É incrível como a gente está num período tão paradoxal desse mundo, enquanto nós vemos pela primeira vez ao vivo pela internet seres humanos indo longe no espaço em missão lunar em nosso solo vemos absurdos como guerras e ações de ódio contra quem deveríamos amar. Falar sobre céus e trevas, entre a claridade e a escuridão, beira a uma filosofia que muita gente até está cansado de ouvir, mas colocar a cabeça para funcionar e tentar ir além do que a gente vê como rotina pode ser um alívio diante de um mundo que está permanentemente sobre pressão nas nossas rotinas diárias, nas tarefas que temos a cumprir, nas notícias de jornais revistas e internet as mídias sociais, notificações a torto e a direito, e as coisas que acontecem a nossa volta. Para isso, é preciso colocar algumas funções a mais em nossa caixa de ferramentas vital: o primeiro é o nosso conjunto de crenças, é ajustar a nossa crença em nós mesmos, seja diretamente ou por meio de alguma forma de espiritualidade, como por exemplo a prática de alguma religião. Quando a gente ajusta o nosso conjunto de crenças, a gente pode alimentar em nós a autoconfiança que nos permite agir quando necessário e quando preciso. Um segundo ponto ao uso correto de nosso foco, entendendo o que é prioridade e o que não é prioridade, pois somos torpedeados o tempo todo por infinitas notificações, por incontáveis estímulos que tiram o nosso foco, tão a nossa vida um senso de urgência que muitas vezes não é correto, que isso faz com que nós nos perdemos em nossas atividades. Por fim, é muito importante a gente também ter em nós a alto compaixão, a capacidade de se compreender, e de se perdoar quando falha, porque quando você mesmo deixa de se tolerar, você passa a ser inimigo de si mesmo, e começa a se auto sabotar, então a gente precisa ser amigo e companheiro de si mesmo, porque já basta outras pessoas julgarem os seus atos, você precisa entender o que está acontecendo, se perdoar, para poder se corrigir com calma, paciência, humildade e sabedoria. Quando a gente corrige a nossa própria casa, o nosso próprio corpo, o nosso próprio espírito e a nossa própria mentalidade, nós conseguimos, de forma mais equilibrada, enxergar o mundo de uma maneira melhor e mais aderente à nossa realidade de vida. A gente consegue fazer com que as coisas que acontecem no mundo nos mobilizem, quando estas são importantes para nós, e quando deixam de ser importantes, liberamos essas coisas que não mais nos agregam. Com isso também nos blindamos de discursos que só servem para chamar a nossa atenção para interesses que não são nossos, como falsos moralismos, como situações de pânico moral, falsas intrigas que nos querem chamar para conflitos que não nos pertencem. Bem-vindo ao episódio número 119 de Domingo à Noite. Vamos começar a semana botando o tédio pra fora. Ouça o episódio nas principais plataformas de podcast, para ouvir e conferir os links nas mídias sociais acesse: https://linktr.ee/kazzttorpodcast Siga André Arruda, o apresentador e faz tudo nesse podcast nas mídias sociais. Acesse os perfis em: https://linktr.ee/kazzttor Podcast produzido por Kazzttor AMT: https://www.kazzttor.com.br