GringaNews

Tammy Silva e Gabs Ferreira

Tudo sobre a vida, carreira e tech na gringa.

Episódios

  1. há 23 h

    #8 Dá pra trabalhar pra gringa sem ser em tecnologia? Com Leo Marconi

    Quase todo conteúdo sobre trabalhar pra gringa é feito por dev e pra dev. O Léo Marconi recebe em dólar há mais de seis anos e nunca escreveu uma linha de código.Nesse episódio a gente conversa com Léo Marconi, Senior Account Manager numa agência americana de design e desenvolvimento e criador do Inglês Sem Firula, sobre como conseguir trabalho fora sem ser de tecnologia, o que trava a maioria dos candidatos logo na leitura do currículo e qual nível de inglês realmente abre a porta.O Léo conta o processo dele inteiro, do print da vaga mandado pra esposa até a proposta: currículo ruim, entrevista de validação de inglês, a vaga congelada por dois meses na pandemia e o networking ativo que ele fez sem saber que aquilo tinha nome. E a pergunta cara de pau no fim da última entrevista que, segundo ele, foi o que virou o jogo.A gente também fala do erro mais comum de quem vem de área não técnica, a falta de conexão entre o perfil e o que a vaga pede, e da armadilha de comparar o próprio salário com o de um profissional nativo. Tem ainda busca booleana pra encontrar vagas que não aparecem na sua timeline, o método CAR pra explicar o que você faz de verdade, e por que quem diz que o inglês está ótimo costuma travar na primeira conversa.Papo e experiência pessoal sobre carreira, contratação e pagamento em moeda estrangeira, não é consultoria financeira nem jurídica. Cada caso é um caso, procure orientação profissional antes de decidir qualquer coisa.LinkedIn do Léo Marconi Comprove a sua experiência internacional no LinkedIn com os ⁠⁠⁠⁠⁠Global Badges da Deel⁠⁠⁠⁠⁠. Receba seu salário da gringa através da ⁠⁠⁠⁠⁠Husky by Nomad⁠⁠⁠⁠⁠⁠. Siga o ⁠Leandro Baptista.⁠ Assine a ⁠⁠⁠⁠⁠⁠Newsletter GringaNews⁠⁠⁠⁠⁠⁠. Participe da comunidade ⁠⁠⁠⁠⁠⁠GringaNews no Discord⁠⁠⁠⁠⁠⁠. ⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga a Tammy⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga o Gabs

  2. 1 de set.

    #7 Recrutador da gringa abre o jogo: um papo com Leandro Baptista

    Todo mundo repete que o inglês é o que separa o dev brasileiro da vaga gringa. Quem lê os currículos do outro lado diz que tem gente com inglês bom sendo cortada por não conseguir explicar o próprio trabalho.Nesse episódio a gente conversa com Leandro Baptista, diretor de Talent Acquisition da BairesDev, recrutador internacional há mais de cinco anos e organizador do Global Career Summit, sobre o que os contratantes gringos realmente olham, por que tanta candidatura não recebe resposta e como está o jogo na Europa.Ele traz as histórias que só quem está do lado de dentro tem, do candidato que pagou outra pessoa pra fazer a entrevista no lugar dele até os aprovados com nota máxima no teste técnico que travavam na hora de falar de um projeto. Também tem o dev que gravava um vídeo explicando o próprio código e ia direto pro hiring manager, e a estratégia parecida que o Gabs usou pra fechar o emprego novo.No meio da conversa a gente discorda de verdade. A Tammy defende currículo curto e bem escrito, o Leandro quer o máximo de informação possível porque hoje lê tudo com ajuda de IA, e o ponto em que os dois se encontram é o LinkedIn. No fim, o mapa da Europa: pouco trabalho remoto, muita relocação, e governos que pegam você pela mão depois que a vaga sai.Essa é uma conversa entre profissionais do mercado sobre experiências próprias, não é consultoria de carreira, imigração ou contrato. Cheque a sua situação com quem é da área antes de tomar decisão. Comprove a sua experiência internacional no LinkedIn com os ⁠⁠⁠⁠Global Badges da Deel⁠⁠⁠⁠. Receba seu salário da gringa através da ⁠⁠⁠⁠Husky by Nomad⁠⁠⁠⁠⁠. Siga o Leandro Baptista. Assine a ⁠⁠⁠⁠⁠Newsletter GringaNews⁠⁠⁠⁠⁠. Participe da comunidade ⁠⁠⁠⁠⁠GringaNews no Discord⁠⁠⁠⁠⁠. ⁠⁠⁠⁠⁠Siga a Tammy⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠Siga o Gabs

  3. 25 de ago.

    #6 Da faculdade EAD a Harvard: o caminho até o green card americano

    Estudar inglês por anos e continuar travando na hora de falar não é falta de esforço seu. É que o Brasil importou um método de ensino que só funciona pra quem já mora fora. Nesse episódio a gente conversa com Eduardo Moreira, professor em Harvard, mestre em Learning Design, Innovation and Technology e fundador da Go & Slay, sobre a parte que ninguém explica: por que tanta gente estuda a vida inteira e não aprende, o que dá pra cortar do "inglês inteiro" quando o objetivo é trabalhar, e por que comunicação intercultural pesa mais que gramática perfeita numa entrevista. O Edu começou dando aula de inglês aos 14 anos numa cidade pequena de Minas, abriu a própria escola aos 19 morando dentro dela, e se formou em Letras e Pedagogia por EAD. Hoje mora em Boston, tem green card e volta todo verão pra dar aula em Harvard no curso obrigatório sobre como as pessoas aprendem. Ele conta a escadinha completa de visto (F1, OPT, H1B e ajuste de status), por que escolheu Harvard pagando 60% em vez de Columbia com bolsa integral, e o que ele faria diferente se estivesse montando a aplicação hoje. Comprove a sua experiência internacional no LinkedIn com os ⁠⁠⁠⁠Global Badges da Deel⁠⁠⁠⁠. Receba seu salário da gringa através da ⁠⁠⁠⁠Husky by Nomad⁠⁠⁠⁠⁠. Conheça a Go & Slay Siga o Eduardo no LinkedIn Links citados:• Post sobre bolsa de mestrado no Reino Unido com tudo pago (@iuvenisoficial): • Como negociar equity em startup • Mentoria de carreira na gringa do Gabs Assine a ⁠⁠⁠⁠⁠Newsletter GringaNews⁠⁠⁠⁠⁠. Participe da comunidade ⁠⁠⁠⁠⁠GringaNews no Discord⁠⁠⁠⁠⁠. ⁠⁠⁠⁠⁠Siga a Tammy⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠Siga o Gabs

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