Maternar Sem Fronteiras

Manoela Silveira & Dra. Nathalie Levy Duarte

instagram.com/maternarsemfronteiras Maternar Sem Fronteiras é um espaço criado e apresentado por brasileiras que moram (ou já moraram) fora do Brasil. Aqui falamos sobre maternidade, imigração, saúde emocional, trauma, apego, educação positiva, os desafios e oportunidades de criar filhos longe da nossa terra. Com conversas profundas, honestas e acolhedoras. Queremos lembrar você de que não está sozinha e que é possível maternar com consciência, suporte e leveza, mesmo entre culturas, idiomas e fronteiras. QUEM SOMOS NÓS? Manoela Silveira (@manoela.globalfamilies.ep), orientadora parental formada pela Escola da Educaçao Positiva e certificada em neurociência e trauma na infância. Mãe de dois filhos e morando nos EUA há mais de 15 anos. 14 anos no estado de Washington e atualmente no Arizona. Dra. Nathalie Levy Duarte (dranathalielevyduarte), pediatra e orientadora parental, especialista em sono infantil e também certificada em neurociência e trauma na infância. Mãe de dois filhos, morou nos Estados Unidos por dois anos e recentemente decidiu voltar para o Brasil. Pamella Santos (@pamellasantos.educadora), pedagoga e orientadora parental formada pela Escola da Educaçao Positiva. Mora na Austrália desde 2011. Há mais de 20 anos, caminhando ao lado das crianças, quem considera suas grandes mestras em presença, coragem, sensibilidade e encantamento. Se você é mãe, mora ou morou fora do seu país, deseja ou pretende migrar, este espaço é para você!

  1. há 7 h

    Família brasileira no Tennessee: Dois anos no exterior vivendo intensamente

    Neste episódio, Maria Amélia compartilha sua experiência de morar nos Estados Unidos com filhos adolescentes por dois anos. Abordando os desafios, aprendizados e diferenças culturais que vivenciou. Uma conversa enriquecedora para quem pensa em intercâmbio ou quer entender mais sobre a adaptação em outro país. Palavras-chave: intercâmbio, experiência internacional, adaptação cultural, Estados Unidos, vida no exterior, diferenças culturais, educação, socialização, imigração, experiências de vida, adolescência, mãe de adolescentes, maternidade no exterior, família expatriada, adolescência e imigração, adaptação nos Estados Unidos, escolas americanas, vida de imigrante, brasileiros no Tennessee, educação dos filhos Diferenças na socialização e amizades nos EUA Desafios com o sistema de saúde e imigração Participação dos filhos na rotina e esportes Adaptação cultural e aprendizado de idiomas A importância do suporte da empresa na expatrição Diferenças na maioridade e consumo de álcool Impacto da experiência na relação familiar "Aproveitar o prazo curto faz a gente viver intensamente" "As amizades internacionais foram uma surpresa positiva" "A natureza nos Estados Unidos é algo que faz muita falta" Capitulos 00:00 A proposta: maternar entre culturas e fronteiras 02:00 Uma mudança inesperada com prazo de dois anos 04:14 A efervescência social dos adolescentes antes da mudança 07:02 Recomeçar juntos e fazer amizades na escola 12:19 Inglês, acolhimento escolar e adaptação de Beatriz 14:29 Como experiências anteriores ajudaram os filhos a aceitar a mudança 17:50 Voltar no prazo: uma expatriação com boas lembranças 20:14 O peso de não ter orientação adequada para imigração 26:03 Natureza, diversidade cultural e responsabilidades em casa 32:31 Escola pública, inglês e rotina de alimentação 36:43 Gentileza americana, amizades e rede brasileira 45:27 Esportes escolares e as exigências dos tryouts 48:51 Aprender a dirigir aos 15 anos e voltar ao Brasil 51:04 Diferenças nas regras sobre álcool e maioridade 55:27 O que preocupava na adolescência e conselho para quem vai morar fora Mais sobre o episódio: Maria Amélia relata a experiência de dois anos com a família em Collierville, Tennessee, e o retorno ao Brasil, destacando a adaptação dos filhos adolescentes, as amizades e as diferenças culturais. Manoela Silveira, Pamela Santos e Nathalie Levy Duarte apresentam o espaço de conversa sobre maternidade entre culturas; Manoela e Nathalie conduzem a entrevista e compartilham também suas próprias experiências de imigração. Maria Amélia e a família se mudaram para Collierville, Tennessee, por uma oportunidade de trabalho do marido, com retorno previsto após dois anos. A mudança aconteceu em uma fase de intensa vida social dos filhos adolescentes; a nova rotina nos EUA trouxe uma pausa e ajudou a família a se reorganizar. A escola acolheu os filhos e facilitou a adaptação: Bruno chegou com inglês básico-intermediário e Beatriz praticamente sem inglês, além de lidar com transtorno do processamento auditivo central. A rede brasileira local ajudou com orientações cotidianas e encontros frequentes; Nathalie também comenta amizades próximas que formou com americanas. O suporte da empresa tornou a expatriação de Maria Amélia mais confortável. Nathalie contrasta essa vivência com dificuldades de imigração, renovação de vistos e acesso à carteira de motorista. A família valorizou o contato com a natureza, a diversidade cultural e o envolvimento dos adolescentes nas tarefas domésticas; a experiência também revelou diferenças no acesso a esportes escolares. A conversa compara regras e costumes sobre dirigir e consumir álcool na adolescência, incluindo a preocupação de Maria Amélia com a pressão social após o retorno ao Brasil.

  2. 23 de out.

    Quando os filhos se adaptam mas a mãe sofre: Imigração em família para a Itália

    O plano era passar oito meses na Itália e voltar ao Brasil. Mas os filhos se adaptaram tão bem que não quiseram voltar. E quando a mudança temporária se tornou uma nova vida, a Dra. Carla Bottino precisou lidar com os próprios sonhos, renúncias e desafios de recomeçar em outro país. Neste episódio do Maternar Sem Fronteiras, conversamos com Carla (Intagram: @familias.mundoafora), doutora em Psicologia Clínica e terapeuta sistêmica de família, sobre impactos da imigração em cada membro da família. Falamos sobre a adaptação de crianças e adolescentes, escola, amizades, autonomia, bilinguismo e pertencimento. Mas também sobre a solidão materna, a perda da rede de apoio e a necessidade de reconstruir uma identidade para além da maternidade. Carla compartilha como encontrou acolhimento em outras mulheres brasileiras e, aos poucos, conseguiu construir uma vida da qual também se orgulha. Uma conversa sobre escolhas, saudade, coragem e os diferentes caminhos que cada família percorre quando decide viver longe de casa. Carla traz uma reflexão importante: a imigração não transforma apenas a vida de quem parte. Ela também impacta profundamente quem fica. E por aí, quem sentiu mais os desafios da adaptação: você ou seus filhos? Compartilhe sua experiência nos comentários. Sua história pode acolher outra família que esteja vivendo esse processo. Inscreva-se no Maternar Sem Fronteiras para acompanhar nossas conversas sobre maternidade, imigração, infância, educação respeitosa e vida entre culturas. (Instagram: @maternarsemfronteiras) Convidada: Dra. Carla Bottino (Instagram: @familias.mundoafora) Apresentação: Manoela Silveira (@manoela.globalfamilies) e Pamella Santos (@pamellasantos.educadora) #BrasileirosPeloMundo #MaternidadeNoExterior #Imigração #FamíliasImigrantes #MaternidadeImigrante Capitulos: 00:00 Intro 01:36 Conheça a Dra. Carla Bottino 03:06 Uma mudança temporária que virou permanente 06:45 Os sonhos e as renúncias da mãe 08:35 Como envolver os filhos na decisão de emigrar 11:05 Esporte, amizades e pertencimento 12:19 Autonomia e escola na Itália 15:45 Solidão materna e saúde emocional na imigração 18:00 A importância das redes de apoio entre brasileiras 21:00 A imigração também transforma quem ficou no Brasil 22:23 Vida doméstica e diferenças culturais 25:14 O que os filhos aprendem vivendo em outra cultura 28:33 Criar adolescentes sem conhecer os códigos culturais 33:05 Amizades e integração na Itália 37:12 Saudade do Brasil, identidade e pertencimento 39:00 Bilinguismo e a relação dos filhos com o português 41:59 Transmitir nossas raízes culturais aos filhos 44:23 Filhos crescendo e a reconstrução da vida materna 46:05 O tempo de adaptação e a saudade de quem ficou 49:54 Encerramento Music licensed through Soundstripe. Code: JGRGOIRNBNZ8ADQP

  3. 9 de out.

    Maternar na Holanda: imigração, pós-parto e saúde emocional.

    A maternidade na Holanda pode parecer muito bem amparada por fora e, ainda assim, ser solitária por dentro. Neste episódio do Maternar Sem Fronteiras, conversamos com Máira Schaefer (Instagram: @maternidadenaholanda), orientadora parental formada em nutrição no Brasil especializada em pediatria. Máira é brasileira e vive na Holanda. Falamos sobre maternidade imigrante, pós-parto, diferenças culturais, alimentação infantil e os desafios de criar uma criança longe da nossa cultura de origem. Máira compartilha sua experiência com um parto difícil, a depressão pós-parto e o momento em que percebeu que tentar fazer tudo “certo” não estava sendo suficiente. Foi a partir dessa vivência que começou a aprofundar seus estudos em educação positiva, neurociência, sistema nervoso e prevenção de traumas na infância. Hoje ela une esses conhecimentos no seu trabalho com famílias. Também falamos sobre aquilo que nem sempre aparece quando pensamos em criar filhos na Europa: os choques culturais. Como nutricionista, Máira traz um olhar importante para a alimentação na primeira infância: como os primeiros mil dias participam da formação do paladar, o que realmente podemos fazer diante da seletividade alimentar e como lidar quando as escolhas alimentares da família encontram uma realidade diferente na creche ou na escola? Neste episódio, você vai ouvir sobre: • O que é a kraamzorg e como funciona o suporte pós-parto na Holanda • A experiência de Máira com um parto difícil e a depressão pós-parto • O papel da terapia, da educação positiva e da compreensão do sistema nervoso em sua trajetória • Como funcionam as licenças e os cuidados infantis na Holanda • Diferenças culturais relacionadas ao sono, choro, creche e autonomia infantil • A importância dos primeiros mil dias na formação do paladar • Alimentação, seletividade alimentar e exposição aos alimentos na infância • Os conflitos que podem surgir quando os valores da família são diferentes dos costumes do país onde se vive • Como buscar mais conexão e reduzir danos sem cair na busca por uma parentalidade perfeita Ao longo da conversa, falamos também sobre algo muito presente na maternidade imigrante: como encontrar um equilíbrio entre se adaptar à cultura do país que nos acolheu e continuar respeitando aquilo em que acreditamos como família? Um episódio para mães e pais imigrantes, famílias brasileiras vivendo no exterior e todas as pessoas interessadas em conversar com mais honestidade sobre pós-parto, alimentação infantil, diferenças culturais, educação positiva e uma parentalidade baseada em conexão e acolhimento. Sobre a convidada Máira Schaefer é nutricionista brasileira e orientadora parental, com formação em educação positiva e abordagem informada em trauma. Vive na Holanda e reúne em seu trabalho conhecimentos sobre nutrição, parentalidade, neurociência e prevenção de traumas na infância para apoiar famílias na construção de relações mais conscientes e conectadas.

  4. 26 de set.

    Uma brasileira na Austrália: infância, pertencimento e o maternar além da biologia

    Como é construir uma nova vida do outro lado do mundo e, nesse caminho, descobrir novas formas de cuidar, educar e maternar? Neste episódio, conversamos com Pamella Santos, pedagoga brasileira que vive na Austrália e que agora também passa a fazer parte da nossa equipe. 💚 Pamella compartilha sua trajetória desde São Paulo, depois para a Bahia e até a Austrália. Ela fala sobre os muitos caminhos que sua vida pessoal e profissional tomou depois da imigração. Conversamos sobre os primeiros desafios com o inglês, o processo de reconhecimento da sua formação brasileira, as diferenças que encontrou no sistema educacional australiano e sua experiência trabalhando com crianças em contextos sociais e culturais muito diferentes. Ao longo dessa trajetória, Pamella trabalhou com crianças brasileiras, crianças autistas, comunidades aborígenes e também com crianças e adolescentes que vivem sob os cuidados do governo australiano. E existe ainda uma parte muito especial da história da Pamella. Ela fez a escolha consciente de não ter filhos biológicos, mas as crianças sempre ocuparam um espaço importante em sua vida. Além de dedicar sua carreira à infância, Pamella construiu vínculos muito especiais com os filhos do seu companheiro, seus stepkids (enteados) como fala com carinho e sobrinhos. Agora, ela se prepara com muita alegria para uma nova fase: ser avó. Uma história que nos convida a pensar sobre as muitas formas de cuidar, criar vínculos e maternar para além da biologia. Chapters 00:00 Apresentação de Pamela Santos e sua trajetória 04:13 Chegada na Austrália e primeiros passos na educação 07:54 Trabalho com crianças brasileiras e comunidade na Austrália 12:00 Reconhecimento de diplomas e desafios de visto 15:51 Experiência com comunidades indígenas e desnutrição 20:06 Motivações para permanecer na Austrália 24:02 Adaptação ao sistema educacional australiano 28:09 Desafios do inglês e sotaque australiano 31:56 Trabalho com comunidades tradicionais e alimentação 35:59 Reflexões sobre cultura e identidade na Austrália 45:41 Desafios emocionais de morar fora e saudade 46:33 Histórias de infância e experiências culturais 47:25 Traumas transgeracionais e educação positiva em comunidades indígenas 48:20 Trabalho com crianças sob cuidado do governo e desafios 49:48 Visão da rotina familiar e conexão emocional 50:48 Trabalho com crianças autistas e autoconhecimento 51:16 Paixão pela convivência e realização na maternidade 52:09 Reflexões sobre sonhos, desafios e trabalho na Austrália 53:26 Sistema de acolhimento e foster care na Austrália 54:23 Casas de acolhimento e rotina das crianças 56:16 Rotatividade de cuidadores e impacto na confiança das crianças 58:14 Conexão, rotina e autonomia das crianças em acolhimento 01:00:18 Cuidado, alimentação e vida independente para adolescentes 01:01:13 Desafios e recompensas do trabalho com crianças em acolhimento 01:02:21 Reflexões finais e mensagem para mães e famílias

  5. 28 de ago.

    Da TV às Velas e do Rio ao Arizona: Coragem para Recomeçar

    Neste episódio, a Michelle Uchôa (@michelleuchoaoficial), carioca morando no Arizona, compartilha a sua jornada de transformação, coragem e autenticidade! Ela fala da sua trajetória como produtora de TV, a busca por reconectar com suas raízes, a decisão de migrar e os seus desafios. Ela nos conta também da virada de carreira que a levou a criar a Beyond Candle Store (@beyondcandlestore), uma marca de velas artesanais, não tóxicas e eco-friendly, produzidas com muita dedicação e bom gosto em Chandler, Arizona. Falamos sobre: - A importância de manter a cultura e o idioma em famílias bilíngues - Como o mindfulness e a neurociência transformaram sua vida diária - A influência da maternidade na sua transformação pessoal e profissional - Desafios e dicas práticas para brasileiros que sonham morar no exterior - A coragem de seguir seus sonhos e viver com autenticidade Uma história cheia de aprendizados, resiliência e inspiração! Capítulos: 00:00 Apresentação e trajetória de Michelle na TV Globo 00:28 Decisão de mudança e busca por autoconhecimento 02:05 Transformação pessoal e conexão com as raízes 06:18 Mudança de vida: Londres, São Paulo e Estados Unidos 07:15 Práticas de mindfulness e neurociência 08:39 Empreendedorismo: Beyond Candlestore e velas artesanais 12:53 Desafios da maternidade e adaptação cultural 15:31 Reencontro com a identidade e pertencimento 18:17 Diferenças culturais e impacto no cotidiano 22:36 Conexão com as raízes familiares e ancestralidade 27:26 A importância de manter a cultura e o idioma 31:23 Confiança, propósito e recomeços 35:00 Maternidade no exterior, escolas, bilinguismo e criar comunidade 43:54 Encerramento e mensagem de coragem e autenticidade Music licensed through Soundstripe. Code: SVSNSF37TQF3BLT2, YK93PU3BU7WYPL65

  6. 11 de jun.

    Famílias no Exterior: Usando as Telas com Intenção

    Você é mãe expatriada e tem dúvidas sobre o uso de telas na rotina dos seus filhos? Neste episódio, conversamos com a especialista em tecnologias digitais, Bruna Garrossino, sobre como transformar a relação da sua família com a tecnologia — sem culpa e sem radicalismos. Juntas, exploramos os desafios reais de criar filhos no exterior, sem rede de apoio, desmistificando crenças sobre o uso de telas na infância e trazemos estratégias práticas para uma parentalidade mais intencional e conectada. 🎙️ Convidada: Bruna Garrossino (@bruna_garrossino) Educadora parental com formação em Educação Positiva, especialista em sono infantil com foco em apego seguro, dependências tecnológicas e neurociência do trauma na infância. Capítulos 00:00 Introdução ao Tema das Telas na Infância 02:58 A Realidade das Mães Espatriadas e o Uso de Telas 05:53 A Experiência Pessoal de Bruna com Telas 08:58 Desmistificando o Uso de Telas na Infância 12:01 Equilíbrio e Atividades Alternativas para Crianças 14:52 A Abstinência e a Redução do Uso de Telas 17:57 Construindo um Diálogo Honesto sobre Telas 21:02 Estratégias para um Uso Consciente de Telas 28:36 A Revolução do Conteúdo Digital 30:14 Desafios do Pertencimento e da Expatriação 33:01 A Importância do Controle Parental 36:27 Construindo Relações de Confiança 40:15 O Tédio Criativo e a Criatividade Infantil 43:11 Educação Respeitosa e Diálogos Abertos 46:36 A Revolução Digital e o Papel dos Pais

Sobre

instagram.com/maternarsemfronteiras Maternar Sem Fronteiras é um espaço criado e apresentado por brasileiras que moram (ou já moraram) fora do Brasil. Aqui falamos sobre maternidade, imigração, saúde emocional, trauma, apego, educação positiva, os desafios e oportunidades de criar filhos longe da nossa terra. Com conversas profundas, honestas e acolhedoras. Queremos lembrar você de que não está sozinha e que é possível maternar com consciência, suporte e leveza, mesmo entre culturas, idiomas e fronteiras. QUEM SOMOS NÓS? Manoela Silveira (@manoela.globalfamilies.ep), orientadora parental formada pela Escola da Educaçao Positiva e certificada em neurociência e trauma na infância. Mãe de dois filhos e morando nos EUA há mais de 15 anos. 14 anos no estado de Washington e atualmente no Arizona. Dra. Nathalie Levy Duarte (dranathalielevyduarte), pediatra e orientadora parental, especialista em sono infantil e também certificada em neurociência e trauma na infância. Mãe de dois filhos, morou nos Estados Unidos por dois anos e recentemente decidiu voltar para o Brasil. Pamella Santos (@pamellasantos.educadora), pedagoga e orientadora parental formada pela Escola da Educaçao Positiva. Mora na Austrália desde 2011. Há mais de 20 anos, caminhando ao lado das crianças, quem considera suas grandes mestras em presença, coragem, sensibilidade e encantamento. Se você é mãe, mora ou morou fora do seu país, deseja ou pretende migrar, este espaço é para você!