Desconectados- Temporada 1

AlexSnow

Um mundo onde todos ganham um salário universal, trabalham somente 4 horas por dia, não há guerras, não há crimes. E temos apenas 2 horas de internet por dia. Um mundo feliz? Descubra nesta temporada como esse futuro idílico pode ser a resposta para nossas angústias contemporâneas, ou não. Para mais reflexões, visite nosso blog: https://oblogdodesconectados.wordpress.com/ Podcast idealizado, produzido e divulgado por Alex Snow. Realizado com o apoio de amigos e familiares - interpretando os personagens- e com plataformas como ElevenLabs , Pixabay, Adobe e Audacity .

  1. há 2 dias

    Mesa Quadrada- Episódio 17: "Solo-Maxxing e a Economia da Solidão"

    É melhor estar sozinho. Segundo uma nova "trend", o solo-maxxing, as pessoas estão mais em paz consigo mesmas que tentando se relacionar com o outro. Será? Se fosse assim, porque cada vez consumimos mais, produzimos mais, nos cansamos mais, e no final, parece que sempre falta algo? Como chegamos a uma sociedade que prega autonomia, mas causa solidão? Neste episódio, vamos abordar as relações entre pet, tempo escasso, "dates caros", desconfiança, bolsas da Prada e medidas públicas para encontrar um pouco mais de paz no nosso dia a dia- sozinho ou acompanhado. Temas: 1m Por que o brasileiro é tão amável? Herança cultural e influência dos nossos ancestrais. 4m A era de viver sozinho. Solo-maxxing, quem ganha com isso? Enquanto isso, o look-maxxing bombando na internet e tornando as pessoas quase deformadas. A economia da solidão que vem do alto preço para “estar junto”. Namorar ficou caro, demorado e exaustivo. Será que estamos trocando o amor pela paz, ou apenas substituindo parceiros por pets? 8m "O que a família fazia de graça, hoje você compra." Por que opomos paz e família como se fossem incompatíveis? A falta de tempo justifica uma vida cada vez mais individual? 13m Todo mundo busca afeto — só mudaram os lugares. Influenciadores como os novos amores platônicos. A idolatria digital e seu custo emocional. Conviver dá trabalho — mas será justamente isso que nos faz bem? Quando a IA vira uma companhia tóxica. E quando permanecer com a família não é escolha, mas necessidade econômica? O papel do Estado nisso tudo. O que países como Singapura, Noruega e Suécia podem ensinar sobre planejamento social. 23m Quanto mais dependemos do Estado, mais vulneráveis ficamos à manipulação? O alerta de Tocqueville continua atual? Como equilibrar autonomia e proteção? Queremos relacionamentos sem complicação, mas também desejamos envelhecer cercados de pessoas. Comunidade leva tempo — e não se compra na prateleira. 28m Dá mesmo para ser feliz sozinho? Para o Homo sapiens, comunidade era questão de sobrevivência. Para o Homo modernus, consumo, entretenimento e exposição parecem cumprir esse papel. Estamos perdendo a capacidade de criar empatia? O processo de desumanização dos apps de namoro. 37m O sapo na panela O conforto de hoje pode ser a prisão de amanhã. Preguiça de socializar: conversas infinitas com LLMs, comida entregue em casa. Tudo parece confortável...até virar solidão. Talvez socializar não seja um luxo, mas uma necessidade humana. 43m O capitalismo vende até descanso Existe um capitalismo capaz de fortalecer comunidades ou ele depende justamente da fragmentação delas? O descanso virou serviço. 50m Como se constrói uma comunidade? Vivemos uma crise de confiança: no outro, no governo, nas instituições. Hoje acreditamos que, para pertencer, precisamos nos destacar, mas será que existem outras moedas de troca? Parques, espaços públicos e redes de apoio podem reconstruir comunidades? 1h01m O Estado deve cuidar dos idosos e dos mais vulneráveis? Individualismo, responsabilidade e dever coletivo. É possível viver sozinho sem viver solitário? Casais em casas separadas e amigos como família. Co-habitação como escola de convivência. E a arquitetura urbana como ferramenta para aproximar pessoas. 1h11m Vivemos para produzir. No fim do dia, sobra energia para quem? Quando morar junto deixa de ser escolha e vira necessidade. Por que hoje sonhamos menos com uma casa e mais com uma bolsa Prada? 1h17m Tempo com pessoas é tempo que não passamos rolando a tela. Afeto enchendo carrinhos de compra. A socialização espontânea virou produto e o vizinho foi substituído pelo especialista. 1h25m O inferno são os outros: o que Sartre queria dizer? As cidades que estimulam encontros humanos. O exercício diário de sair da falsa zona de conforto. Crescer exige desconforto. Nem isolamento absoluto, nem coletivismo sufocante. Talvez a liberdade esteja justamente no equilíbrio. Um passo por vez.

    1h 32min
  2. 23 de jun.

    Mesa Quadrada- Episódio 16: "Voltamos à época do Covid?"

    Em um mundo cheio de incertezas, como podemos nos planejar? A vida parece em eterno estado de "stand by", esperando o futuro ficar mais claro. Enquanto isso, produzimos e consumimos. Voltamos ao limbo vivido na época do lockdown, mas sem o tempo para refletir, descansar, se conectar, como em 2020. Se junte a nós nesta conversa para tentar dar alívio e um sentido ao caos em que vivemos. Principais tópicos: 1m Quando o futuro parece impossível de prever, entregar nas mãos de Deus pode ser um conforto. Um podcast gravado em 2020, no auge do lockdown, que soa assustadoramente atual em 2026. Estamos vivendo uma crise passageira ou uma nova condição permanente? A ansiedade de planejar é culpa do mundo, da nossa fase da vida ou da relação que criamos com o dinheiro? 6m O que ainda faz sentido planejar quando tudo muda tão rápido? Jovens questionando o valor do diploma, casais desistindo de ter filhos e decisões cada vez mais guiadas pelo bolso. Em que momento o dinheiro deixou de ser ferramenta e passou a ser prisão? 9m O trabalho já foi fonte de propósito. Hoje, muitas vezes, virou proteção contra o medo. Medo de perder renda, consumo e status. Como construir uma relação saudável com o trabalho quando sobrevivência e identidade parecem inseparáveis? E por que quase sempre só acordamos do piloto automático depois de uma crise? 14m A desconfortável zona neutra: aquele limbo entre a vida que achamos que queremos e a vida que é possível sustentar. Quanto da nossa pressão vem da sociedade e quanto nasce dentro de nós? A crença de que nunca é suficiente impulsiona crescimento ou apenas alimenta ansiedade? Será que ainda sabemos existir sem produzir? 21m Você conseguiria parar sem sentir culpa? O que realmente significa ser útil? Algumas necessidades se transformam em prisões invisíveis. Talvez todos estejamos na mesma gaiola, com a chave na porta, mas sem coragem de sair. 34m Passamos a vida adiando a felicidade para o futuro. Mas, se vamos viver mais, como equilibrar patrimônio, trabalho e descanso? A longevidade trouxe um novo desafio: a solidão. E ela pode começar muito antes da velhice. Dá para se preparar para um futuro menos solitário? 43m Relacionamentos exigem tempo — justamente aquilo que dizemos nunca ter. A tecnologia promete nos conectar, mas frequentemente nos afasta do único lugar onde as relações acontecem: o presente. Enquanto isso, o consumo infinito disputa cada minuto da nossa atenção. 50m Vivemos esperando o descanso, mas esse momento nunca chega. Durante a pandemia aprendemos que era possível desacelerar. O que aconteceu para esquecermos tão rápido? O medo da escassez nos empurra de volta para o consumo, mas, afinal, qual escassez dói mais: a de dinheiro ou a de tempo, vínculos ou significado? Indicação de um filme sobre o lixo mental que acumulamos sem perceber. 📌 Também disponível no Amazon, Apple Podcast e no Youtube: https://music.amazon.es/podcasts/644c48f5-e8c4-4992-b408-4750db27580e/desconectados--temporada-1 https://podcasts.apple.com/es/podcast/desconectados-temporada-1/id1839875044 https://youtube.com/@desconectados_vlog?si=ZWaCkNpV68XsZKm8 E acompanhe nossos artigos no blog:  https://oblogdodesconectados.wordpress.com/

    1h 3min
  3. 8 de jun.

    Mesa Quadrada- Episódio 15: "Ser livre ou feliz, o que você prefere?

    Vivemos cercados por regras, algoritmos, métricas e sistemas de controle. Mas será que isso nos torna mais felizes? Neste episódio, viajamos de uma distopia escrita em 1920 até os dilemas do mundo atual para discutir uma pergunta desconfortável: quanto da nossa liberdade estamos dispostos a trocar por segurança, previsibilidade e paz? Uma conversa sobre poder, medo, felicidade e o eterno conflito entre ordem e caos. Principais tópicos: 1m — A felicidade exige liberdade ou controle? Antes de “1984”, de George Orwell, um escritor russo já imaginava um futuro inquietante. Em 1920, o livro “Nós” defendia uma tese radical: liberdade e felicidade são incompatíveis. Para viver em paz, o ser humano precisaria abrir mão de parte da sua autonomia, das emoções e até da criatividade. Afinal, a máquina humana perfeita seria também a mais feliz? 5m — Por que imaginamos o futuro como uma ameaça? Toda grande transformação desperta a necessidade de prever o amanhã. Mas por que quase sempre imaginamos cenários sombrios? Poder econômico, político, religioso, teorias da conspiração e o medo como ferramenta de influência. Hobbes ou Rousseau: o ser humano nasce bom ou mau? E qual é o papel da arte em antecipar os futuros que ainda não chegaram? 11m — Quem controla o medo, controla a visão de futuro. Os psicopatas representam uma pequena parcela da população, mas exercem influência desproporcional em posições de poder. A falta de empatia que facilita o exercício do poder. Dos segredos usados como moeda de controle às novas drogas que prometem eliminar desejos e impulsos: até que ponto abrir mão dos sentimentos facilita governar, ou ser governado? 22m — O futuro já chegou. Só não está igualmente distribuído. Artistas, cientistas e observadores atentos costumam enxergar tendências antes do resto do mundo. Não é futurologia, é percepção. O que práticas antigas, sistemas educacionais e modelos de controle social revelam sobre o futuro que estamos construindo? E se escola e prisão tiverem mais semelhanças do que gostaríamos de admitir? 33m — Diversidade ou estabilidade: precisamos escolher? A uniformidade traz conforto. A diversidade traz atrito. Mas também traz inovação. Entre segurança, controle, emoção, liberdade e pertencimento, existe uma fórmula de equilíbrio? Ou estamos condenados a oscilar entre a ordem excessiva e o caos permanente? 43m — E se o controle for uma ilusão? Tentamos organizar o mundo para reduzir a incerteza, mas a realidade insiste em escapar das nossas regras. O sofrimento, o amor, o acaso e o inesperado convivem lado a lado. Diante disso, qual é o limite da tolerância? Devemos aceitar tudo? Inclusive os intolerantes? 58m — Como encontrar paz em um mundo imprevisível? Guerras, crises, mudanças tecnológicas e um futuro cada vez mais difícil de prever. Como diferentes gerações reagem a esse cenário? Quanto controle precisamos abrir mão para viver melhor? E quanto caos conseguimos suportar sem perder o sentido da vida? 1h09m — O preço da segurança. Os países mais felizes costumam combinar regras claras com necessidades básicas atendidas. Mas existe um ponto em que a segurança começa a sufocar a autenticidade? Há mais de um século já se imaginava um mundo monitorado por métricas e vigilância constante. Hoje carregamos esse sistema no bolso, e no pulso. Afinal, felicidade, liberdade e segurança conseguem coexistir? 📌 Também disponível no Amazon, Apple Podcast e no Youtube: https://music.amazon.es/podcasts/644c48f5-e8c4-4992-b408-4750db27580e/desconectados--temporada-1 https://podcasts.apple.com/es/podcast/desconectados-temporada-1/id1839875044 https://youtube.com/@desconectados_vlog?si=ZWaCkNpV68XsZKm8 E acompanhe nossos artigos no blog: https://oblogdodesconectados.wordpress.com/

    1h 23min
  4. 25 de mai.

    Mesa Quadrada- Episódio 14: "É possível uma rebelião global?"

    Estamos vivendo uma crise… ou apenas começando a perceber como o jogo sempre funcionou? Neste episódio:💸 super-ricos mais poderosos que países🤖 tecnologia que promete progresso — mas concentra poder📉 a classe média virando “pobre premium”🧠 meritocracia, medo coletivo e a sensação de que ninguém mais controla nada E no meio disso tudo:ainda existe esperança… ou só memes e ansiedade? Um episódio para quem sente que tem algo muito errado acontecendo — mas não consegue explicar exatamente o quê. Temas: 1m Estamos chegando no limite? Concentração de renda, instabilidade geopolítica e o medo sobre o futuro do trabalho. O que o presente tem em comum com outros períodos turbulentos da história? Existe risco real de uma revolta coletiva — ou estamos anestesiados demais para isso? 6m Os super-ricos e a concentração extrema Quanto dinheiro os super-ricos realmente têm? A desigualdade que existe até entre os próprios ricos. Pessoas cuja fortuna supera o PIB de países inteiros. Em que momento riqueza vira poder desproporcional? 10m A revolução tecnológica que não está beneficiando todo mundo As revoluções do passado e a melhora coletiva de vida. O que está acontecendo nesta vez? O controle dos meios de crescimento econômico. O descontentamento da classe média. Populações cada vez mais conectadas — e cada vez mais divididas. O papel do jornalismo em tempos de conflito de interesses. A mão “não tão invisível” do mercado. E a sensação de que a alternância de poder talvez seja apenas um ciclo que se repete. 18m Classe média ou “pobre premium”? O encolhimento da classe média. O controle dos pilares da sociedade: segurança, saúde e informação. A velocidade das mudanças versus o tempo humano de adaptação. Quando a produtividade expulsa o humano da equação. Qual é o nosso papel nisso tudo? E a falsa sensação de controle sobre a própria vida. 30m O desafio dos grandes números Como agir quando os problemas parecem inalcançáveis? A desistência diante da sensação de impotência. O papel da confiança nas pessoas e nas instituições. Ainda dá para confiar? E como a educação influencia essa percepção. 37m A pobreza realmente diminuiu? Corrupção como doença sistêmica. Existe salvação para a política? O ciclo vicioso que molda o comportamento individual e coletivo. O sistema cria pessoas corruptas — ou apenas revela quem já somos? 48m Todo mundo precisa de dinheiro O dinheiro move a vida — ou pelo menos garante sobrevivência? Ganância humana e limites do altruísmo. “Sou a favor da divisão… até ser eu quem precisa dividir.” Quando começamos a perder, o coletivismo desaparece. O ser humano consegue viver harmonicamente sem regras rígidas e controle? 56m Liberalismo, meritocracia e a ilusão da justiça Meritocracia para quem? O sucesso construído à custa do outro. Para que serve um bilionário? A obsessão pelo crescimento infinito e individual. 1h10m Um pouco de esperança — e humor — no ar O ser humano consegue ser livre sem destruir tudo ao redor? Os exemplos que fogem da regra: milionários que defendem pagar mais impostos. O movimento Patriotic Millionaires. E dois causos paralelos: Por que algumas pessoas acabam ficando com a mesma cara? E o mistério do “filme da Melania”. 📌 Também disponível no Amazon, Apple Podcast e no Youtube: https://music.amazon.es/podcasts/644c48f5-e8c4-4992-b408-4750db27580e/desconectados--temporada-1 https://podcasts.apple.com/es/podcast/desconectados-temporada-1/id1839875044 https://youtube.com/@desconectados_vlog?si=ZWaCkNpV68XsZKm8 E acompanhe nossos artigos no blog:  https://oblogdodesconectados.wordpress.com/

    1h 20min
  5. 11 de mai.

    Mesa Quadrada- Episódio 13: "Por que sentimos tanta angústia?"

    Vamos conversar sobre este assuntinho que nos pesa, e que aparece em diferentes momentos do nosso dia a dia, para tentar encontrar um possível caminho de paz com ele. 1m O tema da semana: convivendo com as angústias Rir delas, entendê-las, ou simplesmente sobreviver a elas? As diferentes fontes da angústia. A angústia nostálgica como fuga do presente. Saudade de um tempo em que as preocupações eram menores — e a esperança, maior. 4m A angústia de parar O comportamento automático como anestesia: o silêncio incomoda. O “sem parar” do trabalho… e o “sem parar” depois dele. A dificuldade de pausar em um mundo guiado pelo “ter”. Trabalho, dinheiro, status — e os múltiplos “chefes” que nos controlam. Se você não precisasse de dinheiro, o que faria?E se fracassasse nisso — quem você seria? 11m30s A angústia do FOMO Sede de aprender ou culpa por não dar conta de tudo? O que a necessidade de saber tudo revela sobre nós? Como sobreviver à avalanche de informação — e onde colocar limites.A angústia como aprendizado desde a infância. É possível prevenir a angústia? 23min A necessidade de saber — e o peso de questionar Diferentes formas de conhecimento. Saber leva a questionar… mas questionar aumenta a angústia? Seguir a manada ou sair dela: qual dói mais? O preço de ser outsider. A angústia da autenticidade. 33m A angústia dos questionamentos internos A pressão para se conformar. Mudar quem você é — ou como é visto — gera angústia? O medo de perder seu “lugar” no mundo. 41m45s Pertencer ou não pertencer — eis a angústia A busca por pertencimento. Diferenças de gênero na forma de sentir angústia. As histórias que contamos sobre nós mesmos — e como elas nos aprisionam. Meta-cognição, terapia e auto-percepção: ferramentas ou labirintos? 50m10s A angústia de não conseguir mudar crenças Por que é tão difícil se libertar? Precisamos do outro para nos curar? A aceitação como possível antídoto. 58m30s A angústia de não controlar emoções Gatilhos que parecem indomáveis. Falta de controle, falta de segurança. A angústia da menopausa. O papel dos amigos como apoio. 📌 Também disponível na Amazon e Apple Podcast e no Youtube: https://music.amazon.es/podcasts/644c48f5-e8c4-4992-b408-4750db27580e/desconectados--temporada-1 https://podcasts.apple.com/es/podcast/desconectados-temporada-1/id1839875044 https://youtube.com/@desconectados_vlog?si=ZWaCkNpV68XsZKm8 E acompanhe nossos artigos no blog: https://oblogdodesconectados.wordpress.com/

    1h 51min
  6. 27 de abr.

    Mesa Quadrada- Episódio 12: "O que aprendemos com os jovens do Japão"

    Aqui no Mesa Quadrada, temos a intuição de que tudo que acontece no Japão acaba acontecendo, tempos depois, em outras culturas. Será? Pesquisamos o que está acontecendo hoje com os jovens ali e fizemos um paralelo com as nossas angústias aqui. Acompanhe Edson, Agilson e eu em mais uma aventura pelo lindo mundo da reflexão, questionamento e aprendizado. Principais temas: 1m Dados sobre a Geração Z no Japão: o que pensam, como consomem, o que valorizam e em quem confiam. Por que saber o que acontece no Japão nos importa no Brasil? Sentimentos sobre o futuro, necessidade de pertencimento e desejo de voltar à infância. 8m17 Aspectos que são culturais e aspectos que são globais: pertencimento, alta performance, ansiedade, visão de futuro e necessidade de refúgio. 14m52 Mudanças recentes: menos estabilidade e visão de longo prazo prejudicada. Confiança (ou falta dela) nas instituições. “A verdade é flexível”. 19m35 Mangás e animes vulneráveis como forma de expor angústias em um ambiente seguro. E a Geração Z no Brasil: como ela está se sentindo? A cobrança para “viralizar” com tudo. Se todos somos bem-sucedidos, então quem é, de fato, bem-sucedido? A era da angústia. 27m15 A maratona infinita ou a corrida para o fim do mundo. A influência da geração Millennial, que já expunha os filhos à lógica da viralização. Mas será que essa cobrança não vem de outras gerações? O Show de Truman e a necessidade de ser impecável. Somos “role models” para as gerações mais jovens? 35m Meninas e meninos: as cobranças são as mesmas, mas potencializadas na cultura do excesso. Tudo o que “precisamos ser” para existir. Ser autêntico é mais valorizado? 43m A diferença entre o que você acha que é correto e o que você faz no dia a dia. O poder do incômodo como semente de mudança. Mudança e o retorno ao conservadorismo. 50m A função da educação e como acompanhar um mundo acelerado e não linear. Ensino, pesquisa e o fim das carreiras tradicionais. O papel da filosofia e da investigação para viver o futuro. Onde entram os robôs nisso? 1h05m Como desenvolver o pensamento crítico, que talvez seja nossa principal ferramenta. Filosofia como recurso. Como resistir ao contexto para poder “filosofar”. O poder das minorias e como se fazer ouvir em um mundo barulhento. 1h16m Movimento social, ensino, pesquisa e extensão, governo: pilares para mudança. O incentivo à alienação: quando tudo fica difícil, surge a vontade de desistir. Conflitos de interesse no investimento em pesquisa e nos modelos de financiamento de um futuro sem trabalho. Saberes não são diferentes — apenas mais ou menos valorizados. 1h34m E o papel da família: escutar, entender, estimular. Porque, no final, repetimos o que criticamos nos nossos pais. Aceitar o que é diferente da sua ótica. Filhos como sementes. Todo mundo ensina e aprende. 📌 Também disponível na Amazon e Apple Podcast e no Youtube: https://music.amazon.es/podcasts/644c48f5-e8c4-4992-b408-4750db27580e/desconectados--temporada-1 https://podcasts.apple.com/es/podcast/desconectados-temporada-1/id1839875044 https://youtube.com/@desconectados_vlog?si=ZWaCkNpV68XsZKm8 E acompanhe nossos artigos no blog:  https://oblogdodesconectados.wordpress.com/

    1h 43min
  7. 13 de abr.

    Mesa Quadrada- Episódio 11: "Feedback nunca mais, com o time ideal: agentes de IA".

    Se acabou o problema de ter que motivar time, dar feedback, lidar com coleguinhas tóxicos! Os agentes de IA eliminam tudo isto, mas também eliminam nossos trabalhos. O que faremos? Nos apoiaremos nas "power skills" para sermos imprescindíveis? Será que os agentes também podem aprendê-las? Acompanhe, Edson, Agilson e eu, Alessandra, em mais um bate papo existencial que começa com o fim do trabalho e acaba no Japão. Principais temas: 1m- Agentes de IA e as demissões em massa Vantagens do “time artificial”: não exige feedback, motivação ou recompensas. Mas, afinal, qual é o papel do líder? Cuidar de pessoas leva tempo — mas essa não é justamente a sua principal função? O líder é cobrado pela gestão ou pela produção? Se ganha tempo com agentes de IA, esse tempo será usado para quê? E mais: um agente pode ser líder? 8:40m- O agente como líderAs “power skills” podem ser aprendidas pela IA?Falamos tanto de criatividade como diferencial — mas, na prática, estamos realmente sendo criativos no contexto atual?E a tomada de decisão: pode ser totalmente delegada à inteligência artificial?Como estamos lidando, no dia a dia, com esses novos “colegas” — os agentes de IA?Criatividade exige tempo. Ainda estamos dispostos a investir nele? 18:30m- A noção de tempo Economia de tempo e aceleração constante. Tempo para fazer mais… mas fazer o quê? E para quê? Da máquina de escrever ao smartphone, e agora à IA: o que fizemos com o tempo que ganhamos ao longo das décadas? 22:35m- Excedente de pessoas Como recolocar a massa de profissionais que perderá seus empregos? A velocidade de reposição exigirá medidas drásticas. Se há excesso de pessoas sem poder de compra e, ao mesmo tempo, excesso de produção — a conta simplesmente não fecha. Em um mundo de custo quase zero, o excesso de lucro ainda faz sentido? 28m- A dificuldade de imaginar o futuro Somos parte do processo — e, por isso, enviesados. Não enxergamos todas as variáveis. O consumo será diferente. Há excesso por um lado, mas os recursos continuam finitos. É o fim do mundo — ou apenas o fim de um modelo? Talvez seja preciso abstrair e imaginar outros cenários. E se caminharmos para um mundo mais artístico? Um mundo de criadores? 37m 40s- Pensando o oposto E se o mundo ideal fosse feito de “férias eternas”? Artes para todos. Mas pessoas felizes deixam de questionar? Quem definiria as regras desse mundo ideal? Ele é sequer possível? “O homem é o lobo do homem.” Sozinhos, não chegamos longe — mas e as nossas comunidades? Sem confiança, existe coletivo? 50m- O robô é melhor do que nós? Somos um vírus? A criatura pode se voltar contra o criador? O que a IA “pensaria” sobre nós? Somos desiguais dentro da nossa própria igualdade. Uma versão moderna do comunismo seria viável? E o medo da China — é racional ou projeção? 1h 1m- Comunidade, valores e tempoComunidades estruturadas em castas geram insatisfação.A cobiça humana exige um “reset” de valores?Talvez o uso consciente da criatividade seja o caminho para repensar o futuro.E, inevitavelmente, voltamos à questão do tempo. 1h 7m- A responsabilidade sobre o tempo Estar ocupado nos protege do vazio — mas também nos desgasta. Como fazer uma escolha mais inteligente sobre o uso do nosso tempo? 1h 17m- Conexão em um novo mundo Onde fica a conexão em meio a tudo isso? Ela muda de geração para geração? A conexão física está sendo substituída — mas por quê, exatamente? Os gadgets são apenas ferramentas ou também fontes de vínculo? E se o futuro já estiver acontecendo — como no Japão? 📌 Também disponível na Amazon, Apple Podcast e no Youtube: https://music.amazon.es/podcasts/644c48f5-e8c4-4992-b408-4750db27580e/desconectados--temporada-1 https://podcasts.apple.com/es/podcast/desconectados-temporada-1/id1839875044 https://youtube.com/@desconectados_vlog?si=ZWaCkNpV68XsZKm8 E acompanhe nossos artigos no blog:  https://oblogdodesconectados.wordpress.com/

    1h 37min
  8. 30 de mar.

    Mesa Quadrada- Episódio 10: "Velho aos 30 ou ageless?"

    A ideia era falar de etarismo. No final, falamos sobre tardeos, amigos de todas as faixas, gente cuja idade biológica não corresponde ao que se espera, carreiras não lineares, apartamentos de 20m2 e imortalidade. Junte-se a nós neste bate papo sobre o que é ser 40 + e 50+ nos dias de hoje. Principais tópicos: 1m Idade: conceito relativo. Pessoas de 40 com cara de 20, pessoas de 20 velhas, 50+ com comportamentos adolescentes. Comportamentos similares em diferentes faixas. Você sempre se acha mais jovem do que é? Na balada, todos são iguais?  5m Muitos estilos de vida dentro de cada faixa etária. A manada está menos homogênea. Mesma idade, realidades diferentes. Necessidade geral de viver tudo que pode. Gerações mais novas mudando estilos de lazer.  11m O que mudou das faixas etárias ao longo das gerações. Imortalidade em 2030? Uma humanidade de jovens eternos. Novas faixas.  15m Enquanto a imortalidade não chega, vamos ao “ageless”. Tudo misturado. Gerações que trabalham juntas e desfrutam de hábitos comuns. Faixa por gostos e não por idade biológica. Círculo de amigos de idades cada vez mais amplas. 19m Se discute sobre remédio, saúde, envelhecimento cada vez mais cedo? Lembrança de viagem agora é remédio importado. Retiros para tratar crise existencial aos 30. Tudo cada vez mais rápido. 24m Descompasso entre a aceleração e a capacidade humana real de aprendizagem que leva a um envelhecimento (ou esgotamento) precoce. Crianças “cansadas”. 29m Percepções diferentes com relação à tecnologia que segmentam pessoas da mesma faixa. Neste “novo mundo”, como cada um está se posicionando independente da idade. Como isto interfere no trabalho. 36m Etarismo no trabalho. O percebido, o real e a necessidade futura nos ambientes corporativos. O papel da experiência neste novo mundo do trabalho. Carreira não linear como a nova ordem. Sou gerente x “estou” gerente. 48m A visão da pirâmide organizacional nas diferentes gerações. Empreender por vocação ou por necessidade. A busca por estabilidade x uma sociedade com menos capacidade de acumular riqueza. Não tem trabalho para todos. Apartamentos de 200m2 a 20m2. O que mudou nos últimos anos no Brasil. 1h 2m Pequenos luxos para usufruir de algo de status. Streaming e smart phone unindo as gerações, mas cada um na sua. Às vezes, em mais de uma tela. Teaser para o próximo podcast: Seus novos colegas de trabalho (caso você ainda tenha um): os agentes de IA. 📌 Também disponível no Amazon, Apple Podcast e no Youtube: https://music.amazon.es/podcasts/644c48f5-e8c4-4992-b408-4750db27580e/desconectados--temporada-1 https://podcasts.apple.com/es/podcast/desconectados-temporada-1/id1839875044 https://youtube.com/@desconectados_vlog?si=ZWaCkNpV68XsZKm8 E acompanhe nossos artigos no blog:  https://oblogdodesconectados.wordpress.com/

    1h 13min

Sobre

Um mundo onde todos ganham um salário universal, trabalham somente 4 horas por dia, não há guerras, não há crimes. E temos apenas 2 horas de internet por dia. Um mundo feliz? Descubra nesta temporada como esse futuro idílico pode ser a resposta para nossas angústias contemporâneas, ou não. Para mais reflexões, visite nosso blog: https://oblogdodesconectados.wordpress.com/ Podcast idealizado, produzido e divulgado por Alex Snow. Realizado com o apoio de amigos e familiares - interpretando os personagens- e com plataformas como ElevenLabs , Pixabay, Adobe e Audacity .