Você sabia que o câncer de mama não é uma doença única e que diferentes subtipos podem se comportar de formas bastante distintas no organismo? Entre eles, o carcinoma lobular, segundo mais comum após o ductal, ainda impõe desafios importantes, especialmente no diagnóstico por imagem e na definição das melhores estratégias de tratamento. No episódio 6 do Vozes que Cuidam, podcast do GrupoBrasileiro de Estudos do Câncer de Mama (GBECAM) voltado a pacientes e familiares, o jornalista Moura Leite Netto, doutor em Oncologia, conduz uma conversa com os convidados sobre o câncer de mama do subtipo lobular,destacando suas particularidades clínicas e os impactos dessas diferenças na jornada da paciente. Participam do episódio três especialistas com atuaçãodestacada na área: Francisco Pimentel, mastologista do Hospital Geral de Fortaleza, no Ceará; Ivie Braga de Paula, médica radiologista e coordenadora da Comissão Nacional de Mamografia; e Guilherme Nader, oncologista clínico, comatuação no Dana-Farber Cancer Institute, nos Estados Unidos. Ao longo da conversa, os convidados explicam por que ocarcinoma lobular tende a crescer de forma mais difusa, muitas vezes sem formar nódulos bem definidos, o que dificulta sua detecção em exames como a mamografia. O episódio detalha ainda as limitações dos métodos de imagem, o papel da tomossíntese e da ressonância magnética, e a importância de uma avaliação integrada entre radiologia, mastologia e patologia para um diagnóstico mais preciso. A discussão avança para os aspectos biológicos do tumor,como a alta frequência de receptores hormonais positivos, e como isso influencia diretamente as escolhas terapêuticas, especialmente o uso da hormonioterapia. Também são abordadas as indicações cirúrgicas, os desafios relacionados à multifocalidade e multicentricidade da doença e o papel dotratamento sistêmico, incluindo quimioterapia, terapias-alvo e estratégias mais recentes de personalização. O episódio também dedica espaço ao prognóstico, desmistificando a ideia de que o câncer lobular é sempre menos agressivo e explica como o risco de recorrência pode variar ao longo do tempo. Além disso, reforça a importância do rastreamento adequado, do reconhecimento de sinaisclínicos e da adoção de hábitos de vida saudáveis como parte da prevenção. Dê o play para entender por que o câncer de mama lobularexige um olhar atento, diagnóstico cuidadoso e abordagem multidisciplinar para garantir melhores desfechos para as pacientes. 👉 Inscreva-se no canal doGBECAM no YouTube e siga o Vozes que Cuidam nas plataformas de podcastpara acompanhar novos episódios. Vozes que Cuidam — Episódio 06Tema: Câncer de mama do subtipo lobular: o que você precisa saber Convidados:Francisco Pimentel — mastologista, Hospital Geral de Fortaleza, no CearáIvie Braga de Paula — médica radiologista, coordenadora da Comissão Nacional deMamografiaGuilherme Nader — oncologista clínico, Dana-Farber Cancer Institute, EstadosUnidos Apresentação: Moura Leite NettoRealização: GBECAM – Grupo Brasileiro de Estudos do Câncer de MamaProdução: SENSU Comunicação e Estúdio Banca de Conteúdo #VozesQueCuidam #CâncerDeMama #CâncerLobular #SaúdeDaMulher#Oncologia #DiagnósticoPrecoce #GBECAM #InformaçãoEmSaúde