Desconectados- Temporada 1

AlexSnow

Um mundo onde todos ganham um salário universal, trabalham somente 4 horas por dia, não há guerras, não há crimes. E temos apenas 2 horas de internet por dia. Um mundo feliz? Descubra nesta temporada como esse futuro idílico pode ser a resposta para nossas angústias contemporâneas, ou não. Para mais reflexões, visite nosso blog: https://oblogdodesconectados.wordpress.com/ Podcast idealizado, produzido e divulgado por Alex Snow. Realizado com o apoio de amigos e familiares - interpretando os personagens- e com plataformas como ElevenLabs , Pixabay, Adobe e Audacity .

  1. 26 de out.

    Mesa Quadrada- Episódio 25: "Está na hora de falar com os vizinhos"

    Dá pra desenhar uma cidade que faça a gente gostar do vizinho? Ou o urbanismo serve, no fundo, pra nos deixar mais produtivos? De Singapura a Barcelona, passando pela Itália e por São Paulo, discutimos moradia virando investimento, superilles, fundos abutre, a raiva que não vira estratégia e por que o brasileiro não sente falta de um bem-estar social que nunca teve. No fim, um convite incômodo: descer até a praça do seu bairro e descobrir os canais que você nunca usou. 📌 Também disponível no Amazon, Apple Podcast e no Youtube: https://open.spotify.com/show/5P5p4n4AuM6IYzTGECW7B2?si=5ba149e42ab148c0 https://music.amazon.es/podcasts/644c48f5-e8c4-4992-b408-4750db27580e/desconectados--temporada-1 https://podcasts.apple.com/es/podcast/desconectados-temporada-1/id1839875044 https://youtube.com/@desconectados_vlog?si=ZWaCkNpV68XsZKm8 E acompanhe nossos artigos no blog:  https://oblogdodesconectados.wordpress.com/ Índice 00:00 Urbanismo: pra quem e pra quê? 03:00 Dá pra construir vínculo com tijolo? Singapura: tudo a 5 minutos de casa. A serviço de quem? 06:00 Cidade feliz ou cidade produtiva? 08:00 A casa virou investimento. E quem mora? 10:30 Cerdà, o arquiteto execrado que misturou ricos e pobres 13:00 Superilles: saíram os carros, voltaram as pessoas 16:00 Paris, Londres e o motorista indignado 18:00 Vizinhos que aprenderam a pressionar o governo 23:00 Quem lucra com a falta de casa? 27:00 Sem informação, sobra raiva 31:00 Ovo ou galinha: comunidade ou luta, o que vem primeiro? 34:00 Misturar ricos e pobres por lei funciona? 37:00 A mudança só vem pela dor? 40:00 Ninguém sente falta do que nunca teve 44:00 Singapura: proibido protestar, permitido pedir 48:00 Seu vereador abre a porta? 50:00 Sesc e centros cívicos: o canal que a gente não usa 54:00 Desça até a praça do seu bairro e saia do algoritmo

  2. 12 de out.

    Mesa Quadrada- Episódio 24: "Coliving, Cohousing e outras formas de viver"

    E se o problema não fosse onde morar, mas como estamos aprendendo a viver? Uma conversa sobre comunidade, pertencimento, produtividade — e a difícil arte de escolher a própria vida. Temas: 1:00 — Coliving ou Cohousing: estamos procurando uma casa ou uma comunidade? Com Lígia Lunardi, uma conversa sobre novas formas de morar — e sobre as diferenças entre compartilhar serviços e construir comunidade. 5:00 — De nômades digitais a famílias e seniores: por que estamos mudando a forma de morar? Solidão, falta de recursos, mobilidade e novos valores entram na equação. 8:00 — Um hotel com mais pessoalidade: praticidade também resolve a solidão? Tudo pronto, nada para limpar, nenhuma preocupação. Mas isso é comunidade ou apenas uma morada provisória? 11:00 — Quando o sonho da casa própria deixa de fazer sentido 20 metros quadrados, preço por metro quadrado e uma nova equação: custo + abandono do sonho + novos valores. 14:00 — Coliving: a velha república estudantil com um novo nome? Mudamos de modelo ou apenas demos um rebranding a uma forma antiga de viver? 17:00 — Mobilidade ou medo de se estabelecer? Famílias menores, trabalho digital e liberdade geográfica — mas também a dificuldade de escolher onde ficar. 20:00 — A conversa muda de direção: quando tudo vira serviço Terceirizamos tarefas, relações e experiências para ganhar tempo. Mas tempo para fazer o quê? 25:00 — O paradoxo da terceirização: trabalhamos mais para pagar quem faz o que não queremos fazer E o círculo se fecha: terceirizamos para ganhar tempo, mas gastamos o tempo trabalhando. 28:00 — E se houvesse outra maneira de viver? WWOOF, voluntariado rural, ecovilas e experiências que colocam trabalho, comunidade e natureza na mesma equação. 37:00 — A conversa muda de direção: até o bem-estar virou produtividade? Wellness retreats, “slow tourism” e a estranha necessidade de contratar ajuda para conseguir não fazer nada. 42:00 — O que acontece quando uma sociedade não transforma tudo em competição? Janteloven, coletividade e a possibilidade de viver com menos ansiedade. 49:00 — Precisamos uns dos outros por altruísmo ou por necessidade? A comunidade como escolha, necessidade ou mecanismo de sobrevivência. E quem se beneficia quando o equilíbrio desaparece? 56:00 — Um mundo mais velho, mais pobre e com menos filhos: quem vai sustentar esse modelo? Superprodução, pouca demanda, renda universal e a pergunta que paira sobre tudo: estamos caminhando para um colapso? 1:03:00 — A conversa muda de direção: se você pudesse fazer o que quisesse, saberia o que escolher? Quando a conformidade é tão profunda que até a liberdade pode ser difícil de reconhecer. 1:11:00 — A estrutura ajuda, mas não faz o trabalho por nós Ambiente, consciência, reabilitação e a formação das nossas tribos. 1:20:00 — Precisamos encontrar a nossa tribo — ou aprender a conviver com várias? Quando estamos bem com nós mesmos, talvez não precisemos nos proteger tanto do que é diferente. E talvez comunidade seja justamente isso: pertencer sem precisar se fechar. 📌 Também disponível na Amazon, Apple Podcast e no Youtube: https://music.amazon.es/podcasts/644c48f5-e8c4-4992-b408-4750db27580e/desconectados--temporada-1 https://podcasts.apple.com/es/podcast/desconectados-temporada-1/id1839875044 https://youtube.com/@desconectados_vlog?si=ZWaCkNpV68XsZKm8 E acompanhe nossos artigos no blog:  https://oblogdodesconectados.wordpress.com/

  3. 28 de set.

    Mesa Quadrada- Episódio 23: "O medo e o sofrimento: para que tanto?"

    E se pudéssemos viver com menos sofrimento? Será que estamos em uma gaiola com a chave na porta, mas não saímos por medo? Medo de que? Nesta conversa, Edson, Agilson e Alessandra destrinchando a nossa realidade e questionam se ela é de fato real. 1m Era de Aquário- Todos em uma gaiola com a chave na porta, mas ninguém sai. É preciso viver com medo? 3m Medo real, medo como forma de controle social, medo simbólico. É possível viver sem medo? Medo do que e quem se beneficia do medo. Medo baseado na falta, na ausência de opções. 5m Medo exclui a esperança, os outros caminhos. Saindo da cegueira. Movimentos que se apoiam nesta pretensa falta de opção. O medo da sobrevivência no máximo volume. O risco real, o risco imaginário, aprendendo a separá-los. 10m Sociedade do excesso, inclusive do medo. Onde entra o ego nisto tudo. Construção com base na escassez.  Complexo da falta. Como ter esperança para combater o medo imaginário. O ressentimento, se trata de dentro ou isto é insuficiente? Testar os limites. 18m A raiva como resultante do medo. O desejo de ter sempre mais como motor da raiva. Solução individual para problema sistêmico funciona? A tentação da resposta fácil. A inveja nisto tudo. Um sistema de "ter" que tira o espaço para outras vias, mas elas existem. A vida do equilíbrio, do tempo, do ser e estar. 25m O sistema só se mexe se está ameaçado. O individual e o sistema se retroalimentam. Inveja baseada na injustiça. Percepção do que é justo que inflama a raiva. O sentimento de propriedade. 32m As pessoas são ensinadas muito cedo a ser individualistas e a valorizar quem “tem”. O mundo é justo ou coerente? O sistema promete uma justiça que não existe. Desde pequenos vendo um cinema que só mostra final feliz. Qual é o impacto disto na vida real e na frustração. A exaustão como estratégia de submissão. 39m O caminho do meio seria sempre o melhor, mas por que não acontece. A necessidade e estar sempre certo. A beleza de se auto questionar. O caso do americano integrante de um grupo de supremacia branca. 48m O risco da história única. As polarizações e os movimentos cíclicos que impactam a nossa visão do mundo. A falta de olhar para o risco que importa. Está faltando a gente “crescer” de fato? É preciso provocar o sistema. 📌 Também disponível na Amazon e Apple Podcast e no Youtube: https://music.amazon.es/podcasts/644c48f5-e8c4-4992-b408-4750db27580e/desconectados--temporada-1 https://podcasts.apple.com/es/podcast/desconectados-temporada-1/id1839875044 https://youtube.com/@desconectados_vlog?si=ZWaCkNpV68XsZKm8 E acompanhe nossos artigos no blog:  https://oblogdodesconectados.wordpress.com/

  4. 14 de set.

    Mesa Quadrada- Episódio 22: "A mulher do Yakult, a vovó de aluguel e a solidão"

    E se a solidão virou um negócio lucrativo e você é o cliente? Da "avó de aluguel" a governos tentando conter a epidemia de solidão, o isolamento virou mercadoria. Mas a verdade é mais incômoda: fomos engolidos pelo cansaço, pela pressa e pelo fim da comunidade. Você realmente escolheu essa vida ou só aceitou a derrota? A pergunta que ninguém quer fazer é quanto custa, no bolso e na alma, viver cada vez mais sozinho. Cada episódio te joga uma dúvida, mas te entrega uma crise existencial completamente diferente. Principais temas: 1m — Quanto custa a intimidade? A mulher do Yakult que visita idosos para saber se estão vivos. Avós de aluguel. Quando a conexão passa a ter hora, preço e expectativas marcadas. 5m — Quando a necessidade de conexão vira negócio Yamada, a “vovó de aluguel”. As senhoras do Yakult como oportunidade de negócio. Para algumas pessoas, uma fonte de renda, atividade e sensação de utilidade. Mas quando a necessidade de conexão encontra o utilitarismo, quem ganha com isso? 10m — E se a solidão estiver sendo manipulada? Por trás da mulher do Yakult e da vovó de aluguel existe uma necessidade real de conexão. Será que deixamos de exercitar a construção de comunidade e de relações mais sólidas? É preguiça ou atrofia? Quando a relação serve apenas para falar de nós mesmos, quem está interessado no outro? E, se todos estão interessados apenas em si mesmos, quem estará interessado em nós? 15m — Quem paga a conta da nossa solidão? Governos tentam combater a epidemia de solidão porque ela também tem um custo econômico. Para o Estado, custo; para alguns negócios, lucro. Como construir políticas para o interesse coletivo em uma sociedade cada vez mais individualista? Tecnologia, falta de habilidades sociais e a pressão para sermos bons em tudo completam o cenário. 21m — Do individualismo para o cansaço Cansaço, preguiça, necessidade de segurança e medo: um círculo que se retroalimenta. Estamos cansados de fazer, ter, buscar e acompanhar. Cansados de informação, de velocidade e da sensação permanente de estar ficando para trás. Sabemos de onde vem o cansaço — mas não temos energia para reagir. E, para descansar, recorremos justamente às mesmas coisas que nos esgotam. 26m — Perdemos a capacidade de parar? Talvez o problema não seja apenas falta de tempo, mas a perda da percepção dos nossos próprios limites. Ócio, descanso, silêncio e tédio parecem precisar de uma justificativa produtiva. Será que ainda conseguimos fazer alguma coisa simplesmente porque nos dá prazer? 34m — Como criar tempo dentro das 24 horas? O que mudou para termos a sensação de que nunca temos tempo? Velocidade, volume, expectativas. E talvez uma ideia esquecida: aceitar — e até buscar — o tédio. 38m — Dá para construir comunidade em uma sociedade de alta performance? Colaboração em tempos de competição. Comunidades que se unem pelo ódio e precisam de um culpado — quase sempre o mais fraco. Uma sociedade tão inóspita que até ter filhos parece uma decisão difícil. E uma possível profissão do futuro: gerador de filhos. 52m — Precisamos voltar a pensar no longo prazo O que acontece quando uma sociedade perde a capacidade de pensar em continuidade? Conexão, filhos, comunidade, sustentabilidade dos negócios e futuro. Talvez a esperança esteja também nos pequenos atos de rebeldia — e na coragem de não ter tanta pressa para chegar. 📌 Também disponível na Amazon e Apple Podcast e no Youtube: https://music.amazon.es/podcasts/644c48f5-e8c4-4992-b408-4750db27580e/desconectados--temporada-1 https://podcasts.apple.com/es/podcast/desconectados-temporada-1/id1839875044 https://youtube.com/@desconectados_vlog?si=ZWaCkNpV68XsZKm8 E acompanhe nossos artigos no blog:  https://oblogdodesconectados.wordpress.com/

  5. 31 de ago.

    Mesa Quadrada- Episódio 21: "Por que não consigo ter intimidade?"

    Queremos ser autênticos, mas queremos também ser aceitos. Queremos intimidade, mas não queremos nos expor.  Queremos relações, mas queremos eliminar o desconforto que as relações inevitavelmente produzem. Queremos ser nós mesmos, mas queremos desempenhar perfeitamente todos os nossos papéis. E ainda queremos o que outro reaja exatamente como esperamos. Há solução? Neste bate papo, Edson e Alessandra elaboram um caminho possível.   Índice do episódio 1 min – Quando aprendemos a aceitar o inaceitável. A capacidade de nos adaptarmos a quase tudo pode também se transformar em impotência. Em que momento deixamos de questionar aquilo que nos faz mal? 4 min 30 s – É possível criar intimidade sem abrir mão de quem somos? Confiança, autenticidade e a necessidade de sermos vistos. A intimidade exige que cedamos uma parte de nós ou que encontremos um espaço onde possamos ser aceitos sem deixar de ser autênticos? 7 min 30 s – A intimidade tem muitas formas. Parceiros, amigos, família: intimidade sexual, espiritual, intelectual. O processo de descobrir quem somos enquanto aprendemos a nos relacionar com os outros. Do “eu espelho” à segurança e à aceitação. 12 min – Aprender quem somos enquanto tentamos pertencer. A intimidade entre amigos e a adolescência como laboratório de identidade. Quanto daquilo que acreditamos ser nasce de nós e quanto nasce daquilo que precisamos ser para sermos aceitos? 20 min – A intimidade consigo mesmo. Não podemos dar o que não temos. A insegurança também faz parte da vida, mas a transformamos em algo que precisa ser eliminado. Dar nome ao que sentimos é suficiente para compreender o que sentimos? O perigo de transformar o autoconhecimento em outra forma de paralisia. 28 min – A intimidade precisa de confiança… e de tolerância ao incômodo. O caso dos vizinhos, o medo do julgamento e a hiperexposição. A happycracia e o desaparecimento de alguns rituais sociais que antes nos ensinavam a conviver com a rejeição. 36 min – Para construir intimidade é preciso saber esperar. O tempo de fazer um bolo, uma roda-gigante e a pressão para resolver tudo imediatamente. O que perdemos quando a velocidade substitui o contato? A paciência como habilidade para construir relações. 42 min – A conversa muda de direção. Talvez o problema não seja não sabermos criar intimidade, mas estarmos construindo uma vida que elimina as condições necessárias para ela. Delivery, pressa, excesso de atividade e a transformação dos vínculos em relações transacionais. Como criar intimidade enquanto tentamos nos transformar em versões perfeitas de nós mesmos? 51 min – Recuperar a atenção. A intimidade precisa de tempo, paciência e presença. Não existe transformação imediata: é preciso aprender a dar, receber e permanecer quando o outro também está aprendendo. 1 h – Autenticidade versus performance. O dilema dos nossos múltiplos papéis sociais: queremos ser autênticos enquanto tentamos ser excelentes em todos eles. O amor-próprio, o excesso de entrega como estratégia e a necessidade de reconhecer as dinâmicas que nós mesmos criamos. 1 h 08 min – Sair do pedestal. Diante da performance infinita e de uma sociedade cada vez mais transacional, o primeiro passo pode ser o autoacolhimento: aceitar a imperfeição para voltar a nos relacionar a partir de um lugar menos defensivo. 📌 Também disponível no Amazon, Apple Podcast e no Youtube: https://music.amazon.es/podcasts/644c48f5-e8c4-4992-b408-4750db27580e/desconectados--temporada-1 https://podcasts.apple.com/es/podcast/desconectados-temporada-1/id1839875044 https://youtube.com/@desconectados_vlog?si=ZWaCkNpV68XsZKm8 E acompanhe nossos artigos no blog:  https://oblogdodesconectados.wordpress.com/

  6. 17 de ago.

    Mesa Quadrada- Episódio 20: "No basta tener tiempo, hay que aprender a parar" (episodio em espanhol)

    ¡Llegamos al episodio 20 de Desconectados! 🎙️ Para celebrar este hito, nos acompaña un invitado muy especial: Alfons Salmerón, psicólogo, con quien compartimos una conversación que, como siempre, empieza con una pregunta y termina llevándonos a un lugar completamente distinto. Este episodio está grabado en español. Todos decimos que queremos un mundo mejor. Pero, cuando el cambio depende de nosotros, ¿qué estamos realmente dispuestos a modificar? ¿Nuestros hábitos? ¿Nuestro estilo de vida? ¿Nuestros deseos? A medida que avanza la conversación, descubrimos que tal vez el verdadero problema no sea la falta de voluntad, sino una cuestión mucho más profunda: ¿cuántos de nuestros deseos son realmente nuestros? Hablamos del consumo, la pandemia, la felicidad, el tiempo, la conciencia, la dificultad de parar, y llegamos a la intimidad. Porque quizá cambiar el mundo no empiece convenciendo a los demás, sino recuperando el espacio para escucharnos a nosotros mismos. 1 min – Conversación de bar. El sake de Cataluña y una charla ligera antes de llegar a la gran pregunta del episodio. 6 min – ¿Queremos realmente un mundo mejor? Todos decimos que sí. Pero, cuando el cambio depende de nosotros, ¿qué estamos realmente dispuestos a sacrificar? Recordar que el tiempo es limitado. 18 min – La pandemia como ensayo de otra vida. Cuando el mundo se detuvo desaparecieron las agendas, pero también las excusas. ¿Qué descubrimos sobre nosotros mismos cuando dejamos de correr? ¿Por qué volvimos al status quo? 23 min – La rueda que aprendimos a no cuestionar. La escuela, la presión del grupo y la promesa de que "ya habrá tiempo". ¿Cuántas decisiones importantes seguimos posponiendo porque creemos que siempre habrá un mañana? 28 min – ¿Nuestros deseos son realmente nuestros? Consumo y recompensas inmediatas. ¿Cuánto de lo que deseamos nació en nosotros y cuánto fue aprendido? Entre Un mundo feliz y Josep Maria Esquirol aparece una idea inesperada: la intimidad como espacio de resistencia. 35 min – La conversación cambia de dirección. Tal vez el problema no sea cambiar el mundo, sino recuperar la capacidad de sentir, pensar y decidir por nosotros mismos. El placer inmediato, la hiper-racionalización y la pregunta por nuestra verdadera autonomía. 40 min – ¿Todavía somos libres para elegir? Tener tiempo no garantiza conciencia. ¿Necesitamos estructuras que nos obliguen a parar? ¿Hasta dónde elegimos nuestra vida? 45 min – Comprar tiempo o recuperar la conciencia. El tiempo contemplativo y la dificultad de salir de la lógica de producir, consumir y volver a empezar. ¿Cómo recuperar un espacio verdaderamente propio? 49 min – La dictadura de la felicidad. Cuando incluso ser feliz parece convertirse en una obligación. Disney y la búsqueda permanente de bienestar: nueva forma de agotamiento. 55 min – El verdadero desafío: soportar el silencio. Más que conseguir tiempo, el reto es aprender a detenerse y atravesar la abstinencia del ruido, de la productividad y del entretenimiento constante. 1 h – Sin presencia no hay intimidad. La pausa abre espacio para encontrarnos con nosotros mismos y con los demás. ¿Por qué resulta tan difícil construir vínculos profundos en una cultura de la velocidad? 1 h 08 min – El precio de despertar. La conciencia trae libertad, pero también responsabilidad. Cambiar la propia vida implica asumir costes que muchas veces preferimos evitar. 1 h 16 min – El primer paso hacia un mundo mejor. El papel del Estado, del colectivo y de la acción individual. El cambio comienza con presencia, intimidad y conciencia. 📌 Também disponível na Amazon e Apple Podcast e no Youtube: https://music.amazon.es/podcasts/644c48f5-e8c4-4992-b408-4750db27580e/desconectados--temporada-1 https://podcasts.apple.com/es/podcast/desconectados-temporada-1/id1839875044 https://youtube.com/@desconectados_vlog?si=ZWaCkNpV68XsZKm8 E acompanhe nossos artigos no blog:  https://oblogdodesconectados.wordpress.com/

  7. 3 de ago.

    Mesa Quadrada- Episódio 19: "Tudo é sobre sexo, menos o sexo, que é sobre poder"

    Tudo é sobre sexo. Só sexo que é sobre poder. Uma frase provocativa. Mas será que ela é verdadeira? Neste episódio, começamos investigando a relação entre sexo, poder e sedução. Pelo caminho, passamos por aplicativos de relacionamento, beleza, dinheiro, Freud, Adler e Winnicott, até percebermos que talvez estivéssemos fazendo a pergunta errada. E se, no fundo, não estivermos buscando poder, mas tentando satisfazer desejos muito mais antigos — como a necessidade de cuidado, pertencimento e reconhecimento? E como este desejo nos move no presente, aliás, que presente? Em um mundo que satisfaz quase tudo instantaneamente, ainda sabemos cultivar o desejo? Temas: 1 min – Conversa de bar: nômades fiscais, riqueza como prisão e a lógica de maximizar ganhos a qualquer custo. Um aquecimento inesperado antes da pergunta do episódio. 5 min – É tudo sobre sexo? A provocação que dá origem à conversa: "Tudo é sobre sexo. Só sexo que é sobre poder." Afinal, o que vem primeiro: sexo, poder ou outra coisa? 12 min – Os aplicativos e o desejo de poder. Dating apps, preconceitos expostos sem pudor e as diferentes dinâmicas entre os universos hetero e gay. Quando o oprimido reproduz a lógica do opressor. 18 min – Sexo, atenção e poder. O desejo de dominar o olhar do outro dentro e fora dos relacionamentos. A aura sexual no trabalho e a confusão entre desejo, sedução e poder. 25 min – Beleza, dinheiro e status. A aparência como acelerador do desejo. Sexo, beleza e riqueza como moedas sociais. O que muda quando envelhecemos? 32 min – Sexo sem poder. A intimidade como espaço de vulnerabilidade. Quando o sexo deixa de ser encontro e vira performance, negociação ou demonstração de poder. 38 min – Freud explica? Talvez não. Freud, Adler e Winnicott ampliam a discussão: afinal, é tudo sobre sexo, sobre poder... ou sobre desejo? 41 min – O desejo nasce da necessidade. O bebê, o cuidado e a sedução como estratégia para despertar no outro a vontade de atender nossas necessidades. 46 min – Sedução e conquista. O prazer da espera, do esforço e da conquista. Compras online, gratificação instantânea e a dificuldade moderna de sustentar o desejo. 54 min – Quando o desejo desaparece. A intimidade reduz o poder ou transforma o desejo? O passo a passo da conquista, a dificuldade de nomear emoções e a busca constante por novos estímulos. 1h01 – O desejo que permanece. Esconder fracassos para preservar a imagem. O poder deixa de ser controle e passa a ser a capacidade de sustentar o desejo com consciência. 1h13 – O poder de parar. Presença, silêncio e mindfulness como antídotos para uma vida que salta de desejo em desejo. O que acontece quando finalmente aprendemos a habitar o momento presente? 📌 Também disponível na Amazon e Apple Podcast e no Youtube: https://open.spotify.com/show/5P5p4n4AuM6IYzTGECW7B2?si=5ba149e42ab148c0 https://music.amazon.es/podcasts/644c48f5-e8c4-4992-b408-4750db27580e/desconectados--temporada-1 https://podcasts.apple.com/es/podcast/desconectados-temporada-1/id1839875044 https://youtube.com/@desconectados_vlog?si=ZWaCkNpV68XsZKm8 E acompanhe nossos artigos no blog:  https://oblogdodesconectados.wordpress.com/

  8. 20 de jul.

    Mesa Quadrada- Episódio 18: "Quando a eficiência elimina a humanidade"

    Neste episódio, começamos a falar de IA para terminar em Ubuntu. Pode o humano ser 100% replicado? Se isso acontecer, o que sobra de nós? E nós, somos apenas nós? Vamos conversar sobre como a eficiência, a mentalidade de escassez e a falta de percepção de finitude pode nos cegar para uma vida mais plena. Principais temas: 1m Quando a IA souber fazer tudo... o que restará de humano? A visão de Dario Amodei para o futuro. Será possível reproduzir integralmente um ser humano? A vida poderá ser criada em laboratório? E a consciência? A alma? São replicáveis? Se a tecnologia aliviar a solidão, perderemos também a oportunidade de crescer através das relações? No fim das contas: um robô, um cachorro ou um gato? 7m Relacionamentos são uma escolha — e também um treino Conviver é aprender a lidar com frustrações. Escolher crescer ou permanecer confortável. Toda relação importante nos transforma, mas estamos realmente dispostos a pagar esse preço? 12m Somos animais sociais Por que buscamos tanto a aprovação dos outros? Quem nos ajuda mais a crescer: quem nos aceita ou quem nos desafia? Quando a IA pode ser uma ferramenta terapêutica — e quando passa a substituir relações humanas. O exemplo do LLM Council. 18m O poder de um elogio Elogiar o outro e a arte de saber receber elogios. Talvez você seja melhor do que imagina: O treinamento do Google para falar bem de si mesmo. A ocitocina e a felicidade compartilhada. 25m A coragem de ser vulnerável (e presente) O medo permanente do julgamento. Julgamos os outros enquanto tememos ser julgados. Observar mais e julgar menos. A obsessão pela eficiência rouba nossa capacidade de viver o presente e de descobrir quem realmente somos. Como nossos modelos mentais alteram a percepção da realidade. 33m Performance ou bem-estar? Existe equilíbrio? O equilibrio é o mesmo para todos? Eficiência sem humanidade. O papel das empresas, governos e instituições no cuidado das pessoas. Quando cuidar das pessoas também passa a ser um bom negócio. 39m Vivendo como se não existissem limites Esquecemos que recursos são finitos, inclusive nós mesmos. A dificuldade de acreditar em propósito no mundo corporativo. Produzimos, consumimos e aceleramos...como se o planeta, o corpo e a mente fossem infinitos. 45m Estamos chegando ao limite? Mais responsabilidade individual. Mais consciência e menos confiança nas estruturas tradicionais. Quando começamos a enxergar nossos próprios limites... também percebemos os limites do sistema. 50m Será que aprendemos alguma coisa? O que realmente ficou da pandemia? Só mudamos depois das tragédias? Ou acreditamos que os grandes problemas sempre acontecem com os outros? 55m Esperança do verbo "esperançar" Grandes mudanças dependem do coletivo, mas começam no cotidiano de cada indivíduo. Como vencer a sensação de impotência? A responsabilidade de agir pelo bem comum. No fim, cuidar do mundo também é uma forma de cuidar de nós mesmos. Esperançar em vez de apenas esperar. 1h Tudo é político O efeito pêndulo da história e os nossos direitos ameaçados. Quando a sensação de impotência reduz nossa participação política. Existe esperança nas novas gerações? Talvez o desafio não seja escolher melhor as batalhas e sim mudar o olhar. 1h11m Pensar no longo prazo Por que é tão difícil agir pensando nas próximas décadas? Somos indivíduos e também fazemos parte de um sistema. A mentalidade da escassez alimenta o medo de perder. E o medo impede a construção do bem comum. 📌 Também disponível na Amazon e Apple Podcast e no Youtube: https://music.amazon.es/podcasts/644c48f5-e8c4-4992-b408-4750db27580e/desconectados--temporada-1 https://podcasts.apple.com/es/podcast/desconectados-temporada-1/id1839875044 https://youtube.com/@desconectados_vlog?si=ZWaCkNpV68XsZKm8 E acompanhe nossos artigos no blog:  https://oblogdodesconectados.wordpress.com/

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