MIT Sloan Review Brasil

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O podcast da revista MIT Sloan Review Brasil traz assuntos obrigatórios para os líderes de negócios que querem protagonizar a quarta revolução industrial no Brasil e no mundo, o que só é possível de fazer imaginando o futuro e trazendo-o para que seja construído no presente. Conheça mais sobre nós em mitsloanreview.com.br

  1. há 6 h

    EP 34 | Daniel Avancini, Indicium AI: Governança é top 3 nas prioridades — e 20º no orçamento

    Neste episódio de O Futuro Vem do Futuro, Leandro Costa conversa com Daniel Avancini, da Indicium AI, sobre o caminho que leva uma empresa dos dados à decisão. Economista de formação e cofundador de uma consultoria que nasceu para apoiar a tomada de decisão, Daniel conta como a empresa foi puxada para a tecnologia, construiu plataformas e governança de dados para grandes bancos e agora volta ao negócio com a inteligência artificial. A conversa organiza um debate que muitas empresas ainda fazem pela metade. A IA já está em todo lugar, mas o resultado continua difícil de provar, porque a transformação mexe em estrutura, cargos, processos e incentivos. Daniel explica por que dados continuam sendo a base, por que contexto virou a nova palavra para dados e como classificar decisões pelo raio de impacto antes de entregá-las a um agente. O ângulo de liderança fica claro no fim. Com orçamentos e planejamentos estratégicos sendo fechados, ele defende que cada líder escolha uma estratégia, entre liderar, ficar na média ou esperar com menos risco, e que governança, dados e cyber saiam da lista de prioridades e entrem no orçamento. Ao longo do episódio, você vai ouvir reflexões sobre: - Qualidade de dados e o risco de tratar dados para sempre - A pirâmide de dados, informação, conhecimento e sabedoria na era da IA - Contexto e memória para agentes - Raio de impacto e julgamento humano - Adoção sem controle, da educação aos slides que ninguém revisa - O alfa de cada empresa e o que não delegar à IA Para líderes que vão decidir em breve quanto, onde e como investir em IA.

    EP 34 | Daniel Avancini, Indicium AI: Governança é top 3 nas prioridades — e 20º no orçamento
  2. há 5 dias

    EP 33 | Olivier Devaux, Serasa Experian: Ninguém escala IA sem repensar o processo antes — e a maioria está tentando

    Neste episódio de O Futuro Vem do Futuro, Leandro Costa conversa com Olivier Devaux, diretor do DataLab e do AI Office da Serasa Experian. Belga, formado em administração e há mais de 15 anos no Brasil, Olivier passou pela consultoria e por uma startup de inteligência artificial antes de ajudar a organizar a adoção de IA numa empresa que reúne score de crédito, antifraude, agronegócio e marketing services. A conversa segue a ordem em que as coisas aconteceram por lá. Primeiro, deixar as áreas experimentarem, mesmo sabendo que algumas vão reinventar a roda. Depois, escolher o que merece escala e decidir quem aprova cada tipo de caso. Por último, a etapa que ainda está em curso: repensar o trabalho em vez de apenas acelerá-lo. É nesse ponto que Olivier usa a pergunta da sua primeira dissertação no colégio, se é mais importante melhorar a vela ou inventar a lâmpada. O ângulo de liderança atravessa o episódio. Com a conta dos tokens chegando, o gestor precisa definir o kit mínimo de IA de cada função, testar as ferramentas para saber o que pode cobrar e aceitar que o jeito de trabalhar de 2025 já não serve em 2026. Ao mesmo tempo, Olivier lembra que algumas coisas não mudam, e que a estratégia deve se apoiar nelas. Ao longo do episódio, você vai ouvir reflexões sobre: - A experimentação espontânea nas unidades de negócio - Os critérios para levar um caso de IA do piloto à escala - O ROI diluído dos casos internos de produtividade - Dado proprietário e confiança como vantagem competitiva - Acurácia e latência em aplicações de risco e fraude - O hábito de ler, testar e observar como rotina de liderança Uma conversa para executivos que já passaram da fase do entusiasmo e agora precisam decidir onde a IA vale o investimento.

    EP 33 | Olivier Devaux, Serasa Experian: Ninguém escala IA sem repensar o processo antes — e a maioria está tentando
  3. 13 de out.

    EP 32 | Federico Grosso, ServiceNow: Menos de 15% dos projetos de IA funcionam, e o problema não é o motor

    Neste episódio de O Futuro Vem do Futuro, Leandro Costa conversa com Federico Grosso, da ServiceNow, sobre o que três décadas de ondas tecnológicas ensinam a quem lidera a adoção de IA hoje. Italiano, no Brasil há quase 20 anos, ele viu a internet comercial nascer de dentro do Yahoo, acompanhou nuvem, mobilidade e redes sociais, e hoje responde pela operação da ServiceNow na América Latina. A conversa organiza um debate que costuma ficar disperso. Federico parte de uma constatação incômoda: o que derruba as estratégias de IA nas grandes empresas não é a falta de atenção à tecnologia, e sim o excesso. Quando todo o esforço vai para o motor, ficam de lado o carro, o piloto e a equipe, ou seja, a estrutura, os silos, a governança de dados e a segurança que fazem um projeto sair do piloto e chegar à escala. No fim, o tema volta para a liderança. Com agentes de IA trabalhando ao lado de pessoas, governança que não acompanha a velocidade da tecnologia e uma geração de profissionais que pode perder a porta de entrada nas empresas, Federico defende coragem, comunicação sem ambiguidade, curiosidade como forma de humildade e uma responsabilidade sobre tecnologia dividida por todo o C-level, do RH à segurança. Ao longo do episódio, você vai ouvir reflexões sobre: - O darwinismo tecnológico e a vantagem de quem se adapta - A analogia da Fórmula 1 aplicada à estratégia de IA - Agentes de IA tratados como funcionários - O descompasso entre governança e tecnologia - A crise das vagas de entrada e a formação de talentos - Segurança com IA no ataque e na defesa Uma escuta para executivos que já passaram do encanto com a IA e agora precisam provar que ela escala.

    EP 32 | Federico Grosso, ServiceNow: Menos de 15% dos projetos de IA funcionam, e o problema não é o motor
  4. 8 de out.

    EP 31 | Samanta Pillar, Vale: Ninguém perdeu o emprego para o caminhão autônomo — e agora chega um agente chamado Mina

    Neste episódio de O Futuro Vem do Futuro, Leandro Costa conversa com Samanta Pillar, da Vale, sobre trinta anos acompanhando empresas em transformação a partir da área de pessoas. A história começa numa startup de telecom no fim dos anos 1990, quando clientes levavam antenas no ônibus achando que o sinal viria junto, passa por óleo e gás e pela construção de uma mineradora do zero, e chega à agenda de transformação cultural que ela conduz hoje. A conversa organiza um debate que costuma ficar restrito à tecnologia. Samanta descreve minas operadas por caminhões autônomos e uma sala de controle levada para um digital twin, e conta o que aconteceu com quem trabalhava ali: as pessoas continuaram na operação, em outro lugar e com outro tipo de trabalho. O que decide se isso dá certo é a forma como a liderança conduz a mudança. Num momento em que muitas empresas tentam tirar seus pilotos de IA do papel, o episódio traz o ângulo de quem prepara as pessoas para essa virada: agentes de IA no atendimento ao funcionário e no apoio ao líder, contratação pelo que a empresa vai precisar daqui a um ano e segurança da informação explicada pelo motivo, e não pela proibição. Ao longo do episódio, você vai ouvir reflexões sobre: - Transformação tecnológica e transformação cultural - Os perfis que lançam e os perfis que operam uma empresa - Automação, segurança e capacitação na mineração - A parceria entre a área de pessoas e a área de tecnologia - Contratação por skills e curiosidade como competência - Inovação que nasce da operação Para líderes que precisam levar a IA da apresentação para a rotina das equipes.

    EP 31 | Samanta Pillar, Vale: Ninguém perdeu o emprego para o caminhão autônomo — e agora chega um agente chamado Mina
  5. 6 de out.

    EP 30 | Leandro Esposito, Google (Gemini): Você está discutindo governança de uma coisa que nunca viu — e o time já está usando

    Neste episódio de O Futuro Vem do Futuro, Leandro Costa conversa com Leandro Esposito, diretor de parcerias de Busca e Gemini para a América Latina no Google. Depois de passar pela SAP, ele chegou ao Google em 2010, no time de vendas de publicidade, liderou por quatro anos a operação do Waze no Brasil e hoje faz a ponte entre as equipes de produto do Google e empresas de todos os tamanhos na região.   A conversa se organiza em torno de uma ideia simples: a liderança que quer entender a IA precisa usá-la antes de regulá-la. A partir dela, Esposito descreve as três reações que observa nos líderes diante de cada nova onda tecnológica, explica por que a inovação não pode mais esperar meses numa fila de TI e mostra como a decisão entre construir e trazer de fora depende, antes de tudo, do propósito da empresa.   O olhar para o Brasil reforça o ângulo de liderança. Da história do Google em Belo Horizonte ao novo centro de engenharia em São Paulo, passando pelo programa Negócio em Dia com o Sebrae e pela adoção rápida de recursos como a busca por voz, o episódio mostra por que o mercado brasileiro virou campo de teste para produtos de IA.   Ao longo do episódio, você vai ouvir reflexões sobre: - Experimentação como ponto de partida da liderança em IA - As três reações do líder diante de uma nova onda tecnológica - Governança construída a partir do uso real - A busca multimodal e a nova relação com o conhecimento - Construir ou trazer de fora a partir do propósito - A abertura da empresa para startups e parceiros   Para executivos que precisam decidir como a empresa vai usar IA nos próximos meses e querem começar pela própria experiência.

    EP 30 | Leandro Esposito, Google (Gemini): Você está discutindo governança de uma coisa que nunca viu — e o time já está usando
  6. 1 de out.

    EP 29 | Bruno Porto, PwC: 600 milhões de vidas, dados fragmentados: o maior obstáculo da IA na saúde

    Neste episódio de O Futuro Vem do Futuro, Leandro Costa conversa com Bruno Porto, da PwC Brasil, sobre o que muda quando alguém que passou duas décadas na área tributária decide entender a saúde a partir de quem está no hospital todos os dias. Bruno conta como trocou as reuniões com finanças por conversas com diretores médicos e enfermeiras-chefes, e como isso o levou a missões no Chile, em Israel e na China. A conversa se organiza em torno de um diagnóstico: a saúde ainda não passou pelo ganho de escala que varejo e serviços financeiros viveram na última década. Os dados do paciente estão espalhados entre operadoras, hospitais, laboratórios e startups, e a IA aplicada sobre esse cenário gera melhorias pontuais, sem mudar o acesso nem o custo para quem usa o sistema. No ângulo de liderança, Bruno separa o que a IA já entrega, como o apoio à radiologia e à análise de exames, do que continua dependendo de gente: julgamento, responsabilidade e empatia. Ele defende que o erro cresce quando a empresa troca pessoas por ferramenta sem redesenhar o processo, num momento em que wearables e big techs começam a disputar os dados que o setor ainda não organizou. Ao longo do episódio, você vai ouvir reflexões sobre: - Modelos de financiamento da saúde no Chile, na Inglaterra e na China - Tomografia portátil e a esteira entre universidade e startup em Israel - Gestão de fila e agendamento como primeiro uso de tecnologia - As 60 startups que somavam 600 milhões de vidas em suas bases - Wearables, prevenção e a disputa pelos dados do paciente Três decisões para líderes que querem começar agora Uma conversa para executivos de saúde e para líderes de qualquer setor que precisam decidir onde a IA entra antes de decidir qual ferramenta comprar.

    EP 29 | Bruno Porto, PwC: 600 milhões de vidas, dados fragmentados: o maior obstáculo da IA na saúde
  7. 29 de set.

    EP 28 | Juliana Velozo, Thoughtworks: Da praia ao apocalipse dos empregos: por que as narrativas sobre IA não são dados

    Neste episódio de O Futuro Vem do Futuro, Leandro Costa conversa com Juliana Velozo, vice-presidente sênior da Thoughtworks para a América Latina, sobre uma carreira construída no encontro entre negócios e tecnologia. Juliana começou a trabalhar antes dos 14 anos, entrou numa multinacional aos 16 e, depois de passar pela Philips Healthcare, pela consultoria estratégica e pela Salesforce, decidiu de forma planejada levar a experiência em vendas, negociação e estratégia para o mundo da tecnologia.   A conversa organiza um debate que costuma ficar confuso: a diferença entre implementar IA e aplicar IA. Para Juliana, o modelo é uma variável da equação. O valor aparece quando a empresa escolhe um processo, define antes do piloto o que considera sucesso e percorre as etapas de experimentação, escala e transformação, cada uma com seus indicadores. Sem isso, a fatura de tokens chega antes do resultado.   A liderança atravessa o episódio inteiro. Juliana fala da ansiedade que escuta de conselhos e C-levels diante de narrativas extremas sobre IA, da média liderança que precisa de novos incentivos para experimentar e do cuidado com o senso crítico num momento em que qualquer ferramenta entrega uma resposta pronta em segundos.   Ao longo do episódio, você vai ouvir reflexões sobre: - IA aplicada e implementação de IA - Experimentação, escala e transformação - Métricas de sucesso e custo de token - Eficiência como abundância - Incentivos e o papel da média liderança - Narrativas de mercado, senso crítico e atrofia cognitiva   Uma conversa para executivos que querem decidir sobre IA com base em evidência e contexto.

    EP 28 | Juliana Velozo, Thoughtworks: Da praia ao apocalipse dos empregos: por que as narrativas sobre IA não são dados
  8. 24 de set.

    EP 27 | Andre Nadjarian, Engine Brasil: Sua IA é uma Ferrari. Seu processo é uma estrada de terra esburacada

    Neste episódio de O Futuro Vem do Futuro, Leandro Costa conversa com André Nadjarian, da Engine Brasil, sobre uma carreira construída na fronteira entre tecnologia e gestão: os 15 anos na Unisys, a experiência de empreender ao lado de ex-colegas, a passagem pela área de inteligência de uma multinacional, as visitas a Israel e a chegada à Engine, onde hoje cuida da estratégia e da agenda de inovação. A conversa segue uma ordem de trabalho que André trouxe da consultoria de gestão: primeiro o problema, depois a solução. Ele recorre a A Meta, de Eliyahu Goldratt, para falar de gargalos, e a Moneyball para discutir que posições cabem à IA e quais cabem às pessoas. Daí vem a imagem que atravessa o episódio, a de comprar uma Ferrari e colocá-la numa estrada de terra, que é o que acontece quando a tecnologia chega antes de processos bem escritos e de pessoas treinadas. No ângulo de liderança, André separa planejamento estratégico de estratégia e defende que estratégia, orçamento e acompanhamento contínuo funcionem como um único sistema. Ele também comenta o que os estudos de futuro indicam sobre natalidade, robótica e trabalho, e por que o líder não pode esperar que a empresa faça sozinha a sua atualização. A recomendação final é prática: não é preciso ter pressa, é preciso ter ritmo. Ao longo do episódio, você vai ouvir reflexões sobre: - O hábito de comprar a solução antes de entender o problema - Gargalos, teoria das restrições e o papel de cada peça no time - A relação entre pessoas, agentes e gestão de mudança - A diferença entre fazer planejamento estratégico e ter estratégia - A qualidade dos dados como pré-condição para a IA - A priorização por impacto e esforço e o valor dos ganhos rápidos Uma conversa para executivos e fundadores que querem colocar a IA a serviço da estratégia, e não o contrário.

    EP 27 | Andre Nadjarian, Engine Brasil: Sua IA é uma Ferrari. Seu processo é uma estrada de terra esburacada

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