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Aulas, palestras, entrevistas e comentários do professor Frederick van Amstel publicadas no blog Usabilidoido, que trata de assuntos como Design de Experiências, Design de Interação, Design Participativo e outros.

Usabilidoido: Podcast Frederick van Amstel

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Aulas, palestras, entrevistas e comentários do professor Frederick van Amstel publicadas no blog Usabilidoido, que trata de assuntos como Design de Experiências, Design de Interação, Design Participativo e outros.

    Origem e migração de uma cultura colaborativa

    Origem e migração de uma cultura colaborativa

    A Plataforma Corais foi criada para organizar projetos colaborativos pelo Instituto Faber-Ludens em 2011. Nessa palestra, explicar-se o contexto onde ela surgiu, como foi criada, a ideologia do Design Livre, a visão de futuro e os seus desafios.
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    Esta aula fez parte do curso de Produtoras Culturais Colaborativas organizados pelo ponto de cultura Soylocoporti em Curitiba em 2013.

    Origem e migração de uma cultura colaborativa MP3 30 minutos
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    O papel da teoria na pesquisa de experiências

    O papel da teoria na pesquisa de experiências

    Tanto designers quanto usuários produzem teorias sobre suas experiências. O problema é que nem sempre essas teorias são reconhecidas como teorias. A pesquisa de experiências coleta teorias dos usuários, triangula com teorias científicas, tentando formar novas teorias da experiência. Com isso, busca informar e inspirar projetos de design que se baseiem em teorias fortes que correspondem à realidade de designers e usuários.
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    O papel da teoria na pesquisa de experiências MP3 21 minutos


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    Exercício




    O objetivo deste exercício é explicar o porquê da experiência estudada ocorrer tal como ocorre. Para explicar isso, será desenvolvida uma teoria a partir das evidências coletadas até então.



    Escrever em postits (verdes) todas as evidências (ou descobertas) coletadas até então
    Escrever em postits (laranjas) as fontes de cada evidência
    Organizar as fontes entre os tipos de fontes: intuição, observação, leituras e participação
    Ligar as evidências às fontes riscando o quadro branco
    Observar o quadro e produzir uma teoria com as mãos, utilizando uma mistura de massa de modelar e atomlig (podem ser utilizados outros materiais estruturantes também). A teoria deve explicar todas as evidências de uma vez só.
    Escrever um postit (rosa) para cada parte da explicação teórica.
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    Design participativo no governo

    Design participativo no governo

    Design participativo é uma abordagem que inclui os diferentes interessados ou afetados por um projeto para desenvolver em conjunto análises da situação, modelos criativos e protótipos futuros. Com a participação criativa, é possível tangibilizar as políticas públicas e desenhar programas de governo com maior diversidade. Esses processo tem o potencial de melhorar a qualidade dos serviços públicos, adequar obras públicas às necessidades do povo, desenvolver tecnologias públicas mais apropriadas e aprofundar a democracia para além da escolha dentre opções.
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    Design participativo no governo [MP3] 45 min


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    Movimentos da Consciência Crítica na Educação em Design

    Movimentos da Consciência Crítica na Educação em Design

    Esta apresentação descreve uma trajetória de estudante a professor que fez parte de um movimento mais amplo de formação de consciência crítica na Educação em Design. São apresentadas práticas pedagógicas, práticas de projeto e publicações que registraram estas práticas, oferecendo um panorama histórico deste movimento inspirado por Paulo Freire outros autores.
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    Movimentos da Consciência Crítica na Educação em Design [MP3] 54 min

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    Problematizando a experiência do usuário (ExU)

    Problematizando a experiência do usuário (ExU)

    Problematizar é encontrar problemas onde aparentemente não há problemas. A descoberta de problemas que valham à pena ser resolvidos é considerada a maior contribuição da pesquisa de experiências para o design. Veja como problematizar uma experiência e montar um diagrama de triangulação metodológica a partir de perguntas de pesquisa.
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    Gravação realizada na disciplina de Metodologida da Pesquisa do curso de Tecnologia em Design Gráfico da UTFPR.


    Problematizando a experiência do usuário (ExU) [MP3] 20 minutos


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    Exercício

    A experiência a ser pesquisada é representada utilizando um modelo metafórico de Lego Serious Play. O modelo metafórico não é uma representação literal do espaço onde ocorre a experiência, mas sim de como as pessoas se sentem ao passar por ela. Depois de montar o modelo e refletir sobre ele, é possível fazer o esforço de descrevê-lo em palavras. O papel de rotulagem deve começar com "A experiência de..." e descrever suas peculiaridades.


    Em seguida, observando o modelo, o pesquisador preenche uma folha de papel com perguntas de pesquisa que ele pretende fazer a si Mesmo. Estas perguntas não são perguntas de questionário a serem feitas diretamente ao Outro, mas sim perguntas amplas às quais se desejem respostas. O papel deve estar posicionado na orientação paisagem.

    Depois de obter uma certa quantidade de perguntas, é possível recortar as perguntas do papel e utilizá-las como um recurso de composição gráfica. Os métodos de pesquisa devem ser anotados em papéis autoadesivos (post-its), que servirão como pontos nodais do diagrama, enquanto as perguntas de pesquisa devem ser suas conexões.


    As perguntas servirão como uma ponte entre dois métodos que respondem à mesma pergunta. Quando o método responder uma única pergunta, esta não servirá como ponte e deverá apontar para fora do diagrama a ser composto.

    Ao final do processo, elabora-se a pergunta norteadora em um post-it de cor diferente, no centro do diagrama. Esta pergunta de pesquisa é a pergunta ampla que está por trás das demais perguntas.
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    Pesquisa bibliográfica de experiências (desk research)

    Pesquisa bibliográfica de experiências (desk research)

    A pesquisa bibliográfica (desk research) é uma pesquisa a partir das pesquisas já publicadas (bibliografias) sobre a experiência em questão. Ela deriva da distinção entre a Antropologia de gabinete baseada em fontes secundárias (ex: Edward Tylor) versus Antropologia de campo baseada em fontes primárias (ex: Bronislaw Malinowski). A pesquisa bibliográfica é, por si só, uma fonte terciária de dados e, portanto, não substitui as fontes primárias, mas é um bom começo par aa pesquisa de experiências.
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    Gravação realizada na disciplina de Metodologia da Pesquisa, curso de Bacharelado em Design da UTFPR.


    Pesquisa bibliográfica de experiências (desk research) [MP3] 27 min


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Gus Oenning ,

Bomba de referências

Embora o objeto central seja usabilidade, Frederick aborda diversos temas sociais, antropológicos e históricos, imprescindíveis para o designer atual. Ouço com um bloco de notas ao lado, e vou anotando a bomba de referências que o autor cita. Excelente.

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