Podcast Canaltech

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O Podcast Canaltech é um resumo das notícias de tecnologia, para começar o seu dia. De terça a sábado, a partir das 7h nos seus tocadores de podcasts.

  1. há 1 dia

    Tecnologia revela para onde vão os resíduos produzidos no Brasil

    Você sabe o que acontece com um resíduo depois que ele é descartado? A resposta pode estar em uma enorme quantidade de dados produzidos por empresas, governos e órgãos ambientais, informações que ajudam a revelar quanto lixo geramos, quem é responsável por ele e qual destino recebe. No novo episódio do Podcast Canaltech, o repórter João Melo conversa com Aline Fonseca, fundadora e CEO da Waste Data, empresa que utiliza dados e tecnologia para gerar inteligência sobre resíduos. A plataforma reúne informações de bases públicas e de manifestos de transporte de resíduos de mais de 20 estados brasileiros. Com isso, é possível acompanhar onde determinado material foi gerado, quem realizou o transporte, qual empresa recebeu o resíduo e que tipo de tratamento foi adotado. Durante a conversa, Aline explica como esse grande volume de informações é transformado em painéis que facilitam a visualização do fluxo dos resíduos e apoiam decisões de empresas e governos. A tecnologia também pode ajudar a identificar regiões que não possuem estruturas adequadas de tratamento e precisam transportar seus resíduos por grandes distâncias. Esse deslocamento aumenta os custos e pode gerar mais emissões de carbono. Outro ponto discutido no episódio é o papel da inteligência artificial no cruzamento de diferentes bases de dados. A Waste Data trabalha no desenvolvimento do Mapa Circular, projeto que pretende reunir informações sobre atividades econômicas, coleta seletiva e destinação de resíduos nos municípios. A entrevista mostra ainda como esses dados podem chegar à população. Com acesso a informações sobre reciclagem e descarte em cada cidade, os moradores podem compreender melhor os problemas locais e cobrar medidas mais efetivas do poder público. Você também vai conferir: iFood aposta em IA e entregas de 20 minutos para enfrentar rivais chinesas, Siri ganha IA e promete entender de verdade o que você quer e Zona Azul pode ter 15 minutos grátis em todo o Brasil. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fisher, Viviane França e Danielle Cassita. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de  e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Tecnologia revela para onde vão os resíduos produzidos no Brasil
  2. há 2 dias

    Racismo algorítmico: como a IA pode reforçar preconceitos

    Sistemas de reconhecimento facial que confundem pessoas negras, entregadores bloqueados depois de mudar o cabelo e ferramentas de inteligência artificial que repetem informações racistas sobre saúde. Esses casos mostram que os avanços tecnológicos também podem reforçar desigualdades que já existem na sociedade. Esse problema é conhecido como racismo algorítmico. Ele acontece quando sistemas automatizados reproduzem ou aprofundam a discriminação racial por meio de decisões tomadas com base em dados, modelos e critérios que nem sempre são transparentes. Mas atribuir o problema apenas aos dados usados para treinar uma inteligência artificial pode esconder parte importante da discussão. Afinal, existem escolhas humanas em todas as etapas: desde a coleta das informações até os testes realizados antes de uma ferramenta chegar ao público. Esse é o tema do novo episódio do Podcast Canaltech. O repórter João Mello conversou com Tarcízio Silva, pesquisador, cofundador da Associação Desvelar e autor do livro “Racismo Algorítmico: Inteligência Artificial e Discriminação nas Redes Digitais”. Durante a entrevista, Tarcízio explica como o racismo pode aparecer em ferramentas de reconhecimento facial, filtros de imagem e modelos de IA generativa. Ele também alerta para os riscos de sistemas que repetem informações falsas e preconceituosas em áreas sensíveis, como a saúde. A conversa ainda discute por que ter equipes mais diversas não é suficiente quando essas pessoas não participam das decisões e quais mecanismos podem reduzir os riscos, como a curadoria dos dados, os testes contínuos e os relatórios de impacto algorítmico. No fim, o pesquisador explica como usuários podem denunciar situações discriminatórias e por que a mobilização coletiva é essencial diante de empresas que concentram tanto poder. Você também vai conferir: Bill Gates propõe acordo global para evitar o caos com a IA, Apple libera Apple TV e Arcade de graça para assinantes do iCloud+ e Google Tradutor agora traduz conversas por voz mesmo sem internet. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Racismo algorítmico: como a IA pode reforçar preconceitos
  3. há 3 dias

    25 TB por dia: como o Rio transforma dados em serviços

    Uma viagem de ônibus, um atendimento em uma unidade de saúde ou o registro de presença de uma criança na escola. Ações comuns como essas geram dados que podem revelar muito sobre o funcionamento de uma cidade e as necessidades de seus moradores. No Rio de Janeiro, aproximadamente 25 terabytes de dados passam diariamente por uma infraestrutura que reúne informações de diferentes áreas da administração municipal. Mas como transformar todo esse volume em serviços públicos melhores? Esse é o tema do novo episódio do Podcast Canaltech, gravado durante o HackTown 2026, em Santa Rita do Sapucaí, no sul de Minas Gerais. O repórter João Mello conversou com Fernanda Scovino, chefe do Escritório de Dados da IplanRio. Ela atua no desenvolvimento de soluções de inteligência artificial para a Prefeitura do Rio e lidera a governança do Data Lake da cidade. O Data Lake funciona como uma infraestrutura integrada que conecta informações que antes ficavam separadas em diferentes secretarias. Entre elas estão dados de bilhetagem dos mais de 3 milhões de passageiros do transporte público, registros de frequência escolar e aproximadamente 150 mil atendimentos realizados diariamente nas unidades básicas de saúde. Quando essas informações começam a conversar, a prefeitura consegue ter uma visão mais ampla das necessidades da população. Um dos exemplos apresentados na entrevista é o programa Pequenas Cariocas, voltado ao acompanhamento de gestantes, puérperas e crianças de até seis anos. Ao reunir dados de saúde, educação e assistência social, o município pode identificar, por exemplo, uma mãe que não realizou exames importantes ou uma criança que precisa de acompanhamento mais próximo. A partir desse alerta, um agente de saúde pode entrar em contato ou ir até a residência da família. A inteligência artificial também começa a fazer parte desse trabalho. Uma das aplicações em desenvolvimento ajuda a analisar documentos e apontar possíveis inconsistências, facilitando etapas de validação e fiscalização realizadas pelos servidores. Mas Fernanda alerta que nem todo problema precisa ser resolvido com IA. Antes de adotar a tecnologia, é necessário entender o processo, organizar os dados e realizar testes em pequena escala. Se o sistema ainda apresentar respostas pouco confiáveis ou se o problema tiver muitas ambiguidades, a melhor decisão pode ser não usar inteligência artificial naquele momento. A conversa também mostra como os dados podem ajudar a prefeitura a escutar melhor os moradores. Por meio de um chatbot no WhatsApp, a população pode enviar mensagens e áudios para acessar serviços ou relatar dificuldades. Se várias pessoas disserem que não conseguem tomar uma vacina porque a unidade de saúde fecha antes de elas voltarem do trabalho, por exemplo, a prefeitura pode identificar o problema e avaliar alternativas, como ampliar o horário ou organizar um mutirão. Você também vai conferir: Criminosos precisam de só 10 segundos para clonar sua voz com IA, seu iPhone pode estar gastando bateria mesmo quando você não está usando os apps e Radares com IA aplicam mais de 2 mil multas em apenas um mês. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França e Danielle Cassita. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natalia Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    25 TB por dia: como o Rio transforma dados em serviços
  4. há 4 dias

    Algoritmos podem aumentar a desinformação nas eleições? Entenda os riscos

    Com a aproximação das eleições, a desinformação volta a ocupar o centro das atenções. Uma imagem fora de contexto, um vídeo manipulado ou uma informação falsa podem circular rapidamente pelas redes sociais e alcançar milhares de pessoas antes mesmo de serem desmentidos. Mas entender esse problema exige olhar além de quem cria ou compartilha uma informação falsa. As próprias plataformas têm um papel importante nessa dinâmica. Os algoritmos ajudam a determinar o que aparece na tela de cada usuário, quais publicações ganham mais visibilidade e quais assuntos permanecem circulando por mais tempo. Em um período eleitoral, esse funcionamento levanta dúvidas sobre o impacto das redes sociais na formação da opinião pública. Esse é o tema do novo episódio do Podcast Canaltech. A repórter Elisa Fontes conversou com Débora Salles, coordenadora-geral do NetLab, sobre os desafios para combater a desinformação nas redes sociais e o que muda quando essa discussão acontece em meio a uma eleição. A entrevista aborda como as plataformas influenciam a circulação de informações, o papel dos algoritmos na distribuição de conteúdo e as dificuldades para conter uma informação falsa depois que ela começa a ganhar alcance. A conversa também passa pela responsabilidade das big techs. Afinal, até onde uma plataforma pode ser considerada apenas o espaço onde determinado conteúdo foi publicado e a partir de que momento ela também precisa responder pela maneira como esse conteúdo é distribuído? Com novas tecnologias tornando cada vez mais fácil criar e manipular conteúdos, identificar o que é verdadeiro também se torna uma tarefa mais complicada para quem está do outro lado da tela. Em um cenário em que informação, tecnologia e política estão cada vez mais conectadas, saber como as redes sociais moldam aquilo que vemos pode ser tão importante quanto identificar uma notícia falsa. Como se proteger da desinformação? Qual é a responsabilidade das plataformas? E o que muda quando tudo isso acontece durante uma eleição? Você também vai conferir: Golpe usa app do Mercado Livre para roubar dados, data center que terá TikTok como cliente pode ser barrado no Ceará e Europa investe bilhões para desafiar Starlink de Elon Musk.  Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França, Marcelo Fischer e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Algoritmos podem aumentar a desinformação nas eleições? Entenda os riscos
  5. há 5 dias

    É hora de comprar ar-condicionado para enfrentar o El Niño?

    O El Niño voltou e pode atingir intensidade muito forte entre a primavera e o verão de 2026. Com a possibilidade de temperaturas acima da média em grande parte do Brasil, muita gente já começa a pensar em uma solução para enfrentar os dias e as noites de calor. Mas será que vale a pena comprar um ar-condicionado antes do verão? E como escolher um aparelho que seja adequado para o ambiente sem provocar um susto na conta de luz? Essas perguntas estão no novo episódio do Podcast Canaltech. A repórter Elisa Fontes conversou com Daniel Fraianeli, gerente de Produtos da TCL SEMP para a área de ar-condicionado comercial, e Álvaro Ruoso, gerente de Produtos da empresa para a área de ar-condicionado residencial. Os executivos explicam por que antecipar a compra pode facilitar a busca por preços, aparelhos e instaladores. No auge do calor, o aumento da procura pode elevar os valores e tornar mais difícil encontrar um profissional disponível para realizar a instalação. A conversa também mostra que escolher o aparelho mais barato nem sempre significa economizar. Um ar-condicionado com capacidade abaixo da necessária pode trabalhar por mais tempo e consumir mais energia. Por outro lado, um equipamento potente demais para o ambiente também pode prejudicar o conforto. Durante o episódio, os convidados explicam como calcular a capacidade adequada, por que observar a eficiência energética e quais cuidados tomar com a infraestrutura e a instalação. A inteligência artificial também entrou nessa discussão. Sensores e sistemas automatizados já permitem que alguns aparelhos ajustem o funcionamento de acordo com a temperatura, os hábitos dos usuários e até a localização do celular. Você também vai conferir: Claude identifica tentativas de uso da IA para criar armas biológicas, Polícia apreende 10 mil celulares roubados em São Paulo e Instagram explica por que não abandona o algoritmo do feed. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    É hora de comprar ar-condicionado para enfrentar o El Niño?
  6. 12 de set.

    Celulares, relógios e eSIM: os planos da Huawei para o Brasil

    A Huawei voltou a ampliar seu portfólio no Brasil, principalmente com relógios, fones de ouvido e outros dispositivos. Mas uma dúvida continua entre os fãs da marca: quando novos celulares serão lançados no país? Esse é um dos principais temas do novo episódio do Podcast Canaltech, gravado na Alemanha durante o lançamento global do Huawei Watch GT 7 Pro. O repórter Bruno Bertonzin conversou com Carlos Morales, diretor de relações públicas da Huawei Devices para as Américas. O executivo afirmou que trazer mais smartphones ao Brasil está nos planos da empresa, embora ainda não existam modelos ou datas de lançamento confirmados. Entre os aparelhos apresentados pela Huawei está a linha Nova 16S. Morales disse acreditar que o celular chegará ao mercado brasileiro, assim como outros produtos anunciados pela companhia, mas ressaltou que ainda não pode confirmar esses lançamentos. A entrevista também aborda um dos principais desafios enfrentados pela Huawei fora da China: a ausência dos serviços móveis do Google. Segundo o executivo, a empresa continua investindo na AppGallery, em parcerias com desenvolvedores locais e na integração entre hardware, software e outros dispositivos do seu ecossistema. Outros recursos aguardados pelos consumidores brasileiros também entraram na conversa. A Huawei trabalha para oferecer eSIM em seus relógios no país, mas ainda precisa superar desafios técnicos e logísticos antes do lançamento. Na área da saúde, Morales explicou como a empresa usa inteligência artificial para interpretar os dados coletados pelos dispositivos vestíveis. Ele também falou sobre criptografia, privacidade e a importância de não confundir os alertas apresentados pelos relógios com diagnósticos médicos. A conversa passa ainda pelos centros de pesquisa e desenvolvimento mantidos pela Huawei na Europa. Nesses espaços, a empresa realiza testes com atletas olímpicos e paralímpicos e pesquisa como movimentos, temperatura, diferentes tons de pele e até tatuagens podem interferir na precisão dos sensores. Quando novos celulares da Huawei chegarão ao Brasil? Como a empresa pretende contornar a ausência dos serviços do Google? E até onde podemos confiar nas informações de saúde apresentadas por um smartwatch? Você também vai conferir: Claude identifica tentativas de uso da IA para criar armas biológicas, Polícia apreende 10 mil celulares roubados em São Paulo e Instagram explica por que não abandona o algoritmo do feed. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Celulares, relógios e eSIM: os planos da Huawei para o Brasil
  7. 11 de set.

    O iPhone Duo pode mudar o mercado de celulares dobráveis?

    A Apple finalmente entrou no mercado de celulares dobráveis. Depois de anos acompanhando a evolução desse segmento, a empresa apresentou o iPhone Duo e abriu uma nova fase na disputa com Samsung, Motorola, Xiaomi, Huawei e Google. Mas a espera valeu a pena? O primeiro dobrável da Apple realmente oferece algo diferente dos aparelhos que já estão no mercado? Essas perguntas estão no novo episódio do Podcast Canaltech. Marcelo Fischer conversa com Bruno Bertonzin, redator de produtos do Canaltech, sobre os principais lançamentos da Apple e as mudanças na estratégia da empresa. Além do iPhone Duo, a companhia apresentou os novos iPhone 18 Pro e 18 Pro Max. A geração traz câmera com abertura variável, novo processador e melhorias de eficiência energética, mas mantém a tradição de mudanças mais discretas entre um ano e outro. Outra novidade está no calendário. A Apple deixou o iPhone 18 convencional para o começo do próximo ano, quando o aparelho deve dividir espaço com uma nova versão de entrada. Na avaliação de Bruno, essa decisão pode ajudar a empresa a manter seus celulares em evidência no período em que concorrentes como Samsung e Xiaomi apresentam seus principais lançamentos. O grande assunto da conversa, porém, é o iPhone Duo. Bruno explica por que a Apple demorou tanto para lançar um dobrável e compara o aparelho com os modelos mais recentes da Samsung. Entre os destaques estão o suporte à Apple Pencil, as animações criadas para a transição entre as telas e recursos que aproveitam o celular parcialmente dobrado. Por outro lado, espessura, peso, design e preço ainda podem favorecer os concorrentes. A chegada da Apple também pode acelerar a evolução de todo o segmento. Com uma nova gigante na disputa, outras fabricantes ganham mais pressão para recuperar recursos, aprimorar seus aparelhos e tornar os celulares dobráveis mais atraentes. Você também vai conferir: Robôs da OpenAI criam rede para se comunicar sem autorização, WhatsApp ganha novo visual com efeito de vidro no iPhone e roubos de carros elétricos mais que dobram em São Paulo. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França, Marcelo Fischer e Danielle Cassita. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natalia Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    O iPhone Duo pode mudar o mercado de celulares dobráveis?
  8. 10 de set.

    Como levar inteligência artificial para a escola pública?

    Inteligência artificial, plataformas digitais e análise de dados já fazem parte das discussões sobre o futuro da educação. Mas como levar essas tecnologias para a escola pública sem ignorar desafios como acesso à internet, infraestrutura e falta de tempo dos professores? Esse é um dos temas do novo episódio do Podcast Canaltech, gravado durante o HackTown 2026, em Santa Rita do Sapucaí, em Minas Gerais. O repórter João Melo acompanhou o evento e conversou com Bianca Dantas Silva, gerente de inovação da Fundação 1Bi, organização que desenvolve tecnologias sociais gratuitas em parceria com professores de escolas públicas. Entre os projetos está o AprendiZAP, plataforma que reúne conteúdos pedagógicos, atividades, avaliações e formação continuada para educadores. A iniciativa também conta com Mari, uma assistente de inteligência artificial treinada com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e metodologias da plataforma. A proposta é usar a IA para apoiar tarefas reais do cotidiano dos professores, como adaptar materiais às necessidades dos estudantes ou preparar uma mensagem para os familiares. Mas inovação, nesse caso, não significa depender apenas da internet. A Fundação também trabalha com conteúdos que podem ser impressos, baixados ou usados offline para atender escolas com diferentes condições de infraestrutura. Na conversa, Bianca explica ainda como os dados podem ajudar a acompanhar a aprendizagem, quais cuidados são necessários no uso da inteligência artificial e por que a tecnologia precisa ser pensada como ferramenta de apoio ao professor. Você também vai conferir: Meta falha em barrar anúncios de abuso infantil criado por IA, Casio lança relógio “indestrutível” para condições extremas e filme revive a turbulenta demissão de Sam Altman da OpenAI.  Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Nathan Vieira e Jaqueline Sousa. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Como levar inteligência artificial para a escola pública?
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