13 episódios

Séries e reportagens especiais feitas pelo time do Jornal da USP. Temas de fronteira da ciência, debates atuais, curiosidades e educação.

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    • Educação
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Séries e reportagens especiais feitas pelo time do Jornal da USP. Temas de fronteira da ciência, debates atuais, curiosidades e educação.

    Viva Melhor! #03: Como lidar melhor com a ansiedade?

    Viva Melhor! #03: Como lidar melhor com a ansiedade?

    Como se preparar para o ano que está por vir? Que comportamentos podemos mudar e que hábitos podemos introduzir nas nossas rotinas? Para tentar responder, o Jornal da USP Mais! elaborou a série especial Viva Melhor! Em três episódios, convidamos especialistas da Universidade para responderem perguntas que possam estimular nossos ouvintes a refletir e adotar hábitos para uma vida mais saudável.
    Neste terceiro e último episódio, a pergunta é: “Como lidar melhor com a ansiedade”. Para nos orientar nessa difícil tarefa, conversamos com o psicólogo clínico Guilherme Raggi, pesquisador do InterPsi, o Laboratório de Estudos Psicossociais: crença, subjetividade, cultura & saúde, baseado no Instituto de Psicologia (IP) da USP.


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    Ficha técnica
    Reportagem e roteiro: Denis Pacheco
    Edição de Som e Trilha Sonora: André Leite e Guilherme Fiorentini

    • 11 min
    Viva Melhor! #02: Como cuidar melhor do meu dinheiro?

    Viva Melhor! #02: Como cuidar melhor do meu dinheiro?

    Com o final do ano se aproximando, aumentam as reflexões sobre conquistas e desejos pessoais. E, neste momento de olhar para si, diversos hábitos são repensados: como comer melhor, como cuidar melhor do corpo, como se organizar. Pensando nisso, o Jornal da USP Mais! elaborou a série especial Viva Melhor! Em três episódios, convidamos especialistas da Universidade para responderem perguntas que possam estimular nossos ouvintes a refletir e adotar hábitos para uma vida mais saudável.
    Neste segundo episódio, a pergunta é: “Como cuidar melhor do meu dinheiro?”. E para aconselhar com propriedade, conversamos com Ivy Szermeta, coordenadora do Serviço de Orientação Financeira (SOF), um projeto de extensão da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP.


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    Ficha técnica
    Reportagem e roteiro: Giovanna Stael
    Produção: Denis Pacheco
    Edição de Som e Trilha Sonora: André Leite e Guilherme Fiorentini

    • 11 min
    Viva Melhor! #01: Como começar a me exercitar?

    Viva Melhor! #01: Como começar a me exercitar?

    O fim de 2020 se aproxima e, como acontece antes de todo final de ano, as metas para o próximo começam a ser traçadas. Os projetos pessoais vão desde como fazer menos dívidas financeiras a comer de forma mais saudável e cuidar da nossa saúde mental. Pensando nisso, nesta reta final, o Jornal da USP Mais! elaborou a série especial Viva Melhor. Em três episódios, convidamos especialistas da Universidade para responderem perguntas que possam estimular nossos ouvintes a refletir e adotar hábitos para uma vida mais saudável.
    Neste primeiro episódio, a pergunta é: “Como começar a me exercitar?”. Para responder, conversamos com Yara Maria de Carvalho, professora e coordenadora do grupo Corpus da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP. 

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    Ficha técnica
    Reportagem e roteiro: Gabriel Guerra
    Produção: Denis Pacheco
    Edição de Som e Trilha Sonora: André Leite e Guilherme Fiorentini

    • 10 min
    Laboratório da USP oferece psicoterapia on-line para público da terceira idade

    Laboratório da USP oferece psicoterapia on-line para público da terceira idade

    A saúde mental é um dos pilares mais importantes para o bem-estar humano, mas, diante de diversas outras preocupações, ela é constantemente deixada de lado por muitos de nós. No entanto, durante a pandemia, os cuidados com a saúde mental têm se tornado cada vez mais prioritários para todas as faixas etárias.
    Pensando nisso, o Laboratório de Investigações Médicas 27 (LIM-27), localizado no Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP, organizou um Grupo de Envelhecimento e Amadurecimento. Na quarentena, a iniciativa tem conduzido sessões on-line de psicoterapia para o público da terceira idade.
    Para explicar sobre o papel do LIM-27 e sua iniciativa mais recente, conversamos com Orestes Forlenza, coordenador da parte clínica e de pesquisa do laboratório. Além dele, ouvimos as especialistas Dorli Kamkhagi e Ana Carolina Costa, ambas coordenadoras do projeto. De acordo com eles, o trabalho que está sendo realizado nesse período é de “extrema importância”, especificamente por ser focado no público idoso, que faz parte do grupo de risco da covid-19.
    As especialistas contam que, durante os atendimentos, os idosos registram seu sofrimento diante do isolamento social, especialmente por permanecerem distantes de familiares. Para Dorli, o acolhimento fornecido pela terapia on-line tem gerado um retorno positivo mútuo entre especialistas e público-alvo. “A gente percebeu o quanto que eles queriam esse contato, precisavam dessa ajuda e o quanto eles se sentiram gratificados, assim como nós”, finaliza. 
    Saiba mais sobre o Laboratório de Investigações Médicas 27 clicando aqui.
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    Ficha técnica
    Reportagem e roteiro: Gabriel Guerra
    Produção: Denis Pacheco
    Edição: André Leite e Guilherme Fiorentini

    • 17 min
    Grupo reúne pesquisadores do Brasil para estudar a geografia da pandemia

    Grupo reúne pesquisadores do Brasil para estudar a geografia da pandemia

    Depois de tantos meses de pandemia, não restam dúvidas de que a crise causada pelo novo coronavírus atingiu o mundo de forma sem precedentes. Fronteiras fechadas, tensões diplomáticas, disputas políticas e abalos econômicos continuam a afetar inúmeros países do globo com o avanço da covid-19.
    Com a intenção de analisar o momento urgente em que vivemos, um grupo de colegas da pós-graduação em geografia humana da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, liderou a criação do grupo de trabalho Geografia e covid-19. A ideia central é observar a crise planetária sob a perspectiva da ciência geográfica.
    Para o geógrafo Daniel Bruno Vasconcelos, um dos idealizadores do GT, quando se trata da geopolítica mundial, o momento é de alta instabilidade já que, mesmo para especialistas da área, “é quase impossível enumerar os diversos movimentos diplomáticos e econômicos que estão sendo determinantes para a mudança de cenário nas relações internacionais”. Por isso, o grupo acredita que uma nova área de estudo esteja nascendo: a geografia da pandemia.
    “A geografia da pandemia é a geografia do nosso tempo, um entrelace de diversas áreas dessa ciência, a geografia política, a geografia econômica, a geografia urbana, a geografia da população, a geografia da saúde, dentre outras. Todas essas áreas se encontram para formar a geografia da pandemia, para compreender o que está acontecendo no mundo hoje, desde uma análise microespacial, com estudos urbanos de determinados bairros, até mesmo uma análise geopolítica mundial, com estudos de relações políticas entre determinados países”, esclarece ele.
    A partir da realização de um seminário que reuniu inicialmente pesquisadores da própria USP, o grupo expandiu o convite para especialistas de todas as universidades do Brasil. Na opinião de Vasconcelos, a nova fase reflete a crença do grupo de que “a construção do conhecimento é uma construção conjunta” e a chegada de pesquisadores de todo o País contribuiu para ampliar a diversidade de assuntos abordados pelo grupo, que tem produzido materiais em textos, vídeos e podcasts.
    Para saber mais, acesse o site do GT neste link.

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    Ficha técnica
    Reportagem: Giovanna Stael
    Produção: Denis Pacheco
    Edição: Beatriz Juska e Guilherme Fiorentini

    • 15 min
    Projeto da USP registra os sons da quarentena nas ruas e janelas da cidade

    Projeto da USP registra os sons da quarentena nas ruas e janelas da cidade

    Dentre as muitas mudanças trazidas pela longa e inconstante quarentena que vivemos, uma das mais marcantes tem sido a transformação da paisagem sonora das nossas grandes cidades. O barulho constante de buzinas diminuiu e, em grandes centros urbanos, é possível até mesmo ouvir o canto dos pássaros no meio do dia. Entretanto, em diferentes cantos da mesma metrópole, o isolamento social causou um aumento dos ruídos do cotidiano que, em bairros distintos, são caracterizados por crianças brincando nas ruas, vendedores ambulantes disputando espaço e música alta das janelas.
    Nas primeiras semanas da quarentena, uma turma da pós-graduação em Design da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP começou a discutir, em encontros on-line, os efeitos da mudança na paisagem sonora ao nosso redor. Juntos, os pesquisadores teorizaram sobre como a quarentena se projeta de forma particular em cada região da cidade. Dessa discussão surgiu o projeto Janelas Desobedientes, que resultou em um banco de áudios com quase 2 mil arquivos.
    Para a professora Giselle Beiguelman, coordenadora do projeto, “o som é um documento da multiplicidade que o isolamento social projeta no espaço urbano”. Ela e seus alunos se comprometeram a captar os sons da cidade, cada um da sua casa, a princípio em três faixas horárias do dia.
    Após semanas de coleta de registros, para a professora os áudios demonstraram, entre diversas outras conclusões, como a pandemia causada pelo novo coronavírus adquiriu contornos ideológicos e políticos no Brasil, destacando a disputa de narrativa anunciada pelos gritos e panelaços, que aconteciam em reação a decisões, demissões ou pronunciamentos do Executivo.
    De acordo com Giselle, “o som é a membrana mais porosa para se compreender as dinâmicas da cultura urbana em um período tão particular como este que nós estamos vivendo”. Os áudios coletados serão organizados numa plataforma que será disponibilizada em breve na internet.
    Leia mais: Como são os sons da cidade na quarentena?
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    Ficha técnica
    Reportagem: Giovanna Stael
    Produção: Denis Pacheco
    Edição: Guilherme Fiorentini

    • 16 min

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