MFCê Podcast

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Espaço dedicado à formação em Medicina de Família e Comunidade, educação médica e pensamento crítico na Medicina. Feito por MFCs.

Episódios

  1. há 2 dias

    Psicotrópicos na prática clínica: O que realmente importa para o paciente? | MFCê #9

    Antidepressivos, ansiolíticos, estimulantes: quando prescrevemos um psicofármaco, o que exatamente esperamos melhorar na vida do paciente? Neste episódio de MFCê, conversamos com a Dra. Ana Clara Campanelli, médica de família e comunidade, sobre o uso de psicofármacos na prática clínica e os desafios de transformar as evidências disponíveis em decisões verdadeiramente centradas na pessoa. A partir de estudos sobre antidepressivos para ansiedade e metilfenidato para TDAH, exploramos o raciocínio clínico e os limites da medicalização:  O que os estudos sobre psicofármacos realmente medem e o quanto esses desfechos importam para os pacientes.  Por que a melhora em uma escala de sintomas não significa necessariamente remissão ou ganho em qualidade de vida.  O que sabemos sobre a eficácia dos antidepressivos no transtorno de ansiedade generalizada.  O papel do placebo, da regressão à média e da evolução natural dos sintomas em saúde mental.  Como os efeitos adversos entram na decisão de iniciar um tratamento medicamentoso.  O uso de metilfenidato em crianças com TDAH e a diferença entre comportamento observado e qualidade de vida.  Como diferenciar transtornos mentais de sofrimentos relacionados ao contexto de vida.  O problema da ideia de que depressão e outros transtornos mentais seriam simplesmente resultado de um desequilíbrio químico.  Como construir uma decisão compartilhada antes de iniciar um psicofármaco. Mais do que discutir se psicofármacos funcionam ou não, este episódio propõe uma pergunta anterior: para quem estamos prescrevendo, com qual objetivo e qual desfecho realmente importa? Referências discutidas no episódio: Saving Normal: An Insider's Revolt Against Out-Of-Control Psychiatric Diagnosis, Dsm-5, Big Pharma, and the Medicalization of Ordinary Life Joanna Moncrieff: The myth of the chemical cure: a critique of psychiatric drug treatment Mark TL, Levit KR, Buck JA. Datapoints: psychotropic drug prescriptions by medical specialty. Psychiatr Serv. 2009 Sep;60(9):1167. doi: 10.1176/ps.2009.60.9.1167. PMID: 19723729.  Hughes PM, Annis IE, McGrath RE, Thomas KC. Psychotropic Medication Prescribing Across Medical Providers, 2016-2019. Psychiatr Serv. 2024 May 1;75(5):477-480. doi: 10.1176/appi.ps.20230156. Epub 2023 Nov 29. PMID: 38018151. Martinhago, Fernanda. (2020). Uma sala tranquila: neurolépticos para uma biopolítica da indiferença. Estilos da Clinica, 25(2), 353-357. https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v25i2p353-357 Hetrick SE, McKenzie JE, Bailey AP, Sharma V, Moller CI, Badcock PB, Cox GR, Merry SN, Meader N. New generation antidepressants for depression in children and adolescents: a network meta-analysis. Cochrane Database Syst Rev. 2021 May 24;5(5):CD013674. doi: 10.1002/14651858.CD013674.pub2. PMID: 34029378; PMCID: PMC8143444. Kopcalic K, Arcaro J, Pinto A, Ali S, Barbui C, Curatoli C, Martin J, Guaiana G. Antidepressants versus placebo for generalised anxiety disorder (GAD). Cochrane Database Syst Rev. 2025 Jan 30;1(1):CD012942. doi: 10.1002/14651858.CD012942.pub2. Davis LC, Diianni AT, Drumheller SR, Elansary NN, D'Ambrozio GN, Herrawi F, Piper BJ, Cosgrove L. Undisclosed financial conflicts of interest in DSM-5-TR: cross sectional analysis. BMJ. 2024 Jan 10;384:e076902. doi: 10.1136/bmj-2023-076902. PMID: 38199616; PMCID: PMC10777894.

    Psicotrópicos na prática clínica: O que realmente importa para o paciente? | MFCê #9
  2. 27 de ago.

    Risco cardiovascular na prática: De onde vêm as recomendações? | MFCê #8

    Você sabe de onde vêm as recomendações que usamos todos os dias na prática clínica? No oitavo episódio do MFCê Podcast, recebemos o Dr. Nilson para uma conversa sobre evidências, diretrizes e, principalmente, sobre como transformar recomendações em decisões que realmente façam sentido na Atenção Primária. Ao longo do episódio, discutimos diferentes fontes de evidência e exemplos de desfechos intermediários, refletindo sobre até que ponto eles realmente se traduzem em benefícios clínicos para os pacientes. Mais do que simplesmente seguir guidelines, a proposta é entender de onde vêm essas recomendações, quais são as evidências por trás delas e o que, de fato, é aplicável à realidade de médicos de família e comunidade e outros profissionais que atuam na Atenção Primária à Saúde. Referências discutidas no episódio: Khan SS, Coresh J, Pencina MJ, et al. Novel Prediction Equations for Absolute Risk Assessment of Total Cardiovascular Disease Incorporating Cardiovascular-Kidney-Metabolic Health: A Scientific Statement From the American Heart Association. Circulation. 2023;148(24):1982-2004. doi:10.1161/CIR.0000000000001191   Global Cardiovascular Risk Consortium, Magnussen C, Alegre-Diaz J, et al. Global Effect of Cardiovascular Risk Factors on Lifetime Estimates. N Engl J Med. 2025;393(2):125-138. doi:10.1056/NEJMoa2415879   Yusuf S, Hawken S, Ounpuu S, et al. Effect of potentially modifiable risk factors associated with myocardial infarction in 52 countries (the INTERHEART study): case-control study. Lancet. 2004;364(9438):937-952. doi:10.1016/S0140-6736(04)17018-9  Pedroso Camargos A, Barreto S, Brant L, et al. Performance of contemporary cardiovascular risk stratification scores in Brazil: an evaluation in the ELSA-Brasil study. Open Heart. 2024;11(1):e002762. Published 2024 Jun 11. doi:10.1136/openhrt-2024-002762  Pedroso AF, Brant LCC, Ribeiro ALP, Barreto SM, Figueiredo RC, Khera R. Cardiovascular risk stratification without recalibration: A comparative study of the PREVENT and WHO risk scores in a multiethnic Brazilian cohort. Am J Prev Cardiol. 2025;25:101392. Published 2025 Dec 22. doi:10.1016/j.ajpc.2025.101392 Kolber MR, Klarenbach S, Cauchon M, et al. PEER simplified lipid guideline 2023 update: Prevention and management of cardiovascular disease in primary care. Can Fam Physician. 2023;69(10):675-686. doi:10.46747/cfp.6910675 Bell KJL, White S, Hassan O, et al. Evaluation of the Incremental Value of a Coronary Artery Calcium Score Beyond Traditional Cardiovascular Risk Assessment: A Systematic Review and Meta-analysis. JAMA Intern Med. 2022;182(6):634-642. doi:10.1001/jamainternmed.2022.1262 Welsh P, Welsh C, Celis-Morales CA, et al. Lipoprotein(a) and cardiovascular disease: prediction, attributable risk fraction, and estimating benefits from novel interventions. Eur J Prev Cardiol. 2022;28(18):1991-2000. doi:10.1093/eurjpc/zwaa063 Arq. Bras. Cardiol. 122 (9) • 2025 • https://doi.org/10.36660/abc.20250624 E tem novidade: o MFC está lançando um curso sobre diabetes tipo 2 e insulinoterapia, com uma abordagem prática e crítica para quem quer aprofundar seus conhecimentos e entender não apenas o que as diretrizes recomendam, mas por que recomendam. Inscreva-se na lista de espera e seja notificado quando abrirem as inscrições: https://mfce.academy/cursos/diabetes-tipo-2-e-insulinoterapia/

    Risco cardiovascular na prática: De onde vêm as recomendações? | MFCê #8
  3. 20 de ago.

    Achado de imagem é a causa da dor? Entenda a síndrome miofascial | MFCê #7

    A paciente chega ao consultório com dor lombar intensa e uma ressonância magnética mostrando três hérnias de disco, pedindo um novo exame. Como conduzir o caso sem cair na armadilha dos achados de imagem?Neste episódio de MFCê, conversamos com o Dr. Gustavo Ferrão, médico fisiatra e neurofisiologista, para discutir a frequente dissociação entre os sintomas clínicos do paciente e os achados em exames de imagem na Atenção Primária à Saúde (APS).Ao longo da conversa, exploramos:•Raciocínio clínico diante da dor lombar crônica e irradiações. • A prevalência de alterações em exames de imagem (hérnias, abaulamentos, degenerações) em populações totalmente assintomáticas. • O que é a Síndrome Dolorosa Miofascial, como identificar pontos-gatilho e por que esses quadros não aparecem na ressonância. • Estratégias de comunicação para abordar o pedido de exames desnecessários e pactuar o plano terapêutico com o paciente. • Os quatro pilares do tratamento da dor miofascial na Atenção Primária: orientações, inativação de pontos-gatilho, medicações e exercícios.Uma discussão essencial para profissionais de saúde que buscam aprimorar o raciocínio clínico, aperfeiçoar o manejo da dor e construir um cuidado verdadeiramente centrado no paciente do SUS.Referências discutidas no episódio:Brinjikji W, Luetmer PH, Comstock B, Bresnahan BW, Chen LE, Deyo RA, Halabi S, Turner JA, Avins AL, James K, Wald JT, Kallmes DF, Jarvik JG. Systematic literature review of imaging features of spinal degeneration in asymptomatic populations. AJNR Am J Neuroradiol. 2015 Apr;36(4):811-6. doi: 10.3174/ajnr.A4173. PMID: 25430861.Kasch R, Truthmann J, Hancock MJ, Maher CG, Otto M, Nell C, Reichwein N, Bülow R, Chenot JF, Hofer A, Wassilew G, Schmidt CO. Association of Lumbar MRI Findings with Current and Future Back Pain in a Population-based Cohort Study. Spine (Phila Pa 1976). 2022 Feb 1;47(3):201-211. doi: 10.1097/BRS.0000000000004198. PMID: 34629424.Travel J, Simons DG. Myofascial Pain and Dysfunction: The Trigger Point Manual. Williams & Wilkins.Tsuzuki LT, Coutinho S da S, Guerra PH, Ziegler FGG, Caldarelli PG, Borges LJ, et al. Dor musculoesquelética crônica em usuários da Atenção Primária à Saúde em municípios de pequeno porte. Ciênc saúde coletiva. 2026;31(4):e08222024.

    Achado de imagem é a causa da dor? Entenda a síndrome miofascial | MFCê #7
  4. 13 de ago.

    "Paciente não aderente": Será mesmo? O poder da comunicação no cuidado | MFCê #6

    Você já atendeu um paciente rotulado como "não aderente" ao tratamento? E se o verdadeiro entrave não for a pessoa, mas a forma como nos comunicamos no consultório? Neste episódio de MFCê, recebemos as médicas de família e comunidade Dra. Diana e Dra. Janine, do Projeto Escuta Ativa, para debater como as falhas na comunicação afetam a adesão ao plano terapêutico na Atenção Primária. Discutimos o método SIFE (Sentimentos, Ideias, Funcionalidade e Expectativas), técnicas como Chunk and Check e Teach-back, a percepção de pistas não verbais e a importância de escutar antes de prescrever para construir um cuidado compartilhado e eficiente no SUS. Referências discutidas no episódio: Longlett SK, Kruse JE, Wesley RM. Community-oriented primary care: critical assessment and implications for resident education. J Am Board Fam Pract. 2001 Mar-Apr;14(2):141-7. PMID: 11314922. Oliveira RSC, Costa BF. As bordas teóricas da Abordagem Comunitária: uma revisão de escopo. Rev Bras Med Fam Comunidade [Internet]. 10º de dezembro de 2024 [citado 23º de junho de 2026];19(46):4222. Disponível em: https://rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/4222 Purgato M, Prina E, Ceccarelli C, Cadorin C, Abdulmalik JO, Amaddeo F, Arcari L, Churchill R, Jordans MJ, Lund C, Papola D, Uphoff E, van Ginneken N, Tol WA, Barbui C. Primary-level and community worker interventions for the prevention of mental disorders and the promotion of well-being in low- and middle-income countries. Cochrane Database Syst Rev. 2023 Oct 24;10(10):CD014722. doi: 10.1002/14651858.CD014722.pub2. PMID: 37873968; PMCID: PMC10594594. March S, Torres E, Ramos M, Ripoll J, García A, Bulilete O, Medina D, Vidal C, Cabeza E, Llull M, Zabaleta-del-Olmo E, Aranda JM, Sastre S, Llobera J. Adult community health-promoting interventions in primary health care: A systematic review. Prev Med. 2015 Jul;76 Suppl:S94-104. doi: 10.1016/j.ypmed.2015.01.016. Epub 2015 Jan 24. PMID: 25625691. Gruen RL, Pearson SD, Brennan TA. Physician-citizens--public roles and professional obligations. JAMA. 2004 Jan 7;291(1):94-8. doi: 10.1001/jama.291.1.94. PMID: 14709581. Ashe MC, Dos Santos IK, Alfares H, Chudyk AM, Esfandiari E. Outcomes and instruments used in social prescribing: a modified umbrella review. Health Promot Chronic Dis Prev Can. 2024 Jun;44(6):244-269. doi: 10.24095/hpcdp.44.6.02. PMID: 38916553; PMCID: PMC11346766.

    "Paciente não aderente": Será mesmo? O poder da comunicação no cuidado | MFCê #6
  5. 6 de ago.

    Abordagem comunitária feat Dr. André Ruiz | MFCê #5

    Como oferecer um cuidado realmente centrado na pessoa sem compreender a comunidade onde ela vive? Neste episódio, o Dr. André Ruiz discute por que o território é parte essencial da prática da Medicina de Família e Comunidade. Conversamos sobre consultório territorializado, organização do cuidado, barreiras de acesso, planejamento das ações em saúde e o papel da comunidade na construção de um cuidado mais resolutivo e equitativo. Uma conversa baseada na prática e nos princípios da Atenção Primária sobre como integrar clínica, território e comunidade para oferecer um cuidado que faça sentido na vida das pessoas. Referências discutidas no episódio: Longlett SK, Kruse JE, Wesley RM. Community-oriented primary care: critical assessment and implications for resident education. J Am Board Fam Pract. 2001 Mar-Apr;14(2):141-7. PMID: 11314922. Oliveira RSC, Costa BF. As bordas teóricas da Abordagem Comunitária: uma revisão de escopo. Rev Bras Med Fam Comunidade [Internet]. 10º de dezembro de 2024 [citado 23º de junho de 2026];19(46):4222. Disponível em: https://rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/4222 Purgato M, Prina E, Ceccarelli C, Cadorin C, Abdulmalik JO, Amaddeo F, Arcari L, Churchill R, Jordans MJ, Lund C, Papola D, Uphoff E, van Ginneken N, Tol WA, Barbui C. Primary-level and community worker interventions for the prevention of mental disorders and the promotion of well-being in low- and middle-income countries. Cochrane Database Syst Rev. 2023 Oct 24;10(10):CD014722. doi: 10.1002/14651858.CD014722.pub2. PMID: 37873968; PMCID: PMC10594594. March S, Torres E, Ramos M, Ripoll J, García A, Bulilete O, Medina D, Vidal C, Cabeza E, Llull M, Zabaleta-del-Olmo E, Aranda JM, Sastre S, Llobera J. Adult community health-promoting interventions in primary health care: A systematic review. Prev Med. 2015 Jul;76 Suppl:S94-104. doi: 10.1016/j.ypmed.2015.01.016. Epub 2015 Jan 24. PMID: 25625691. Gruen RL, Pearson SD, Brennan TA. Physician-citizens--public roles and professional obligations. JAMA. 2004 Jan 7;291(1):94-8. doi: 10.1001/jama.291.1.94. PMID: 14709581. Ashe MC, Dos Santos IK, Alfares H, Chudyk AM, Esfandiari E. Outcomes and instruments used in social prescribing: a modified umbrella review. Health Promot Chronic Dis Prev Can. 2024 Jun;44(6):244-269. doi: 10.24095/hpcdp.44.6.02. PMID: 38916553; PMCID: PMC11346766.

    Abordagem comunitária feat Dr. André Ruiz | MFCê #5
  6. 30 de jul.

    Discussão da Diretriz brasileira de HAS feat Dr. Pedro Teixeira | MFCê #4

    Tratar hipertensão é apenas prescrever remédio para baixar os números no aparelho? Neste episódio, desmistificamos as diretrizes de hipertensão arterial com um olhar focado no cuidado de alto valor. Discutimos os vieses por trás das recomendações oficiais, como fazer o diagnóstico correto no dia a dia, e quais exames de rotina realmente importam (e quais só servem para gerar ansiedade). Também entramos nas polêmicas do tratamento medicamentoso para casos leves e debatemos as metas de pressão sistólica, contrastando o estudo SPRINT com as revisões da Cochrane. Uma conversa baseada em evidências para te ajudar a evitar o excesso de intervenções, focar no controle de pacientes graves e, acima de tudo, não tornar a vida das pessoas pior do que a própria doença. Referências discutidas no episódio: Brandão AA, Rodrigues CIS, Bortolotto LA, Armstrong AC, Mulinari RA, Feitosa ADM, Mota-Gomes MA, et al. Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial – 2025. Arq. Bras. Cardiol. 2025;122(9):e20250624.  Evidence-based blood tests for monitoring adults with hypertension in primary care: rapid review, routine data analyses, and consensus study Martha M C Elwenspoek, Rachel O'Donnell, Catalina Lopez Manzano, Sarah Dawson, Lewis F Buss, Katie Charlwood, Christina Stokes, Francesco Palma, Alastair D Hay, Penny F Whiting, Jessica Watson British Journal of General Practice 8 April 2026; BJGP.2025.0209. DOI: 10.3399/BJGP.2025.0209 Wang D, Wright JM, Adams SP, Cundiff DK, Gueyffier F, Grenet G, Ambasta A. Pharmacotherapy for mild hypertension. Cochrane Database of Systematic Reviews 2025, Issue 9. Art. No.: CD006742. DOI: 10.1002/14651858.CD006742.pub3. Accessed 06 July 2026. Jones DW, Clark D, Hall ME. Blood Pressure Control After SPRINT—Back to Reality. JAMA Cardiol. 2022;7(11):1146–1147. doi:10.1001/jamacardio.2022.3357 Bell KJL, Doust J, Glasziou P. Incremental Benefits and Harms of the 2017 American College of Cardiology/American Heart Association High Blood Pressure Guideline. JAMA Intern Med. 2018 Jun 1;178(6):755-757. doi: 10.1001/jamainternmed.2018.0310. PMID: 29710197. Arguedas JA, Leiva V, Wright JM. Blood pressure targets in adults with hypertension. Cochrane Database of Systematic Reviews 2020, Issue 12. Art. No.: CD004349. DOI: 10.1002/14651858.CD004349.pub3. Accessed 06 July 2026. For people with hypertension, how does a lower blood pressure (BP) target compare with a standard target? William Cayley Jr (MD MDiv) (on behalf of Cochrane Clinical Answers Editors). Cochrane Clinical Answers 2021. DOI: 10.1002/cca.3528.

    Discussão da Diretriz brasileira de HAS feat Dr. Pedro Teixeira | MFCê #4
  7. 23 de jul.

    Você está fazendo anamnese ou interrogatório? feat Dra. Diana Rocha e Dra. Janine Castro | MFCê #3

    A anamnese é uma das ferramentas mais importantes da prática clínica. Mas será que ela precisa parecer um interrogatório? Neste episódio, conversamos sobre como a comunicação clínica pode tornar a consulta mais eficiente, fortalecer o vínculo com o paciente e melhorar a qualidade das informações obtidas durante a entrevista. A partir de exemplos práticos e das evidências mais recentes, discutimos: • Como transformar uma anamnese em uma conversa, e não em um questionário. • O impacto da escuta ativa e do "Golden Minute" na prática clínica. • Como utilizar a técnica do funil para conduzir a entrevista de forma mais eficiente. • O papel dos sentimentos, ideias, funcionalidades e expectativas (SIFE) na compreensão da experiência de adoecimento. • Como perguntas abertas ajudam a ampliar o raciocínio clínico e reduzem vieses diagnósticos. • O que as evidências mostram sobre comunicação clínica e seus efeitos na satisfação, no uso de medicamentos e na tomada de decisão. Um episódio para quem deseja aprimorar a consulta médica, construir uma comunicação mais centrada na pessoa e utilizar a entrevista clínica como ferramenta diagnóstica e terapêutica. Referências discutidas no episódio: Langewitz W, Denz M, Keller A, Kiss A, Rüttimann S, Wössmer B. Spontaneous talking time at start of consultation in outpatient clinic: cohort study. BMJ. 2002 Sep 28;325(7366):682-3. doi: 10.1136/bmj.325.7366.682. PMID: 12351359; PMCID: PMC126654. Matthys J, Elwyn G, Van Nuland M, Van Maele G, De Sutter A, De Meyere M, Deveugele M. Patients' ideas, concerns, and expectations (ICE) in general practice: impact on prescribing. Br J Gen Pract. 2009 Jan;59(558):29-36. doi: 10.3399/bjgp09X394833. PMID: 19105913; PMCID: PMC2605528. Edwards PJ, Sellers GM, Leach I, Holt L, Ridd MJ, Payne RA, Barnes RK. Ideas, concerns, expectations, and effects on life (ICEE) in GP consultations: an observational study using video-recorded UK consultations. BJGP Open. 2023 Dec 19;7(4):BJGPO.2023.0008. doi: 10.3399/BJGPO.2023.0008. PMID: 37277172; PMCID: PMC11176686. Goto M, Takemura YC. Which medical interview skills are associated with patients' verbal indications of undisclosed feelings of anxiety and depressive feelings? Asia Pac Fam Med. 2016 Feb 28;15:2. doi: 10.1186/s12930-016-0027-x. PMID: 26924940; PMCID: PMC4769835. Silverman J, Kurtz S, Draper J. Skills for Communicating with Patients. Robinson JD, Heritage J. Physicians' opening questions and patients' satisfaction. Patient Educ Couns. 2006 Mar;60(3):279-85. doi: 10.1016/j.pec.2005.11.009. Epub 2006 Jan 23. PMID: 16431070.

    Você está fazendo anamnese ou interrogatório? feat Dra. Diana Rocha e Dra. Janine Castro | MFCê #3

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