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EP 7 | O que é o Populismo‪?‬ Fundação (FFMS) - [IN] Pertinente

    • Sociedade e cultura

O populismo está na ordem do dia. Está ou sempre esteve, à espreita da oportunidade certa para ressurgir e fazer das suas? Mas, afinal, o que é isto do populismo? Como se distingue do fascismo e da demagogia? Quem foram os grandes populistas da história cuja marca nos faz recear os que vemos surgir nos dias de hoje? Numa viagem que começa na antiguidade e atravessa períodos significativos da História da Humanidade, Raquel Vaz-Pinto e Pedro Vieira detectam os sintomas do populismo actual, no mundo e no nosso país.

REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS: 
Citação de Tucidides - Livro III: LXXXII-LXXXIII «Mesmo as palavras tinham de mudar o seu sentido habitual e adaptarem-se ao que se pensava ser próximo das suas necessidades. Audácia já irracional passou a ser considerada como coragem fiel; hesitação prudente, refinada cobardia; (…) ter visão global das coisas , correspondia a ser incompetente em tudo. Avançar freneticamente e de cabeça, era considerado digno de um verdadeiro homem; querer decidir com segurança, não passava de pretexto bem-falante para se escusar (…) O que era comportamento civilizado, do qual fazia parte algum sentimento nobre, era objecto de troça e desapareceu, enquanto a sociedade ficava dividida entre si em toda e qualquer opinião., sem que confiasse em ninguém. (…) Eram pois os que careciam de visão apropriada que levavam a melhor. Por temerem as suas próprias deficiências e a capacidade dos seus adversários, para que se não vissem inferiorizados nos debates e para evitar que não fossem surpreendidos pela habilidade e análise dos outros, precipitavam-se com temeridade na acção. A parte contrária pensava com arrogância que conseguiria saber tudo com antecedência e que de forma alguma era necessário recorrer à acção, mas sim ao que a análise dos factos providenciava, foi vítima frequentemente de não se ter prevenido.» 
Populismo, Cas Mudde
Generais Romanos, os Homens que construíram o Império Romano, Adrian Goldsworthy 
Caesar. The Life of a Colossus, Adrian Goldsworthy 
Julius Caesar, William Shakespeare 
O Outono do Patriarca, Gabriel Garcia Marquez 
Peaky Blinders https://www.netflix.com/pt-en/title/80002479 
The Newsroom https://hboportugal.com/series/the-newsroom 
RAQUEL VAZ-PINTO É investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI) da Universidade Nova de Lisboa e prof. auxiliar Convidada da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da mesma Universidade, onde lecciona a disciplina de Estudos Asiáticos. Foi presidente da Associação Portuguesa de Ciência Política de 2012 a 2016. Autora de vários artigos e livros entre os quais «A Grande Muralha» e o «Legado de Tiananmen, a China e os Direitos Humanos» (Tinta da China) e «Os Portugueses e o Mundo» (Fundação Francisco Manuel dos Santos). Os seus interesses de investigação são política externa e estratégia chinesa; os EUA e o Indo Pacífico; a Europa e o mundo; e liderança e estratégia. É comentadora residente da rádio TSF. É membro da Comissão Científica do Fórum Futuro e consultora da Administração da Fundação Calouste Gulbenkian. 
PEDRO VIEIRA nasceu em Lisboa, em 1975. Licenciado pela Escola Superior de Comunicação Social, trabalhou no Canal Q das Produções Fictícias e é, actualmente, guionista e pivô do programa «O Último Apaga a Luz» da RTP3. É responsável pela Comunicação do Cinema São Jorge e foi consultor de Comunicação na Booktailors. Trabalha como ilustrador freelancer e escreve livros como se não houvesse amanhã. 

O populismo está na ordem do dia. Está ou sempre esteve, à espreita da oportunidade certa para ressurgir e fazer das suas? Mas, afinal, o que é isto do populismo? Como se distingue do fascismo e da demagogia? Quem foram os grandes populistas da história cuja marca nos faz recear os que vemos surgir nos dias de hoje? Numa viagem que começa na antiguidade e atravessa períodos significativos da História da Humanidade, Raquel Vaz-Pinto e Pedro Vieira detectam os sintomas do populismo actual, no mundo e no nosso país.

REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS: 
Citação de Tucidides - Livro III: LXXXII-LXXXIII «Mesmo as palavras tinham de mudar o seu sentido habitual e adaptarem-se ao que se pensava ser próximo das suas necessidades. Audácia já irracional passou a ser considerada como coragem fiel; hesitação prudente, refinada cobardia; (…) ter visão global das coisas , correspondia a ser incompetente em tudo. Avançar freneticamente e de cabeça, era considerado digno de um verdadeiro homem; querer decidir com segurança, não passava de pretexto bem-falante para se escusar (…) O que era comportamento civilizado, do qual fazia parte algum sentimento nobre, era objecto de troça e desapareceu, enquanto a sociedade ficava dividida entre si em toda e qualquer opinião., sem que confiasse em ninguém. (…) Eram pois os que careciam de visão apropriada que levavam a melhor. Por temerem as suas próprias deficiências e a capacidade dos seus adversários, para que se não vissem inferiorizados nos debates e para evitar que não fossem surpreendidos pela habilidade e análise dos outros, precipitavam-se com temeridade na acção. A parte contrária pensava com arrogância que conseguiria saber tudo com antecedência e que de forma alguma era necessário recorrer à acção, mas sim ao que a análise dos factos providenciava, foi vítima frequentemente de não se ter prevenido.» 
Populismo, Cas Mudde
Generais Romanos, os Homens que construíram o Império Romano, Adrian Goldsworthy 
Caesar. The Life of a Colossus, Adrian Goldsworthy 
Julius Caesar, William Shakespeare 
O Outono do Patriarca, Gabriel Garcia Marquez 
Peaky Blinders https://www.netflix.com/pt-en/title/80002479 
The Newsroom https://hboportugal.com/series/the-newsroom 
RAQUEL VAZ-PINTO É investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI) da Universidade Nova de Lisboa e prof. auxiliar Convidada da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da mesma Universidade, onde lecciona a disciplina de Estudos Asiáticos. Foi presidente da Associação Portuguesa de Ciência Política de 2012 a 2016. Autora de vários artigos e livros entre os quais «A Grande Muralha» e o «Legado de Tiananmen, a China e os Direitos Humanos» (Tinta da China) e «Os Portugueses e o Mundo» (Fundação Francisco Manuel dos Santos). Os seus interesses de investigação são política externa e estratégia chinesa; os EUA e o Indo Pacífico; a Europa e o mundo; e liderança e estratégia. É comentadora residente da rádio TSF. É membro da Comissão Científica do Fórum Futuro e consultora da Administração da Fundação Calouste Gulbenkian. 
PEDRO VIEIRA nasceu em Lisboa, em 1975. Licenciado pela Escola Superior de Comunicação Social, trabalhou no Canal Q das Produções Fictícias e é, actualmente, guionista e pivô do programa «O Último Apaga a Luz» da RTP3. É responsável pela Comunicação do Cinema São Jorge e foi consultor de Comunicação na Booktailors. Trabalha como ilustrador freelancer e escreve livros como se não houvesse amanhã. 

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