281 episódios

O Educando Seu Bolso é um portal criado por profissionais do mercado financeiro justamente para quem não é do mercado.

Nosso objetivo é facilitar o relacionamento do cidadão comum com seu dinheiro, de forma rápida e objetiva e, principalmente, em linguagem acessível.

Chega de financês, chega de textos longos e abstratos, vamos nos arriscar aqui sempre pra te dizer o que você deve fazer e como, baseado naquilo que nós mesmos fazemos ou faríamos.

Finanças pessoais é um tema importantíssimo para dezenas de milhões de brasileiros e ao mesmo tempo não é simples. Buscaremos sempre traduzir para o brasileiro comum as práticas e novidades do sistema financeiro de uma maneira que você pode usar para melhorar a sua situação financeira.

Finalmente, afirmo nossa independência. Não somos pautados por nenhuma instituição financeira, não estamos aqui para te vender nenhum produto ou serviço financeiro. Nosso principal objetivo é te ajudar a não fazer bobagens com o seu suado dinheirinho.

É um prazer contar com você como leitor e ouvinte, e esperamos que goste. Mas, se não gostar, escreva pra nós criticando que a gente dá um jeito.

Forte abraço,

Frederico Torres

Educando Seu Bolso Frederico Torres

    • Investimentos

O Educando Seu Bolso é um portal criado por profissionais do mercado financeiro justamente para quem não é do mercado.

Nosso objetivo é facilitar o relacionamento do cidadão comum com seu dinheiro, de forma rápida e objetiva e, principalmente, em linguagem acessível.

Chega de financês, chega de textos longos e abstratos, vamos nos arriscar aqui sempre pra te dizer o que você deve fazer e como, baseado naquilo que nós mesmos fazemos ou faríamos.

Finanças pessoais é um tema importantíssimo para dezenas de milhões de brasileiros e ao mesmo tempo não é simples. Buscaremos sempre traduzir para o brasileiro comum as práticas e novidades do sistema financeiro de uma maneira que você pode usar para melhorar a sua situação financeira.

Finalmente, afirmo nossa independência. Não somos pautados por nenhuma instituição financeira, não estamos aqui para te vender nenhum produto ou serviço financeiro. Nosso principal objetivo é te ajudar a não fazer bobagens com o seu suado dinheirinho.

É um prazer contar com você como leitor e ouvinte, e esperamos que goste. Mas, se não gostar, escreva pra nós criticando que a gente dá um jeito.

Forte abraço,

Frederico Torres

    #285 Abrir MEI: descubra tudo o que você precisa para se tornar um MEI!

    #285 Abrir MEI: descubra tudo o que você precisa para se tornar um MEI!

    Para quem deseja abrir uma pequena empresa ou se formalizar como trabalhador autônomo existe no Brasil, desde 2009, a opção de se tornar um MEI, sigla para Microempreendedor Individual. A vantagem é que a carga tributária paga por um MEI é baixa, e mesmo assim ele tem acesso a benefícios do governo, como previdência social.
    Caso você queira saber o que precisa fazer para abrir um MEI, conhecer os encargos, os direitos e receber algumas dicas, basta continuar lendo esse texto!

    Como abrir um MEI   Abrir um MEI pode ser mais fácil do que se pensa, tendo em vista que o processo de abertura é todo online. Benefício para você, que não precisa se locomover ou enfrentar filas enormes. Basta acessar o site do empreendedor e seguir o passo a passo a seguir:
    1- Entre nesse link, no site portal do empreendedor;
    2- Clique em “formalize-se”;
    3- Na plataforma para a qual você foi redirecionado, caso você tenha um cadastro, informe seu CPF e senha. Caso não tenha, clique em “fazer cadastro” e informe os dados pedidos;
    4- Autorize o uso dos seus dados pelo Portal do Empreendedor;
    5- Informe o número do recibo da sua declaração de imposto de renda ou título de eleitor, caso sejam solicitados;
    6- Preencha as informações e declarações solicitadas e conclua a inscrição.
     
    O que é preciso para abrir um MEI Para abrir seu MEI serão solicitados os seguintes documentos e dados:
    RG; Título de eleitor ou declaração de Imposto de Renda; Dados de contato e endereço residencial; Dados do seu negócio (tipo de atividade econômica realizada, local onde a atividade é realizada).  
    Quem pode se tornar MEI Atualmente, são mais de 500 tipos de atividade que podem se enquadrar no MEI. Caso você queira conhecer melhor quais são as atividades permitidas no momento, temos um artigo e podcast sobre as mudanças do MEI em 2020 que pode te ajudar nisso.
    O pré-requisito principal para se tornar MEI é que seu faturamento seja de até R$81 mil por ano ou R$6750 por mês. Além disso, o MEI pode ter até 1 funcionário, que receba um salário mínimo ou o piso da categoria. Caso você tenha, portanto, 2 funcionários, não pode se enquadrar na modalidade MEI. É importante ressaltar também que quem é administrador ou sócio de outra empresa não pode se tornar MEI. 
     
    Benefícios aos quais o MEI tem acesso Ao abrir um MEI você tem alguns direitos assegurados, que são:
    auxílio maternidade; afastamento remunerado por problemas de saúde; aposentadoria; isenção de tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI, CSLL); cobertura da Previdência Social para o MEI e sua família. Você sabia que existem serviços voltados diretamente para MEIs, por exemplo planos de saúde?
    Essa categoria de plano de saúde que se enquadra para o MEI funciona como um plano coletivo empresarial. Ele tem como características ser um plano de modalidade individual, porém o contratante tem perfil jurídico. Além disso, para aderir ao plano de saúde para MEI, os beneficiários devem estar ligados à pessoa jurídica com relação empregatícia, estatutária ou familiar.
    Se ainda ficou alguma dúvida sobre esse tema, temos um artigo no blog que explica como funcionam esses planos de saúde para MEI, e se eles te fazem economizar ou não.
    Abrir MEI é gratuito? Sim, você não paga nenhum valor para abrir o MEI. Esse serviço é gratuito!
    Após a abertura, porém, o MEI precisa pagar um tributo chamado DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional). Esse tributo engloba os impostos destinados à Previdência Social, ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e ISS ( Imposto sobre Serviços). O Simples deve ser pago mensalmente, e tem um valor fixo anual. Esse valor atualmente varia dentro da faixa de R$52,25 e R$58,25, dependendo do tipo de negócio exercido. Entretanto,

    • 16 min
    #284 Fundos Imobiliários: entenda tudo sobre esse investimento!

    #284 Fundos Imobiliários: entenda tudo sobre esse investimento!

    Você certamente já ouviu falar sobre o assunto que trataremos nesse texto: Fundos Imobiliários. Possivelmente conhece alguém que investiu neles no ano passado e ficou muito satisfeito. E, se você acompanha mais de perto o mercado financeiro, provavelmente já sabe que em janeiro eles andaram assustando muita gente.
    Foi justamente isso que nos motivou a falar sobre Fundos Imobiliários agora. Dada a dimensão do susto, percebemos – na verdade, já sabíamos – que havia muita gente investindo neles sem saber direito o que estava fazendo.
    O que é fundo imobiliário? De uma maneira simplificada e objetiva, fundos Imobiliários são uma modalidade de investimento em renda variável. E a renda variável tem esse nome justamente porque... varia! Parece óbvio, não é? Mas, infelizmente, muitos entraram nesta barca por ser o investimento da moda. O Ifix subiu quase 36% em 2019 e muita gente se empolgou. Investiu em renda variável como se fosse renda fixa. Acontece que movimentos como o que ocorreu em janeiro são normais. Principalmente depois de uma alta com as características da que vimos em 2019. E não será surpresa se outras quedas semelhantes aconteçam em 2020! Por isso é tão importante falar sobre isso agora.
    Veja o gráfico do comportamento do IFIX, o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários de 13 de janeiro a 13 de fevereiro de 2020.

     
    Mas, afinal, o que é um Fundo de Investimento Imobiliário – FII? Quais são suas vantagens, desvantagens e, principalmente, riscos? Como investir neles?  Saiba tudo isso lendo este texto e ouvindo o podcast, que está no início da página!
     
    Fundos de Investimento Antes de mergulhar nos Fundos Imobiliários, vamos falar um pouco sobre os fundos de investimento de modo geral. Eles são sociedades de pessoas, constituídas em forma de condomínio, que têm por objetivo obter lucro por meio de investimentos financeiros.
    A palavra condomínio é boa para enxergarmos melhor como eles funcionam. Imagine um edifício comercial com várias salas. Cada sala representa uma cota do condomínio. Os proprietários das salas são, portanto, donos também do condomínio. Eles elegem, em assembleia, o síndico, que é quem vai tomar as decisões para o bom funcionamento do edifício.
    Um fundo de investimento funciona de forma semelhante. Cada investidor é dono de uma quantidade de cotas. O síndico de um fundo chama-se gestor. É ele quem toma as decisões quanto à estratégia de investimentos do fundo. Além do gestor, existe também a figura do administrador. É o responsável pela parte formal do fundo – despesas, registros, prestação de contas. Geralmente é uma instituição financeira.
    Conforme o tipo de fundo, o gestor toma as decisões de investimento, cujos rendimentos deverão – espera-se – gerar lucro para o condomínio. Para o funcionamento do fundo há despesas administrativas. Para arcar com elas existe a taxa de administração, que os cotistas pagam ao administrador do fundo.
    Os resultados de todo esse movimento financeiro provocam aumento ou redução do patrimônio do fundo, o que impacta diretamente no preço das cotas. O aumento no preço da cota é o lucro que os investidores tanto buscam, ao aplicar em um fundo.
    Fundos Imobiliários Existem vários tipos de fundos, conforme o tipo de ativos em que investem. Alguns dos exemplos mais conhecidos são os fundos de Renda Fixa, os de Ações, os Cambiais, os Multimercado e, claro, os Imobiliários.
    O que caracteriza os Fundos de Investimento Imobiliários – FIIs é que eles investem em ativos diretamente ligados ao mercado imobiliário. Podem ser os imóveis, propriamente ditos, ou títulos financeiros ligados ao setor.
    Uma característica importante dos FIIs é que, além da valorização da cota, eles podem proporcionar ao investidor o recebimento de rendimentos. Por exemplo, por m

    • 29 min
    #283 Aluguel de carro: vale mais a pena ter um ou alugar?

    #283 Aluguel de carro: vale mais a pena ter um ou alugar?

    Todo mundo sabe dos enormes custos de se ter um carro. Uma saída para quem só precisa do veículo às vezes, mas não quer arcar com todos esses gastos, é o aluguel de carro. Mesmo quem já possui um automóvel, às vezes precisa alugar um carro quando está em outra cidade, ou em uma viagem. Por isso, esse texto vai te ajudar a entender melhor como funciona e quais são as curiosidades do aluguel de carro. 
    Quanto custa o aluguel de carro ? O valor do aluguel de carro pode variar em muitos casos. O preço muda de acordo com a cidade, com a empresa e também com o modelo de carro escolhido. Assim, você pode escolher o veículo e a empresa que mais se encaixam nas suas necessidades e no seu orçamento. 
    Por exemplo, em São Paulo, o valor da diária para se alugar um carro varia de R$ 38,00 a R$160,00! Por isso é necessário pesquisar bastante para achar o melhor custo-beneficio para o seu bolso. Além do valor da diária, é importante também levar em conta o preços das proteções. Você pode escolher contratar uma proteção parcial, ou completa. A contratação de um seguro é importante para te proteger, caso aconteça algo com o veículo. Assim você pode curtir o carro com mais tranquilidade. 
     
    Ranking melhores empresas de pedágio expresso segundo Educando seu Bolso

    Posição Empresa Nota Interessado? 1
    Veloe Nota3.35
    ">      Contratar 2
    C6 Taggy Nota3.05
    ">     Contratar 3
    ConectCar Nota2.65
    ">      Contratar 4
    Move Mais Nota2.64
    ">      Contratar 5
    Sem Parar Nota2.44
    ">      Contratar Atualizado em 06/02/2020



    Grupos e modelos de carros Existem diversos modelos de veículos no mercado. Assim como o preço de aquisição, o preço do aluguel também muda, dependendo de qual carro você escolher. O grupo de carros econômicos conta com modelos populares, com câmbio manual. Já, no outro extremo, o grupo dos executivos são carros mais luxuosos: possuem bancos de couro, câmbio automático, entre outros atributos.
    Confira alguns desses grupo abaixo:
    Econômico: Fiat Mobi, Fiat Uno, Renault Kwid. Intermediário: HB20, Onix, VW Virtus Comfortline, Ford Ka. SUVs: Jeep Renegade, Ford Ecosport, Carros executivos:  Toyota Corolla, GM Cruze Sedan Variação de preços por cidades Dependendo da cidade que você irá alugar, os preços das diárias variam. Por isso, se você pretende alugar o veículo em outra cidade, é muito importante pesquisar os preços e se preparar financeiramente para esse gasto, para não ter surpresas depois. Se planejar para evitar os gastos desnecessários é essencial.
    Abaixo estão alguns exemplos dos valores de aluguel de carro em cada cidade.
    São Paulo
    São Paulo – Aeroporto Guarulhos Grupo Econômico Grupo intermediário Grupo executivos Unidas R$ 38,90 R$52,00 R$ 93,00 Movida R$ 41,11 R$56,00 R$112,00 Localiza  R$ 52,90 R$71,40 R$ 125,00 Belo Horizonte
    Belo Horizonte – Aeroporto Confins Grupo Econômico Grupo intermediário Grupo executivos Unidas R$ 28,20 R$ 40,00 R$ 121,00 Movida R$ 37,54 R$ 41,11 nd Localiza  R$ 57,45 R$ 65,00 R$ 133,00 Rio de Janeiro
    Rio de Janeiro – Aeroporto Santos D. Grupo Econômico Grupo intermediário Grupo executivos Unidas R$ 41,54 R$ 53,08 R$ 110,00 Movida R$ 43,79 R$ 57,18 R$ 112,00  Localiza  R$ 52,45 R$ 60,12 R$ 138,00   Seguro do aluguel de carro Além do valor da diária é preciso incluir nesse preço o custo do seguro do veículo. Em média, o seguro básico do carro Econômico custa R$28,00 por dia e do grupo Intermediário pode variar de R$28,00 até R$39,00 por dia, dependendo da empresa. Enquanto a cobertura para terceiros custa por volta R$10,00 por dia em todos os grupos de carros. Então, é importante contar com esses gastos extras na hora de escolher qual carro alugar.
    As coberturas vão mais

    • 31 min
    #282 Como conseguir renda extra no carnaval de 2020?

    #282 Como conseguir renda extra no carnaval de 2020?

    O carnaval pode ser uma ótima época do ano, não só para o folião, mas também para quem está pensando em gerar um dinheiro extra. Durante esse período as ruas ficam lotadas e os foliões ficam bem animados e dispostos a consumir produtos que são praticamente indispensáveis no carnaval! Por isso, esse é um momento propício para fazer vendas e gerar uma renda extra. 
    Hoje, nós vamos te dar dicas de como lucrar nesse carnaval!
    1 - Vender fantasias
    Vender fantasias pode ser uma ótima forma de ganhar dinheiro nesse carnaval. Para isso você não precisa ser um costureiro experiente. Claro que uma certa familiaridade com atividades manuais ajuda muito, mas se você não possui essa experiência, uma boa saída pode ser fazer customizações de adereços simples, como  arquinhos de cabelo ou brincos, por exemplo. Caso você já tenha prática, uma ideia legal é divulgar nas suas redes sociais e receber encomendas! Assim você não corre o risco de ficar com o estoque parado. 
    Entretanto, se você acha que fazer fantasias não é para você, temos uma outra dica: você pode comprar fantasias no atacado e vendê-las mais caras. Ir para a rua e vender as fantasias nos bloquinhos é uma boa sacada. Você encontrará uma multidão de foliões, e uma boa parte deles estará dispostos a comprar fantasias e adereços para entrar na folia.
    Pensando em abranger todos os públicos e aumentar suas vendas, é essencial diversificar não só as fantasias, mas também os meios de pagamentos. Procure atender o maior número de pessoas possíveis aceitando pagamentos com cartão. 
    Uma boa maquininha nesse caso é a SumUp top. Maquininha sem fio, com conexão pelo celular. Ela tem um custo baixo de aquisição R$ 58,00 . Além disso, conta com boas taxas Pois, é cobrado 1,90% no débito, de 3,10% a 4,6% no crédito à vista e a partir de 3,9% no crédito parcelado.
    Se quiser saber sobre a maquininha da SumUp top leia nosso conteúdo completo.
    2 - Vender bebidas na rua
    Uma das formas mais comuns de fazer renda extra no carnaval é vendendo bebidas na rua. Os blocos ficam lotados e as altas temperaturas do começo do ano fazem com que as pessoas consumam muitas bebidas durante a festa. Você pode vender bebidas alcoólicas, sucos, água mineral e refrigerantes. Mas é importante lembrar que é necessário ser cadastrado na prefeitura para fazer a venda de bebidas, explicaremos melhor sobre esse cadastro logo adiante. 
    O tipo de bebida deve ser condizente com o público dos bloquinhos que você irá vender. Por exemplo, em bloquinho infantil, não faz sentido levar muitas bebidas alcoólicas. Mas é sempre bom apostar em água mineral. Onde quer que você vá, a procura por água vai ser grande. 
    Uma dica super importante e que pode fazer com que você venda muito mais é ter uma maquininha de cartão! Muitas pessoas ficam com medo de sair com dinheiro na rua, por isso, aceitar vendas com cartão é algo extremamente importante. Nesse caso, a maquininha ideal para você é aquela sem fio e com conexão no celular.

    Para esses vendedores uma boa pedida é a maquineta Minizinha Pag Seguro, essa maquininha conta com uma baixo custo de aquisição: 12x de R$3,34 (R$40,00). Suas taxas também são bem atrativas, e podem conquistar o público! A taxa no débito é de 2,39%. As taxas no crédito à vista variam de 3,19% a 4,99%. Para crédito parcelado, as taxas são a partir de 3,79% + 2,99% por parcela. Essa pode ser uma boa escolha pois a maquininha aceita uma grande variedade de bandeiras.
     
    Quer saber mais sobre a Minizinha Pag Seguro? Leia o nosso conteúdo completo!
     
     
    3 - Colocar sua casa, ou algum quarto para alugar
    Se você mora em alguma cidade que recebe muitos foliões durante o carnaval, ou tem algum apartamento disponível em uma cidade de folia, o aluguel pode ser bastante interessante para você! Nes

    • 23 min
    #281 MEI 2020 : Principais mudanças para o MEI no ano de 2020

    #281 MEI 2020 : Principais mudanças para o MEI no ano de 2020

    Estar em dia com a regularização do MEI Microempreendedor é muito importante para não ter problemas no seu negócio. Por isso, é essencial ficar de olho em todas as novidades do MEI em 2020.

    • 19 min
    #280 Descubra se ter um cartão de crédito universitário é vantajoso!

    #280 Descubra se ter um cartão de crédito universitário é vantajoso!

    Conseguir um cartão de crédito quando se é um universitário muitas vezes pode ser uma tarefa difícil. Isso porque alguns bancos podem cobrar tarifas muito altas para a realidade financeira de um jovem nesse período da vida. Outro fator que dificulta é que alguns bancos pedem comprovação de renda para liberar um cartão de crédito, e muitos universitários não têm nenhuma renda.
    É para isso que existem os cartões de crédito e as contas bancárias voltados especialmente para universitários. Os grandes bancos oferecem esse tipo de modalidade, e geralmente as tarifas são mais baixas que as das contas convencionais. Outro benefício desse tipo de cartão é que muitos deles não pedem comprovação de renda.  Entretanto, o lado ruim é que geralmente o limite de crédito é baixo, não costumando passar muito dos R$1000.
    Separamos aqui, portanto, as opções de cartões universitários oferecidas pelos principais bancos tradicionais do Brasil. Além disso, mais à frente no texto apresentaremos algumas opções de contas digitais gratuitas ou com tarifas baixas, que podem ser boas para universitários também, apesar de não serem voltadas exclusivamente para eles. Caso você queira conhecer todas essas contas e decidir qual é a melhor para você, continue lendo esse texto!
    Opções de cartão universitário em bancos tradicionais Fizemos uma tabela que resume os principais benefícios e condições de cada um dos principais bancos do país. Caso você queira conhecer essas contas com um pouco mais de detalhes, os próximos tópicos do texto te ajudam nisso.
      Exige comprovação de renda? Anuidade Limite máximo Bradesco Sim R$147 Não informado Caixa Não R$207 R$800 Banco do Brasil Não R$0 R$1200 Santander Não R$252 Não informado Itaú Não R$255 Não informado Bradesco O Bradesco oferece um cartão de crédito Visa Internacional para o público universitário que exige comprovação de renda de pelo menos um salário mínimo. Essa comprovação já exclui alguns universitários da possibilidade de ter o cartão, mas muitos outros ainda são inclusos. Ele oferece benefícios como descontos no cinema, prêmios, e a primeira anuidade grátis. As demais anuidades são de R$147,00, ou seja, R$12,25 por mês. 
    Caixa Econômica Federal O cartão universitário de crédito Visa Internacional da Caixa não exige comprovação de renda, e tem limite de até R$800. Ao fazer compras nele você pontua no programa de recompensas da Caixa, e pode, além disso, parcelar sua fatura. A anuidade é de R$207, ou seja, R$17,25 por mês. A primeira anuidade, entretanto, é de R$51,75 (75% de desconto).
    Banco do Brasil O Banco do Brasil oferece um Ourocard internacional para quem é universitário que não exige comprovação de renda e tem limite pré aprovado de R$1200. Além disso, o cartão não cobra anuidade, o que é uma ótima vantagem.
    Santander O cartão universitário Mastercard oferecido pelo Santander também não exige comprovação de renda. Sua anuidade é de R$252 por ano, R$21 por mês. Entretanto, o banco oferece um benefício, e sua parcela mensal da anuidade é zerada quando você acumula a partir de R$50 em compras em cada fatura. Esse valor é baixo, e o benefício consegue atingir muitas pessoas. Com esse cartão você participa, além disso, do programa de benefícios e descontos do banco, o Esfera. 
    Itaú O Itaú oferece um cartão universitário Visa internacional que não exige comprovação de renda. Nele você consegue parcelar sua fatura, ter descontos em cinemas, participar do programa Sempre Presente. A anuidade dele é R$255, ou R$21,25 mensais. A primeira anuidade, entretanto, é de graça, e você tem 50% de desconto até a 6ª. Ou seja, só começa a pagar esse valor total a partir da 7ª.
     
    Outra opção: contas digitais
    Mostramos, até agora, as contas e

    • 25 min

Opiniões de clientes

Sylvie_Moyen ,

Simples assim

Gente, porque todo mundo não fala assim sobre finanças? 👏🏻👏🏻👏🏻

Jorge.Costa ,

Ótimo

Aprendo bastante com este ótimo podcast sobre educação financeira.

Alan da Hora / Do It Yourcast ,

Alan da Hora

Comecei a ouvir o podcast desde os primeiros episódios do feed. E apesar de antigos ainda são bastante atuais e muito educativos. Recomendo ouvir desde o início mesmo!!!!

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