star Roving
    Gorduratrans — você não sabe quantas horas eu passei olhando pra você
    Terraplana — Ambedo

    • 33 min
    A cultura que nos ajudou a atravessar 2020

    A cultura que nos ajudou a atravessar 2020

    Neste episódio de fim de ano do “Como começar”, o podcast de cultura do Nexo, a redação do jornal faz 20 recomendações de obras que contribuíram para deixar o ano de 2020 mais tolerável. São livros, filmes, séries, canais de YouTube, podcasts e videogames que nos trouxeram conforto, clareza, refúgio, ou mesmo uma desejada dose de serotonina no meio da quarentena.

    Lista de recomendações:
    - LIVRO - “Alguns humanos”, do Gustavo Pacheco (Indicação de Marina Menezes)
    - LIVRO - “São Paulo nas Alturas”, do Raul Juste Lores (Indicação de Bruno Fiaschetti)
    - LIVRO - “Severance”, da Ling Ma (Indicação de Fredy Alexandrakis)
    - LIVRO - “Nada digo de ti, que em ti não veja”, da Eliana Alves Cruz (Indicação de Letícia Arcoverde)
    - LIVRO - “Jóquei”, da Matilde Campilho (Indicação de Mauricio Abbade)
    - LIVRO E FILME - “Senhor dos Anéis” (Indicação de Cesar Gaglioni)
    - FILME - “Os 7 de Chicago” (Indicação de Camilo Rocha)
    - FILME - “Vaga Carne” (Indicação de Natan Novelli Tu)
    - SÉRIE - “I may destroy you” (Indicação de Guilherme Falcão)
    - SÉRIE - “The Eddy” (Indicação de Antonio Mammi)
    - SÉRIE - “black-ish” (Indicação de Yasmin Santos)
    - SÉRIE - “Parks and Recreation” (Indicação de Ibrahim)
    - SÉRIE - “The Office” (Indicação de Carol Souza)
    - SÉRIES - “RuPaul’s Drag Race” e seus spin-offs (Indicação de Mariana Vick)
    - CANAL DE YOUTUBE - “UNHhhh” (Indicação de Sariana Fernandez)
    - CANAL DE YOUTUBE - “Um café lá em casa” (Indicação de João Paulo Charleaux)
    - PODCAST - “Open ears project” (Indicação de Aline Pellegrini)
    - PODCAST - “Tape Notes” (Indicação de Cecilia Inamura)
    - JOGO - “Fall Guys” (Indicação de Thiago Araújo)
    - JOGO - “A Short Hike” (Indicação de Gabriel Maia)

    • 42 min
    Como começar a ver o cinema de Alfred Hitchcock

    Como começar a ver o cinema de Alfred Hitchcock

    Conhecido como mestre do suspense, diretor britânico foi um dos maiores autores cinematográficos do século 20, graças a filmes como "Psicose", "Um Corpo que Cai" e "Janela Indiscreta"

    Filmes citados
    -Intriga Internacional
    -Um Corpo que Cai
    -Psicose
    -Janela Indiscreta
    -O jardim ods prazeres
    -39 degraus
    -A dama oculta
    -O homem que sabia demais
    -E o vento levou
    -O ano passado em Marienbad
    -Pacto Sinstro

    • 22 min

Opiniões de clientes

4.5 de 5
155 avaliações

155 avaliações

Clauc ,

Música de fundo atrapalha

Bom conteúdo mas não é possível suportar ouvir podcast longo com música de fundo.

bazlu1 ,

O melhor jornal deste país

Concerteza o Nexo é um dos melhores projetos deste país

Marcus Dex ,

Queda no interesse do assunto

O assunto está se repetindo faz vários episódios, o que faz perder o interesse pelo podcast.

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