Espiritismo com Kardec - ECK

Um grupo para repensar as práticas espíritas, a partir da metodologia apresentada por Allan Kardec, ao constituir e codificar a Doutrina dos Espíritos. Um espaço de livres-pensadores para, com elegância, respeito e diálogo, construir e apresentar aos espíritas brasileiros e, também, de outros países, uma opção de caminho para retomar o objetivo maior do Espiritismo - a Evolução Individual e Social.

  1. 8 FEB

    NÃO mexa nos meus livros!

    "NÃO mexa nos meus livros!". Assim começamos a programação dos "Embalos de Sábado à noite do ECK" de 2026, atividade que já é tradicional no Coletivo Espiritismo COM Kardec. Mas, quais são os livros? E de quem são os livros que não se pode mexer? E é já neste sábado, dia 7 de fevereiro. Mas, ATENÇÃO! O evento terá NOVO HORÁRIO neste ano, começando às 18h00.Volta à bancada do ECK, então, a temática que envolve duas das obras fundamentais de Allan Kardec, "O Céu e o Inferno" (1865) e "A Gênese" (1869) que, ainda na França, logo após a morte do Professor Rivail (Allan Kardec) sofreram modificações importantes. E o debate, que já ocorreu em outros tempos, lá, mesmo, na França e, depois, aqui no Brasil, foram retomados a partir do lançamento da obra "O legado de Allan Kardec" (2019), escrito por Simoni Privato Goidanich.Por isso, inicialmente, cabe questionar:1) Que evidências demonstram que as alterações efetuadas, nos originais em francês, das duas obras, NÃO foram feitas por Kardec?2) Existem textos, nas edições póstumas, publicadas SEM a presença (e a autorização legal) de Kardec, que podem ser considerados como de sua lavra?3) Há pessoas que têm afirmado com ênfase e, até, teimosia, de que há "evidências" (tidas como inquestionáveis) que demonstram que foi Kardec o autor de TODAS as modificações?4) É possível falar em ALTERAÇÕES e ADULTERAÇÕES? Os dois tipos estão presentes? Qual a diferença entre eles?5) Por que é ILEGAL, AÉTICA e ANTI-DOUTRINÁRIA a publicação das obras como sendo de autoria de Kardec, após 31 de março de 1869 (data de sua desencarnação)?6) Por que há espíritas que desejam "fechar questão" diante do embate entre as duas teses conhecidas (obras alteradas por terceiros x obras autênticas), se inexistem PROVAS INCONTESTES da autoria e do respeito não só à lei francesa (e mundial) e à coerência doutrinária?7) Existe um "caminho do meio", de entendimento, de consenso e de união dos espíritas diante desse cisma contemporâneo?Esta edição dos "Embalos" terá a presença de Marco Milani (SP) e Henri Netto (PB), nos debates, que serão conduzidos por Marcelo Henrique (SC), responsável pela Moderação. Esse trio tem se destacado na pesquisa, no estudo comparativo e na publicação de artigos e documentos tratando de questões afetas à obra literária de Kardec, sua defesa, sua integridade e a necessidade de preservação do "edifício espírita", com seus princípios e fundamentos, diante das (sempre presentes) tentativas de pessoas em introduzir conceitos alienígenas e desfigurar a própria Filosofia Espírita.

    1h 48m
  2. 21/12/2025

    VII LiPE: Quando os mansos herdarão a Terra?

    II Fórum do Livre Pensar Espírita (LiPE) do ECK - Sétima LiveSétimo e último dia da sétima edição do LiPE do ECK. No dia 20 de dezembro (sábado), às 19h00, estaremos encerrando a nossa programação, com "Quando os mansos herdarão a Terra? - Reflexões sociais, políticas e espirituais para o progresso da Humanidade". Na bancada, André Marouço (Portugal), Mariza Lavorini Ribeiro (SP) e Marcelo Henrique (SC).A mansuetude foi uma das temáticas de natureza moral tratada por Yeshua, há dois mil anos, na construção e prática do seu pensamento. Em uma das passagens mais célebres do seu Evangelho, Yeshua exorta que "os mansos herdarão a Terra". O Espiritismo repercute tal teoria pedagógica e o referenda, descrevendo como os indivíduos demonstram serem mansos e qual a consequência disto para o círculo de relações humanas que todos travamos, uns com os outros, no cotidiano.Assim, é de se perguntar:1) Qual a configuração originária de mansuetude, como entendia Yeshua? Ela requer algum tipo de recontextualização e adequação aos tempos atuais?2) A mansuetude de Yeshua, conforme os Evangelhos, não contrasta com posturas mais "ácidas" ou "firmes" do personagem, em outras situações? Como conciliar tal mansidão com a energia de Yeshua na defesa da implementação do "Reino dos Céus" na Terra?3) Os espíritas são ou não mansos? Que mansuetude é esta, considerando as atividades de grupos e instituições espíritas, na convivência interpessoal interna?4) E, na sociedade, há espaço e utilidade para a mansuetude? O ser manso não é/pode ser confundido com inferioridade, apatia e subserviência?5) Para construir uma sociedade melhor e aperfeiçoada, transformando-se a realidade em que a Justiça Social está ausente, onde "cabe" a mansuetude?

    1h 36m
  3. 19/12/2025

    VII LiPE: Espíritas, quantos são?

    VII Fórum do Livre Pensar Espírita (LiPE) do ECK - Sexta LiveSexto dia da sétima edição do LiPE do ECK. No dia 18 de dezembro (quinta), às 19h00, teremos "Espíritas, quantos são? - Interessa-nos o quantitativo ou o qualitativo de espíritas?". Na bancada, Marco Milani (SP), João Damásio (GO) e Marcelo Henrique (SC).Recentemente, o Censo 2022 apontou o quantitativo de espíritas em nosso país, com uma redução percentual em relação aos levantamentos anteriores. O tema foi objeto de várias reflexões, da parte de articulistas e dirigentes espíritas, tentando entender o recrudescimento dos adeptos, assim como perceber, nos dados acessórios, quem são, efetivamente, os espíritas brasileiros.Assim, é de se perguntar:1) É relevante que se tenham percentuais expressivos de espíritas, no contexto da população brasileira? Por quê?2) Como compreender o retrato da população espírita, com base nos dados censitários?3) Kardec acreditava que o Espiritismo iria se tornar "crença comum" entre os habitantes da Terra. O que dizer desta "predição" kardeciana, considerando que, tanto no Brasil, quanto nas demais nações do planeta, os espíritas sejam tão poucos?4) Quais as causas prováveis e possíveis para a redução do quantitativo de espíritas brasileiros?5) O conhecimento acerca do Espiritismo deriva da exata noção acerca de seus princípios e fundamentos, da divulgação de informações acerca da Filosofia Espírita e do diálogo social. Como são o estudo da teoria espírita, a sua divulgação e o diálogo social, na atualidade?

    1h 49m
  4. 07/12/2025

    VII LiPE: Kardec em Integridade!

    VII Fórum do Livre Pensar Espírita (LiPE) do ECK - Primeira Live (Abertura)Pois é hora de anunciar a sétima edição do LiPE do ECK. No dia 6 de dezembro (sábado), às 19h00, abrimos a programação com "Kardec em Integridade! - A letra, a essência e o espírito da obra espírita". Na bancada, Lucas Sampaio (BA), Paulo Degering Jr. (SP) e Marcelo Henrique (SC).Por que, então, a Integridade de Kardec? E no que consiste essa integridade? Inicialmente, isto passa pelo absoluto respeito à autenticidade literária e filosófico-científica da Doutrina dos Espíritos. E isto decorre do método de Kardec, na seleção das mensagens mediúnicas, afastando o que fosse, apenas, mera opinião de um (ou de alguns) Espírito(s). Para tanto, como você já sabe, o Professor francês criou um método de seleção dos conceitos e dos textos, afastando qualquer informação que entrasse em confronto ou discordância com os princípios e os fundamentos do Espiritismo.Assim, é de se perguntar:1) Qual é a essência do pensamento kardeciano? Em que ela se fundamenta?2) O que fazer diante de edições de livros e manifestações de espíritas que, manifestamente, são contrárias ao "Espiritismo-raiz"?3) Quais são os critérios para aceitar verdades e repelir mentiras (falácias, tergiversações) no contexto da prática espíritas?4) Existe "verdade" em relação à existência de edições publicadas por Kardec e outras editadas e comercializadas após a sua morte?5) O que devemos fazer em relação às manifestações dos espíritas, orais ou escritas, e a novos livros publicados, quando contrárias à Doutrina dos Espíritos?

    1h 36m

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Um grupo para repensar as práticas espíritas, a partir da metodologia apresentada por Allan Kardec, ao constituir e codificar a Doutrina dos Espíritos. Um espaço de livres-pensadores para, com elegância, respeito e diálogo, construir e apresentar aos espíritas brasileiros e, também, de outros países, uma opção de caminho para retomar o objetivo maior do Espiritismo - a Evolução Individual e Social.

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