Engenharia Científica

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  1. há 2 dias

    #214 O ERRO QUE FAZ SEU NEGÓCIO SUMIR DO MAPA DO GOOGLE

    Faça um teste: pesquise no Google o que a sua empresa vende e veja em que posição ela aparece. Se o concorrente do outro lado da cidade vem antes — ou se você não aparece — o problema não é o mercado.Este é o quinto de doze episódios em parceria com a ANPEA e o CREA-PR. Murillo Braghin e Leonardo Negrão recebem Fabiano e Felipe, da GoPly, plataforma de automação para Google Meu Negócio, para falar do que o engenheiro não aprendeu na faculdade: aparecer para quem já está procurando o serviço dele.📌 NO EPISÓDIO• NAP — nome, endereço e telefone idênticos no site, no Instagram e no Google. Divergiu, o Google mostra o concorrente• Ligue o GPS antes de fotografar: a coordenada na imagem prova ao Google que o lugar existe• Peça a avaliação com a palavra-chave que você quer ranquear — "a reforma ficou rápida" vale mais que "excelente profissional"• Nota 4,9 é mais confiável que 5,0: nota perfeita com poucas avaliações parece combinada• Avaliação negativa se responde em 24h — e a resposta é para quem vai ler depois, não para quem reclamou• Antes de ser engenheiro, você é empresário: a formação ensina a projetar, não a ser encontrado⏱️ CAPÍTULOS00:00 Abertura01:00 O tema: Google Meu Negócio em 202603:09 "É só preencher a ficha?" — a analogia da fundação05:11 NAP: nome, endereço e telefone idênticos em todo lugar06:12 Quando os dados não batem, o Google mostra o concorrente07:14 Até a IA pesquisa no Google antes de recomendar alguém11:15 O engenheiro que não aprendeu a empreender13:18 "O mercado está ruim" — ou falta saber se posicionar14:20 O que é a GoPly (e sim, existe postagem no Google Meu Negócio)15:20 A IA que responde avaliação em até uma hora17:23 O teste: pesquise seu produto de dentro da sua própria empresa18:24 "Roupas perto de mim" e o concorrente que aparece na frente19:26 Ligue o GPS: a foto com coordenadas prova que o lugar é real22:29 Na era da IA, foto real vende mais que foto bonita24:43 "Se não der para ser bonito, que seja real"27:51 Proeminência: reputação é pilar de ranqueamento28:51 Peça a avaliação com a palavra-chave que você quer ranquear32:55 Traduzindo para engenharia: a reforma rápida como porta36:59 Avaliação negativa é dinamite — e 4,9 vale mais que 5,039:00 Responder em 24h: empatia, profissionalismo e disponibilidade41:02 A resposta não é para quem reclamou, é para quem vai ler45:09 Encerramento👥 PARTICIPANTESMurillo Braghin — LinkedIn · @murillobraghinLeonardo Negrão — LinkedIn · @leonegraojrFabiano — @fabiano.mrtns · sócio da GoPlyFelipe — @felippeemanoel · sócio da GoPly🎬 A SÉRIE ANPEA & CREA#207 Comunicação para quem é travado?#209 A verdade sobre o Super El Niño — ouvir#210 IA e engenharia: do campus ao mercado#212 Por que tanto engenheiro se forma e vai fazer outra coisa🔧 FERRAMENTA DO EPISÓDIOGoPly — @goply.ai · goply.com.br🤝 PARCEIROS DA TEMPORADAANPEA — @anpea_pr · anpea.org.brCREA-PR — @creaparana · crea-pr.org.br🎧 Ouça agora e explore mais em:engenhariacientifica.com.br

    #214 O ERRO QUE FAZ SEU NEGÓCIO SUMIR DO MAPA DO GOOGLE
  2. há 4 dias

    #213 SUA ESTRUTURA AGUENTA O CLIMA QUE VEM AÍ?

    Com a Metasul: o mapa de ventos que a engenharia brasileira usa é de 1988. A norma foi revisada em 2023 e as curvas continuam praticamente as mesmas — enquanto a rajada que era para acontecer uma vez a cada 50 anos vem acontecendo com muito mais frequência. Este episódio é sobre projetar cobertura para um clima que já mudou.Murillo Braghin e Leonardo Negrão recebem Alexandre Riss, da Metasul, e Diogo Nemésio, da Marko, para falar de vento, chuva, granizo e calor sobre grandes coberturas — passando pelo tornado de Rio Bonito do Iguaçu, por ensaio em túnel de vento, simulação CFD e pela certificação FM Global.📌 NO EPISÓDIO• Rio Bonito do Iguaçu, 2025: ventos acima de 300 km/h e 80% da cidade atingida — o concreto de pé e os telhados arrancados• Por que o mesmo vão projetado no centro da cidade não serve no descampado: rugosidade, talude e efeito de vizinhança• FM Global: dimensionar acima de 300 km/h custa cerca de 5% a mais no Roll-on, contra 30% a 40% no convencional• Granizo: o Brasil não tem norma, e a sobrecarga que se usa hoje (25 kg/m², da NBR 6120) pode ficar perto do limite⏱️ CAPÍTULOS00:00 Abertura01:35 Rio Bonito do Iguaçu: 80% da cidade atingida por um tornado03:50 O telhado sem projeto — e a norma que não acompanhou04:30 Isopletas de 1988: o vento de "uma vez a cada 50 anos"06:11 De 30 m/s no Nordeste a 50 m/s no Sul08:25 Mais estações medindo hoje: atualizar a norma pode até baratear10:30 Efeito de vizinhança: o entorno monitorado por satélite11:25 O mesmo vão no centro e no descampado não é o mesmo projeto14:00 Talude, aeroporto e lago: onde o vento chega sem freio15:00 Túnel de vento e CFD: simular antes de construir18:20 Aberturas, pressão interna e o limite de 100% do perfil23:30 FM Global: a seguradora que majora a ação do vento24:47 Acima de 300 km/h por 5% a mais, não por 40%26:00 Classe 90: o ensaio de sucção na câmara da FM26:55 Por dentro do sistema: banzos, travessas e o tirante29:50 Chuva: enchentes, calha e o pano máximo de cada telha31:30 Mudou o regime: o mesmo volume de chuva em menos tempo33:20 300 mm em uma hora dariam 3 cm de lâmina36:40 Granizo: o que o México enfrenta e o Brasil não normatiza40:29 Microbursts e downbursts: o fenômeno que mais cresce42:24 Análise 3D e as reações que vão para o projetista45:33 Ondas de calor e a dilatação que o transpasse resolve48:30 Encerramento👥 PARTICIPANTESMurillo Braghin — Host · Eng. Civil · @murillobraghinLeonardo Negrão — Cohost · Eng. Civil · @leonegraojrAlexandre Riss — Eng. Civil · CEO da Metasul · @rissalexandreDiogo Nemésio — Eng. Civil · Desenvolvimento de produtos, Marko · @nemesiodiogo🎬 A SÉRIE METASUL#208 Tudo sobre o sistema de cobertura Roll-on — abre a série: ouvir#211 Da fábrica ao canteiro: como essa tecnologia chega na sua obra — ouvir🔗 CITADO NESTE EPISÓDIO#209 A verdade sobre o Super El Niño — ouvir🔧 TECNOLOGIA DO EPISÓDIOSistema Roll-on, da Marko — @marko_rollon🤝 PARCEIRO DA TEMPORADAMetasul — @metasul_estruturas · metasul.eng.br🎧 Ouça agora e explore mais em:engenhariacientifica.com.br

    #213 SUA ESTRUTURA AGUENTA O CLIMA QUE VEM AÍ?
  3. 11 de set.

    #212 POR QUE TANTO ENGENHEIRO SE FORMA E VAI FAZER OUTRA COISA?

    Itambaracá tem 5.900 habitantes. Rafael se formou, entrou pelo Mais Engenharia e foi parar na prefeitura de uma cidade desse tamanho — onde ele conta que, de engenheiro civil no mercado, tem ele e mais um, que preferiu outro ramo. Este é o quarto de doze episódios em parceria com a ANPEA e o CREA-PR. Rafael, engenheiro civil e bolsista do programa em Itambaracá, e Everton, engenheiro civil, diretor de obras do município e supervisor do programa, contam como é sustentar a engenharia de uma prefeitura de cidade pequena — onde a obra acaba sendo tocada por técnico porque não há engenheiro disponível. 🏗️ Os números do programa, lidos no ar do site do CREA-PR: 50 municípios, mais de 30 projetos, R$ 90 milhões em investimentos, 50 engenheiros bolsistas (25 homens e 25 mulheres), 50 supervisores e 100 computadores. E o que saiu disso em Itambaracá: um parque público de 10 mil metros quadrados numa antiga associação desativada, com reflorestamento de fundo de vale, concha acústica e museu a céu aberto. Desenhado em módulos de propósito — para que outro município possa usar só a parte que cabe no terreno dele. CAPÍTULOS 01:00 O que é o Mais Engenharia 03:02 Itambaracá: 5.900 habitantes, na divisa com São Paulo 04:07 Recém-formado até 3 anos, 50 municípios 05:07 Quantos engenheiros civis a cidade tem 06:07 A evasão de quem se forma e vai fazer outra coisa 11:13 Voltar para a própria cidade — e quanto paga 16:17 O prédio abandonado que virou projeto 21:24 O pré-projeto aprovado e a aposta no turismo 26:32 Quando engenharia vira receita para o município 32:39 Fazer projeto no computador de casa 39:53 O que eles querem mostrar na próxima temporada 42:58 Encerramento 👥 PARTICIPANTES Murillo Braghin — LinkedIn · @murillobraghin Leonardo Negrão — LinkedIn · @leonegraojr Rafael — engenheiro civil, bolsista do Mais Engenharia em Itambaracá (PR) Everton — @eng.evertonvizoto · engenheiro civil, diretor de obras de Itambaracá (PR) e supervisor do programa 🤝 PARCEIROS DA TEMPORADA ANPEA — @anpea_pr · anpea.org.br CREA-PR — @creaparana · crea-pr.org.br 🎧 Ouça agora e explore mais em: engenhariacientifica.com.br

    #212 POR QUE TANTO ENGENHEIRO SE FORMA E VAI FAZER OUTRA COISA?
  4. 9 de set.

    #211 DA FÁBRICA AO CANTEIRO: COMO ESSA TECNOLOGIA CHEGA NA SUA OBRA

    Com a Metasul: o Roll-on é um produto brasileiro, fabricado em Itaguaí (RJ), com 47 anos de estrada. Neste episódio o caminho é o do produto: sai da bobina de aço na usina, passa pela fábrica e chega montado no canteiro. Murillo Braghin recebe Diogo Nemésio, Alexandre Riss e Fábio Nardi, com vídeo de fábrica e de obra. Como a bobina mãe é cortada, por que o furo vem antes da conformação, e por que dois funcionários em altura bastam para içar 200 m² de uma vez. NO EPISÓDIO • A primeira empresa do Brasil a usar aço com carbono reduzido — e como esse crédito vira pontuação LEED para o cliente final • Por que o projeto começa no corte da bobina: desperdício zero como regra de desenvolvimento • Sobrecarga de 150 kg/m² sem estrutura auxiliar embaixo — e a economia de 15% a 20% que vem daí • 1.500 a 2.000 m² fechados por dia, com três a quatro pessoas no canteiro • Água a 1% de inclinação: por que ela escorre em vez de empoçar, e por que não entra selante no sistema CAPÍTULOS 00:00 Abertura 01:10 Um produto brasileiro de 47 anos, fabricado em Itaguaí 02:00 Da bobina mãe ao corte: por que a peça nasce no aproveitamento 04:07 Aço com carbono reduzido, crédito de carbono e selos ambientais 06:08 Sobrecarga: o que a norma pede e o que o sistema entrega 08:10 Malha estrutural a cada 1,20 m: viga, não terça 10:13 O custo escondido de fazer estrutura embaixo da estrutura 14:17 Padronização: poucas peças, montador treinado, canteiro organizado 16:18 Produtividade real: metros quadrados por dia 22:28 Vãos acima de 33 metros e o passo que muda de 1,20 para 1 metro 26:35 A água a 1%: calha, ruído e o que acontece na telha convencional 28:39 Por que não existe selante no sistema 30:41 Manta, lã de rocha e certificação de incêndio 34:46 Ventilação natural e conforto térmico embaixo da cobertura 36:48 Içamento: dois funcionários em altura, 200 m² por vez 42:54 Montador sobre o próprio plano, linha de vida e 1.200 m² em três dias PARTICIPANTES Murillo Braghin — Host · Eng. Civil @murillobraghin Diogo Nemésio — Eng. Civil · Gerente de desenvolvimento de produtos da Marko @nemesiodiogo Fábio Nardi — Eng. mecânico · Superintendente comercial da Marko @fabio_antonio_nardi Alexandre Riss — Eng. Civil · CEO da Metasul @rissalexandre A SÉRIE METASUL #208 Tudo sobre o sistema de cobertura Roll-on O primeiro da série, onde o sistema é apresentado. PARCEIRA DA TEMPORADA Metasul — @metasul_estruturas · metasul.eng.br O sistema Roll-on é da @marko_rollon. Ouça e acompanhe o Engenharia Científica: @engenharia.cientifica · engenhariacientifica.com.br

    #211 DA FÁBRICA AO CANTEIRO: COMO ESSA TECNOLOGIA CHEGA NA SUA OBRA
  5. 4 de set.

    #210 IA E ENGENHARIA: DO CAMPUS AO MERCADO

    Mil e trezentos alunos de engenharia receberam a mesma tarefa: achar um problema real e montar uma empresa para resolver. Em 40 dias saíram cerca de 500 empresas. Duzentas e cinquenta chegaram ao fim, com MVP entregue e pitch gravado. Este é o terceiro de doze episódios em parceria com a ANPEA e o CREA-PR. Os professores Rafael Vedovatte, engenheiro de materiais, e Giancarlo Lopes, engenheiro eletricista, contam como montaram a trilha de empreendedorismo do Projeto Nacional Engenharia & IA na Cogna — e por que a primeira aula ensinou o aluno a abrir o e-mail, antes de chegar em qualquer inteligência artificial. 🤖 450 grupos avaliados em três dias, 150 vídeos de pitch assistidos, relatórios de mais de 30 páginas. E a descoberta que ninguém esperava: com IA, montar o MVP virou a parte fácil. A barreira foi fazer o engenheiro apresentar o que ele mesmo construiu. CAPÍTULOS 01:00 Abertura 02:01 De onde veio a trilha de empreendedorismo com IA 04:03 O aluno que já está na indústria e volta para a engenharia 06:08 Ensinar IA do zero: começou em como abrir o e-mail 08:09 Os números: 1.300 alunos por entrega, 500 empresas montadas, 250 no fim 10:10 A trilha semana a semana: achar o problema antes de resolver 12:13 450 grupos avaliados em três dias, e a estrutura de TI por trás 13:16 O ranking e o pertencimento: o que segurou o aluno até o fim 17:20 O MVP saiu fácil, o pitch foi a barreira 21:22 1º lugar: a meta de venda que sai do caderninho para o celular 23:24 2º lugar: a foto da peça que puxa o histórico e abre a ordem de compra 28:29 O chat da live virou mutirão para destravar uma aluna 35:40 Sem empresa de engenharia não se resolve problema climático 40:43 Como funciona o EAD de engenharia, na prática 45:49 Evasão na engenharia: a conversa com CREA, CONFEA e MEC 49:57 Parauapebas e o Norte: onde não existe faculdade presencial 51:59 Encerramento 👥 PARTICIPANTES Murillo Braghin — LinkedIn · @murillobraghin Leonardo Negrão — LinkedIn · @leonegraojr Prof. Rafael Vedovatte — @rafael.vedovatte Prof. Giancarlo Lopes — @giancarlo_gaeta 🤝 PARCEIROS DA TEMPORADA ANPEA — @anpea_pr · anpea.org.br CREA-PR — @creaparana · crea-pr.org.br 🎧 Ouça agora e explore mais em: engenhariacientifica.com.br

    #210 IA E ENGENHARIA: DO CAMPUS AO MERCADO
  6. 1 de set.

    #209 A VERDADE SOBRE O SUPER EL NIÑO

    "Super El Niño" não existe na classificação científica — quem batizou assim foi a mídia. O que existe é um evento superforte, e ele já começou. Este é o segundo de doze episódios em parceria com a ANPEA e o CREA-PR. A Profa. Dra. Louizi Braghin, doutora em Ciências Ambientais, e Marcos Rodrigues, engenheiro ambiental e presidente da ANPEA, mostram o que a ciência mede de fato: a temperatura do Pacífico, a régua de meio grau e a escala que vai de neutro a superforte — e por que isso chega na prancheta do engenheiro. 🌊 A enchente do Rio Grande do Sul aconteceu em pleno El Niño, um terço do Aquífero Guarani já secou, e prever o dano sai 33% mais barato do que consertar depois. CAPÍTULOS 01:00 Abertura 02:46 "Super El Niño" não existe: o nome é da mídia, não da ciência 04:08 A régua de meio grau no Pacífico e a classificação que a ciência usa 05:51 Ventos alísios: por que meio grau no oceano muda a chuva aqui 07:58 O El Niño já começou e deve ir até meados de 2027 12:11 Seca no Norte, enchente no Sul: o Brasil partido em dois 15:10 A enchente do Rio Grande do Sul aconteceu em pleno El Niño 17:12 Ar-condicionado contra o calor — e a energia que vem da água 20:22 O plano B que ninguém monta antes de o rio subir 23:42 Soja e safrinha do milho no meio do caminho 27:42 A mudança climática não cria o El Niño: ela joga combustível 29:49 Concreto e cimento: a conta de carbono da construção civil 35:05 Prevenir custa 33% menos do que remediar 36:56 Por que decretar emergência interessa ao político 40:59 Um terço do Aquífero Guarani já secou 45:13 Cabo de aço num vale de 300 metros: dimensionar para o clima que vem 48:32 Racismo ambiental: quem já mora onde vai alagar 50:15 O prédio de Maringá com vazios para o vento passar 52:26 Encerramento 👥 PARTICIPANTES Murillo Braghin — LinkedIn · @murillobraghin Leonardo Negrão — LinkedIn · @leonegraojr Profa. Dra. Louizi Braghin — LinkedIn · @lobraghin Marcos Rodrigues — LinkedIn · @_marcos.crodrigues_ 🤝 PARCEIROS DA TEMPORADA ANPEA — @anpea_pr · anpea.org.br CREA-PR — @creaparana · crea-pr.org.br 🎧 Ouça agora e explore mais em: engenhariacientifica.com.br

    #209 A VERDADE SOBRE O SUPER EL NIÑO
  7. 25 de ago.

    #208 TUDO SOBRE O SISTEMA DE COBERTURA ROLL-ON

    Uma cobertura metálica que trabalha com 1% de inclinação — e a engenharia por trás dela é brasileira, tem 48 anos e hoje é exportada para os Estados Unidos. Este é o primeiro de seis episódios em parceria com a Metasul. Alexandre Riss, CEO da Metasul, e Fábio Nardi, superintendente comercial da Marko, abrem o lado empresarial do sistema Roll-on: como a tecnologia sai da fábrica, passa pelo dealer e chega no projeto executivo da obra — sem custar um real a mais para o cliente. 🏗️ Por que a telha convencional pede 7,5% de inclinação, o que a dilatação faz com um pano d'água de 200 metros, e onde passa o cabeamento quando não existe perfilado. CAPÍTULOS 00:00 Abertura: seis episódios sobre um sistema de cobertura 01:37 De 2012 a 2019: como a Metasul chegou até a Marko 04:05 O caminho inverso: engenharia brasileira exportada 07:59 A telha convencional pede 7,5% de inclinação. Esta pede 1% 09:39 Como funciona o programa de dealer 12:51 Engenharia embarcada: o que vem junto com o produto 16:02 A parceria vai do comercial ao pós-venda 22:18 "Quero um galpão de 40 por 100": o processo começa aqui 25:21 A pergunta de todo cliente: 1% não acumula água? 30:33 Vazamento em galpão e o Carrefour de Londrina 31:58 O cabeamento passa por dentro da estrutura 35:50 A obra é um negócio: custo, locação e 40 anos sem manutenção 39:01 Da planilha de pré-dimensionamento ao orçamento 44:06 Cem orçamentos na fila e a corrida pela automação 47:06 Plano de içamento: a obra que já chega planejada 49:39 Encerramento 👥 PARTICIPANTES Murillo Braghin — LinkedIn · @murillobraghin Leonardo Negrão — LinkedIn · @leonegraojr Alexandre Riss — @rissalexandre Fábio Nardi — superintendente comercial da Marko 🤝 PARCEIRO DA TEMPORADA Metasul — @metasul_estruturas · LinkedIn · metasul.eng.br 🏭 TECNOLOGIA DO EPISÓDIO Sistema Roll-on, da Marko — @marko_rollon · LinkedIn · marko.com.br 🎧 Ouça agora e explore mais em: engenhariacientifica.com.br

    #208 TUDO SOBRE O SISTEMA DE COBERTURA ROLL-ON
  8. 21 de ago.

    #207 COMUNICAÇÃO PARA QUEM É TRAVADO?

    Por que tanta gente boa na engenharia trava na hora de falar com o cliente? Comunicação não é dom: é a habilidade que decide quem fecha negócio — e quase ninguém ensina isso na faculdade. Neste episódio, o jornalista e mestre de cerimônias Fábio Luporini e o presidente da ANPEA, Marcos Rodrigues, tratam do combinado que não foi feito, do atraso que só aparece depois de estourar, e de por que o profissional que sabe menos da técnica às vezes vende mais. 🎙️ Da retórica dos sofistas ao jeito certo de escrever num WhatsApp de trabalho: o que a sua roupa, o seu carro e o seu silêncio dizem antes de você abrir a boca. CAPÍTULOS 01:00 Abertura 04:45 Comunicação não é dom: se treina desde os sofistas 06:19 Onde a inteligência artificial entra no atendimento 09:00 Transparência é entregar o que foi prometido 16:59 O caso do taco: o que não foi combinado, não foi comunicado 19:40 Avisar o atraso antes de ele estourar 25:49 Dress code: o convite dizia traje social 28:36 O relógio do Sílvio Santos e a percepção de valor 41:00 O técnico sabe mais, mas quem comunica melhor vende 48:39 WhatsApp: como escrever para um cliente 52:50 Nenhuma mentoria salva quem erra o básico 57:00 Encerramento 👥 PARTICIPANTES Murillo Braghin — LinkedIn · @murillobraghin Leonardo Negrão — LinkedIn · @leonegraojr Fábio Luporini — @fabio_luporini · fabioluporini.com.br Marcos Rodrigues — LinkedIn · @_marcos.crodrigues_ 🤝 PARCEIROS DA TEMPORADA ANPEA — @anpea_pr · anpea.org.br CREA-PR — @creaparana · crea-pr.org.br 📖 Mencionado no episódio: o livro Palavras Têm Poder e o podcast do Joel Jota. 🎧 Ouça agora e explore mais em: engenhariacientifica.com.br

    #207 COMUNICAÇÃO PARA QUEM É TRAVADO?
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