6 episódios

Amplitudes é um podcast produzido pelo Núcleo de Cultura Participação do Instituto Tomie Ohtake que discute temas relevantes da educação, da cultura e das artes nacionais, ampliando o alcance dos debates que acontecem dentro do nosso espaço. Toda a primeira segunda feira de cada mês, o educador Pedro Costa entrevista artistas, educadores e profissionais da cultura convidados a apresentar suas ideias, pesquisas e inquietações para o público.

Amplitudes Instituto Tomie Ohtake

    • Artes visuais

Amplitudes é um podcast produzido pelo Núcleo de Cultura Participação do Instituto Tomie Ohtake que discute temas relevantes da educação, da cultura e das artes nacionais, ampliando o alcance dos debates que acontecem dentro do nosso espaço. Toda a primeira segunda feira de cada mês, o educador Pedro Costa entrevista artistas, educadores e profissionais da cultura convidados a apresentar suas ideias, pesquisas e inquietações para o público.

    O que é um curador?

    O que é um curador?

    Nas últimas décadas os curadores se tornaram atores fundamentais para o campo artístico, mas o seu trabalho acontece sobretudo nos bastidores das mostras e exposições. Assim boa parte do trabalho em curadoria fica velado para o público, que encontra apenas o resultado final do processo curatorial. Como é o processo de construção de uma mostra? Quais são as etapas de construção de uma exposição? E por que os curadores os tornaram-se figuras tão importantes para a artes hoje?

    Para compreender melhor o trabalho em curadoria os educadores Pedro Costa, do Instituto Tomie Ohtake e Julia Cavazzini, do MASP, entrevistam a curadora associada Luise Malmaceda e o curador assistente Theo Monteiro, do Núcleo de Pesquisa e Curadoria do Instituto Tomie Ohtake.

    • 47 min
    Quem é Takashi Murakami?

    Quem é Takashi Murakami?

    Quem é Takashi Murakami? Neste episódio, o educador Pedro Costa se encontra com Diego Mauro, curador assistente do Instituto Tomie Ohtake, Lizia Ymanaka Barretto, pesquisadora dedicada à análise da obra do artista, e Mayra Oi Saito, pesquisadora, educadora e ativista, para conversar sobre a obra e a vida de Takashi Murakami.

    Takashi Murakami (Tóquio, 1962) produz pinturas, esculturas, instalações e vídeos utilizando linguagens e referências da cultura pop, do budismo e de artistas japoneses de outras épocas. Além de trabalhar em múltiplas plataformas, também realiza parceria com grandes nomes da música, como Kanye West, Pharrell Williams e Billie Eilish, e da moda, como a marca Louis Vuitton.

    A partir das menções à cultura japonesa nas obras de Murakami, os convidados conversaram também sobre algumas das complexidades que envolvem a comunidade japonesa no Brasil, suas tradições e representações no país.

    A exposição Murakami por Murakami está em cartaz no Instituto Tomie Ohtake de 4 de dezembro de 2019 a 15 de março de 2020.

    • 42 min
    O que são territórios educativos?

    O que são territórios educativos?

    O que são territórios educativos? Entrevista com Beatriz Goulart e Bel Santos Mayer

    Neste episódio, o educador Pedro Costa e Natame Diniz, coordenadora do Prêmio Territórios, projeto concebido e realizado pelo Instituto Tomie Ohtake, entrevistam a arquiteta Beatriz Goulart e a educadora Bel Santos Mayer, ambas referências em pesquisa sobre educação integral. A entrevista partiu da seguinte questão: o que são territórios educativos e qual sua importância para a educação do nosso tempo? Sem elaborar uma resposta definitiva, Beatriz e Bel apresentam a ideia de território educativo como uma possibilidade de abertura da escola e da educação para o novo e para o desconhecido. Assim, um território educativo pode ser uma rua, um bairro ou uma cidade, desde que esteja aberto à circulação e ao pensamento das crianças e dos jovens que ensinam e aprendem nele.

    Mas como? E por que produzir um território educativo? Para responder a essas e outras perguntas, Beatriz e Bel identificam os traços que marcam os territórios educativos e explicam a importância da associação entre os territórios das escolas e dos bairros como processo transformador não apenas dos educandos, mas também das comunidades que participam dessas iniciativas. Com uma vasta experiência nesse campo, Beatriz e Bel pontuaram suas reflexões com exemplos e histórias que mostram o impacto da abertura e da exploração dos territórios em professores, estudantes e comunidades.

    Prêmio Território:
    http://premioterritorios.institutotomieohtake.org.br/





    Bel Santos Mayer
    É educadora social e coordenadora do Instituto Brasileiro de Estudos e Apoio Comunitário (IBEAC), que investe em informação, formação e transformação social. Desde 1988 atua em organizações não governamentais e facilita processos de criação de Bibliotecas Comunitárias gerenciadas por jovens. É empreendedora social da Ashoka e uma das coordenadoras do Polo de Leitura LiteraSampa, projeto socioeducativo de incentivo à leitura que forma mediadores e atua em toda a cadeia de produção do livro.

    Betriz Goulart
    Participou da concepção e da implantação dos CEUs em São Paulo, do Bairro-Escola de Nova Iguaçu, do Mais Educação/MEC, da criação do Centro de Referências em Educação Integral, entre outros projetos desenvolvidos através de metodologias participativas. É pesquisadora do grupo NAPPLAC na FAUUSP, e do GAE, na FAUUFRJ, em pesquisas sobre arquitetura escolar. Também é consultora da Associação Casa Azul como curadora pedagógica da Flip e do Prêmio Territórios Educativos no Instituto Tomie Ohtake.

    • 1h 2 min
    Como os corpos negros ocupam as instituições culturais hoje?

    Como os corpos negros ocupam as instituições culturais hoje?

    O que significa falar de experiências negras em instituições culturais? Neste episódio do podcast Amplitudes, os educadores Pedro Costa e Júlia Cavazzini entrevistam as educadoras e pesquisadoras Jordana Braz e Luciara Ribeiro, criadoras do projeto Experiências Negras, que acontece desde 2018 como parte dos programas do Núcleo de Cultura e Participação do Instituto Tomie Ohtake.

    O Experiências Negras busca colocar em evidência o protagonismo de profissionais negros e negras de diversas áreas dos espaços culturais da cidade, por meio de encontros e debates, uma publicação digital e uma websérie que refletem sobre as questões raciais e o papel das instituições em promover transformações estruturais nos seus programas e quadros de colaboradores, entre outros esforços para mudar a desigualdade histórica pautada pela distinção de raça no Brasil.

    Na entrevista, Jordana e Luciara contam um pouco da história desse projeto e sobre como a união de profissionais negros está contribuindo para fortalecer e aprofundar os debates raciais nas instituições culturais.

    • 48 min
    O que é acessibilidade?

    O que é acessibilidade?

    O que é acessibilidade?
    Entrevista com Cláudio Rubino

    Nesse episódio o educador Pedro Costa entrevista Cláudio Rubino, Coordenador do Programa de Acessibilidade do Instituto Tomie Ohtake, sobre acessibilidade nos museus e fora deles. Durante a conversa, Cláudio faz uma avaliação acerca do lugar das pessoas com deficiência em diversas sociedades e momentos históricos. Traz também dados relevantes sobre a situação das pessoas com deficiência no Brasil, em que as dificuldades relacionadas às deficiências se intensificam com a desigualdade e com os graves problemas sociais que o país enfrenta. Por fim, Cláudio explica como a área da acessibilidade migrou do debate da inclusão para o debate da participação, respondendo aos diversos tipos de exclusão produzidos pela sociedade contemporânea.

    • 46 min
    Quando vejo meus sonhos nos seus olhos?

    Quando vejo meus sonhos nos seus olhos?

    Quando vejo meus sonhos nos seus olhos?
    No primeiro episódio do podcast Amplitudes os educadores Pedro Costa e Julia Cavazzini entrevistaram os artistas e professores da Escola Entrópica, Fábio Morais e Virgínia de Medeiros sobre a relação entre arte e alteridade. O lugar da alteridade é um tema constante em suas obras, seja quando Fábio edita um livro que contém apenas as anotações de estranhos coletadas de outros livros, ou quando Virgínia elabora vídeos biográficos das mulheres que participam da Ocupação 9 de julho, por exemplo. A relação com o outro, os limites dessas relações e a transformação desses materiais em obras de arte são questões que foram abordadas durante essa conversa.

    Para mais informações sobre os artistas
    http://fabio-morais.blogspot.com/
    http://virginiademedeiros.com.br/

    • 49 min

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