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Podcasts da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo

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Podcasts da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo

    [Odontologia no Ar] Odontologia hospitalar traz qualidade de vida para pacientes internados

    [Odontologia no Ar] Odontologia hospitalar traz qualidade de vida para pacientes internados

    Além de pacientes internados, no ambiente hospitalar podem ser atendidos aqueles com problemas comportamentais ou graves de saúde, que não podem ser atendidos em consultórios odontológicos convencionais, ou que possam precisar de algum outro auxílio mais urgente



    A chamada odontologia hospitalar, como o próprio nome diz, é a prática odontológica dentro do âmbito hospitalar, seja ele um hospital ou uma clínica, como as de oncologia, por exemplo. E ela pode aparecer em diversas situações no nosso cotidiano, como explica a professora Karem Lopes Ortega, da Faculdade de Odontologia (FO) da USP, no podcast Momento Odontologia desta semana. 



    “A prática da odontologia hospitalar pode ser feita em pacientes com problemas comportamentais ou graves de saúde, que não podem ser atendidos em consultórios odontológicos convencionais, ou que possam precisar de algum outro auxílio mais urgente”, explica a professora. 



    Odontologia hospitalar em UTI



    Pacientes em UTI ou CTI, que apresentem quadros de urgência odontológica ou pessoas que se envolveram em graves acidentes físicos ou que apresentam uma infecção bucal, também podem receber o auxílio de um cirurgião-dentista dentro do hospital. 



    A professora ressalta que o atendimento ou o tratamento odontológico pode ser feito em qualquer ambiente, mas requer algumas mudanças, já que o local não conta com todos os equipamentos de um consultório dentário convencional. “O maior diferencial para atender o paciente na UTI é o cirurgião-dentista, que tem que estar capacitado para esse atendimento.”



    Qualidade de vida do paciente internado



    Karem destaca que o cirurgião-dentista pode praticar qualquer tipo de atendimento, seja no hospital ou na clínica, tudo dependerá do ambiente em que o profissional está inserido. Então, “se o dentista estiver em um hospital de oncologia, o foco está voltado para melhorar a qualidade de vida do paciente”, mas, de uma forma geral, o profissional deve intervir “em qualquer situação de dor ou infecção”. 



    Para a professora, “existe sempre a necessidade de ter atendimento odontológico em um hospital, já que o paciente não pode sair do local”. Segundo ela, se o paciente sentir dor ou tiver uma infecção, ele precisa ser tratado, pensando na sua qualidade de vida, já abalada por uma internação. 



    A professora contou como é o trabalho e a rotina de um cirurgião-dentista que atua dentro do ambiente hospitalar e que não há especializações nessa área, mas “cursos de habilitação para esses profissionais”. 



    Produção e Apresentação: Rosemeire Talamone



    CoProdução: Alexandra Mussolino de Queiroz (FORP), Letícia Acquaviva (FO), Paula Marques e Tiago Rodella (FOB)



    Edição Sonora: Gabriel Soares



    Edição Geral: Cinderela Caldeira

    • 9 min
    [Odontologia no Ar] Estresse e medo causados pela pandemia podem acentuar problemas bucais

    [Odontologia no Ar] Estresse e medo causados pela pandemia podem acentuar problemas bucais

    Período de quarentena pode ter ligação com problemas bucais, como cáries e até mesmo perda de dentes.



    A pandemia de covid-19 nos impôs uma série de restrições e medidas preventivas contra a doença. Mas além de se cuidar contra o vírus, manter uma boa higiene bucal também se tornou uma tarefa essencial. É que a covid-19 pode ter relação com doenças bucais, como explicou a professora Marinella Holzhausen Caldeira, da Faculdade de Odontologia (FO) da USP, no programa desta semana. 



    Segundo Marinella, “a cavidade bucal e a superfície da língua são importantes reservatórios para o novo coronavírus”, o que torna a higiene bucal ainda mais necessária para pacientes saudáveis ou com covid-19, para, pelo menos, “diminuir a carga viral, a quantidade de vírus presente na boca”. 



    Entre os principais problemas bucais que podem aparecer por conta da pandemia de covid-19 estão a cárie dental, a doença periodontal e a perda de dentes. Estes problemas estão ligados a alguns fatores, como o estresse, o medo e a preocupação com a saúde. 



    As mudanças de rotina, as alterações nos padrões de sono, higiene e alimentação, além de um possível aumento de consumo de cigarros e bebidas alcoólicas, também contribuem para isso. “Todos esses fatores podem prejudicar a saúde geral das pessoas e afetar a saúde oral.” 



    Evitar problemas como esses pode não ser tarefa fácil. Para isso, é preciso “tentar manter uma rotina mais semelhante à rotina normal”, o que significa ter horários regulares para alimentação, sono e exercícios, e uma higienização correta da boca. Também é preciso evitar alimentos ricos em açúcar e a ingestão de grande quantidade de bebidas alcoólicas, além de priorizar uma alimentação mais saudável. 



    Pacientes infectados pelo novo coronavírus devem tomar cuidados especiais, principalmente, para proteger as pessoas mais próximas. “Não se deve colocar escovas dentais dos membros da família em um mesmo recipiente nem utilizar o mesmo tubo de pasta dental entre eles”, alerta a professora. Além disso, pacientes com covid-19 devem trocar a escova dental ao término da infecção, já que o vírus pode permanecer vivo em superfícies por até 72 horas. 

    • 5 min
    [Odontologia no Ar] Estresse causado pela pandemia pode trazer problemas para a mandíbula

    [Odontologia no Ar] Estresse causado pela pandemia pode trazer problemas para a mandíbula

    Entre os sintomas presentes na DTM estão a dor na face, ou na região da articulação temporomandibular, que faz a conexão da mandíbula com a cabeça; dificuldade e dor na abertura da boca; crepitação, que é a sensação de ter areia nessa articulação; dores na lateral da cabeça frequentes e a dificuldade na mastigação. Nem toda pessoa que tem bruxismo tem DTM



    A Disfunção Temporomandibular, também conhecida como DTM, não é muito comum ao público em geral, mas pode trazer uma série de problemas na região mandibular, aquela que fica na face e é uma das responsáveis pelo movimento da nossa boca. 



    Além disso, a pandemia de covid-19 pode ter uma ligação direta com essa condição, além de prejudicar e trazer problemas para os movimentos da mandíbula. É o que conta o pesquisador Fernando Rodrigues de Carvalho, do Laboratório Especial de Laser em Odontologia (Lelo) da Faculdade de Odontologia (FO) da USP, no Momento Odontologia desta semana.



    “A DTM tem forte associação com estresse e, neste momento de pandemia, em que estamos sob forte estresse, seja por medo ou por insegurança quanto ao contágio, ou até mesmo por questões sociais, com perda de emprego e renda, isso pode ocasionar um aumento na tensão muscular, na região da face, ocasionando a dor”, destaca Carvalho. 



    Entre os sintomas presentes na DTM estão a dor na face, ou na região da articulação temporomandibular, que faz a conexão da mandíbula com a cabeça; dificuldade e dor na abertura da boca; crepitação, que é a sensação de ter areia nessa articulação; dores na lateral da cabeça frequentes e a dificuldade na mastigação. 



    O professor ressalta que “existem vários fatores que ocasionam a disfunção temporomandibular”. Um dos motivos seria um trauma direto na região da articulação. Fatores emocionais, como estresse, ou sistêmicos, como uma artrite reumatoide, também podem ocasionar o problema. Além disso, o professor ressalta como possível fator hábitos parafuncionais, como o bruxismo. Mas ele alerta que uma doença é diferente da outra. “A pessoa que tem bruxismo não necessariamente tem DTM”, frisa. 



    A DTM pode trazer algumas consequências para o paciente, como a diminuição na capacidade de realizar atividades, como mastigação, deglutição e fonação. “Mas, além disso, ela ainda prejudica na qualidade do sono, diminui a capacidade laboral, ocasionando um quadro depressivo, diminuindo a qualidade de vida”, alerta Carvalho. 



    Para evitar a doença, o professor destaca que o importante é ter uma vida saudável, controlando o estresse e tendo hábitos saudáveis de alimentação, além de praticar exercícios físicos e ter boa qualidade e tempo de sono. 



    Por ter vários fatores que podem ocasionar o problema, também existem vários tipos de tratamento, “isso vai depender do tipo da Disfunção Temporomandibular que o paciente apresenta”, ressalta o professor. Entre os tratamentos mais populares estão o uso de relaxantes musculares, a terapia comportamental cognitiva, que ajuda a diminuir o estresse, o uso de placas interoclusais, que são placas que ficam entre os dentes, e a terapia a laser. 



    Para Patrícia Moreira de Freitas, professora do Departamento de Dentística e coresponsável pelo Laboratório Especial de Laser em Odontologia (Lelo) da FO-USP, o uso de laser é um dos mais recomendados. É que, “com essa fonte de luz, nós conseguimos realizar a terapia de fotobiomodulação, capaz de promover analgesia, modulação de processo inflamatório e acelerar o processo de cicatrização”, destaca ela. Por conta disso, o paciente apresenta menos dor e também aumenta e melhora a amplitude dos movimentos de mandíbula. 



    A terapia por laser é oferecida tanto no serviço público quanto no privado, mas a professora destaca que “é importa

    • 7 min
    [Odontologia no Ar] Tratamentos ortodônticos trazem inúmeros benefícios também para pacientes adultos

    [Odontologia no Ar] Tratamentos ortodônticos trazem inúmeros benefícios também para pacientes adultos

    Especialista fala sobre os benefícios e cuidados que pacientes precisam ter, além de destacar que, com o aumento da expectativa de vida, somado ao estilo de vida mais ativo das pessoas na terceira idade, a busca pelo tratamento ortodôntico nessa faixa etária tem aumentado bastante nos consultórios



    É comum escutar que os tratamentos ortodônticos, como a fixação de aparelhos, por exemplo, devem ser realizados durante a infância ou adolescência, já que se tem a impressão que, quanto mais velho a pessoa fica, há menos chances de o tratamento dar certo. Mas isso não é verdade.



    “É possível, sim, colocar aparelho ortodôntico em qualquer idade”, diz a professora Lylian Kazumi Kanashiro, da Faculdade de Odontologia (FO) da USP. O aparelho ortodôntico no adulto pode ser indicado em muitas situações, seja para melhorar a estética, nos casos em que o paciente perdeu um dente, ou então para buscar uma mordida mais equilibrada.



    A professora explica que existem algumas diferenças no tratamento ortodôntico de um adulto para o de uma criança ou adolescente. A primeira diz respeito à complexidade do problema, já que, “na criança, a oclusão ainda está em desenvolvimento, então, ela tende a ser menos complexa”. 



    Já a segunda diferença acontece nas situações em que o desvio da mordida não está relacionado somente à posição errada dos dentes. Às vezes, o problema pode estar em uma ou nas duas bases ósseas que seguram os dentes, que são a maxila e a mandíbula. “Em adultos, não é possível contar com o crescimento. Então, se for preciso corrigir a maxila ou a mandíbula, terá que ser feito por meio de cirurgia ortognática”, explica a professora. 



    Lylian destaca que, para que o paciente adulto inicie um tratamento ortodôntico, é fundamental que a gengiva e o osso que seguram os dentes estejam saudáveis, porque “não se deve realizar movimentos dentários enquanto existir uma doença periodontal ativa”. 



    Além disso, ressalta que o tempo de uso do aparelho é praticamente o mesmo, independentemente da faixa etária. “Os principais fatores que interferem no tempo do tratamento são a complexidade do caso, o objetivo do tratamento e a colaboração do paciente”, destaca Lylian, que ainda acrescenta que quebras e perdas do aparelho, faltas às consultas e o uso inadequado de elásticos também são fatores que alteram diretamente o tempo do tratamento. 



    Os cuidados que o paciente adulto deve ter durante o tratamento ortodôntico são os mesmos das crianças e adolescentes. No caso dos dentes, o objetivo tem que ser a prevenção de cáries, manchas permanentes no esmalte dos dentes e de perdas ósseas. O paciente também deve evitar alimentos e bebidas com açúcar e carboidratos entre as refeições principais. Quanto aos cuidados com o aparelho, o objetivo deve ser evitar a quebra dos aparelhos fixos. “Para isso, o paciente deve evitar alimentos com consistência dura, colocar os alimentos na boca em porções pequenas e criar o hábito de comer devagar, para que a força mastigatória não exerça uma pressão excessiva e quebre os bráquetes”, destaca a professora. 



    Outra questão abordada é se a falta de dente impede a colocação de um aparelho ortodôntico. Lylian afirma que não e que a ortodontia pode influenciar positivamente esses pacientes. “No caso em que foram perdidos um ou mais dentes, pode-se planejar o fechamento total do espaço existente ou regularizar os espaços para a recolocação mais adequada de uma prótese ou implante”, explica a professora. Ela ainda diz que os planejamentos dos casos com perdas dentárias são realizados em conjunto com dentistas de outras especialidades. 



    Pacientes idosos também podem realizar tratamento ortodôntico. “Com o aumento da expectativa de vida, somada ao estilo de vida mais ativ

    • 9 min
    [Odontologia no Ar] Os fumantes têm 85% mais chances de desenvolver periodontite do que os não fumantes

    [Odontologia no Ar] Os fumantes têm 85% mais chances de desenvolver periodontite do que os não fumantes

    Mesmo com bons hábitos de higiene bucal, essas pessoas têm maior risco de complicações causadas pela periodontite e, em casos mais graves, quando é necessária cirurgia para correção das gengivas ou do osso, o fumo pode interferir diretamente na cicatrização.



     periodontite é uma doença inflamatória crônica, que afeta a gengiva e o osso, que são tecidos que dão suporte aos dentes. Essa infecção é causada por bactérias e, se não for tratada corretamente, pode levar até mesmo à perda de dentes. 



    Mas o problema pode ser ainda pior em pessoas fumantes, segundo a professora Marinella Holzhausen Caldeira, da Faculdade de Odontologia (FO) da USP, convidada do Momento Odontologia desta semana. “O tabagismo enfraquece o nosso sistema imunológico, ou seja, pode diminuir a proteção do nosso organismo no combate contra as bactérias que causam a periodontite.” 



    Além disso, ela lembra que “a incidência de periodontite em fumantes é muito alta”. Segundo a professora, os fumantes têm 85% mais de chances de desenvolver o problema do que uma pessoa não fumante. Outro fator de risco neste caso é que “fumantes podem ter resultados desfavoráveis no tratamento da periodontite”



    A prevenção da doença depende da adoção de bons hábitos de higiene oral, como escovar os dentes, usar fio dental e fazer  visitas frequentes ao dentista. Mas a professora ressalta que o importante é não fumar. É que “mesmo com bons hábitos de higiene oral, os fumantes apresentam maior risco de perder dentes por periodontite”. 



    Já o tratamento pode ser simples e envolve a raspagem da raiz do dente ou remoção de tártaro. Além disso, os dentistas também podem prescrever bochechos ou antibióticos. Mas, em casos mais graves, são necessárias cirurgias para correção das gengivas ou do osso, prejudicados pela periodontite. Nesses casos, a professora destaca que “o fumo interfere diretamente na cicatrização”. 



    O tabagismo pode até atrapalhar o descobrimento da doença, já que “o fumo esconde o primeiro sinal da inflamação da gengiva, que é o sangramento”. Por conta disso, a periodontite pode progredir de uma maneira silenciosa em fumantes. Apesar disso, é possível perceber outras alterações, como mau hálito, mudanças na posição dos dentes, dor e até mesmo a sensação de que os dentes estão mais compridos, “por conta da retração das gengivas”. 



    Para evitar problemas como a periodontite, os fumantes precisam tomar alguns cuidados específicos. A professora ressalta que “a escovação dos dentes, logo após fumar, pode diminuir um pouco as manchas nos dentes e também o mau hálito” comuns em fumantes. Mas lembra que isso não é suficiente para bloquear os efeitos sistêmicos do cigarro. “A melhor solução para a saúde bucal, e geral, continua sendo parar de fumar.”







    Produção e Apresentação: Rosemeire Talamone



    CoProdução: Alexandra Mussolino de Queiroz (FORP), Letícia Acquaviva (FO), Paula Marques e Tiago Rodella (FOB)



    Edição Sonora: Gabriel Soares



    Edição Geral: Cinderela Caldeira

    • 5 min
    [Odontologia no Ar] Odontologia Legal se consolida e se expande como campo de atuação para o cirurgião-dentista

    [Odontologia no Ar] Odontologia Legal se consolida e se expande como campo de atuação para o cirurgião-dentista

    A área já é prevista na lei que regulamenta a profissão, mas o trabalho dos precursores da Odontologia Legal na USP, na Unicamp e nas Federais do Rio de Janeiro e de Minas Gerais contribuiu para que hoje o Conselho Federal de Odontologia (CFO) tenha mais de 800 especialistas registrados.



    A odontologia, como muitos sabem, conta com várias áreas de atuação. Uma delas é a Odontologia Legal, como prevê o inciso 4° do artigo 6° da Lei 5.081, que regulamenta o exercício da profissão do cirurgião-dentista.



    Nos últimos anos, o odontólogo legal esteve presente em casos de grande repercussão, como acidentes aéreos e a tragédia em Brumadinho. “A odontologia forense é um campo de atuação pericial do cirurgião-dentista”, explica o professor Rogério Nogueira de Oliveira, do Departamento de Odontologia Social da Faculdade de Odontologia (FO) da USP, ao Momento Odontologia desta semana. Segundo Oliveira, o trabalho é amplo, já que vai “desde a identificação humana até atribuições da deontologia, o estudo dos direitos e deveres no campo da atuação profissional”.



    A especialização na área cresceu bastante e Oliveira acredita que o aprofundamento desse campo de atuação está avançado, já que “tem uma consolidação e cursos de formação pelo Brasil inteiro”. Existem cursos de assessoria para empresas, treinamentos e atualização em perícia, além de auditorias odontológicas, e, “com recursos on-line, as facilidades aumentam e as distâncias diminuem”, destaca o professor. Além disso, a área de atuação também foi expandida. Apesar de a maior parte ser nos âmbitos cível e criminal, “outra possibilidade é a atuação de assessoria, para indústrias e empresas”. Nesse caso, o profissional pode ajudar defendendo a empresa em casos de atendimento ao consumidor, em problemas com produtos vendidos. “As possibilidades são inúmeras e vão muito além da comparação dos elementos dentários.”



    Com a área em crescimento, Oliveira ressalta que a Odontologia Legal está “consolidada e reconhecida nacionalmente”. Além disso, enfatiza a representação internacional pelas pesquisas produzidas e publicadas e pela “participação efetiva de brasileiros nas entidades internacionais”. O futuro, segundo o professor, é promissor. “Haverá um aumento das demandas, porque está tendo um aumento da qualificação adequada e isso pode ser um espaço para esses profissionais que estão se especializando.”







    Produção e Apresentação: Rosemeire Talamone



    CoProdução: Alexandra Mussolino de Queiroz (FORP), Letícia Acquaviva (FO), Paula Marques e Tiago Rodella (FOB)



    Edição Sonora: Gabriel Soares



    Edição Geral: Cinderela Caldeira

    • 9 min

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