Curioso por Ciência - USP

Jornal da USP

O conhecimento gerado na Universidade, a partir dos resultados dos mestrados e doutorados dos programas de pós-graduação da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, de maneira simples, direta e para todos os públicos

  1. há 6 dias

    Curioso por Ciência #113: Terapia hormonal pode ajudar a preservar a saúde óssea de mulheres com insuficiência ovariana prematura

    Algumas mulheres podem entrar em uma espécie de menopausa antes dos 40 anos. Conhecida como insuficiência ovariana prematura, a condição provoca a redução da função dos ovários e dos níveis de estrogênio, hormônio que desempenha papel fundamental na manutenção da saúde óssea. A queda hormonal pode acelerar a perda de massa óssea e aumentar o risco de osteoporose. Neste episódio, o Curioso por Ciência traz os resultados de uma pesquisa que avaliou a saúde óssea de mulheres com insuficiência ovariana prematura submetidas a diferentes regimes de terapia hormonal. O estudo comparou os efeitos de tratamentos realizados por via oral e por adesivos transdérmicos e investigou fatores como alimentação, atividade física e suplementação de cálcio. Os resultados mostraram que os dois principais tipos de terapia hormonal apresentaram resultados semelhantes na preservação da massa óssea. A pesquisa também destacou a importância do consumo de cálcio e apontou o escore de osso trabecular como uma ferramenta promissora para identificar precocemente alterações na qualidade óssea. A dissertação Avaliação da massa óssea em mulheres com insuficiência ovariana prematura: um estudo de corte transversal comparativo entre usuárias de diferentes regimes de terapia hormonal, de Livia Viana Trevisan Paluan, orientada pela professora Ana Carolina Japur de Sá Rosa Silva no programa de Pós-Graduação em Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, foi defendida em 2024. Curioso por Ciência é uma coprodução entre a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, startup Dr. Fisiologia e Rádio USP Ribeirão Preto e São Paulo. Vai ao ar toda segunda-feira, no Jornal da USP no Ar na Rádio USP em São Paulo, 93,7 MHz, a partir das 7h30, e no Jornal da USP no Ar - Edição Regional na Rádio USP Ribeirão Preto, 107,9 MHz, a partir das 12h. estará disponível na home de Ribeirão Preto do Jornal da USP, basta navegar em ribeirao.usp.br.

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  2. 2 de jun.

    Curioso por Ciência #112: Trabalho em equipe é fundamental para a reabilitação de pessoas com anomalias craniofaciais

    Pessoas com anomalias craniofaciais, condições que afetam a formação do rosto e podem comprometer funções como fala, alimentação e respiração, dependem de um acompanhamento especializado que frequentemente se estende da infância à vida adulta. Mas, para que esse cuidado seja efetivo, não basta a atuação isolada de um único profissional. No episódio desta semana, o Curioso por Ciência, traz os resultados de um estudo que analisou como diferentes profissionais da saúde atuam de forma integrada na atenção especializada, compartilhando conhecimentos e participando conjuntamente das decisões relacionadas ao tratamento. Segundo a pesquisa, a colaboração entre médicos, dentistas, fonoaudiólogos, psicólogos, assistentes sociais e outros especialistas contribui para um cuidado mais completo, humano e eficiente. A integração das equipes favorece uma abordagem centrada nas necessidades do paciente e amplia as possibilidades de sucesso no processo de reabilitação. O trabalho também destaca a importância da formação dos profissionais para o desenvolvimento de competências colaborativas. Nesse contexto, os programas de residência multiprofissional desempenham papel relevante ao promover a aprendizagem conjunta entre profissionais de diferentes áreas da saúde. Apesar dos avanços, a pesquisa aponta desafios para a consolidação desse modelo de atenção, indicando a necessidade de fortalecer políticas públicas, ampliar estratégias de formação profissional e incentivar práticas colaborativas desde o início da trajetória acadêmica. O trabalho é parte do doutorado A colaboração interprofissional como fundamento para a reabilitação das pessoas com anomalias craniofaciais: análise na perspectiva da atenção especializada em saúde, de Rayanne Meyer Barduzzi Galvani, orientada pelo professor José Rodrigues Freire Filho, desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP e concluída em 2025.

    4 min
  3. 25 de mai.

    Curioso por Ciência #111: Pesquisa revela que vírus respiratório encontra barreiras para se multiplicar em células de defesa do corpo

    Neste episódio, o Curioso por Ciência  traz uma investigação sobre o vírus sincicial respiratório (VSR), um dos principais causadores de infecções respiratórias em bebês e crianças pequenas, mas que também pode afetar idosos e pessoas com a saúde fragilizada. O episódio mostra como o vírus tenta invadir células de defesa do organismo e revela por que, em muitos casos, ele encontra dificuldades para se multiplicar. A pesquisa analisou o comportamento do VSR em linfócitos T, células importantes do sistema imunológico responsáveis pelo combate a infecções. Os experimentos mostraram que o vírus consegue entrar nessas células, mas não encontra as condições ideais para se reproduzir com eficiência. Os pesquisadores descobriram que falta nessas células uma espécie de estrutura interna necessária para organizar a produção das proteínas virais. Sem esse suporte, o processo de multiplicação do vírus se torna desorganizado e pouco eficiente. O estudo também identificou o papel de uma proteína chamada M2-1, fundamental para a replicação viral. Quando os cientistas modificaram as células para produzir essa proteína, o vírus passou a se multiplicar de forma mais eficiente, formando estruturas maiores e mais organizadas no início da infecção. As descobertas ajudam a compreender melhor como o VSR interage com o sistema imunológico e podem contribuir, futuramente, para o desenvolvimento de novas estratégias de tratamento contra o vírus. O trabalho A expressão heteróloga da proteína M2-1 do Vírus Sincicial Respiratório restaura etapas da infecção em linfócitos T da linhagem A3.01 é parte do doutorado de Rosa Maria Mendes Viana, orientada pelo professor Eurico de Arruda Neto, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP e concluída em 2025. Curioso por Ciência é uma coprodução entre a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, startup Dr. Fisiologia e Rádio USP Ribeirão Preto e São Paulo. Vai ao ar toda segunda-feira, no Jornal da USP no Ar na Rádio USP em São Paulo, 93,7 MHz, a partir das 7h30, e no Jornal da USP no Ar - Edição Regional na Rádio USP Ribeirão Preto, 107,9 MHz, a partir das 12h. estará disponível na home de Ribeirão Preto do Jornal da USP, basta navegar em ribeirao.usp.br.   Curioso por Ciência é uma coprodução entre a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, startup Dr. Fisiologia e Rádio USP Ribeirão Preto e São Paulo. Vai ao ar toda segunda-feira, no Jornal da USP no Ar na Rádio USP em São Paulo, 93,7 MHz, a partir das 7h30, e no Jornal da USP no Ar – Edição Regional na Rádio USP Ribeirão Preto, 107,9 MHz, a partir das 12h. Estará disponível na home de Ribeirão Preto do Jornal da USP, basta navegar em ribeirao.usp.br.

    4 min
  4. 18 de mai.

    Curioso por Ciência #110: Pesquisa investiga conexão entre Alzheimer e crises convulsivas

    A doença de Alzheimer é geralmente associada à perda de memória. Já a epilepsia costuma ser lembrada pelas crises convulsivas. Embora pareçam condições muito diferentes, pesquisas recentes vêm mostrando que elas podem estar mais conectadas do que se imaginava. Esse é o tema do novo episódio do podcast Curioso por Ciência, que traz os resultados de uma revisão de estudos científicos que indicam uma relação de mão dupla entre as doenças: pessoas que desenvolvem epilepsia mais tarde têm maior chance de apresentar Alzheimer, enquanto pacientes com Alzheimer também podem sofrer crises convulsivas com mais frequência. Os pesquisadores analisaram artigos científicos e observaram que alterações na ação da insulina podem prejudicar a memória, modificar o comportamento e aumentar a ocorrência de crises convulsivas, especialmente em uma região cerebral chamada hipocampo, fundamental para os processos de memória. Segundo os estudos analisados, esse mecanismo pode funcionar como uma espécie de ponte entre Alzheimer e epilepsia, afetando simultaneamente as duas doenças. Os cientistas também identificaram alterações em genes ligados à epilepsia em pessoas com Alzheimer, presentes desde os estágios iniciais da doença e agravadas ao longo do tempo. Outro ponto discutido no episódio é o potencial terapêutico de medicamentos já utilizados no tratamento da diabetes. Em alguns estudos, esses remédios ajudaram a melhorar alterações cerebrais associadas às duas condições, indicando novos caminhos para futuras abordagens terapêuticas. O trabalho é o doutorado de Suélen Santos Alves, orientada pelo professor Norberto Garcia Cairasco, desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Medicina, na área de Neurologia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP e concluída em 2025. Curioso por Ciência é uma coprodução entre a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, startup Dr. Fisiologia e Rádio USP Ribeirão Preto e São Paulo. Vai ao ar toda segunda-feira, no Jornal da USP no Ar na Rádio USP em São Paulo, 93,7 MHz, a partir das 7h30, e no Jornal da USP no Ar - Edição Regional na Rádio USP Ribeirão Preto, 107,9 MHz, a partir das 12h. estará disponível na home de Ribeirão Preto do Jornal da USP, basta navegar em ribeirao.usp.br.

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  5. 11 de mai.

    Curioso por Ciência #109: Alergia alimentar infantil ainda desafia diagnóstico médico

    Neste episódio, o podcast Curioso por Ciência traz resultados de uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP que investigou o conhecimento de médicos pediatras sobre alergia alimentar infantil. A alergia alimentar acontece quando o organismo reage de forma exagerada a determinados alimentos e pode provocar sintomas como manchas na pele, coceira, inchaço, vômitos e até dificuldade para respirar. O problema é que nem sempre o diagnóstico é simples e dúvidas sobre exames e tratamentos ainda fazem parte da rotina de muitos profissionais. Os resultados mostraram que a maioria dos médicos consegue reconhecer corretamente os principais sinais e sintomas da alergia alimentar, mas o desempenho foi menor quando o assunto envolvia diagnóstico, tratamento e identificação dos alimentos que mais causam alergia no Brasil. O episódio também destaca a importância de pais e responsáveis observarem possíveis reações após a alimentação e procurarem acompanhamento especializado para garantir diagnóstico correto e tratamento seguro. A pesquisa é parte da dissertação de mestrado de Fábio André Dias, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Saúde da Criança e do Adolescente da FMRP, com orientação da professora Viviane Cunha Cardoso, concluída em 2024. Curioso por Ciência é uma coprodução entre a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, startup Dr. Fisiologia e Rádio USP Ribeirão Preto e São Paulo. Vai ao ar toda segunda-feira no Jornal da USP no Ar, na Rádio USP em São Paulo, 93,7 MHz, a partir das 7h30, e no Jornal da USP no Ar – Edição Regional, na Rádio USP Ribeirão Preto, 107,9 MHz, a partir das 12h.

    3 min
  6. 4 de mai.

    Curioso por Ciência #108: Micotoxinas em alimentos podem afetar fertilidade e gravidez

    Neste episódio do Curioso por Ciência, você vai entender como substâncias produzidas por fungos presentes em alimentos podem impactar a fertilidade e a gestação. As chamadas micotoxinas são compostos que se desenvolvem em produtos como café, feijão, milho, trigo e temperos secos, especialmente quando há falhas no armazenamento. O ponto mais delicado: elas nem sempre são visíveis a olho nu e podem estar presentes mesmo em alimentos com aparência normal. A exposição a essas toxinas não se limita a episódios de intoxicação alimentar. Evidências científicas mostram que elas podem afetar a saúde reprodutiva de homens e mulheres, além de trazer riscos à gravidez. Em alguns casos, estão associadas a complicações como aborto, morte do bebê antes ou logo após o nascimento e alterações no desenvolvimento. Uma revisão bibliográfica na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) analisou diferentes tipos de micotoxinas, como zearalenona, fumonisinas e ocratoxina A, e seus efeitos no organismo. Os resultados indicam que, além dos impactos na fertilidade e na gestação, essas substâncias também podem comprometer o sistema imunológico, aumentando a suscetibilidade a outras doenças, sobretudo em períodos mais sensíveis. O episódio também destaca que cuidados simples no dia a dia fazem diferença: evitar o consumo de alimentos com sinais de mofo ou cheiro alterado, armazenar grãos e cereais em locais secos e bem fechados, observar a procedência de produtos como milho e amendoim e descartar qualquer item com aparência suspeita. A pesquisa Alterações reprodutivas, gestacionais e fetais induzidas pelas micotoxinas zearalenona, patulina, desoxinivalenol, fumonisinas, ocratoxina A e micotoxina T-2 é parte do mestrado de Pablo de Oliveira Silva, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Patologia da FMRP, sob orientação do professor Fernando Silva Ramalho, concluída em 2024. Curioso por Ciência é uma coprodução entre a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, startup Dr. Fisiologia e Rádio USP Ribeirão Preto e São Paulo. Vai ao ar toda segunda-feira, no Jornal da USP no Ar na Rádio USP em São Paulo, 93,7 MHz, a partir das 7h30, e no Jornal da USP no Ar - Edição Regional na Rádio USP Ribeirão Preto, 107,9 MHz, a partir das 12h. estará disponível na home de Ribeirão Preto do Jornal da USP, basta navegar em ribeirao.usp.br.

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  7. 27 de abr.

    Curioso por Ciência #107: Pesquisa revela impacto da audição na memória

    Ouvir bem desde cedo pode ser importante não só para a comunicação, mas também para o funcionamento do cérebro. O episódio desta semana do podcast Curioso por Ciência traz os resultados de pesquisa que investigou o impacto da privação auditiva precoce, ou seja, a falta de audição logo no início da vida. O cérebro se desenvolve com base nos estímulos que recebemos do ambiente, e o som está entre os mais importantes. Desde os primeiros dias de vida, a audição contribui para a organização das informações, o aprendizado e a formação de memórias. Para entender o que acontece quando esse estímulo não está presente, foi utilizado um modelo em animais, no qual a audição foi bloqueada por um período. Em seguida, os pesquisadores avaliaram como essa privação afetou a memória e o funcionamento do cérebro. Os animais foram submetidos a testes simples de memória, como reconhecer um objeto novo ou identificar mudanças no ambiente. Os resultados mostraram que aqueles que passaram por um período sem audição tiveram mais dificuldade nessas tarefas, indicando prejuízo na memória. Além disso, foi analisada a plasticidade cerebral, que é a capacidade do cérebro de aprender e se adaptar. Essa função foi avaliada no hipocampo, região essencial para a formação de memórias. Mesmo com o comprometimento da memória, essa capacidade básica de adaptação se manteve semelhante. Os resultados indicam que a privação auditiva precoce pode afetar a memória por mecanismos mais complexos, que vão além da plasticidade básica do cérebro. O estudo reforça a importância de identificar e tratar problemas auditivos o mais cedo possível, especialmente na infância, período em que o cérebro ainda está em desenvolvimento. A pesquisa Impacto da privação auditiva precoce na memória e na potenciação a longo prazo do hipocampo é parte do mestrado de Mariane Martins Migliaccio, orientada pelo professor Ricardo Mauricio Xavier Leão, no Programa de Pós-Graduação em Fisiologia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, concluída em 2025. Curioso por Ciência é uma coprodução entre a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, startup Dr. Fisiologia e Rádio USP Ribeirão Preto e São Paulo. Vai ao ar toda segunda-feira, no Jornal da USP no Ar na Rádio USP em São Paulo, 93,7 MHz, a partir das 7h30, e no Jornal da USP no Ar - Edição Regional na Rádio USP Ribeirão Preto, 107,9 MHz, a partir das 12h. estará disponível na home de Ribeirão Preto do Jornal da USP, basta navegar em ribeirao.usp.br.

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  8. 14 de abr.

    Curioso por Ciência #106: Pesquisa avalia o uso da vitamina K como indicador de eventos adversos associados à varfarina

    O Curioso por Ciência desta semana apresenta resultados de uma pesquisa na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP que analisou o uso da vitamina K como possível rastreador de eventos adversos relacionados à varfarina em serviços de urgência. A varfarina é um medicamento utilizado para “afinar o sangue”, ajudando a prevenir a formação de coágulos que podem levar a problemas como trombose e AVC. No entanto, quando não há controle adequado, seu uso pode provocar efeitos adversos, especialmente sangramentos. Nesses casos, a vitamina K é empregada para reverter a ação do medicamento. A pesquisa partiu da hipótese de que a utilização da vitamina K poderia funcionar como um sinal de alerta para identificar complicações associadas ao uso da varfarina. Para isso, foram analisados prontuários de pacientes atendidos em unidades de pronto atendimento de Ribeirão Preto, considerando os casos em que houve prescrição de vitamina K. Em seguida, foi verificado se esses pacientes faziam uso de varfarina e se apresentaram eventos adversos relacionados ao medicamento. Os resultados mostraram que, em parte dos casos avaliados, a vitamina K foi utilizada para tratar complicações decorrentes da varfarina. Entre esses pacientes, predominavam pessoas idosas e em uso concomitante de outros medicamentos, o que pode aumentar o risco de eventos adversos. Também foram identificadas situações associadas à falta de acompanhamento adequado durante o tratamento. A dissertação de mestrado Avaliação da eficiência da vitamina K como rastreador de eventos adversos relacionados à utilização de varfarina em pacientes atendidos na atenção secundária à saúde de Ribeirão Preto (SP) foi desenvolvida por Maria Angélica de Oliveira Barros, com orientação da professora Fabiana Rossi Varallo, no Programa de Pós-Graduação em Gestão de Organizações de Saúde da FMRP, concluída em 2024. Curioso por Ciência é uma coprodução entre a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, startup Dr. Fisiologia e Rádio USP Ribeirão Preto e São Paulo. Vai ao ar toda segunda-feira, no Jornal da USP no Ar na Rádio USP em São Paulo, 93,7 MHz, a partir das 7h30, e no Jornal da USP no Ar - Edição Regional na Rádio USP Ribeirão Preto, 107,9 MHz, a partir das 12h. estará disponível na home de Ribeirão Preto do Jornal da USP, basta navegar em ribeirao.usp.br.

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