Podcast da Semana

Gama Revista

"Podcast da Semana" traz todo domingo um bate-papo de 30 minutos com um convidado sobre o assunto da semana da Gama Revista.

  1. Thiago França: O Carnaval de rua em São Paulo

    HÁ 5 H

    Thiago França: O Carnaval de rua em São Paulo

    O Carnaval de rua de São Paulo não é para iniciantes. Sem uma lei que regulamente a maior festa popular do país, são necessários decretos ano a ano que não garantem continuidade de responsabilidade sobre a festa. Para os blocos, é um cenário desafiador, que é complicado pela falta de investimento e pela dificuldade de se fazer parcerias comerciais. Neste episódio do Podcast da Semana, o músico Thiago França, fundador do bloco A Espetacular Charanga do França, fala sobre os desafios e a beleza do Carnaval de rua de São Paulo. Na entrevista, França, que é compositor, arranjador e instrumentista, conta que foi por causa de uma paixão por um saxofone alto que nasceu o bloco. Desde 2013, A Espetacular Charanga do França sai nas ruas da Santa Cecília. “Foi uma doideira, eu fiquei fissurado por esse instrumento”, conta a Gama. Arranjador, compositor e instrumentista, França é um dos três integrantes da banda Metá Metá, além de ser um militante do carnaval, como ele mesmo diz. No episódio, ele fala sobre os desafios que encontra no bloco e na oficina de formação de músicos que mantém, como a falta de investimento, e sobre como é difícil conseguir acordos comerciais quando se tem um bloco mais politizado. Mas também fala da parte boa da festa, sobre como monta o repertório e qual sua real fantasia de Carnaval: “Eu sonho em ver a Charanga lotando a Santa Cecília, com todo mundo vestindo azul, com todo mundo trabalhando para fazer esse momento acontecer, todo mundo se ajudando, as pessoas indo de fato como como foliões, como agentes desta grande festa, como agentes culturais, e não como clientes”, diz França.

    34min
  2. Carol Tilkian: O luto de uma separação

    1 DE FEV.

    Carol Tilkian: O luto de uma separação

    Como superar o luto de uma separação? Superar significa esquecer? Para a psicanalista Carol Tilkian, entrevistada da edição sobre separação do Podcast da Semana, a resposta é não. Elaborar não é esquecer, é ressignificar", afirma e faz um convite a conviver com memórias sem transformá-las em assombrações. “Há uma máxima popular, um senso comum, de que o superar é não sentir mais nada, é não se abalar quando você encontra a pessoa já casada com outra, o que convoca a gente para esse lugar de apagamento. Mas não existe apagamento”, afirma na entrevista. "Tem pessoas com as quais a gente vai conviver para sempre, principalmente pensando se você se separa de pais dos seus filhos. Como você dá menos voz a essas lembranças? Como você não alimenta as mesmas narrativas do ressentimento?" Tilkian tem formação em psicanálise e também pesquisa as formas como nos relacionamos amorosa e socialmente no mundo contemporâneo. É também colunista da rádio CBN e do jornal Folha de S.Paulo, além de ser professora da Casa do Saber. Na conversa com a Gama, Tilkian defende que um afastamento consciente é saudável num primeiro momento e que é melhor não seguir, não saber, não perguntar. Ela comenta ainda a ideia de que um amor só se cura com outro. "Existe amor depois do amor. Convido a lembrar que se separar não é apagar as memórias, os sentimentos. É ressignificar e se dar a chance de ter novos começos. As histórias não são menos bonitas porque elas têm pontos finais."

    34min
  3. Raquel Castanharo: Como começar a correr

    25 DE JAN.

    Raquel Castanharo: Como começar a correr

    A corrida é o esporte mais difundido do mundo e é capaz de gerar bem-estar e sensação de realização em seus adeptos. Mas como começar? Para Raquel Castanharo, fisioterapeuta, mestre em biomecânica pela USP e maratonista, basta querer. “Seu corpo é capaz de fazer isso só simplesmente porque você nasceu. É claro que aí quando você começa a correr mais, existem coisas que facilitam a sua vida, que deixam a pisada um pouco mais confortável, que deixa o lookinho mais interessante, que te motiva a evoluir. Mas na real tudo isso é opcional”, afirma. A quem está determinado a entrar para o esporte, Castanharo recomenda ir devagar, alternando corrida e caminhada e ouvindo seu corpo, sem pressa para atingir objetivos mirabolantes. Fundadora e diretora técnica da Clínica Viva a Corrida e criadora da plataforma online de mesmo nome, ela atende e estuda corredores desde 2007. Ao Podcast da Semana, conta que o principal erro deles é complicar o esporte. “As pessoas acham que correr é muito complicado, porque a internet impõe isso. Ah, para correr precisa pisar com tal parte do pé, precisa respirar assim, precisa do tênis para pisar da tal forma. Mas correr é muito mais simples. A gente corre há 70 mil anos, nossa espécie evoluiu graças à corrida.” Paciente oncológica, Castanharo também fala da sua própria experiência com a corrida no momento em que passa por quimioterapia. Ela conta como o esporte a ajuda a combater a fadiga e manter o humor em dia, algo que compartilha com seus seguidores nas redes sociais e no episódio que você ouve aqui.

    29min
4,6
de 5
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