DynaTalks

Dynamox SA

Bem-vindo(a) ao DynaTalks! Aqui, os especialistas da Dynamox recebem convidados da área da manutenção para um bate-papo sobre os conteúdos que estão em alta no setor. Com um time que une referência técnica e conhecimento profundo do mercado, vamos debater sobre experiências, casos de sucesso, inovações e tendências do setor. O DynaTalks é parada obrigatória para quem busca conhecimento e inovação.

  1. há 1 dia

    DynaTalks 3x13 | Por dentro da sala que vigia veículos fora de estrada de 360 toneladas da Vale, com Isaac Lopes

    Isaac Lopes, especialista em manutenção preditiva de mina e veículos fora de estrada da Vale, conta como sua equipe monitora 49 veículos de até 360 toneladas nas minas do Pará com sensores Dynamox e um Centro de Monitoramento de Ativos (CMA). Ele também revela o caso que quase virou uma quebra catastrófica: uma falha no conversor de torque de um caminhão 797F, acompanhada por dois meses até a desmontagem confirmar o que o espectro já mostrava.Se inscreva no canal para não perder os próximos episódios do DynaTalks!Na sua operação, os ativos móveis também são monitorados ou a preditiva ainda depende de alguém ir até a máquina? Conta pra gente nos comentários como funciona aí.Fale com um consultor comercial da Dynamox: https://dynamox.net/contact?utm_source=youtube&utm_medium=organic&utm_campaign=podcast&utm_content=ep-fernando-rodrigues00:37 – Boas-vindas e apresentação do convidado01:22 – O monitoramento de 49 veículos fora de estrada na Vale03:29 – O que é um Centro de Monitoramento de Ativos (CMA)04:41 – As falhas mais comuns: conversor de torque, engrenagens e bombas05:30 – O diferencial Dynamox em hardware e software08:22 – E se a tecnologia da Dynamox acabasse hoje?10:28 – Caminhões autônomos e o futuro da preditiva12:11 – Case: a falha no conversor de torque de um 797F14:03 – Mensagem final e encerramento

    DynaTalks 3x13 | Por dentro da sala que vigia veículos fora de estrada de 360 toneladas da Vale, com Isaac Lopes
  2. 9 de out.

    DynaTalks 3x12 | Barco parado cuesta US$10 mil al día: ¿cómo cambia eso el mantenimiento predictivo?

    Marcelo Fernández, especialista en confiabilidad y monitoreo de condiciones en una flota atunera, cuenta cómo su equipo pasó de una sola persona a unas ocho en aproximadamente tres años de mantenimiento predictivo. Además, revela el desafío que casi se convirtió en un problema: cómo convencer a la gerencia de invertir y cambiar la cultura de un equipo que solo reparaba, cuando un barco dañado a 2.000 millas náuticas del puerto significaba cerca de 20 días de pesca perdidos y repuestos que tardaban de cinco a seis meses en llegar. ¡Suscríbete al canal para no perderte los próximos episodios de DynaTalks! ¿En tu operación el mantenimiento también se ve todavía como “cosa solo del equipo de mantenimiento”? Cuéntanos en los comentarios cómo llevas la cultura preventiva a las demás áreas.Quer evitar paradas não planejadas nos seus ativos? Fale com nossos consultores e conheça as soluções de monitoramento preditivo da Dynamox: https://dynamox.net/es/contact?utm_source=youtube&utm_medium=organic&utm_campaign=podcast&utm_content=ep-marcelo-fernandez Timestamps 00:09 – Bienvenida y presentación del invitado 00:29 – Los activos de la flota: motores, cajas reductoras, sistemas hidráulicos y compresores de frío 01:58 – El problema del mantenimiento reactivo: barco parado a 2.000 millas del puerto 03:08 – Cómo nació el programa de monitoreo continuo: de 1 persona a 805:04 – Los desafíos: internet satelital, gerencia y cambio de cultura 06:57 – Los resultados: mantenimiento planificado y repuestos pedidos con anticipación 07:09 – Nivel de madurez en mantenimiento: machine learning y gemelos digitales 07:58 – El futuro del mantenimiento predictivo: IA y análisis de datos

    DynaTalks 3x12 | Barco parado cuesta US$10 mil al día: ¿cómo cambia eso el mantenimiento predictivo?
  3. 1 de out.

    DynaTalks 3x11 | Como cortar o custo de manutenção pela metade em 3 anos? O exemplo da Cargill

    Guilherme Sutili, Líder de Confiabilidade Brasil da Cargill, com 9 anos de casa, começou como estagiário e hoje leva a cultura de confiabilidade a fábricas de biocombustíveis, e conta como sua equipe usa sensores Dynamox desde os primeiros testes, há cerca de 6 anos. Ele revela o desafio que quase virou um problema: assumir três fábricas adquiridas, com equipes resistentes a metodologias como FMEA, e reduzir o custo de manutenção à metade em 3 anos, saindo de 60% de disponibilidade para até 80%. Se inscreva no canal para não perder os próximos episódios do DynaTalks! Na sua planta, a confiabilidade ainda é vista como burocracia ou já virou cultura? Conta pra gente nos comentários como você convenceu (ou está convencendo) o seu time. Fale com um consultor comercial da Dynamox: https://dynamox.net/contact?utm_source=youtube&utm_medium=organic&utm_campaign=podcast&utm_content=ep-guilherme-sutilli Timestamps 00:31 – Boas-vindas e apresentação do convidado 01:12 – Trajetória de Guilherme: de estagiário a líder de confiabilidade da Cargill 08:05 – FMEA é burocracia ou mito? A resistência à confiabilidade 09:40 – Implantando a cultura de confiabilidade em três fábricas adquiridas 10:47 – Os resultados: custo pela metade e disponibilidade de 60% a 80% 13:16 – Por que a Dynamox: um ano de testes com todos os players 15:44 – Peneiras vibratórias e laminadores de soja: soluções feitas sob medida 20:41 – E se a tecnologia da Dynamox acabasse hoje? 21:30 – O futuro da manutenção: IA, integração de dados e o analista de vibração

    DynaTalks 3x11 | Como cortar o custo de manutenção pela metade em 3 anos? O exemplo da Cargill
  4. 25 de set.

    DynaTalks 3x10 | Como a Ypê economizou R$3 milhões em orçamento de manutenção com preditiva

    Fernando Rodrigues, Gerente de Confiabilidade e Manutenção Industrial na Ypê, com mais de quinze anos de trajetória em manutenção (Coca-Cola, indústria de alimentos e hoje a Ypê), conta como sua equipe saiu de 20 sensores instalados em 2023 para quase 700 sensores Dynamox hoje - e revela o desafio que quase virou um problema: uma inspeção sensitiva lenta, dependente de ordens no SAP e de alguém interpretar o que fazer, até o DynaSens transformar cada condição fora do padrão em alarme automático, ganhando velocidade e qualidade em todo o processo de planejamento e execução. Se inscreva no canal para não perder os próximos episódios do DynaTalks! Sua planta já enfrentou o problema de uma inspeção lenta demais para acompanhar o ritmo da operação? Conta pra gente nos comentários como vocês resolveram isso. Fale com um consultor comercial da Dynamox: https://dynamox.net/contact?utm_source=youtube&utm_medium=organic&utm_campaign=podcast&utm_content=ep-fernando-rodrigues  Timestamps 00:39 – Boas-vindas e apresentação de Fernando Rodrigues (Ypê) 01:15 – Trajetória: de técnico em Minas Gerais à gerência de Confiabilidade na Ypê 03:09 – Os ativos monitorados: da linha de líquidos ao CD 4.0 06:14 – Os desafios de gerir manutenção em plantas tão diversas 10:12 – Como nasceu a parceria com a Dynamox e a evolução para quase 700 sensores 12:09 – O problema da inspeção sensitiva e como o DynaSens acelerou o processo 16:12 – Por onde começar na preditiva e o resultado: R$3 milhões em custo evitado 22:20 – E se a Dynamox sumisse da fábrica hoje?

    DynaTalks 3x10 | Como a Ypê economizou R$3 milhões em orçamento de manutenção com preditiva
  5. 18 de set.

    DynaTalks 3x09 | O erro que fez a Andritz perceber que estava atacando a dor errada do cliente, com Daniel Schuck

    Daniel Schuck, Vice-presidente de Soluções Digitais da Andritz e engenheiro eletricista, com 30 anos de casa - do chão de fábrica à gerência global de produtos -, conta como a área de celulose e papel, responsável por cerca de 40% do negócio, gerencia 42 grupos de produtos e por que a empresa decidiu buscar uma parceria com a Dynamox em vez de desenvolver sensoriamento sozinha - revelando o desafio que quase virou um problema: como um atalho para resolver o "problema errado" do cliente virou uma lição sobre ouvir a real dor por trás do contrato.Se inscreva no canal para não perder os próximos episódios do DynaTalks!Você já viveu uma situação em que resolveu "o problema errado" do cliente ou da sua operação, em vez daquele que realmente doía? Conta pra gente nos comentários.Timestamps (conferindo)00:39 – Boas-vindas e apresentação de Daniel Schuck (VP de Soluções Digitais, Andritz)01:22 – Trajetória de Daniel: do chão de fábrica à gerência global, 30 anos de Andritz02:43 – As quatro áreas de negócio da Andritz e o peso da celulose e papel04:06 – Os quatro desafios do cliente: processo, ativos, pessoas e sustentabilidade06:46 – O que é uma planta autônoma (e por que o operador continua no centro)12:24 – Por que a Andritz escolheu a Dynamox como parceira17:30 – O futuro: IA, dados confiáveis e por onde começar19:26 – A história do Chile: "uma cirurgia plástica durante um ataque cardíaco"21:21 – Mensagem final e despedida

    DynaTalks 3x09 | O erro que fez a Andritz perceber que estava atacando a dor errada do cliente, com Daniel Schuck

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